Invincible

2 Primeiro Capitulo


Notas iniciais
Bom eu não tenho muito o que falar. Gostaria de agradecer a ajuda da minha Beta, a Mishalicius, que tem me auxiliado a arrumar a história e a minha amiga e co-autora que me ajuda com ideais hahahaha. Espero que gostem desse primeiro capitulo e se puderem, comente. Boa Leitura!

Era o primeiro dia da primavera do ano de 1557, Francis estava se vestindo para o baile de reconhecimento das moças quando ouve uma batida na porta.

– Quem é?

– Francis sou eu, Bash, posso entrar, por favor? – Sebastian, vestido com o seu uniforme de guarda real, estava parado inquieto atrás da porta.

– E então... – Francis, nem com a metade da roupa posta, abriu correndo a porta para o seu grande e melhor amigo. – Como estão as coisas lá em baixo? As donzelas – Riu ao dizer isso – São bonitas? Eu irei gostar? Só fico pensando no que se deve se ter embaixo daquelas saias... — Os dois amigos começaram a rir juntos até que sai uma moça, a qual Bash julgou ser uma criada, de baixo dos cobertores, iniciando a sua busca por suas roupas perdidas no meio de lençóis e roupas espalhadas pelo quarto, desculpando-se saiu correndo batendo a porta atrás de si.

– Mas que caralho Francis, o que é isso? – Disse rindo – Já entendi o motivo de você estar ainda nesse estado.

Nesse momento Francis percebeu que deveria se arrumar para o baile, agora seria o momento de começar a escolher a sua futura esposa, e ou, a sua futura meretriz.

Apressadamente começou a colocar suas roupas e a arrumar o cabelo despenteado. Enquanto fazia isso, Bash se perguntava por que seu amigo era tão indolente, deveria saber que hoje não era um dia de praticar seu esporte favorito, no entanto como poderia culpa-lo, ele era o futuro rei, o herdeiro do trono da França.

– Mas que porra você está fazendo parado ai? Ajude-me a fechar esses botões.

Saindo de seus devaneios, Bash foi ajudar o seu amigo, um irmão, pensou. Passavam tanto tempo juntos, aprenderam a cavalgar juntos, tanto cavalos quanto mulheres, lembravam-se da primeira vez em que o rei fizera de seu amigo um homem, e por consequência, ele também. A moça, bela moça, seios duros, coxas grossas, ruiva, com sardas no nariz, deveria de ser virgem, não sabia ao certo, tinha apenas 14 anos na época. E mais uma vez, o príncipe o tira de seus pensamentos chamando-o para acompanha-lo até o salão do baile.

No mesmo momento, a Rainha Catherine de' Medici bate na porta. Seguindo Francis em seus calcanhares, Bash se depara com uma jovem muito linda do outro lado do salão, deveria ser uma das princesas, uma das quais ele nunca poderia usar ou fazer dela sua.

À medida que a festa prosseguia, Francis dançava com cada uma das jovens presentes, já tinha certeza de quais não escolheria. Tinha duvidas das que eram belas — e imaginava ele — com corpos esculturais, se seriam boas o bastante e agradáveis e para ficar entre as dez escolhidas entre ele e o seu pai para permanecer por tempo indeterminado no castelo.

Suvi, princesa da Noruega, seria com toda a certeza uma das rejeitada, entretanto a Pietra, vinda de Veneza, lhe parecia uma bela amante, diferente da jovem Úrsula da Rússia, que além de bela lhe parecia inteligente o bastante para ajuda-lo a comandar o seu país.

Entre uma dança e outra, cada garota ia cativando-o de um jeito, sexualmente ou amigavelmente, cada uma tinha suas qualidades, entretanto, a sua escolha não dependia em apenas escolher uma esposa, e sim um país, como rei ele estaria se unindo a um país, a um condado, deve-se pensar em questões administrativas e de aliança.

Foi nesse momento de reflexão na qual Francis terminava sua dança com a Greta da Croácia e se viu dirigindo para uma jovem familiar, não imaginava ele que ela seria sua antiga amiga de infância, Mary. Essa jovem na qual ele estava se dirigindo para iniciar seu cortejo não parecia em nada com aquela criança de pernas finas e voz estridente. Lembrava-se muito bem dos tempos nos quais brincavam juntos no castelo.

– É, olá, Francis? – A voz de Mary parecia que o trouxera de volta aos seus pensamentos.

– Ah, que merda, desculpa, onde paramos a nossa conversa?

– Desculpa, mas nem começamos e para ser sincera, três músicas se passaram e ainda não começamos a dançar. Algo errado? – disse rindo.

– Ah é? Desculpe-me, pode me dar licença?

Mary observou Francis, ele estava se encaminhando para um jovem — o qual deveria ter a mesma idade — entretanto um soldado, e ambos subiram as escadas sumindo durante a festa. Nesse momento suas damas de companhia já estavam vindo em sua direção.

Notas finais
Até o final dessa semana eu posto o próximo capitulo. Ficaria muitíssimo feliz se pudessem comentar dizendo o que estão achando da história, o que eu deveria mudar ou colocar. Sou nova nisso e ficaria feliz se me ajudassem a fazer algo legal. Obrigada.