Notas iniciais
Yo minna o////////
Obrigada a quem comentou e favoritou *-*!
Etto, deixe explicar uma coisa. O Zoro tá em um rolo com a Perona, mas nenhum dos dois se gostam u.u
E eu tinha que colocar esse rolo pois sempre achei que a Perona gostasse dele. Apesar de ela não gostar dele aqui. Contraditório, certo?
Boa leitura o/

- Seu idiota! Não vai me dizer que perdeu o caminho da escola de novo! – reclamava Perona. Seu cabelo rosa e ondulado dançava do tanto que Perona mexia a cabeça para reclamar de Zoro.

Zoro tentou pegar no sono outra vez, mas Perona o atrapalhava. Por que as mulheres tinham o dom de serem irritantes?

- Não me perdi, eu só fui treinar. – reclamou. – Preciso ficar forte.

- Você já é forte. – A rosada retrucou.

- Mais forte. – Zoro se corrigiu.

Perona começou a brincar com seu almoço. Trouxera biscoitos com formato de fantasminhas, com recheio de chocolate. Ela pegou um e tirou o recheio com o dedo, lambendo-o em seguida.

- Se continuar a chegar atrasado, será expulso. – advertiu Perona.

- Tanto faz. – Zoro deu de ombros. Ele pegou a garrafinha que sempre trazia consigo e a abriu. Tomou três goles do saquê que camuflava.

- Não é tanto faz. Você é idiota? – Perona não esperou uma resposta. – Você fala que quer tanto ser o espadachim número um entre todas as escolas do Japão, mas não dá valor para a escola. – Perona se levantou do banco e pegou apenas mais um biscoito de fantasminha. – Se você for expulso, pode dar adeus para o seu sonho.

Ela saiu do refeitório, ruidosa, graças aos sapatos pretos.

Zoro tomou mais alguns goles e saiu daquela mesa. Chega de garotas. Ele ia atrás dos seus amigos.

Não era difícil localizar a mesa dos mesmos. Era a mais, e talvez única, barulhenta. Zoro sentou emburrado.

- Brigou com a namoradinha? – perguntou Nami. Ela tentou pegar a garrafinha de Zoro, mas este não deixou.

- Zoro, olha só o que o Franky sabe fazer. – gritou o moreno, meio magricela. Os olhos de Luffy brilhavam de empolgação. Franky, um rapaz musculosos, de cabelos azuis, começou a imitar um robô.

Onde estava a graça daquilo?

- Nami-swaaaaaaaaaaannn!!! Aqui está o seu super obento que eu fiz especialmente pra você e – começou o loiro, surgindo. Ele estendeu uma caixa para Nami. Sanji, logo em seguida, tentou golpear Zoro, que se esquivou.

- O que você tá fazendo, seu cozinheiro de merda? – berrou Zoro.

- Você está tentando comprar a Nami-swan com truques sujos! – gritou Sanji. – Seu cabeça de marimo.

- O quê? Endoidou de vez? – Zoro estava enfurecido. – Por que eu compraria aquela ladra?

- Não fale mal da Nami-swan, pois ela – Zoro ignorou o resto da bajulação. Nami conversava animadamente com o Usopp, e estava com sua garrafinha. Sua garrafinha. Com saquê.

- Sua ladra! – berrou Zoro, puxando a garrafa das mãos de Nami. Ele olhou dentro, com um pouco de esperança. A ruiva secara a garrafa. – Maldita...

- Ops! – Nami sorriu debochada.

Zoro estava prestes a atirar a garrafa nela quando Brook chegou.

- Nami-san, onde está sua amiga? – perguntou cantarolando.

- Amiga? – perguntou Zoro. – Quem seria amiga dessa bruxa?

- Cale a boca! – berrou Nami. – Por que quer saber, Brook?

- Porque eu estou escrevendo uma música para ela, e estou em dúvida se morena rima com calcinha. – respondeu.

Nami lhe deu um cascudo.

- É claro que não! E deixe de ser pervertido!

Zoro queria dormir. Será que eles não ficariam quietos nunca? Bem, não importava também, era só fechar os olhos e...

- Ela também chegou atrasada hoje, como o Zoro. – contou Nami. – De acordo com ela, havia se perdido.

- Tem certeza que ela não é parente do Zoro? – perguntou Luffy, coçando o nariz.

- Seu idiota! Não ofenda minha amiga. – reclamou Nami.

- Ei! – contestou Zoro.

A ruiva se levantou.

- Eu vou procurar a Robin. – avisou.

Zoro ficou indeciso.

- Eu vou junto. – disse.

Todos o olharam, impressionados. Zoro se irritou. Não podia ao menos ser curioso?

Nami deu de ombros e começou a andar, sendo seguida por Zoro. Eles andavam sem pressa alguma. A ruiva entrou na biblioteca.

- Por que quis vê-la? – sussurrou Nami.

- Só quero saber se ela é amiga ou inimiga. – sussurrou Zoro.

- É claro que ela não é inimiga! – E lá estava Nami, perdendo a paciência de novo.

- É o que veremos. – Zoro deu de ombros.

Nami suspirou. Seria um desperdício tentar convencer aquela cabeça dura sobre alguma coisa.

Eles continuaram andando até que avistaram uma silhueta, ao longe. Nami correu, deixando Zoro para trás. Ele revirou os olhos e a seguiu.

Chegando mais perto, notou que era morena, assim como Brook dissera.

Nami se interrompeu.

- Robin, esse é Roronoa Zoro. Zoro, essa é a Nico Robin.

A garota se levantou e estendeu a mão. Zoro não aceitou.

- Você! – exclamou.

Robin corou e abaixou a mão. Como ele pode esquecer o nome daquela garota que entrara no ginásio?

- Oi. – murmurou.

- O que você está fazendo aqui? – perguntou Zoro, sem intenção de soar rude. Ele apenas queria saber.

- Eu tenho que ir. – A morena murmurou. Em seguida saiu correndo.

Nami deu um soco na cabeça de Zoro. Ela brigava com ele, porém Zoro não prestava atenção. Ele observou Nico Robin desaparecer. Aquela garota ainda lhe traria problemas, tinha certeza.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.