Notas iniciais
Ei, oi >. Desculpe a demora, mas, eu tinha feito o capítulo e depois eu acabei não salvando (Burra? Sim ou Claro?) e quando eu o escrevi de novo, eu tinha esquecido que o Nyah estava em manutenção, fiquei muito chateada t-t Mas espero que vocês gostem desse capítulo, e um dos mais fofos que eu fiz (De todos as minhas fanfics), estão espero que gostem! Boa leitura! p.s.: Ficou bugado o começo. t-t

Acordo com John chamando-me. Está escuro. Olho para a janela, e já esta de noite. John está segurando uma muda de roupa em sua frente, como se me disse-me que devia colocar.

– O que foi? – Pergunto.

– Nós iremos sair – responde ele

– Como assim? – Assusto-me – John você disse que nunca me abandonaria!

– E eu não vou – Ele hesita antes de passa a sua mão livre pela minha bochecha esquerda — Iremos dar um passeio na praia.

– Por quê? – Minha pergunta e dura demais. Eu acho. Pois John para de acariciar a minha bochecha esquerda.

– Eu não sei Isabelle – Diz ele – Mas preciso contar algumas coisas para você.

Ele deixa as roupas no canto da cama e sai. Eu encaro a porta. Tenho medo que ele tenha mentido para mim. Tenho medo que ele me mande novamente para casa, mas mesmo assim, visto suas roupas.

Visto a blusa, ela é extremamente confortável, e muito maior que eu, e eu nunca vi este tipo de calça, e raro ver isto por aqui. E raro eu vestir alguma calça.

Saio do quarto e o encontro. Ele está escorado a parede olhando para o chão. Chego mais perto e ele me olha dos pés a cabeça. Um sorriso se forma em seus lábios, e eu não consigo reparar o quanto ele é lindo.

Seus olhos param em minha mão. Ele as pega com toda a delicadeza e as entrelaça em seus dedos, e depois olha para mim, esperando a minha reação. E eu sorrio.

Seguimos para o lado de fora. Está escuro, e a única luz que está nos iluminando e algo brilhante no céu. E a encaro. Está e a tão famosa lua? Ela é tão linda. Sinto John apertar minha mão, eu o olho.

– Está e a lua – Diz ele – Eu me sinto bem quando não estou lá dentro.

– Por que não? – Pergunto átona

– A lua é a única coisa que eu gosto – diz ele, olhando para baixo – Exceto uma coisa.

– O que...? – Aperto sua mão quando sinto algo molhando os meus pés

– E o mar – Diz ele – Não se preocupe, aqui não é tóxico.

– Tóxico? – Pergunto.

– Nós tempos anteriores, algumas pessoas não ligavam para a natureza – diz ele – E a maioria dos seus lixos iam para o mar, e com isto, a água se tornou tóxica. Ninguém pode entrar se não quiser morrer é claro.

– Por que aqui não é? – Solto de sua mão e vou para mais perto da água

– Alguns lugares tiveram a sorte de não ser intoxicadas – ele para ao meu lado – Só as pessoas mais importantes tem um lugar assim.

– importantes? – Olho para ele – Como?

– Os comandantes das colônias – Diz ele

– Você é...? – Antes de terminar de perguntar, ele me corta.

– Sim, sou Presidente da colônia 75 – diz ele – E é por isso que eu tenho que lhe dar alguns recados.

– Você é só o comandante, e não o entregador de recados – digo e ele ri.

– O entregador de recados não se importaria em manter você viva – diz ele. Olho para baixo esqueço-me de que nem todos são como John – Mas eu me importo.

– Por quê?- digo baixo.

– Porque... – ele faz uma longa pausa – Eu não sei responder.

O encaro. Ele sabe, ele sabe a resposta, mas não quer me falar. Por que ele esconderia isso de mim? O que a de errado?

– Amanhã, nós iremos para a o centro da colônia – ele diz – Iremos anunciar o meu casamento com a tão famosa Isabelle Prime, a grande intocável.

– A grande intocável? – repito

– Qualquer dia você irá descobrir – Ele se encolhe – O problema são os rebeldes. Você não sabe o quanto eles estavam esperando por você.

Olho novamente para a lua. O que ele quis disser com isto? O que os rebeldes querem comigo? E o pior, o que são eles?

– Rebeldes? – Olho para John. Ele está encarando a lua como se o que ela fizesse era o acalmar. Gostaria que a lua tivesse o mesmo efeito sobre mim. Gostaria que o que John está preste a me contar não me desse medo – Como assim, rebeldes?

– Eles são uma aglomeração de pessoas que não gosta do que fazemos com vocês – Ela ainda encara a lua – Mas para eles, você é a pessoa perfeita para acabar com isso.

