Instantes Eternos
1 Cantares Silenciados
Nas sombras do silêncio, vive um amor oculto,
Um fogo que queima em segredo, sem alento.
Entre sorrisos disfarçados e olhares sutis,
Uma história platônica se revela no peito.
No mundo da fantasia, esse amor floresce,
Desafiando as barreiras da realidade fria.
No âmago da alma, uma chama que aquece,
Mas jamais alcança a luz do dia.
Palavras não ditas, emoções não reveladas,
Um vínculo invisível que persiste na saudade.
Um amor proibido, enclausurado nas memórias,
Uma história incompleta que não tem finalidade.
E assim ele vive, esse amor platônico,
Uma eterna melodia entoada em segredo.
Na tristeza da distância, encontra consolo,
Na poesia dos olhos, o amor é seu enredo.
Ah, amor platônico, tão belo e tão triste,
Um sentimento que não se realiza,
Mas mesmo na ausência da reciprocidade,
É fonte de inspiração, poesia divina.
Que seu amor silencioso, meu poema revele,
Com palavras suaves, teça a trama dessa paixão.
Que encontre consolo na beleza do impossível,
E se eternize como um suspiro na solidão.
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