Intimacy

14 Capítulo 14


Notas iniciais
Ô, gente, tive que postar mais cedo hoje, porque eu não estava me aguentando. O QUE FOI O CAPÍTULO DE HOJE? JESUS! Para começar, que ótimo.. depois que eu quebro a cabeça para achar uma música, eu vejo uma cena perfeita com a música perfeita, haha. E o capítulo de hoje botou minha fic no chinelo. Anem! haha Mas tá ótimo, foi lindo. Não estou acreditando até agora. Sério. Estou precisando de ajuda agora para voltar pra realidade, rs. Acho que o sermãozinho da Vanessa aquele dia valeu demais, num foi não, uai? Então, meus amores... demorou, mas rolou, rs. Boa leitura.

Marina sorriu e pegou sua mão entrelaçando seus dedos. Subiram juntas. Aquela paradinha contribuiu para o nervosismo de Clara. Estava extasiante, claro. Havia imaginado tantas vezes esse momento. Estava feliz, ansiosa, mas também nervosa. Afinal, aquele ainda era território desconhecido. Marina trancou a porta e ajustou as luzes, criando um ambiente confortável.

– Tudo bem assim?

Clara assentiu.

Marina pegou sua mão novamente.

– Tá nervosa, Clarinha?

– Estou. — Falou com um sorrisinho tímido. — Mas eu não quero parar. – Acariciou seu rosto. — Quero muito você. Eu só... eu não faço ideia de como isso funciona.. com duas mulheres, sabe? – Começou a falar demais. — Eu não quero te decepcionar. Eu até fiz umas pesquisas..

Marina interrompeu. — Você fez pesquisas? — Riu, pondo suas mãos no rosto de Clara, que ruborizava.

– Não precisa se preocupar. Você nunca me decepcionaria. — Beijou seus lábios suavemente. — E não precisava ter pesquisado. — Chegou ao seu ouvido. — Teria todo o prazer do mundo em lhe dar aulas... teóricas e práticas. – Deu uma mordidinha no seu lóbulo e depois passou a língua nas marquinhas que ficaram, pressionando seu corpo no dela e contra a parede.

Clara fechou os olhos lutando para respirar, sentindo a mão de Marina descendo pelo lado de seu corpo até sua cintura.

– Eu não vou fazer nada que você não queira.

– Eu quero. Eu quero tudo.

– E não precisa fazer nada. Só.. só me deixa te amar. — Falou sussurrando.

Clara sentiu uma confusão em seu corpo. Ao mesmo tempo em que sentia o amor e paixão de Marina nessas palavras, sentia também o desejo que saía delas incendiando seu corpo. Pôs uma mecha do cabelo de Marina atrás de sua orelha e olhou em seus olhos.

– Eu sou sua.

Marina sorriu e a beijou apaixonadamente contra a parede, enquanto suas mãos percorriam sua silhueta. Foi o suficiente para que ambas já estivessem excitadas e totalmente entregues. Marina puxou-a pelo quadril descendo seus lábios para sua mandíbula, chupando-a. Passou o nariz em seu rosto e desceu suas mãos para a bunda de clara enquanto roçava seus lábios em seu pescoço. E então chupou ao mesmo tempo em que apertou Clara, puxando — a ainda mais perto. Clara gemeu. Depois sentiu a língua de Marina percorrer seu pescoço, enquanto sua perna pressionava no meio das suas. Sua língua era macia e úmida e Clara não conseguia pensar em mais nada, permanecendo com os olhos fechados.

– Respira, meu amor. – Falou baixinho próximo à sua boca. Clara riu e sua fala foi interrompida por mais um beijo quente. Suas línguas dançavam em conjunto, não havia pressa.

Ela então passou os dedos em uma das alças do vestido de Clara, olhando-a intensamente, como quem pedia permissão. O que lhe foi dada. Marina sorriu e mordeu seu lábio inferior deslizando as alças pelos seus braços, tirando o vestido. Deixou-o cair e se perdeu na vista em sua frente.

Clara com um sutiã sem alças de renda preta combinando com a calcinha. Marina passou as pontas de seus dedos em sua clavícula, sem desviar o olhar.

– Meu Deus, Clara. — Olhava em admiração e desejo.

