Irmãos Orange - Segunda temporada
19 O início de um velho romance...
Notas iniciais
Itachi saiu do carro e abriu a porta pra loira. Entraram dentro da casa como se estivessem indo cometer um crime de tão silenciosos que estavam!
Ele foi para o quarto dele junto com ela e trancou a porta. Deitou-se na cama e estendeu os braços a chamando.
Ela deita de costas para ele e sente-se envolvida por todo aquele calor que ele transmitia.
–Você é tão quentinha... — Sussurrou enquanto cheirava o cabelo dela.
–Nossa... Eu que estou com menos roupas, mas é você quem está gelado! — Virou-se para ele.
Dá um selinho rápido nela enquanto a apertava mais um pouco e a deitava sobre seu peito.
–Seu cabelo tá grande... — Fez um cafuné.
–Tá falando o quê? Você tá quase uma rapunzel.
–Isso é um charme. — Riu enquanto a puxava para um beijo. — Te amo.
–Também te amo. — Sorri enquanto o beijava.
O beijo foi ficando mais e mais intenso, as línguas dançavam em conjunto e um ritmo lento que logo ficou rápido.
Ele foi abaixando a alça da camisola dela e ficou por cima enquanto dava leves mordidas no pescoço da loira.
Naruko retirou rapidamente o casaco e a camisa que o cobriam, revelando aquele corpo perfeito e malhado dele. Mordeu o pescoço do moreno e o sugou.
Itachi procurava onde raios era o local que soltava o sutiã! Cadê o rai do botão?! Ela começou a rir da dificuldade dele e sentou-se apoiando nele.
–Não ria! — Reclamou com o rosto corado.
–Mas tem graça! — Riu mais um pouquinho. — Esse não tem aquela paradinha, é um tope. — Disse enquanto tirava o sutiã por cima.
Ele deu um impulso sobre ela e a deitou embaixo de si novamente. Acariciou o busto dela enquanto suas línguas brincavam com a outra.
Ela tentou tirar a calça dele, mas parecia que tava presa em algo, então foi a vez dele de rir.
–Isso é que tem graça! — Disse em meio a gargalhadas.
–Não ria! — Cora. — Você usa cola na bunda? Não sai de jeito nenhum!
–É porque eu tô de cinto. — Disse enquanto retirava o cinto e a calça. — Vamos.
–Não quero mais. — Cruzou os braços fazendo bico.
–Por que? — Ri.
–Você tá rindo!
–Não tô! — Gargalha.
Naruko bufa de raiva. Ele sorri pedindo desculpas e a beija.
–Desculpa... Não rio mais. — Ri. — Parei.
–Afe. — Ela o beija gentilmente enquanto é deitada na cama sob ele.
Itachi a beijou apaixonadamente enquanto contornava o corpo dela com as mãos. Abocanhou o seio esquerdo dela enquanto massageava o outro, ouviu-se um gemido baixo por parte dela.
Naruko trocou de posição, ficando sobre ele enquanto puxava a cueca Box do rapaz revelando seu membro ereto.
A loira massageou o local rapidamente, arrancando fortes gemidos da parte dele. Sem demora, ela abocanhou a região e deu leves sugadas, mas o suficiente para fazê-lo revirar os olhos de prazer.
Itachi a puxa rapidamente e morde o pescoço dela enquanto retirava sua calcinha. Caminhou com sua mão até a intimidade dela e penetrou um dedo. Ela solta um gemido alto de prazer ao sentir a língua dele quentinha lambendo sua intimidade.
Ela o puxa para cima e o beija docemente, ele a ia imprensando contra seu corpo enquanto a deixava cheia de marcas pelo corpo.
Itachi abriu as pernas dela ficando suspenso, a encarou e lançou um sorriso tímido. Naruko sorriu da mesma forma para ele.
–Eu tô sem camisinha...
–Sério?
–Acabou tudo. — Riu.
–Nossa, e eu achando que você tinha uma fábrica dessas coisas em casa... — Ri.
Ele deita sobre ela fazendo suas intimidades roçarem, ela o abraça e sente que o mesmo tremia.
–Que foi? — Perguntou num sussurro quente no ouvido dele.
–Eu tô tentando me segurar. — A abraçou. — Mas tá difícil!
–Por que? Tudo bem, podemos fazer sem...
–Mas e se...
–Não foi você quem disse? — Sorri. — Eu também gostaria de formar uma família com você... — Acariciou o rosto dele.
–Mesmo? — Sorri enquanto segurava a mão dela contra seu rosto.
–Eu disse, não disse? Do seu lado não há nada que não possa fazer...
Itachi sorriu e a beijou, logo o beijo tornou-se mais intenso e então ele a penetrou. Ecoou um gemido alto por todo o quarto de ambos, ela remexia o quadril, mas ele tratava de pô-la no lugar. Os corpos estavam suados um sobre o outro e arfavam em sincronia.
Ela arranhava as costas dele o fazendo ter arrepios por todo o corpo. Ele a puxou a fazendo sentar em seu colo com as intimidades ainda encaixadas, gemeram ao mesmo tempo, e seus lábios não desgrudavam nem um momento...
Ela foi deitando-se sobre ele, estando agora no controle. Remexeu seu quadril sobre o dele enquanto o mesmo imprensava o bumbum dela para baixo.
Ela estava chegando ao ápice, mas ele ainda tinha forças. Tornou a deitar sobre ela e imprensou seus corpos. Os gemidos iam ficando cada vez mais alto e ela o chamava docemente e com muito prazer. Quase que como um coral, entraram no orgasmo ao mesmo tempo e ela sentiu um líquido quente preenchê-la...
