Notas iniciais
Trailer : https://www.youtube.com/watch?v=UJEJXSKrerU&feature=youtu.be Nico DiAngelo: Dylan O'brien Percy Jackson: Logan Lerman Thalia Grace: Kaya Scodelario Annabeth Chase: Ashley Benson **** Hey-ey, aqui é a Filha do Sol, eu estou realmente muito ansiosa para ver o que vocês vão achar da fanfic, então comentem, vai ser super-blaster-mega importante para nós. Para quem me conhece sabe que eu adoro trollar meus leitores e matar personagens amados e para quem não me conhece... se preparem, emocionalmente e corporalmente, porque irei abalar as estruturas de você, meus lindos leitores. Então, meus diamonds, vão ler ! Um pequeno spoiler (N/Vcs): Mais já?! Quiéisso mulher?) : Prestem atenção na capa, ela tem muitas dicas sobre a fic, sério mesmo, acho que se observarem melhor, vai cair muito a ficha de vocês. XOXO ^^ -Filha do Sol

Era engraçado como no ensino médio, todos estavam tão focados em seus interesses, que não conseguiam enxergar um passo a frente do que estava ao seu redor. Geralmente, a maioria estava tão concentrada em conseguir sentar a mesa dos populares, tirar A+ na prova mais difícil do ano, ou em falar do novo corte de cabelo ousado de Thalia Grace, que não se davam conta de nada que se desenrolava bem ao seu redor.

Não que estivéssemos reclamando disso, nem nada do tipo. Essa situação, com certeza, era o que nos dava mais segurança para agirmos, para fazer o que fazíamos. Mas também, foi o pontapé inicial para a nossa destruição. Todos acreditávamos ser tão invencíveis, inatingíveis, indestrutíveis, que nós próprios passamos a usar uma venda negra que não nos deixava enxergar qualquer coisa a não ser nós mesmos.

Não havia como negar que por muito tempo nos sentimos infinitos, únicos, poderosos. A névoa de prazer, poder, invencibilidade e luxúria que nos cercava era densa, espessa e perigosa. Tão arriscada que nos levou ao atual estado: exilados, mantidos longe de nossas famílias, tratados como cidadãos de alto risco. Como se o que éramos fosse contagioso.

Viroses, febres, conjuntivite, até mesmo AIDS. Isso é contagioso. O que tínhamos não podia ser transmitido assim, por simples contato ou relações sexuais. Costumávamos pensar que era necessário ser como éramos, para ser o que éramos. Mas talvez, só fosse preciso uma pequena dose de tolice, combinado com a ambição por poder e a ânsia pelo reconhecimento.

Quer dizer, não era como se nós não tivéssemos problemas. Quando entramos no negócio, cada qual com os seus motivos, sabíamos no que estávamos nos metendo. Sabíamos o que isso podia custar, as proporções que poderia tomar. Tínhamos total e completa consciência do que estávamos fazendo, e por que o estávamos fazendo. Nenhum de nós julgava as razões dos outros, por mais insignificantes que fossem.

Quando se trabalha em equipe, aprende-se a não questionar as razões dos demais. Éramos um grupo, se é que temos o direito de nos denominar desta forma, e só o que precisávamos saber é que nenhum de nós abriria o bico. Mas, qual é?! Nós éramos, somos, apenas adolescentes. E acima de tudo, jovens vulneráveis que sofriam com as suas crises existenciais típicas de adolescentes.

Talvez, quem nos visse nos jornais, reportagens e documentários, — tínhamos total certeza de que estavam fazendo um a respeito de nós, já que só isso justificava as câmeras que nos cercavam — pensasse: eles pediram por isso, merecem essa vida. Mas nenhum de nós escolheu estar nas circunstâncias em que estávamos, éramos apenas adolescentes assustados, desamparados, que passávamos por problemas que jurávamos serem boas justificativas para sermos o que éramos.

E talvez fosse, mas agora, olhando para o passado, nos perguntamos se havia outro modo. Havia alguma forma de não termos nos metido nisso?

Insanity ☠

Era fevereiro quando tudo começou a desandar.