Só havia sido olhada daquele jeito uma vez. Com tanta admiração, com tanto amor, tanto desejo. Claro que não era a primeira vez que Marina a via assim, já tinham tomado banho de piscina juntas várias vezes. Mas não era o mesmo contexto. E ela havia percebido que, nessas ocasiões, Marina tentava não olhar muito. Desviava o olhar sempre que sentia sua mente se perdendo. No entanto, quando lhe mostrou a tal lingerie do seu aniversário, percebeu que havia deixado a fotógrafa sem palavras. E hoje ela a olhava da mesma maneira, só que com ainda mais intensidade.

Marina pôs a mão em seu rosto e a beijou novamente, devorando seus lábios. Sua outra mão puxou a coxa de Clara para o seu quadril, e deslizava sobre ela, massageando do joelho até sua bunda. Ao mesmo tempo, Clara começou a puxar o vestido de Marina para cima e Marina pôde sentir em sua perna o calor que o centro de Clara emanava. Gemeram juntas. Desceu a mão do rosto de Clara para seu peito passeando tentadoramente perto de seus seios. Deslizou o dedo por entre eles até sua barriga, acariciando-a. Sentindo todos os músculos contraírem reflexamente.

– Assim não vou conseguir ficar em pé. — Clara sorriu. — Marina levantou sua outra coxa levando-a pra cama onde a deitou, não tão levemente. Clara sentou, novamente tentando tirar o vestido de Marina, que a ajudou. Marina soltou seu cabelo e acariciou sua nuca. Clara também passou as mãos descendo sua barriga até a borda superior de sua calcinha, sentindo Marina arfar.

Pôs as mãos na parte lombar de suas costas, puxando-a de encontro aos seus lábios. Viu Marina ficar sem ar.

– Você é tão linda, Marina. — Desceu a mão para sua coxa o que estimulou Marina a subir na cama forçando Clara a se deitar, e deitando seu corpo sobre ela.

Só de sentir seus corpos de encaixando tão perfeitamente foi suficiente para tirar outro gemido das duas. Clara adorava o sentimento do corpo de Marina contra o seu. Seus seios se encostavam e Marina sorria olhando no fundo dos seus olhos, mostrando-a o quanto aquele momento significava. Clara enroscou suas mãos no cabelo de Marina puxando-a para mais um beijo. Marina aproveitou para encaixar sua perna entre as de Clara novamente, pressionando o joelho contra o seu centro ao mesmo tempo em que subia sua mão vagarosamente da barriga para seu seio direito. Quando sentiu o contato, Clara quebrou o beijo sem ar.

Marina sentou em seu quadril, fazendo com que Clara se sentasse também, para poder remover o sutiã. Enquanto suas mãos trabalhavam, Clara começou a explorar seu pescoço, o que acabou com a coordenação da fotógrafa. Clara se apressou em despi-la também. Queria muito poder ver e tocá-la, sem medo e sem pudor.

Assim que os sutiãs caíram, sentiram seus seios nus se tocando e gemeram. Marina a deitou novamente para finalmente poder olhar para Clara. Olhou fixamente para seus seios, aproximando sua mão.

– Você que é linda. Não sabe quantas vezes eu te quis assim. – Falou com uma voz sedutora.

– Sei sim. Porque eu também queria. — Mal conseguiu terminar a frase quando sentiu a mão de Marina massageando seu seio.

– Ai, Marina…

Pela voz, Marina percebeu que Clara já estava perto de gozar. Clara estranhava que pudesse ser assim tão fácil com Marina, mas não ligava, estava adorando cada momento, cada sensação nova.

Marina passou o dedo sobre seu mamilo enquanto lambia o lábio inferior de Clara e a sentia respirar com dificuldade.

– Marina, eu.. — Sua voz um tom mais alto.

– Shh.. Tá tudo bem. Se solta.

Deu-lhe um selinho e desceu beijando da base do seu pescoço até seu seio esquerdo, enquanto sua mão continuava a massagear o direito brincando com seu mamilo. Quanto mais perto seus lábios chegavam, mais Clara perdia o controle. E quando Marina abocanhou o bico do seu peito de vez, não havia controle nenhum mais. Sentia a língua quente de Marina dançando ao redor do seu mamilo. Afundou as mãos no cabelo de Marina puxando-a para si e gozou, gemendo alto, enquanto arqueava suas costas. Marina percebeu o orgasmo de Clara e gemeu sentindo o seu também próximo, só de tocá-la, só de saber as sensações que estava causando na morena. O peito de Clara descia e subia rapidamente com a respiração pesada.

