Notas iniciais
Eai galeraaaaa, com vocês estão. Bem, ai està a minha primeira One. Foi uma ideia que me passou pela cabeça e então decidi esperimentar escreve-la. Epero que gostem. Um grande abraço de panda e boa leitura!!! ♥♥♥

Fogo.

A ùnica coisa que eu via ao meu redor era fogo. Os meus polmões gritavam por ar limpo, pois havia fumo muito fumo dentro do edifìcio. Eu me encontrava num hotel em Miami, onde tinha decidido passar as minhas fèrias de verão e onde, claro, podia aproveitar as meravilhosas praias para relaxar. Mas naquele momento a unica coisa que eu desejava era de não ter saido do meu tão amado apartamento em New York. Gente corria por todo o lado para tentar a fuga da morte. Tentava a todos os custos ajudar as pessoas a se dericionarem fora do estabelicimento o mais rapidamente possìvel.

Lealdade.

Jà podia imaginar todas as pessoas normais que, se encontrando na minha situação, teriam fugido logo que tivessem tido a possibilidade de o fazer. Mas eu simplesmente não conseguia, era mais forte que eu. Nunca na minha vida seria capaz de deixar alguem que se encontra em dificuldades, pois eu sou leal, coisa que não sei se definir como qualidade ou defeito.

Um choro.

Me virei assim que ouvi um choro. A alguns metros de mim se encontrava uma menina, de mais ou menos quatro anos, num canto onde, na sua frente, havia caido um bloco do telhado, impedindo-a de fugir das chamas. Não havia mais ninguém, então corri até ela e a tirei dali, peguei nela ao colo e fugi tentando por em salvo as nossas vidas.

Um grito.

Estava quase saindo do hotel quando ouvi aquele grito. Ele me fez arrepiar todo, pois era como aqueles dos filmes de terror. Sai do edifìcio apenas para entregar a menina a mãe dela, que veio logo em meu encontro assim que entri no campo de visão dela. As duas se abraçaram e a mulher olhou para mim com um olhar significativo, mormurando baixinho um obrigado. Eu sorri e consegui entrar novamente dentro do hotel, mesmo que os bombeiros tentaram de me impedir de o fazer.

Barulhos.

Ouvi alguns barulhos vindos de alguns andares de cima, como se alguem estivesse desviando algo. Corri pelas escadas acima, tentando achar o lugar de onde viessem os ruidos. Estava para subir no quarto andar quando ouço um gemido de dor vindo dentro de uma porta. Me diricionei ao encontro dela e a arrombei, encontrando alguem que tentava remover uns blocos de telhado de cima da sua perna, que a impedia de se mover.

Desespero.

Quando me aprocimei percebi que se tratava de uma jovem mulher de mais ou menos 25 anos, ou seja da minha idade. Naquele momento não soube o porque, mas assim que a vi senti uma forte necessidade de a proteger, a quelquer custo. Com um pouco de esforço desviei os blocos e peguei nela ao colo, pois ela tinha um grande machucado na perna. Mas assim que me virei para nos tirar fora dali, uma trave em chamas caiu em frente da porta arrombada, impedindo a saida e quase nos acertando. Não sabia o que fazer, procurava desesperadamente por uma saida, mas nada. Olhei para a mulher que estava nos meus braços, e ai me apercebi de quanto fosse bonita: mesmo tendo o rosto sujo pelo fumo e suado pelo calor, continuava sendo a garota mais linda que eu tivesse visto em toda a minha vida. Ela começou a tossir violentamente, e novamente comecei a procurar uma saida, enquanto ela lutava para não fechar os olhos.

A varanda.

O meu olhar parou assim que viu a varanda. Fui até ela e sai para fora, notando que mesmo em baixo de nós se encontrava a piscina do hotel. Foi ai que tive a ideia mais absurda da minha vida, mas a ùnica solução que eu via para nos salvar. Apertei-a contra o meu peito, rezei por todos os deuses, e pulei junto a ela.