Fim de inverno, a neve já havia derretido a algum tempo, mas o frio ainda era intenso, e as temperaturas extremamente baixas. Era a época perfeita para exibir o guarda roupa da coleção de inverno, já que durante os outros meses da estação, o frio era simplesmente tão forte que era praticamente impensável retirar os grossos casacos mesmo na sala de aula.

Mas agora, que as temperaturas negativas já haviam partido, o clima parecia ser bom o suficiente e adequado para que grupos de garotas ostentando os seus mais recém adquiridos sobretudos, da coleção de inverno de Marc Jacobs ou Kate Spade NY, na ponta de estoque da Saks ou Macy's, se sentissem a vontade no pátio ao ar livre do colégio, os copos de isopor repletos de café até o topo.

Claro que não podiam determinar ao certo o dia e hora exatos que as coisas começaram a dar errado, mas quando pensavam nos últimos quatro meses, geralmente imaginavam que tudo havia começado a ir por água a baixo naquela segunda-feira, 13 de fevereiro.

Era uma manhã um pouco mais quente do que as que estavam habituados para a época. Quando Perseu Jackson — filho do magnata Poseidon Jackson, dono de um império de hotéis — havia estacionado o seu discreto Audi A4 no estacionamento já lotado do pequeno prédio de três andares, a maioria dos pequenos grupos reunidos pelo pátio se encontrava rindo e falando sobre algo extremamente fútil aos olhos do garoto.

Aquela época, já se considerava cheio de preocupações demais, e simples festas ou fofocas colegiais não eram muito o estilo de coisa com o qual o playboy — até ele concordava com o fato de que a palavra parecia o descrever perfeitamente bem — costumava colocar em sua lista de prioridades. Havia muita coisa para além da pequena redoma de vidro do ensino médio, da adolescência, e Percy se julgava grande demais para o que o High School o reservava. Ele era Perseu Jackson, afinal.

Não se incomodava com o fato que, a medida que andava, as gargalhas e gritos se transformavam em sussurros contidos. Já estava acostumado a ser o centro das atenções, e quase não ligava mais para isso — quase, já que aquilo fazia um bem danado ao seu ego.

Os olhos vermelhos e expressão cansada não negavam que havia tido um fim de semana cheio, os cabelos bagunçados completavam o visual da ressaca. A todo instante levava os dedos trêmulos ao nariz, não era muito de usar da mercadoria, mas os efeitos da cocaína ainda o deixavam meio zonzo e fora de órbita.

Não havia se preocupado de pegar um casaco mais pesado, e por isso sofria dos efeitos do frio, já que o seu moletom cinza não era o suficiente para o manter aquecido por muito tempo. Ao menos, mais que rapidamente, já havia passado pelas portas de vidro que levavam a parte interna do colégio, onde ao menos fazia um pouco mais de calor. Não se deu o trabalho de olhar para trás, mas sabia que tinha alguém o seguindo.

– Parece que alguém andou usando. — Cameron Abbrams fala, desferindo um soco de brincadeira no braço do moreno a frente

– Nunca me acostumo com essa. — Perseu diz, sorrindo para algumas líderes de torcida

– Pensei que você tivesse dito que não usava. — Robert Montana, o mais careta, — apelido do qual o grupo gostava de abusar quando o garoto estava nos seus momentos antiquados — repreende

– E eu não uso. — Perseu rebate, virando o corredor antes de prosseguir — Só em ocasiões especiais.

– Ocasiões especiais? — Will Solace, que dentre todos ali era o mais próximo de Perseu, ri — Isso soa tão maricas vindo de alguém como você.

Perseu se limita a dar um sorriso contido, o qual os amigos não vêem já que o próprio caminhava a frente e estava de costas para os quatro. Ele podia ser chamado de tudo, mas maricas com certeza não era o mais adequado.

O jovem dono dos olhos verdes mais penetrantes já vistos, tinha a pele branca, mas que continuava com o bronzeado intenso mesmo aquela época do ano; os músculos dos braços e peitoral eram definidos e ficavam aparentes mesmo no tecido grosso do moletom; os cabelos negros como petróleo eram lisos e revoltos, estando sempre espetados para todos os lados e despenteados.