Marina beijou-a novamente antes de continuar descendo. Desceu por sua barriga, deixando um rastro de beijos até sua calcinha, ouvindo os sons que saíam da boca de sua amada. Usou seu dedo indicador para puxar a calcinha para baixo lentamente. Seu sexo latejava de desejo e se encharcava enquanto mais e mais pele era revelada. Já podia sentir o cheiro de Clara, e estava ficando louca. Louca para tocá-la, e louca para ser tocada. Mas se concentrou. Queria dar o melhor para Clara primeiro, depois pensava nela. Clara via como Marina a olhava, mordendo sua boca. Marina queria mergulhar entre as pernas de Clara e provar seu gosto mais que tudo. Mas sabia que tinha que ir devagar com ela. Então desceu mais a calcinha, retirando-a.

Subiu lentamente beijando sua perna e então sua coxa. Clara gemia muito. Antes se preocupou por estar agindo daquela forma tão inusitada pela primeira vez. Mas depois se soltou, principalmente porque não conseguia, não queria se conter, e havia percebido o efeito de seus gemidos em Marina. Marina chupou a parte interna de sua coxa e Clara se agarrou ao lençol com força, mordendo seu lábio. Os lábios de Marina chegavam cada vez mais perto de onde mais queria ser tocada. Sentia-se encharcar novamente. Mas Marina pulou aquela parte, beijando novamente sua barriga.

Clara já ia reclamar, quando sentiu a cabeça de Marina deitando em sua barriga e a ponta de seus dedos deslizarem por seu sexo.

– Por favor. — Sentiu Marina sorrindo em sua barriga.

Marina então deslizou um dedo de baixo até em cima, separando os lábios maiores de Clara, sentindo toda a sua umidade e calor, parando um pouco para circular sua entrada, e não conseguiu impedir sua boca de se abrir em reverência. Clara gemeu novamente sentindo a ponta do dedo de Marina tocar em seu clitóris. Marina fechou os olhos para que pudesse apenas sentir.

Passou novamente o dedo no clitóris de Clara, com mais pressão dessa vez, e sentiu os músculos de sua barriga se contraírem novamente. Clara agora mantinha uma de suas mãos no cabelo de Marina, com cuidado para não puxar muito. Marina repetia a ação lentamente, sentindo Clara pulsar e tremer sob seu toque. Mordeu seu lábio inferior e acelerou o ritmo, sentindo e ouvindo o corpo de Clara responder. Quando percebeu pela sua voz que ela estava tão perto novamente, parou.

– Não, não para.

Sorriu. — Não vou parar. — Ergueu seu corpo para beijá-la novamente e introduziu dois dedos com facilidade, pegando Clara de surpresa. Sentiu o quadril de Clara indo de encontro aos seus dedos no mesmo ritmo, enquanto se perdiam entre beijos. Marina começou a massageá-la com mais rapidez e já sentia as paredes de Clara contraindo contra seus dedos quando usou seu dedão para estimular seu clitóris mais uma vez. Clara gemeu alto.

– Por... favor.Não... para. — Falou com dificuldade, se agarrando no corpo de Marina, descendo as unhas pelas suas costas, fazendo-a gemer de dor e prazer, e sentindo seus mamilos nos seus.

Por fim, sentiu todo o corpo de Clara se agarrando nela e sabia o que estava por vir. Acelerou mais e ouviu Clara perdendo a voz enquanto seus dedos se tornavam encharcados com seu líquido, e também sua calcinha. Gozaram juntas. No fim de seu orgasmo, o corpo de Clara caiu no colchão se rendendo ao cansaço e àquela sensação eletrizante de relaxamento percorrendo seu corpo. Marina removeu seus dedos e se deitou no peito de Clara.

Chupou seus dedos gemendo.

– Hmmm, como você tem um gosto bom. — Clara abriu os olhos para ver o que ela estava fazendo e se impressionou. Sorriu.

Marina então envolveu o corpo de Clara com seu braço puxando-o para colar no seu. Ficaram assim por um tempo.

Começou, então, a fazer círculos com a ponta de seus dedos em sua barriga e ergueu sua cabeça.

– E então? — Perguntou mordendo seu lábio.

Clara não tinha palavras. Apenas puxou seu rosto beijando-a em resposta.

Notas finais
To be continued :) Estou esperando os comentários de vocês!