Inesperado

32 Capítulo 32


Notas iniciais
Quero agradecer por toda a força que vocês estão me dando, serio, eu amo todas vocês, são como minhas amigas, sempre que estou desanimada com alguma coisa, eu venho aqui e leio os comentarios de vocês, me da forças saber que alguém gosta de algo que eu faço, então muito obrigada mesmo.

Quando a porta do elevador se abriu, Daniel não parou o beijou, pelo contrario, ele colocou as mãos em minha cintura e me puxou para mais perto, não me preocupei com as pessoas nos olhando, estava com o homem que amava. Ouvi um dos homens que estavam parados na porta do elevador soltar um pigarro, Daniel parou o beijo e olhou para o homem na porta, assim que o homem viu que era o seu chefe ele abaixou a cabeça, abaixei a cabeça também, senti minhas bochechas queimarem por conta dos olhares, Daniel sorriu e segurou minha mão me puxando pra fora do elevador.

– Parece que nosso plano de separar o trabalho do relacionamento não deu certo. – Daniel disse andando em direção da saída.

– Você acha ?! – Perguntei retoricamente enquanto o acompanhava.

– Tudo bem, é até bom que todo mundo saiba. – Falou.

Caminhamos até a saída sabendo dos olhares sobre nós, Daniel nunca teve uma namorada antes, então eu entendo o pessoal da empresa ficar tão surpreso, quando saímos da empresa, ele ligou o carro e se dirigiu até a porta do motorista, antes mesmo que eu pudesse entrar ouvi uma mulher perguntar para outra alguma coisa parecida com “ela não é a secretaria dele ?”. Senti meu coração apertar, será que era isso que todos achavam ? Que eu estava com ele só por que ele era meu chefe ? Como se eu fosse uma prostituta ? Tá ai uma coisa que eu iria perguntar para a minha mãe. Já dentro do carro, Daniel ligou o mesmo e entramos na estrada, mais uma vez ele ficou com aquela expressão seria, como se toda a atenção do mundo fosse pouca, sorri para mim mesma, dizer que um homem como esse me ama de verdade, dizer que ele deixou muitas modelos perfeitas para ficar comigo, isso era surreal. Não demorou muito para chegamos ao apartamento da minha mãe, era do Daniel então ele sabia as manhas de como chegar lá sem pegar fila.

Quando a Penn viu o Daniel ela literalmente pulou no pescoço dele, era incrível como ela o adorava e admirava, Daniel era como o pai que ela não teve e nem se quer posso culpa-la, Penn era muito pequena quando meu pai começou a pisar na bola e saiu de casa. Fico feliz em saber que ela idealiza um homem como o Daniel como pai, bem sucedido e que cuida da namorada que tem, quer dizer fico feliz com o Daniel de agora, por que o de antes não era de muita boa influencia. É inacreditável como minha irmãzinha odeia a escola, quando eu era menos adorava ir para a escola, encontrar minhas amigas, fazer trabalhos em grupos, gostava até da gororoba daquele lugar, mas Penn mesmo indo para uma escola cinco estrelas estava odiando, eu realmente não conseguia entender, tá ai uma coisa que teria que conversar com ela depois.

Mas falando na escola, também não demorou muito para chegarmos lá, só alguns quarteirões, o que era bom, assim minha mãe poderia leva-la a pé, em fim, a escola era enorme, era separada em magistério, ensino fundamental e ensino médio, nenhum deles ficavam juntos, acho até justo, quando estava na escola via os maiores se aproveitarem dos menores. Estava em horário de aula, a diretora nos levou para conhecer algumas salas de aula, o refeitório e a biblioteca, sinceramente me deu vontade de voltar a estudar, sempre gostei de ler, claro que agora eu perdi o abito, mas tenho que arrumar um tempinho. Foi rápido e não doeu nada, logo já estava fazendo um lanche em uma lanchonete que ficava bem de frente a escola, assim Penn poderia comprar o lanche antes de entrar caso ela não gostasse da merenda. Daniel estacionou o carro na frente do apartamento.

– Penn, fica no carro, quero conversar um minutinho com a mamãe. – Falei para ela já saindo do carro, sei que nenhum deles entenderam nada.