Percy, para os mais íntimos apenas, não podia se queixar de sua aparência. Aliás, a algum tempo ele parecia não se queixar de absolutamente nada. Andava incrivelmente descontraído, desligado de problemas como o de ter sido excluído do time de basquete por faltar muito aos treinos (fato aliás que ele se recusava a explicar o motivo), notas, boatos e fofocas. A cada vez que um de seus amigos ia o falar sobre algum boato a seu respeito que estava rodando pelo colégio, o moreno apenas soltava a sua gargalhada contida e continuava com expressão impassível.

Como já havia dito, os problemas de colégio já pareciam ser pequenos demais para o que ele havia se tornado.

Na outra ponta do mesmo corredor, Annabeth Chase revirava os olhos pelo que parecia a milésima vez naquela manhã. A meia calça branca era tão fina que chegava a ser transparente, e o frio parecia atravessar o justo e grosso vestido preto, assim como o sobretudo verde que o cobria. Seus dedos do pé estavam congelando apesar da bota de cano curto de couro.

Ela escutava nem tão atentamente assim, enquanto bebericava do seu chocolate quente, o que a garota baixinha e de franjas que ela falsamente denominava de sua melhor amiga falava. Amanda Lincoln podia parecer adorável com a franja e o sorriso de covinhas, além do um metro e meio de altura, mas quando ela começava a falar, sua voz fina e infantil podia causar dores de cabeça terríveis.

– Então, o professor Mathews disse que os testes serão semana que vem! — ela conclui, batendo palmas de tanta animação — Não é demais?!

A loira não podia admitir que não havia escutado sequer meia palavra do que a garota falara, então apenas sorri da forma mais convincente que pode. Não era muito de divagar, na verdade se considerava uma pessoa excêntrica e altamente inteligente e compenetrada, mas tinha assuntos mais importantes a se preocupar do que o fato de que o professor de teatro disse que Amanda se encaixava perfeitamente no papel de protagonista do próximo musical, ela sabia que no fim, quem ficaria com o papel era ela.

Na verdade, sempre fora assim. Annabeth Chase foi a estrela de todos os musicais do colégio desde que tinha catorze anos, e agora ela estava prestes a completar dezoito. Além de ótima atriz, — a garota tinha experiência em fingir ser alguém que não era — sua expressão angelical se encaixava em qualquer papel.

Os cabelos eram loiros e ondulados, levemente encaracolados nas pontas, e chegavam até a curva da lombar. Ela tinha o nariz empinado e a boca em forma de coração, contrastando com a pele branca sempre com o resquício do verão e as sardas no nariz. Os olhos eram de um cinza profundo e transmitiam sabedoria, além de um ar misterioso que parecia esconder milhares de segredos por trás de grandes nuvens tempestuosas. O sorriso era sempre angelical e aberto, mas poucos tinham o prazer de conhecer o verdadeiro sorriso de lado de Annabeth Chase, esse sim poderia fazer qualquer um — especialmente os homens — enlouquecer.

– O que você acha? — Taylor Horan, uma garota morena de traços indígenas, pergunta

– O que eu acho de que? — Annabeth pergunta, os olhos confusos

As amigas suspiram, mas a verdade é que ninguém, absolutamente ninguém, conseguia ficar com raiva de Annabeth. Ela podia ser tão franca que em alguns momentos chegava a ser cruel, mas também era uma pessoa de bondade incrível. Inteligente, carismática, boa filha e amiga, Annabeth Chase era simplesmente a garota perfeita. Nada de envolvimentos com bebidas e drogas, o máximo de álcool que já havia chegado perto era o perfume Channel nº5 que usava. A queridinha do colégio honrava o seu título.

Era difícil, tinha de admitir. Nunca pensou que ser quem era fosse ficar tão complicado depois que fez o que fez, e se tornou quem se tornou, mas ao menos ali, no colégio, perto daquelas pessoas, Annabeth tinha de segurar a onda e atuar mesmo fora do palco. Fazer o papel de seu eu de algum tempo atrás havia se tornado muito mais difícil do que ela esperava, considerando que ela já não tinha nada a ver com a antiga e doce Annabeth. Sua mente e seu interior haviam mudado, mas ela não podia deixar ninguém mais saber, não podia correr o risco de perguntarem por que.

No início, era divertido, ela pensara: "até que não vai ser tão ruim". Mas as vezes tinha de morder a língua para não mandar todos com as suas devidas futilidades e inocência se fuderem. Aquilo não fazia nada o estilo da Annabeth Garota de Ouro.

