Intimacy
15 Capítulo 15
Marina sorriu no beijo.
– Foi muito melhor do que eu sempre pensei que pudesse ser. — Beijou seu queixo. — Muito melhor que todas as minhas fantasias.
– Então você teve fantasias? Com a gente? — Falou animada.
– Ah, Marina, você achou mesmo que eu seria indiferente à toda essa sedução que você carrega? — Beijou-a novamente, e dessa vez usando sua perna e o peso de seu corpo para trocar de posição e ficar em cima dela.
– Me ensina. — Sussurrou.
– O quê? — Marina mal conseguia pensar com Clara beijando seu pescoço.
– Me ensina, Marina, a te fazer sentir todas essas sensações que você me proporcionou. — Clara chupou no ponto onde sua artéria pulsava. — Eu quero fazer tudo com você agora.
Marina gemeu. Estava muito excitada e precisava do toque de Clara. Pegou a mão de Clara e pôs em seu seio apertando. Involuntariamente, arqueava seu quadril implorando para ser tocada. Clara usou seus dedos para brincar com o mamilo de Marina e adorava, tanto a experiência quanto a expressão de prazer no rosto da fotógrafa.
– Você fica ainda mais linda assim. — Falou beijando seu rosto. Marina sorriu.
Se beijaram. Clara ainda se sentia um pouco tímida, mas desceu sua mão delicadamente, apertando o sexo de Marina que ainda estava coberto com a calcinha, que se encontrava encharcada.
Gemeu de novo — Por favor, eu preciso te sentir.
Clara percebeu que novamente estava extremamente excitada, e só de estar tocando-a. E então entendeu as expressões e o sentimento de Marina quando estavam em posições trocadas. Era diferente, mas era uma relação de duas vias. Não sabia que podia sentir tanto prazer só em dar prazer para alguém.
Marina passava sua mão nos lados de Clara descendo e subindo enquanto se beijavam. Clara tirou sua calcinha e encarou o sexo de Marina, que pulsava e brilhava de desejo. Marina podia sentir seu corpo pegando fogo só de ver Clara olhando para ela daquele jeito. Clara tentadoramente tocou seus grandes lábios, fazendo com que o corpo de Marina implorasse por mais. E então repetiu os movimentos da fotógrafa, deslizando seu dedo de cima para baixo e vendo Marina contorcer. Clara então introduziu seus dedos lentamente assistindo o rosto de sua amada. Marina fechou os olhos gemendo. Clara também fechou os seus, mordendo seu lábio inferior ao sentir a umidade em seus dedos.
– Assim?
– Sim. — Arfava. — Ahh, por favor, não para.
Clara repetiu a ação, continuando num ritmo lento enquanto beijava rumo aos seios de Marina. Quando experimentou por seus lábios neles, percebeu que gostava muito. Beijou delicadamente, e depois chupou com vontade, gemendo com ela.
– Meu Deus, Clara.
Clara circulava seu mamilo com a língua e sentiu a necessidade de acelerar seus dedos em Marina. A fotógrafa segurava seu cabelo acompanhando os movimentos de Clara com seu quadril. Clara levemente passou os dentes no mamilo de Marina, que gemeu alto, quase um grito. Ela então encostou seu rosto no dela beijando-o.
– Eu não sabia que isso era tão bom. — Falou sorrindo timidamente. Marina apenas sorriu, não conseguia formar frases enquanto Clara a tocava.
De repente, Clara intensificou seus movimentos e usou o dedão para massagear o clitóris de Marina, que agarrou em suas costas.
– Clara…
Clara sabia que tinha que ir mais devagar, mas ouvir seu nome daquele jeito a enlouqueceu. Queria fazer Marina gozar. Com ela, por ela.
– Clara… — sua voz contorceu.
Marina se agarrou no corpo da amada e mordeu seu ombro enquanto sentia o orgasmo arrebatar seu corpo. Assim que conseguiu se mover novamente abraçou braços e pernas em Clara.
– Não precisa.. de professora. — Falou com dificuldade.
– Aprendi tudo com você. — Beijou sua testa, sorrindo.
Ambas se sentiam extremamente felizes por finalmente estarem juntas, nos braços de quem amavam. Não falaram nada, mas o pensamento era o mesmo. Se pudessem congelariam o tempo naquela hora para não ter que afastar seus corpos nunca mais. Mas, mais do que os corpos, suas almas tinham se unido desde o momento em que se conheceram, e naquela noite o laço se tornava ainda mais forte.
– Eu quero mais. — Clara falou em seu ouvindo, puxando seu lóbulo. — Não tem coisa melhor que te tocar. — Beijou. — E ouvir você falar meu nome.
– Eu também quero mais. Mas agora é minha vez! — Puxou a coxa de Clara para cima e rolou seus corpos para ficar no topo novamente.
Dessa vez era Marina quem falava em seu ouvido.
– Não tem gosto melhor que o seu. — Mordeu. — E agora eu quero provar da fonte.
– Marina…
Marina ergueu suas duas pernas e a beijou enquanto friccionava seus seios nos de Clara. Não enrolou para tocá-la dessa vez. Quando sentiu em sua mão o quão molhada Clara já estava, gemeu no beijo.
– Que delícia. — Sorriu em seu rosto, enquanto estimulava seu clitóris.
Clara já havia perdido o ritmo de sua respiração.
Marina então pegou um de seus seios em sua boca rapidamente e desceu seus lábios pelo corpo da assistente. Quando chegou abaixo de seu umbigo, passou para o interior de sua coxa, lambendo para cima. Clara tremia em antecipação e se agarrou na cama quando sentiu os lábios de Marina roçarem os seus grandes lábios.
– Marinaa..
Marina se enlouqueceu com o cheiro que Clara emanava. Usou seus dedos para separar seus lábios e lentamente lambeu de baixo para cima. Sentiu o corpo de Clara arquear, e envolveu seu clitóris com seus lábios, chupando. Os quadris de Clara se levantaram novamente e Marina usou suas mãos para segurá-la no lugar. Explorou cada centímetro com sua língua sentindo tanto o seu quanto o sexo de Clara pulsarem. Clara agora rebolava em sua boca e Marina começou a fazer círculos ao redor de sua entrada, até que introduziu sua língua.
Clara gemeu alto agarrando em seus cabelos.
Marina substituiu a língua por seus dedos para que essa pudesse se concentrar em seu clitóris, lambendo rapidamente em todas as direções que podia. Até que o corpo de Clara tremeu embaixo do seu e ela caiu na cama exausta.
– Melhor ainda. — Marina falou e se surpreendeu quando Clara puxou seu rosto para um beijo avassalador.
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