– Qual o problema minha filha ? – Ela perguntou assim que nos afastamos um pouco do veiculo.

– Você acha que eu estar namorando meu chefe parece que eu estou me vendendo ? Quer dizer, como se eu não estivesse com ele eu seria demitida ? – Perguntei um pouco sem jeito, não consegui decifrar a reação dela.

– Ele falou isso pra você ? – Perguntou.

– Não. – Respondi.

– É por isso que você esta com ele ? Só por que quer manter o emprego ? – Perguntou de novo.

– Não. – Respondi.

– Você realmente puxou ao seu pai Luce. – Disse ela, odiava quando diziam isso. – Filha, se você se sente bem ao lado daquele garoto, o que importa o que os outros dizem ?! – Perguntou ela, mas sei que foi uma pergunta retórica.

– É você tem razão, acho que eu tenho que deixar de ser tão insegura. – Falei mais pra mim mesma.

– Isso, agora vá lá e aproveita o namorado que você tem minha filha, ele ama tanto você, posso ver isso no olhar dele. – Disse minha mãe, sorri feito boba.

– Certo. – Falei respirando fundo. – Penn, vem. – Chamei minha irmã que saiu do carro saltitando e chamando pelo o Daniel, assim que ele saiu, ela se jogou nas costas dele e ele a trouxe no cavalinho, comecei a rir sendo seguida pela minha mãe.

– Tudo bem pequena, vamos antes que o pobre do Daniel fique sem coluna. – Falei pegando minha irmã no colo, como ela estava crescida. – Tchau maninha. – Dei um beijo no rosto dela e a pus no chão.

Daniel e eu voltamos para o carro e entramos na estrada, felizmente, graças a sabedoria dele para dirigir, não pegamos nenhuma fila, mas quando chegamos em casa já era noite, provavelmente deveriam ser umas 19:00 horas, como passou rápido, nem parece que fiz tudo em um dia só, conversei com a Gabbe, tomei banho de café, fui na escola com a Penn e minha mãe, passou voando. Quando entramos em casa, Daniel foi direto para o sofá e sentou, eu não estava tão cansada e olha que era eu que estava de salto alto. Sentei ao lado dele e do nada uma ideia brilhante surgiu na minha cabeça, talvez ela fosse ajuda Daniel e o Cam a serem como antes.

– Daniel, tive uma ideia. – Falei toda animada.

– Sobre ? – Perguntou ele tentando entender.

– Sobre você e o Cam, talvez isso ajude vocês a serem amigos. – Falei, ele revirou os olhos.

– Você não vai desistir não é ? – Perguntou sentando direito e ficando de frente pra mim. – Qual é a grande ideia ? – Perguntou dando ênfase em “grande”.

– Por que você não chama o Cam para sair ? – Perguntei, Daniel fez uma careta.

– Por que eu já tenho namorada e o meu lance não é com homens, mas caso a gente termine eu vou pensar nisso. – Disse ele zombando, sabia que iria entender errado.

– Não, idiota. Por que você e o Cam não vão para festas como antigamente ? – Perguntei.

– Luce, você sabe em que festas nós íamos, quer mesmo que eu vá sozinho com o Cam a uma festa dessas ? – Perguntou, eu sorri.

– Você não vai sozinho, ele vai, se você visse ele com varias garotas em uma festa, mudaria de ideia sobre ele estar afim de mim ? – Perguntei.

– Talvez. – Respondeu ele pensativo.

– Caso ele não fique com ninguém por minha causa, ai quem vai parar de falar com ele sou eu, feito ? – Perguntei estendendo a mão.

– Parece justo, feito. – Disse ele segurando minha mão.

Daniel segurou minha mão com força e me puxou fazendo minha barriga ficar em cima de seu ombro e minhas pernas, braços e cabeça ficarem pendurados, ele se levantou do sofá e começou a caminhar em direção as escadas. Não estava nem ai para onde ele estava me levando, a única coisa que eu queria no momento era ser colocada no chão, agora eu entendo por que as garotas nos filmes sempre fazem um escândalo quando os homens as pegam assim, dói e parece que tem alguém tentando perfurar minha barriga. Demorou parece que um século até ele me colocar no chão, olhei ao redor e percebi que estávamos no banheiro dele, fiquei um pouco envergonhada, lembro-me do que fizemos hoje de manhã, quer dizer, do que eu fiz, quer dizer, do que ele mandou eu fazer.