O saquinho de plástico com pó branco parecia pesar muito mais do que realmente pesava no bolso de seu sobretudo, e ela frequentemente levava a mão até lá, apenas para conferir se o produto continuava em seu devido lugar. Os olhos cinza vagavam ansiosos pelos corredores de tons pasteis, e os seu interior fervia de raiva, ela odiava quando as coisas não saiam exatamente como o planejado.

Tem de se segurar para manter a expressão indiferente quando o avista se aproximando, seguido de perto pelos amigos, porque na verdade tinha vontade de gritar e reclamar por sua irresponsabilidade. O grupo ria, e mesmo fingindo olhar para longe, Annabeth pode ver pelos olhos verdes, que ele havia usado. Sua mão pequena e de dedos longos, perfeita para tocar piano, envolve o pequeno saco plástico e o papel menor ainda, e ela finge descansar o braço ao lado do corpo quando ele se aproxima.

Pelo tumulto causado pelo amontoado de gente no corredor, ninguém vê Annabeth soltar o pequeno embrulho transparente na mão grande de Percy Jackson, este que mais que rapidamente o coloca no bolso da calça jeans. Para qualquer um que observasse a cena, Perseu Jackson e sua turma haviam simplesmente cruzado com Annabeth Chase e as garotas do clube de teatro no corredor, muitos até mesmo jurariam que os dois nem sequer se conheciam senão fosse pelas constantes indicações ao rei e rainha de baile, ou as aulas que compartilhavam.

Mas o que ninguém sabia, era que Perseu Jackson conhecia uma Annabeth Chase que quase ninguém naquele colégio fazia ideia que existia.

"As 17h no canto de sempre.
A"

Perseu amassa o pequeno papel com a caligrafia falsamente delicada de Annabeth e o joga no vaso sanitário, dando descarga logo em seguida.

Parece que o grupo tinha negócios a tratar.

Insanity☠

Thalia deu seu último mortal antes de ver di Ângelo ao longe, sob a arquibancada do ginásio onde costumavam se encontrar junto a Percy e Annabeth. Segurava a pequena bolsa vermelha do colégio, que provavelmente continha tudo que precisariam vender por hoje, sua expressão demonstrava estresse. Nico estava com seu fone de ouvido e o imenso moletom, mal sabiam as garotas o que tinha embaixo daquele horrendo trapo. Muita coisa, pode-se dizer. Thalia deu um suspiro de cansaço e caminhou lentamente até o garoto de olhos negros.

☠

Nico observava todos os lados, mesmo aquele sendo o ginásio que ninguém utilizava, muitos adolescentes vinham até aqui para fumar, se drogar, beber ou transar, Nico era um deles anos atrás, até as coisas ficarem mais sérias e divertidas. Sorriu só com o pensamento de tudo que conseguiu desde o ano passado.

Sentiu uma proximidade por trás e logo se virou, pronto para bater em qualquer garoto que estivesse incomodando-o. Não era um garoto, sabia só pelos olhos azuis eletrizantes, e a boca avermelhada de Thalia. A garota achou graça do comportamento do moreno. E logo se jogou na almofada ao lado.

– E aí, capetinha, conseguiu as ervas de Connor?

– Claro, desde quando eu não consigo o que quero? — sorriu convencido .

Insanity☠

Thalia Grace digitava com raiva no teclado do seu celular simples — já que não podiam usar o real para se comunicar — , Annabeth e Percy estavam demorando para chegar. Era típico de Perseu Jackson se atrasar, mas Annabeth Chase? A garota certinha que sempre chega no horário e que respeita – na maioria das vezes – as regras?! Eles podiam não se importar com o tempo, mas ela se importava, sairia com Zeus e Hera – lê-se vagabunda – logo depois, e se não fossem logo com aquilo perderia o horário, e se perdesse o horário Zeus a encheria de perguntas.

Ouviu o som das botas de salto médio de Annabeth e ergueu o olhar, a loira abraçava-se por conta do frio, mesmo com o grande sobretudo podia perceber que tremia de frio, sua mandíbula estava trincada e os olhos vermelhos de sono.

