Inesperado
33 Capítulo 33 - A nossa primeira vez...
Notas iniciais
Depois de ficarmos mais de duas horas apenas nos beijando e observando o céu decidimos ir embora. Descemos a colina rindo e de mãos dadas, as ruas estavam desertas.
Chegamos a casa e tinha um bilhete de Nice na mesa da cozinha:
‘’ Filhos, espero que a noite tenha sido boa, nosso Jeremy mamou e esta dormindo, não se preocupem com ele’’
Thomas me olhou e sorriu, ele dirigiu seu olhar para minha mão com a linda aliança, a felicidade que ele sentia estava passando dele para quem estivesse ao redor, seu sorriso estava deslumbrante.
Subimos a escada, entramos em nosso quarto e fomos direto para o berço de Jeremy, ele estava dormindo profundamente, com as duas mãos juntas; nos olhamos e Thomas me abraçou.
Me troquei e vi que Thomas estava encostado na cabeceira da cama me olhando, com toda certeza esta noite nenhum de nos iríamos dormir. Me aconcheguei ao seu lado e ele ficou cantarolando, o olhei nos olhos e ele riu. Depois de conversamos mais sobre o passado de seus avós ele estava exausto, Jeremy acordou e eu fui pegá-lo do berço, me deitei na cama com ele, Thomas se virou e ficou nos olhando. Depois de mamar, arrumei Jeremy e troquei sua fralda, o coloquei em nosso meio, foi assim que adormecemos, nós três, calmos, seguros e imensamente felizes...
Acordei e vi que Thomas e Jeremy ainda estavam dormindo. Desci até a cozinha e me deparei com Nice tomando café, ela olhou para a minha aliança e sorriu, ela e Thomas tinham combinado isso, aposto.
Me sentei na mesa, tomei café e ficamos conversando, Judite saiu da cozinha e Nice me disse:
- Liz, você já esta recuperada o suficiente pra... – meus olhos se arregalaram, ai Nice não termine essa frase.
-Entendo – disse e abaixei a cabeça, meu rosto queimou, Nice riu alto.
- Não precisa ficar com vergonha, vocês se amam! – Thomas apareceu na cozinha com Jeremy no colo.
- Que foi mãe? – ai meu Deus.
- Eu tava falando pra Liz que vocês já podem transar! – Thomas quase afogou e ficou muito vermelho, Nice começou a rir dele também. – ah meninos você já são bem grandinhos, não precisam ficar com tanta vergonha!
- Mas mãe mesmo assim! – Thomas deu um olhar tão engraçado a ela que eu comecei a rir feito louca, Jeremy me olhou espantado.
- Oi filho! – ele resmungou e Thomas o ajeitou melhor nos seus braços, sua visão dava direto para mim, ele ficou observando.
- Ele esta grandão Liz, nem parece aquele menininho mais, e esta muito mais parecido com você! – Nice disse.
Terminei meu café e aproveitei escovar meus dentes e tomar um banho rápido, estava quase terminando de descer a escada quando escutei o choro de Jeremy na sala. Olhei e vi uma cena muito fofa, Jeremy estava no colo de Nice e Thomas estava tentando fazer com que ele desse risada, porem o efeito foi contrario, mas mesmo assim não ousei ir até lá. Depois Thomas pegou ele do colo de Nice, os dois se olharam e deram um lindo sorriso, Thomas pegou Jeremy e começou niná-lo, Jeremy olhou para ele e se acalmou.
Cheguei perto deles e Jeremy deu um pequeno sorrisinho.
- Acho que ele ta com fome amor – Jeremy me olhou e fez bico novamente.
- Ta sim – Thomas olhou em meus olhos e me passou nosso menino, Thomas sorriu.
Me sentei do lado de Nice e deixei Jeremy mamar a vontade, Thomas se sentou do meu lado e passou o braço ao redor de minha cintura, Nice ficou nos olhando e sorrindo como uma boba.
O restante do dia passou rápido, Jeremy e eu acabamos dormindo. Depois da janta meus pais nos ligaram, prometeram vir nos visitar logo novamente, disseram que já estão com saudades.
Terminei de tomar banho e vesti minha camisola, arrumei Jeremy e ele dormiu. Deitei-me e logo Thomas veio se deitar, fiquei pensando naquilo que Nice me disse.
- Amor? – ele me chamou.
-Hm?
