Insanity

24 Capítulo 23 - Maldição


Notas iniciais
Algumas revelações, e bem, um probleminha relacionada à maldições, mãos e sangue...

Felix

Eles só podiam estar brincando conosco… É como se eles tivessem um computador na cabeça e conseguissem prever o futuro através de cálculos matématicos simples, o que nhão fazia sentido nenhum. O pior foi a aparição dele, White Face. Isso vai concerteza apavorar os agentes, afinal as lendas dessa legião são bem ruins em todo mundo. Mas eu me lembro de tê-lo visto antes… Ou era outro…? Não, tenho certeza de qe era ele, o tom de voz, a roupa incrivelmente arrumada, e a flor negra no palitó. Só podia ser ele… Sabia que ele chegaria daque a pouco, já se tinham passado algumas semanas desde que ele nos contactou. Nada de realmente interessante aconteceu…

Agora estava com David conversando sobre os preparativos fianais para o baile.

– Você tem realmente certeza em confiar nele…? Você conhece os rumores… — Me questionou.

– Se eu o conheço bem, ele não vai fazer nada…

De repente ouso passos atrás de nós e lá vem Richard, ele parecia meio raivoso com o pacote que eu dei para ele.

– O que você estava pensando!? — Reclamou para mim.

– O quê? — Perguntei confuso.

– De onde diabos você tirou a ideia de me dar um vestido! — Exclamou.

– Ei, Richard ele não sabia, calma — Tranquilizou David.

– Sabia do que? — Perguntei ainda mais confuso.

– Vem cá um isntante… — Pediu David indo para um canto um pouco afastado. Me reuni com ele — Desde que a mãe adotiva dele morreu, ele odeia usar vestidos… — Disse.

– Não sabia… Quando ele era pequeno eu já o vi usando vários vestidos pequenos… Não pergunte… — Disse.

– Bem… Agora você sabe — Retrucou.

– Vou achar um smoking, ou um terno.

– Um terno, ele não gosta de smokings…

– Porque?

– O pai adotivo gostava de usar…

– Caramba… — Comentei. Entendia que ele tinha esses traumas, e entendia.

Hiro veio de cara emburrada com para o salão que estávamos preparando, ele estava vestindo aquele terno que eu pedi para Amber fazer. Até que ficou bom…

– Sério que vou ter que usar isso? É humilhante… — Reclamou.

– É por uma causa especial, faça um esforço… — Falei.

– Sim senhor… — Falou ele ainda meio rabugento.

Até que era estranhamente engraçado vê-lo naquela roupa… Eu ainda não entendia porque ele ainda me chamava de senhor… Não consegui me impedir de lembrar daquele dia…

Algumas semanas atrás:

Estava apenas arquivando alguns papeis para algo que uma outra organização da AIA havia pedido. Era estranho nos comunicar com outras organizações como a nossa. Éramos uma das legiões mais estranhos entre todas as dez…

Maria entrou no escritório com Hiro junto à ela.

– Felix, temos uma coisa para contar… — Disse ela — Venha conosco

…

– Como assim? — Perguntei confuso e chocado.

– É isso mesmo, vocês três têm um paretesco incrívelmente próximo — Explicou Eisengard — De acordo com exames de DNA, o que eu ainda não entedi como diabos vocês têm, e de sangue, conclui que vocês três têm pelo menos um dos pais em comum. A mãe de Maria é a mesma para você, e o pai de Hiro é o mesmo para você. Basicamente você é como o irmão perdido ou algo assim, verifiquei também algumas informações de dados temporais, e conclui que tudo está bem encaixado… Você já deve de saber de toda a história, já que foi você que ariquivou… — Explicou. Minha cabeça estava explodindo naquele mesmo momento. Cada vez mais eu ficava mais estupefado com a densidade de qual minha família, na qual eu nunca conheci, se abrangia… Eu sabia que eu era uma conexão entre os Castellan e os Oliveira… Então se Maria era uma Castellan… Bem, isso explicava como Hiro conseguia se teleportar…

Back to the present:

Nossa. Lembrar disso me fazia pensar com os dois de maneira diferente. Até aquele momento, os tinha tratado como subordinados… Acho que um sentimento fraternal acabou se despertando em mim, diferente de Elizabeth. Bem, mas isso já era outra história…

Mas era dificil considerar os dois como irmãos, não importa o que os dados falavam, eram completamente diferentes de mim… Muito diferentes… Talvez pelo fato de eu ser uma misigenação isso mudasse algo…

De repente ouvi um grito vindo de perto do salão. Corri para o local e encontrei uma cena horrível.

– Maldita maldição! — Reclamava Elizabeth com uma poça de sangue formada de sua mão decepada. Eu não consegui fazer nada, eu estava totalmente paralizado, estava tentado entender o que diabos estava acontecendo. Eu então recobri a conciência e fui ajudá-la

– Você está bem? — Perguntei preocupado.

– MINHA MÃO ESTÁ DECEPADA! O QUE VOCÊ ACHA?! — Exclamou alto. Eu rasguei parte da minha blusa (era minha blusa favorita… caramba… saudades dela…) e enrolei por volta do cotoco que era o brao dela, de repente labaretas de fogo azul esverdeado sairam de lá, quimando o pedaço da blusa. Logo a ferida já não estava ali, só mesmo um cotoco.

– Isso vai dar um trabalho para concertar… — Comentei.

– O que aconteceu aqu… — Começou Eisengard ao chegar correndo. Ele então viu a cena com clareza — Temos que levá-la para a enfermearia… Ou para a fábrica de próteses…

…

– Bem… Funciona… — Comentou Elizabeth olhando para sua prótese. Ela não conseguia controlar direito, mas era já alguma coisa…

– Mas como isso acontece? — Perguntei.

– Eu acabei soltando a faca que estava usando para contar a carne, sabe, na mesa. Agora eu estraguei o chão, e a carne…

– Não se procupe, temos mais carne e nem foi tanto sangue assim…

– Você está bricnado? Foi quase meu sangue todo! Fez uma sujeira enorme! — Exclamou.

– Ei, não se preocupe com isso, eu já disse. Você está… bem… eu acho… — Falei tentando reconfotá-la.

– Certo… Obrigada…

– Senhor! — Ouvi alguem entrando na enfermaria — Ele chegou!


Notas finais
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