Itachi saiu de dentro dela e a pegou no colo e foram ambos para a suíte. Ligou a banheira e ficaram juntos até que a água cobrisse a nudez deles.
Naruko repousou sua cabeça no ombro dele e o sentiu abraçar-lhe pelas costas.
–Agora só esperar 9 meses. — Ela riu do comentário dele. — Mas é verdade. — Sorri.
–Eu sei... — Suspira e fecha os olhos, pegou na mão direita dele e a colocou sobre seu ventre. — Espero que consigamos.
–Vamos sim... — Beijou a bochecha dela. — Qualquer coisa a gente faz de novo.
–Palhaço. — Ri.
–Me lembra de comprar teu presente de aniversário.
–Pra quê? Não precisa. — Sorri. — Estamos juntos, não preciso mais do que isso.
Faz um carinho nos cabelos dela. — Eu te amo.
–Eu também te amo. — O encara. — Muito.
Ele sorri e sela seus lábios num beijo gentil.
–UCHIHA ITACHI! O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AÍ NO BANHEIRO MOLEQUE? OLHA, SE VOCÊ ESTIVER DESPERDIÇANDO ÁGUA, EU TE EXPULSO DESSA CASA! ABRA A PORTA!
Eles pararam de se beijar e começaram a rir. Itachi saiu da banheira e foi atender a porta.
–Fala.
–O que você tava fazendo aí dentro, posso saber?!
–Eu tava tomando banho mãe. — Bufa.
–A essa hora?
–Eu tinha ido pra casa da Naruko, lembra?
–Ah... Depois me conta o que acoteceu. — Sorri. — Vai dormir meu filho, tá tarde.
–Ok. — Sorri de volta.
Mikoto sai do quarto e Itachi olha para trás e vê a loira enrolada na toalha.
–A barra tá limpa. — Sorri.
–Eu tô com um problema. — Cruza os braços. — Eu vou vestir que roupa?
–Veste a camisola que você tava usando. — Disse como se fosse óbvio.
–Isso tudo bem, mas eu preciso de uma calcinha.
–Veste a mesma.
–Eu não!
–Nossa, você tem nojo pra tudo... — Revira os olhos. — Te empresto uma bermuda minha.
–Valeu. — Sorri.
Itachi emprestou uma bermuda branca para ela, e sorriu contente com a visão. — Eu nunca mais lavo essa bermuda...
–Dejavú? — Ela pergunta pra si mesma. — De certa forma isso parece meio nostálgico...
–Aham. — Sorri. — Venha. — Sentou-se na cama e a convidou para sentar entre as pernas de costas, como estavam no banheiro...
Ela sentou-se e foi envolvida pelos braços dele.
–Não marque nada para dia 7 de junho...
–O que tem dia 7 de junho? — Perguntou ela. (N/A: como assim "O que tem dia 7 de junho"?! Mais respeito! É o dia do meu aniversário!).
–Será o dia do nosso casamento...
–Tão cedo assim? Não falta nem 6 meses!
–Casamento muito longe é pra pobres, eu sou rico. — Sorri convicto.
–Ah, tá bom. — Ironizou. — Quanto você ganha?
–Vinte mil.
–Tudo isso?! Eu achei cirurgião ganhava bem, mas não tanto assim!
–O hospital do meu pai é o melhor do Estado, então meu salário é muito bom.
–Mas não quero que você banque tudo, também quero ajudar.
–Arranje um emprego então. — Ri.
–Acho que farei isso... — Suspira. — Ah, te contei? Vou apresentar num teatro nacional!
–Sério?
–Aham! — Sorri animada. — No dia que atuei a Julieta, havia profissionais presente e eles disseram que queriam que fizesse teatro, óbvio, eles me ofereceram dinheiro.
–Quanto?
–400 reais.
–Que miséria.
–Cala a boca. Para uma novata como eu é uma grande oportunidade! — Bufa.
–Tudo bem. — Acaricia os cabelos dela. — Se isso te faz feliz, também me faz.
Sorri alegremente. — Vou atuar Titanic.
–NEM A PAU!
Dá uma gargalhada. — Tô brincando... A peça é João e Maria.
–Credo, e isso é uma peça nacional? Que brega...
–Não fala assim! — Fez bico.
–Ok, mas vamos dormir, tô exausto.
–Ok.
Ambos se abraçaram para se aquecerem contra o frio. E assim adormeceram.
[···]
–Mamãe por que estamos fazendo isso? — Perguntou a menina que esfregava os olhos de sono. — Cadê o papai?
–Papai foi trabalhar bem cedinho hoje.
–Mas ele não dá aula? Ninguém estuda de madrugada. — Cruza os braços indignada.
A morena ri do bico que a menina fazia. — Papai foi ajudar o vovô no serviço.
–Vovô Hiashi ou vovô Minato?
–Minato. — Sorri.
–E a vovó Kushina?
–Está dormindo.
–Ah! Por que ela pode e eu não? — Bate o pé indignada.
–Por favor, é pro aniversário do papai... — Agachou-se na altura da menina.
–Papai tá fazendo quantos aninhos?
–Vinte um.
–Ah, não cabe no dedo! — Olha para os pés. — Nem com o dedo dos pés dá! Papai é velho!
Ri. — É mesmo. — Sorri. — Então? Me ajuda a fazer o bolo?
–Sim!
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