- Vamos tomar um chá la na cozinha? – eu sei o que ele queria, mas nem eu e nem ele sabíamos como falar isso diretamente.
- Claro! – me levantei e arrumei minha camisola, ele passou o braço envolta da minha cintura e beijou meu cabelo.
Descemos a escada, depois me sentei-me à mesa, ele pôs a água para ferver, fiquei o observando, ele se virou e me deu um sorriso nervoso.
- Sobre o que sua mãe disse, acho melhor tentarmos! – ele ficou boquiaberto.
- Você se sente preparada? Porque eu espero quanto for preciso!
- Thomas eu te desejo tanto! – me levantei e caminhei até ele, ele me puxou para seus braços, nossos corpos ficaram moldados um no outro.
- Eu também te desejo, mas você que sabe! – ele me deu um beijo calmo e me olhou novamente.
- Eu quero! – seu sorriso foi maior que eu já vi até hoje, seus olhos brilharam, ele me ergueu e me rodopiou no ar, parou e me deu um beijo diferente, um beijo quente.
Ele desligou a água do chá, e subimos a escada nos beijando. Fomos ao meu antigo quarto, Jeremy só acordara daqui a um bom tempo, então estamos sossegados. Ele fechou a porta atrás de si e começou a descer minha camisola, mas sem parar de me beijar, depois que senti minha camisola nos pés, ele parou e me olhou admirado. De leve ele colocou sua mão sobre meus seios.
- Eles são perfeitos – ele me olhou sorrindo, depois começou a beijar o meu pescoço.
Coloquei minha mão por dentro de sua blusa e comecei a tirá-la, ele se separou de mim e a tirou rapidamente. Ele me olhou sorrindo e tirou minha calcinha, comecei a sentir meu rosto queimar. Eu não tenho coragem de tirar a calça dele, ele percebeu e a tirou num puxão só, o olhei e ele começou a rir, comecei a tremer de ansiedade, medo e vergonha, nem sei o porquê do medo, pois ele nunca iria me machucar. Ele passou as mãos pela minha costa e me encostou em seu corpo,senti tudo,ai meu Deus.
- Amor você quer isso mesmo? – pela ultima vez ele me perguntou, parecia aflito e nervoso.
- Sim, vai logo! – ele começou a rir, mas logo me beijou ardentemente novamente, o fogo começou a se alastrar dentro de mim, uma sensação bem conhecida.
Ele me puxou para a cama e se deitou por cima de mim, mas não depositou seu peso. Seus beijos desciam de meu pescoço até minha barriga, suas mãos passeavam por meu corpo todo. Ele encostou sua boca em meu seio e eu soltei um gemido, ele riu. Depois de muitas preliminares ele abriu minhas pernas, ainda nervoso e começou a rir.
- Thomas! – ele beijou minha boca e riu.
- Que foi? – ele perguntou.
- Sei lá, é que é estranho, vai logo!
-Eita que pressa mulher! – ele riu novamente.
Ele se posicionou e a tensão tomou conta de mim, dessa vez seria com o Thomas, o meu Thomas, ia ser perfeito, mas não posso me esquecer e cometer o mesmo descuido da vez anterior.
-Ei! – ele parou e ficou tenso.
- O que foi? – ele perguntou assustado.
- Camisinha – dei um sorriso de canto e ele beijou minha boca novamente.
- Espera um minuto! – ele saiu correndo e eu ri da cena. Não demorou nem um minuto e ele voltou.
Ele não disse nada, se deitou por cima de mim novamente e me penetrou, não foi nada doloroso, mas também não foi confortável, ele sentiu isso e ficou tenso. Me perguntou se estava tudo bem e eu afirmei, depois de um momento ele começou a se movimentar, e no lugar do desconforto eu comecei a sentir prazer. Achei que o que senti com Pedro foi maravilhoso, mas com Thomas não tinha nem comparação, ele era maravilhoso, a cada movimento eu me sentia mais completa, e mais confortável. Thomas estava vermelho, seu rosto estava com uma leve camada de suor, seus olhos esbanjavam paixão, estávamos em nosso momento perfeito. Em hora alguma ele deixou de me beijar, quando estávamos quase chegando ao ápice, Thomas sussurrou:
- Te amo Liz, obrigada por isso! – ele disse e junto comigo chegou ao Maximo de seu prazer, ele se deitou cuidadosamente sobre mim.
-Também te amo, e obrigada, essa foi a melhor noite da minha vida! – e realmente tinha sido.
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