– Sabia que está atrasada meia hora? Eu tenho que me encontrar com Zeus, e se ele suspeitar de algo...

– Grace, ele não irá nem cogitar que a filhilinha querida é uma assassina traficante. – Annabeth revira os olhos, já cheia de todos os ataques de nervoso de sua amiga – se é que podiam se considerar assim.

– E Perseu, onde é que está? – Nico, que antes só observava, falou.

– Provavelmente se drogando no banheiro. – Annabeth resmungou, ajeitando seus cabelos loiros.

– Ele pegou da mercadoria mais uma vez?

– Peguei sim, algum problema? – Percy perguntou, já se sentando no piso de madeira do velho ginásio, que rangeu sob o peso do garoto. Thalia percebeu a vermelhidão e as olheiras sob os olhos verdes. Já concluindo que não fora muito pouco.

Annabeth observa com a expressão impassível o rosto de queixo quadrado de Percy, e por mais que ela fingisse não ligar, ela se importava com o garoto — não mais do que se importava com o fato de ele está roubando a mercadoria, e de certa forma, todos eles.

– Você enlouqueceu? — Thalia explode, sua voz raivosa sendo a única coisa ouvida no ambiente abafado — Você sabe os riscos que está correndo?!

Perseu parecia achar a situação no mínimo divertida, e da um sorriso sem mostrar os dentes, os braços apoiados atrás do corpo, ele estava completamente relaxado.

– Não esquentem. — fala, depois de um tempo — Não é como se eu fosse me viciar. Já vi os efeitos que isso pode causar, não vou virar um dependente daquilo que vendo.

– Acho bom. — Annabeth finalmente se expressa — Eu, e acredito que nenhum dos outros, não vou tolerar essas suas aventuras. Chegue perto da mercadoria mais uma vez, e você está fora.

Perseu já havia visto a Annabeth Chase ameaçadora algumas vezes, mas a forma como os seus olhos adquiriam um novo brilho felino e a dureza de sua expressão, sempre o deixava nervoso — e assustado, mesmo que ele nunca fosse admitir.

– Você não tem o direito de me ameaçar assim, eu sou tão importante pra isso aqui quanto você. — diz, depois de engolir em seco

Annabeth sorri de lado — aquele sorriso perturbador e extremamente sensual — e depois joga o resto do cigarro que havia acendido a pouco no chão, pisando em cima com a sola da bota negra para apagar as chamas restantes.

– Você vai pagar pelo que usou. — diz por fim — E não me provoque.

Depois disso, a loira se retira com todo o seu charme e aroma de perfume francês, morangos e cigarro.

– Ela está certa. — Nico di Ângelo diz, antes de se retirar — Não ouse tocar no produto, ou você está fora.

Notas finais
Oie people! Aqui é a one less lonely girl! Eu queria dizer que eu estou muito (like muito, mesmo) empolgada com essa fanfic. Vocês não tem noção disso. Bem, talvez tenham. Ou não. Enfim. Esse é um projeto novo meu e da filha do sol, e na verdade foi uma proposta bem (bem mesmo) inesperada. Quem já leu o disclaimer já deve saber que ela vai ter por volta de 30 capítulos, todas com uma média desse número de palavras. Até agora está sendo muito divertido de escrever, e com os reviews de vocês (QUE EU ESTOU ESPERANDO), tenho certeza que vai se tornar melhor ainda. Pois é, pra que, não me conhece: olá, seja bem-vindo ao meu mundo de loucuras e notas finais grandes/estranhas/avulsas. E pra quem me conhece: olha eu aqui de novo tinkywinkies! Eu não sei muito o que esperar dessa história (mentira, eu espero leitores lindos e maravilhosos que vão me deixar vomitando arco-íris com gosto de pizza de pepperoni de tanta felicidade pelos reviews), mas eu realmente estou bastante empolgada, então compartilhem da opinião de vocês conosco! Acho que hoje vou parar por aqui mesmo, porque ainda é o primeiro capitulo e eu não quero infestar ele com as minhas besteiras (nem sempre são besteiras, então fiquem de olho (mentira, na maioria das vezes é besteira (esse é o terceiro parêntese dentro de um parêntese, sou estranha))). Muito obrigada por lerem, espero que me amem (e a filha sol) nos reviews! Xoxo! one less lonely girl