– Por que eu? – Mordo os lábios. E se o que ele está me dizendo é verdade? Eu posso mesmo acabar com isso? Se isso for verdade, de que lado eu vou estar? Eu não sei o que eles iram fazer comigo.

– Você é a minha intocável Isabelle. – Diz ele – Tirando você de mim, tiram a minha dignidade.

– A maioria dos homens estariam feliz por saber que existem pessoas que querem tirar suas intocáveis deles – digo – Por que com você seria diferente, John?

– Você é tão... tão... ingênua – diz ele — Você não sabe mesmo o por que de eu estar fazendo isto?

– Não – respondo-lhe.

– Tão linda, Tão bondosa, tão educada, mas ao mesmo tempo tão ingênua – Diz ele – Quem saiba, um dia você descubra o por que de lhe proteger tanto.

O que ele quer disser com isso? Não irei descobrir o motivo de ele me proteger tanto. Não irei saber se ele me contar. Talvez seja por que sou sua mulher.

– Talvez eu saiba – Olho para ele. Ele estava me encarando o tempo todo. Seu sorriso vacila um pouco, mas ele continua sorrindo – Talvez eu saiba o porquê de me proteger tanto.

– Conte-me o porquê, pequena – Ele diz

– Por que sou sua intocável – digo – E você é totalmente diferente dos outros homens.

– Isto, tem um pouco de verdade. Também é porque você é a minha intocável – diz ele – Mas não é por isso. Tem algo a mais. E Isabelle, sinto muito em desponta-la, mas eu sou idêntico aos outros homens.

– Você não é – digo – John, você é diferente.

– Só com você – Ele ri – E eu estou endoidando pelo motivo.

– Qual o motivo? – Eu me aproximo. — Não poderei ajuda-lo sem que você me conte.

– Queria tanto que você fosse minha — diz ele. Ele encara o céu e depois volta a olhar para mim — Queria que você fosse minha por escolha, e não por obrigação. Fosse minha de verdade.

– John... — começo

– Queria tanto que você me amasse — ele encosta sua mão em meu rosto — Eu queria não ter medo de perdê-la.

– Você não precisa – sussurro

– Agora não, mas e amanhã quem sabe — diz ele — Não irei superar você longe de mim.

– John, você não precisa se preocupar – digo.

– Depois de amanhã, eles faram de tudo para tira-la de mim — seu sorriso de agora é frio, duro — E você diz que não devo me preocupar?

– Para que tanto medo? – Pergunto

– Eu já lhe disse pequena – diz ele e cruzo os braços, fazendo ele ri – O que ouve?

– Pequena – Faço uma careta – Eu não sou pequena.

– Isso irrita você? – Pergunta ele com um sorriso de tirar o fôlego

– Sim. Irrita muito – respondo ainda com os braços cruzados

– Desculpe-me pequena – Diz ele colocando uma mexa do meu cabelo para trás.

– Meu nome não é Pequena – Digo tirando a mexa do cabelo que John ajeitou do lugar.

– Pequena é um apelido Pequena – ele ri

– Não me chame de Pequena – irrito-me – Chama-me de Bel ou de qualquer outra coisa.

– Prefiro pequena – diz ele, teimando para a mexa do meu cabelo fique atrás da orelha, diferente de mim, que teimo em tira-la – Isso a irrita.

– Qual é a graça de me ver irritada? – Pergunto dando um pulo para trás quando sinto a água gelada em contato com a minha pele. Tinha esquecido de sua existência.

– Você fica tão linda – diz ele – E dá uma vontade de irrita-la a qualquer dia, e a todos os momentos.

Não responde. Apenas fico parada o encarando. Encarando seu olhos verdes claros, que alguma maneira me prende. Ele sorri, um sorriso de lado, e derrepente, me sinto tonta. Uma tontura boa. Eu não me sinto neste mundo.

Sinto que estou num mundo em que só existe nós dois, não há mais ninguém, e estamos felizes por isto. Ele está sorrindo. Sorrindo por que eu estou aqui, sorrindo porque estamos a sós. E é isso que ele quer. Ele quer que eu seja sua, mas algo me impede de sentir o mesmo. – Talvez eu sinta e não saiba.

Volto a realidade, a realidade da qual não queria voltar. Eu quero voltar para aquele em que não existe todos – Meu mundo e de John – Quero voltar aquele mundo, em que me senti segura pela primeira vez.

Notas finais
Dam Dam Dam Daam. E ai? gostaram? Lembram do que eu disse sobre poderes? Então, perceberam algo em comum ai? :3 Espero que tenham gostado. Mereço comentários? p.s.: Morreram de fofura com o John? :3 Beijos e até mais.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.