Independência

46 Video Game e Seção de Filmes


Notas iniciais
Desculpe não postar ontem, eu sinto muito, eu não estava muito bem. Em fim, aqui estou eu com um novo capítulo, espero que gostem e comentem suas sinceras opiniões. ^^

O Capitão avisa que é melhor a gente voltar.
– Mas são só quatro horas. — fala Adriano olhando o relógio.
– Mas pelas nuvens, vem chuva por aí! — fala a professora.
E ela estava certa, bastou a gente chegar que desabou a água.
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Todos tomaram banho e o Capitão nos deixou ficar sem uniforme, então todos colocamos pijama (http://www.polyvore.com/pijama_alicia_v%C3%A1rios/set?id=97993055). O Capitão tinha uma surpresa pra nós:
– Eu confesso que vocês foram uma das minhas melhores turmas. — diz ele tirando o chapéu — Ver vocês se divertindo me fez lembrar de quando eu era jovem, quando não tinha preocupações. Bom, o que eu quero dizer é que a diversão de vocês e o modo como são unidos, mesmo discutindo ou brigado, é um jeito bom de viver, obrigado por me mostrarem isso, eu tenho uma surpresa.
– O que é? — perguntam Laura e Carmem juntas.
Ele retira de uma sacola ao lado, um vídeo-game, pra ser específica, um Playstation 3.
– Eu libero por hoje! — fala ele colocando ao lado da televisão — Eu tive que sair super rápido então, só deu tempo de comprar esse CD.
Era um jogo de corrida, o Paulo logo falou:
– Ta bom vai, quem quer fazer campeonato?
– Ninguém merece! — fala Maria Joaquina — Meninas, a gente pode ficar vendo algumas revistas que eu trouxe, pega lá Bibi.
Eu fui jogar com os meninos, adoro jogo de corrida. Venci de todos e cheguei à final, que era contra o Paulo. Eu segui bem, sempre à frente, com pouca distância, mas a frente. Na última volta ele empurrou o meu braço e conseguiu ganhar:
– Isso não vale você trapaceou!
– Eu não fiz nada garota, você que é ruim. E agora, admiti que eu sou o melhor?
– Não admito nada, seu trapaceiro!
– Crianças sem brigas, levem na esportiva! — fala a professora Helena.
– Até porque não se ganha todas, né minha princesa?! — fala Graça se referindo a mim.
– Eu já estou com sono de esperar. — fala o Adriano.
– Você foi o primeiro a sair mesmo, tinha que estar entediando.
– Professora — diz Valéria curiosa — Onde você, a Graça e o Firmino dormem? Não é nos dormitórios.
– Aqui mesmo, esses são sofás-cama.
Respondida a pergunta, o Capitão nos chama para jantar. Comemos arroz, lasanha, torta de frango e anéis de cebola, em seguida fomos dormir.
No dia seguinte o Capitão nos acordou bem cedo como sempre, mas estava chovendo. Me vesti (http://www.polyvore.com/look_uniforme_camuflado_alicia_cap.47/set?id=97995360) e fui tomar café, enquanto nó nos alimentamos o Capitão falou:
– Eu pensei, como está chovendo, que tal fazermos uma seção de filmes?
– Que legal! Eu quero assistir um filme de terror, onde tenha muito sangue! — fala Paulo.
– Que coisa antirromântica! Eu quero assistir um filme de romance.
– Não, filme de ação é mais legal! — diz Jaime.
– Calma gente, podemos assistir todos os tipos de filme! — fala a Professora Helena.
– Porém, só se vocês arrumarem e limparem os dormitórios. — indaga o Capitão.
– Sabia que estava bom demais. — murmura Davi.
Mais tarde nós arrumamos tudo, pegamos até produto de limpeza. E foi um sacrifício fazer a Mari ajudar, eu nem me meti, o clima entre nós já não estava bom. Mas depois de tudo pronto, almoçamos e fomos assistir aos filmes.
Fizemos muita pipoca! O primeiro filme era de ação, o segundo era de romance. No começo era legal, mas depois o filme ficou chatinho! Eu resolvi ir para o dormitório, lá eu me sentei na cama da Marcelina e fiquei olhando para a parede, pensando em sabe se lá o que. Até o Paulo entrar pela porta e perguntar se eu estou bem, respondi que sim e ele sentou ao meu lado.
– Eu sei que eu sou a pior pessoa para te falar isso, mas, eu acho que você deve pedir desculpa.
– Eu sei — passo as mãos pelo rosto — Eu fui brusca e cabeça-dura, mas me irrita alguém poder pensar que eu tenho um caso com o Jorge.
– Vocês não tem mesmo nada haver. — comenta.
– O que você tá fazendo aqui? Veio falar alguma coisa? — perguntei voltando a postura original.
– Queria ver como você estava, só isso.
– Eu estou muito bem, tá babysitter?! — brinco e começo a rir, depois arrumo a franja — Você não costuma se preocupar, mas obrigado!
– Por que você não para de fuçar nessa franja, coisa irritante!
– Ela está crescendo, preciso cortar. — falo arrumando-a para o lado.
– Sabe... — fala ele envergonhado. — Eu acho que, você fica mais bonita sem franja. Não que você seja feia, ou que a sua franja seja feia. É porque o seu cabelo fica legal sem franja, não que ele seja sem graça, mas...
– Eu já entendi Paulo. — falo rindo.
– Tá eu vou lá então. — diz o Paulo levantando e saindo pela porta.
Talvez eu deixe a franja crescer, apesar de não estar acostumada.
Mas tarde eu fui assistir o filme, e quando chegou a hora do filme de terror, a maioria das meninas foi para o quarto. Eu fui atrás da Maria Joaquina, e antes que ela entrasse, eu peguei o seu braço.
– Mari, preciso falar com você.
– Alicia? — ela olha pra mim com expressão de surpresa.
– Desculpa pelo que fiz, eu sei que fui muito brusca e tal. Eu só não queria que você pensasse mal de mim!
– Tá tudo bem. — fala ela suavemente — Eu sei as suas intenções, eu que deveria me desculpar. Não pense que fiquei brava com você depois daquilo.
– Mesmo assim desculpa.
A gente se abraça, ela vai pro quarto e eu vou assistir o filme. No final tudo fica esclarecido entre mim, Bibi, Margarida e Daniel também. O problema vem depois. Quando passo pelo quanto dos meninos, vejo somente Margarida e Daniel lá dentro, estavam brigando. Eu olhei pelo buraco da fechadura para saber o que estava acontecendo, confesso que fiquei super curiosa, eu acho que nunca na minha vida vi os dois brigando.

Notas finais
As coisas entre a Maria Joaquina e a Alicia se esclareceram, ainda bem, mas a Margarida e o Daniel, o que será que está havendo? O que vocês acham?? Comentem aí. Até mais!