– Seu vestido está sujo Luce, não é melhor tirar ? – Daniel perguntou abrindo o zíper do meu vestido fazendo o mesmo cair no chão, eu posso brincar desse jogo.

– Depois de um dia de trabalho, sua camisa também deve estar suja. – Falei abrindo os botões de sua camisa, ele sorriu com malicia.

Assim que tirei sua camisa, desci meus dedos para o cinto, tirei o mesmo e deixei que ele se juntasse com a camisa no chão, abri os botões da calça social que ele estava usando e a deixei cair sobre as pernas dele, seminu ele se virou e ligou o chuveiro me puxando para dentro do box ainda com as roupas intimas, senti a água gelada bater na minha pele já fervendo. Daniel me encostou na parede e beijou meus lábios com vontade, suas mãos passearam pelo meu corpo até achar o fecho do sutiã, o tirou com uma rapidez imensa, já com os seios nus, ele começou a cariciar essa região sensível, já estava me sentindo molhada e não era por conta da água que caia por nosso corpos, com minhas mãos poucos ágeis, tentei empurrar a cueca box que ele estava usando, era inútil já que eu estava presa na parede, mas Daniel entendeu meu clamor mudo, ele se afastou de mim e abaixou a cueca a tirando pelos pés, voltou a me imprensar na parede agora com mais força fazendo seu membro roças na minha intimidade ainda coberta pela calcinha encharcada por conta da água e da minha excitação.

Beijei seu pescoço, dei leves sucções e mordidas, ele arqueou o pescoço para trás soltando um gemido rouco, isso só serviu para me excitar ainda mais, ele desceu uma de suas mãos para a minha intimidade que já estava latejando e implorando por toque, assim que seus dedos começaram a massagear meus clitóris por cima da calcinha, soltei um gemido abafado, o ar simplesmente sumiu por uma fração de segundos, Daniel não se conteve mais, ele tirou minha calcinha e voltou suas mãos pela minha coxa puxando minhas pernas, fazendo-as se entrelaçarem na cintura dele, senti seu membro roçar na minha intimidade com mais força, soltei mais um gemido, dessa vez mais alto, tentei expressar todo o prazer que estava sentindo nesse gemido, mas ainda assim foi pouco. Daniel me pressionou na parede mais uma vez, seus lábios procurando meus seios, minhas mãos em sua nunca e minhas pernas cada vez mais apertando ele contra mim, queria ele dentro de mim, precisava disso. Daniel ficou chupando meus seios por mais alguns segundos, mas para mim foi como uma eternidade, ele estava me torturando, eu não aguentava mais sentir seu membro duro na minha coxa sem tê-lo dentro de mim.

– Daniel... – Gemi seu nome em forma de apelo, ele gemeu de volta em resposta e largou meus seios.

Daniel posicionou seu membro na minha entrada, deu um ultimo beijo em minha boca e penetrou minha intimidade, arqueei os quadris contra seu membro e minha cabeça para trás, a única coisa que ouvi foi o gemido rouco que ele soltou ao atingir o mais fundo da minha intimidade, Daniel ficou parado dentro de mim, tentando normalizar a respiração, só que não aguentei, comecei a balançar meu quadril para cima e para baixo, cada descida era um gemido, parecia que cada penetração era mais intensa do que a anterior. Ficamos nessa até o Daniel não aguentar e começar a se movimentar também, os movimentos dele eram mais firmes e mais fortes, as mãos dele pararam na minha bunda fazendo a penetração ir mais fundo, fiquei segurando em seu ombro onde enfinquei minhas unhas, era para ele ficar marcado mesmo, ele era meu e só meu. A penetração começou a ficar mais rápida e mais intensa, já não estava aguentando mais, senti minhas paredes apertarem o membro dele, ele também sentiu, soltou um gemido em resposta, depois de mais algumas penetrações cheguei ao meu ápice, sendo seguida por ele.

Notas finais
Se quiserem mais, comentem. ((: