Notas iniciais
Leiam o título! Que isso Hihi-chan? Isso é hora de postar?! É que não deu pra postar ontem! Mil perdões! Sobre esse capítulo... MORRENDO de vergonha!

Ela se afastou um pouco da aproximação levemente corada.

–Como?

–Namora comigo? — Repetiu o rapaz.

–Não! — Cora mais ainda enquanto se levanta. — Fugaku eu vim para conversar!

–Eu sei. — Se levanta. — Mas isso não quer dizer que não possa pedir por isso...

Dá um passo para trás. — E você acha que só com uma simples confissão de tudo o que você fez é suficiente? Acha que é só eu falar "Tá tudo bem"?! Acha que é só você se declarar pra mim? — Uma lágrima escorreu de seu rosto. — Eu criei meus filhos sozinha durante 15 anos! Foi sofrido, mas eu consegui! — Soluça. — Eu não precisava da sua ajuda! Nunca nem precisei! — Cobre o rosto. — Eu queria que você dissesse que me amava todos os dias até eu pedir para que parasse, mas você fez exatamente o oposto! Sequer falava comigo! Agora me diga Fugaku! Como quer que eu simplesmente volte para você? Me diga!

Ele avançou o passo e a envolveu em seus braços e afagou sua cabeça.

–Por que você...? — Murmurou ela enquanto retribuia o abraço. — ... Me faz ficar desse jeito? — Terminou a pergunta. — Que ódio...!

Beijou sua testa. — Me desculpa. Por tudo.

Dá um leve soco em seu tórax. — É só isso que vai dizer?

Ele dá uma risada e a aperta mais ainda. — Dança comigo?

–Você não sabe dançar. — Revira os olhos.

–Esqueceu que você me ensinou? — Começa os passos.

–Vamos ver se você aprendeu... Pequeno gafanhoto! — Ri e o acompanha nos passos.

Eles estavam dançando e cantando Welcome to the jungle, dançando entre aspas, pois aquilo não era dançar, era ter uma convulsão!

Ele parou de dançar e foi pegar uma bebida e lançou para Mikoto.

Brindaram e beberam todo o conteúdo da latinha. Soltavam gargalhadas e Mikoto contou os micos dos filhos quando Fugaku não estava presente.

–Eu acho...! — Riu. — Que agora posso pensar em você como amigo... — Sorri a morena.

–Ainda não é suficiente! — A puxou e tornaram a dançar loucamente. Mas agora era outra música...

–" It's my life
It's now or never "! — O moreno imitou a voz igualmente rouca.

Ela o acompanhou no ritmo It's my life junto com ele, seus longos cabelos estavam ao vento e despenteados, os fios dele caiam displicentemente no rosto suado. Se jogaram ao sofá exaustos. E ela não parava de rir, não se divertia assim faz tempo.

–Que horas são? — Perguntou ela.

Ele olhou para o relógio em seu pulso. — Duas e quinze da manhã.

–Meu Deus! Passou rápido! — Levanta-se. — Vou usar seu banheiro.

–Claro, vai lá.

Minutos depois ela volta com os cabelos arrumados e com o calçado na mão. — Meu pé tá doendo...

Ele ri nostálgico. — Pra que comprar um calçado caro se no final ele te machuca?

–Mas ele é lindo! — Resmunga. — Sinto dor, mas esculachada eu não fico!

Ele balança a cabeça no sentido negativo e se levanta. — Vamos, vou te levar pra casa.

–Eu vim de carro.

–Você bebeu.

–Mas você também bebeu! — Cruza os braços.

–Eu só bebi uma latinha, você bebeu três.

Revira os olhos. — Mas eu tô 100% sóbria!

–Sei. Vamos logo, levo você.

–Ok. — Se rende enquanto entra na garagem dele. — Comprou um carro?

–Na verdade eu troquei a moto pelo carro.

–Por que fez isso? Moto é mais legal!

–Eu precisava transportar muitos documentos, e fazer isso com a moto é muito trabalho, aí troquei. — Deu de ombros e abriu a porta do carona para que ela entrasse.

–Ah... — Estava indo entrar, mas virou-se para ele. — Obrigada por hoje a noite. Foi muito divertido.

–Eu que agradeço. — Sorri.

Dá uma leve corada com um sorriso tímido. — En-Então tchau...

–Tchau por que? Eu vou te levar, se despede quando chegarmos. — Ri.

–Isso é... — Sorri.

–Mas... — Beija a bochecha dela. — Realmente muito obrigado por hoje...

Ela o olha incrédula. — Na bochecha?! — Suspira. — Deixa eu ensinar como se faz! — O puxou pela gola da camisa e o beijou.

Ele ficou sem entender nada! Mas nem deu muita atenção a isso, a empurrou contra o carro e pediu passagem com a língua. Seus lábios travavam uma batalha feroz e violenta, ele puxou os lábios dela com os dentes e aproveitou e deu uma leve sugada. Ela agarrou com força os cabelos dele sem soltar sua boca.

Fugaku subiu com as pernas dela até sua cintura e foi caminhando rapidamente com ela no colo para seu quarto. Chegando lá ele a jogou em sua cama, literalmente.

Ela sentou-se, mas logo foi empurrada para deitar-se novamente e ele ficou suspenso sobre ela enquanto suas línguas dançavam com a outra.

Mikoto abriu a camisa dele com força, fazendo todos os botões saírem, como vingança, Fugaku literalmente rasgou o vestido dela! Isso mesmo!

–Porra meu vestido! — Reclamou ela, estava sem sutiã.

–Você também estragou minha camisa! — Replicou ele enquanto prendia as pernas dela em sua cintura.

Eles se beijavam de forma intensa, o moreno sentia cada curva do corpo dela enquanto a mesma puxava os lábios dele e os sugava. Ele abocanhou o busto esquerdo dela e o outro massageava, ela soltou um gemido prazeroso e foi tirando as calças dele com os pés.

Fugaku mordeu o pescoço dela e o sugou teimosamente, causando a marca de um chupão. Mikoto finalmente retirou a calça dele por completo e o virou, agora ela estava por cima, caminhou com a mão no tórax dele até sua intimidade. Ele gemeu baixinho e observou com os olhos semicerrados, a morena foi deixando marcas por todo o corpo dele tórax, abdômen, pescoço, foi retirando a cueca Box dele e agarrou o amiguinho dele, deu uma leve massagem que fez o mesmo revirar os olhos de prazer e pedir por mais, ela aumentou a intensidade e depois soltou uma respiração quente na intimidade dele e por fim, o abocanhou por completo. O moreno agarrou os cabelos dela e gemia alto de puro êxtase, estava quase se desmanchando, mas ela sabia o limite dele.

Mikoto subiu e o mordeu na orelha, ele virou-se, agora ele estava por cima, Fugaku novamente abocanhou o seio dela só que com mais força, ela soltou um forte gemido e estremeceu. Ele foi descendo a meia calça que ela usava com certa sensualidade e gentileza... Aos poucos foi revelando as belas pernas da morena, beijou o pé dela e foi subindo para a coxa, deu uma leve mordida e sugou a região deixando marcas.

O moreno tornou a beijá-la enquanto descia com a mão gentilmente até sua intimidade abaixando sua calcinha. Após deixá-la exposta por completo, deu uma leve massagem com o dedão em seu clitóris arrancando leves gemidos dela. Enfiou dois dedos e fez movimentos de vai e vem de uma forma lenta, mas prazerosa. Retirou os dois dedos e abocanhou sua intimidade dando leves lambidas, a morena se contorceu de muito prazer e o implorou por mais, ele ficou de quatro sobre ela e abriu suas pernas, contornou seu fino rosto com a mão e se preparou.

Mikoto deu um leve suspiro e agarrou o lençol da cama, e então foi finalmente penetrada. Soltou um gemido abafado e agarrou as costas dele o arranhando violentamente. Ele foi aumentando as estocadas e gemia ao ouvir seu nome ser pronunciado com tanto prazer, sentiu seu bumbum sendo apertado e empurrado contra seu corpo, seus lábios se tocaram novamente, mas não conseguiam manter o beijo pois arfavam muito.

Seus quadris dançavam em ritmo acelerado e sincronizados, ele levantou a perna dela até a altura dos ombros, fazia movimentos de vai e vem. Mikoto estava chegando ao seu limite e ele idem, e então com um orgasmo, ambos chegaram ao ápice. Ela gemeu baixinho ao sentir um líquido quente invadi-la. Fugaku repousou sua testa sobre o peito dela e o sentiu subir e descer ofegante. A morena acariciou o cabelo dele, mas de repente ele se levantou com um sorriso maroto, e é lógico que ela entendeu o que ele queria.

Mikoto sentou-se de costas para ele e sentiu o mesmo abraçá-la, foi inclinando o corpo dela para frente a fazendo ficar de quatro, Fugaku caminhou com as mãos para os seios dela e deu uma leve esfregada um no outro e uma forte apertada, ela gemeu ao sentir aquele calor, mas soltou um mais alto ainda ao ser penetrada por trás. Ele dava fortes estocadas enquanto ela mordia os lábios contendo o gemido, mas foi impossível controlar ao sentir os dedos dele caminhando até sua intimidade e penetrando um dedo, ela estremece um pouco. Fugaku chamou por ela docemente, Mikoto olhou para trás, mas ao fazer isso, ele penetrou mais um dedo nela a fazendo fazer uma cara super sexy e gemer alto chamando por ele. O moreno dançou com os quadris dela e foi dando leves beijos em suas costas e a lambendo carregando pequenas gotículas de suor.

Ele saiu de dentro dela e a puxou para sentar em seu colo ainda de costas e a abraçou, foi deitando em cima das costas dela e foi ouvindo sua respiração ofegante e alterada.

Ele estava ofegante, saiu de cima dela e deitou-se ao seu lado, ela virou o rosto para ele ainda de bruços e acariciou seu rosto. O moreno segurou a mão dela e sentiu o leve toque, gélido por causa do suor.

Ela deu uma batidinha no rosto dele com um sorriso e levantou-se meio cambaleando para a suíte. E antes de entrar, ele chegou empurrando ela com seu corpo e ligou o chuveiro.

Ele a empurrou contra a parede e lhe envolveu num beijo doce, seus lábios brincavam gentilmente e o calor da língua dele a envolveu, mesmo com o chuveiro no frio dos (infernos) Alasca, aquele beijo conseguiu aquecer até mesmo os corações deles.

Ele subiu com as pernas dela em seu quadril e a penetrou novamente, ela gemeu e ele foi mordendo os lábios e pescoço dela. Enquanto a mesma arranhava suas costas que saiu até um pouco de sangue. Mikoto foi perdendo as forças e ele também, Fugaku a colocou no chão em pé e ouviu uma risada dela.

–Do que está rindo? — Perguntou.

–Você tem mais energia pra essas coisas do que os adolescentes de hoje em dia, e pelo jeito a ejaculação precoce não te atingiu. — Faz uma careta.

–E pelo jeito você tá bem longe da menopausa. — Caçoou.

–Palhaço! — Gargalha.

–E pensar que a gente fazia umas 5 rodadas seguidas... — Suspirou nostálgico.

–Para! Que vergonha! — Cora.

–Vem, vamos terminar esse banho. — Ri.

Ambos terminam o banho, brincaram de passar shampoo no outro, encheram o box de espuma e fizeram piadas sobre o passado.

Saíram enrolados na toalha e sentaram-se na cama.

–Desculpa... — Começou ela. — Será que dá pra refazer o convite?

Sorri. — Namora comigo?

–Sim. — O abraça. — Se você me trair de novo eu corto seu pinto fora.

–Jamais! — A abraça. — Eu te amo.

–Hum...

–Não vai dizer o mesmo?

–Quem sabe... — Dá de ombros rindo.

Ele sorri e ambos começam a se arrumar, ela teve que pegar uma roupa dele já que o mesmo rasgou seu vestido! Chegando em sua casa, Mikoto se retira do carro e o lembra para trazer o carro dela. Ele assente e ela permaneceu o encarando por um tempo.

–O que foi? — Sorriu ele.

–Sabe que... — Sorri. — Eu me diverti bastante hoje.

–Eu também. — Sorri.

–Ér... Bem... — Mexe nos cabelos meio envergonhada. — O Itachi e o Sasuke...

–Tudo bem. — Interrompeu. — Eu conto tudo.

–Valeu. — Ri e vira de costas. — Sabe que... Sobre você... Eu acho que... Eu realmente gosto muito de você... — Apressa os passos. — Boa noite.

Ele saiu do carro e a abraçou pelas costas. — Boa noite... — Sussurrou em seu ouvido a fazendo bufar de raiva pois estava vermelha.

–Agora vai embora! — Ordenou.

Ele ri e entra no carro novamente e manda um beijo, dá partida e se vai.

Mikoto suspira e olha para suas roupas, aliás, roupas dele. Precisa trocar ou seus filhos, ou melhor, Itachi iria pensar besteira (N/A: Se bem que ele tá certo...).

Mas ela não esperava encontrar em seu quarto o que encontrou...!

Notas finais
Eaí? Gostaram? Comentem e mandem sugestões!