Abri os olhos lentamente por causa da claridade do lugar em que me encontrava. Com um pouco de confusão notei que as paredes do quarto onde eu estava eram todas brancas, dando-lhe assim um ar monotono. Foi ai que me percebi: estava num quarto de um hospital. Como um balde de àgua fria, lembrei-me de todos os acontecimentos.

Um toque.

De repente senti uma mão acariciar a minha. Olhei para o lado e a vi, mais maravilhosa do que nunca. Os seus cabelos loiros cacheados caiam-lhe como uma cascata e notei que tinha um nariz ligeiramente arrebitado. Ela ainda não se tinha apercebido que eu tinha acordado, pois estava concentrada em como os dedos dela se enterlaçavam entre os meus. Então dei um leve aperto carinhoso com a mão, atirando a atenção dela, pois virou-se logo para mim.

Tempestade.

Assim que vi os olhos dela, notei o quanto fossem particulares e ùnicos: eram de cor cinza, tempestuosos e intimidantes, mas ao mesmo tempo carinhosos e curiosos. E, inevitavelmente, senti o meu corpo se arrepiar de uma forma gostosa e o estômago dar cambalhotas. Os nossos olhares ficaram fixos um no outro por um momento, até que tomei coragem e perguntei:

-Qual é o seu nome?

-Annabeth. Annabeth Chase. E o seu?

Estava para responder quando a porta foi aberta, por onde entrou um médico com um sorriso Colgate.

-Ora ora se não acordou o nosso novo héroi. Bom dia, quero dizer, boa tarde, senhor Jackson, sou o doutor Solace. Como se sente?

-Bem doutor.

-E o ombro?

Foi ai que notei que tinha o ombro enfaixado, e o doutor Solace, perante o meu olhar de confusão explicou.

-Quando você pulou com essa senhorita da varanda, deslocou o ombro no empacto com a àgua. Vocês ficaram os dois inconcientes, mas por sorte os bombeiros viram a sua grande loucura e vos tiraram da piscina, trazendo-vos aqui. Não sei como, mas vocês sobreviveram. Mesmo que vocês tenham respirado muito fumo isso não vos afetou, e nem houve ferimentos muito graves com vocês: ela sò tinha um corte pela perna que jà cicatrizou, e você deslocou o ombro. Mas não se preocupe, daqui a nem quatro semanas você poderà retirar as faixas.

Ele continuou a falar em como foi perigoso e espetacular o meu ato, fazendo sim que o meu rosto roburizasse. Depois saiu do quarto, sem primeiro dizer que voltaria dentro de duas horas para me dar alta.

Silêncio.

Ficamos sozinhos no quarto, e eu apostava que nem uma mosca voava alì. (Autora: ZzzZzzZzz, hehehheh)

-Obrigado.

Olhei para ela arqueando uma sobrancelha.

-Obrigado por me ter ajudado, por me ter salvado. Quando fiquei sozinha naquele quarto sem a possibilidade de sair de là, entrei em pânico. Não esperava que ninguém me ouvisse, eu pensei que...

Foi ai que ela começou a chorar. E os primeiros soluços que ela fez eram de cortar o coração. Istintivamente abraçei-a, trazendo-a o mais perto possìvel de mim, tentando lhe transmitir um senso de segurança e proteção. Depois de alguns minutos ela levantou a cabeça e me olhou nos olhos agradecida, dando logo em seguida o sorriso mais belo de toda a història da humanidade.

~Dois meses depois~

Andava tranquilamente pelo corredor do edifìcio em que eu trabalhava. Sim, sou um renomado biologo marinho e tenho uma empresa minha. Na verdade é da minha famìlia, mas assim me formei o meu pai me deu trabalho e me promoveu como seu braço direito depois de quatro semanas de trabalho, pois notou que eu tinha capacidades para isso. Entrei no meu escritòrio, sentei-me em cima da cadeira e pensei nela.

Ah, Annabeth. Assim que sai do hospital começamos a nos frequentar e, em pouco tempo, ficamos grandes amigos. Mas algo em relação a isso me incomodava...

Infelizmente eu tive que voltar para New York, pois tinha que trabalhar, assim como Annabeth, que regressou em San Francisco para continuar o seu trabalho como arquiteta. Tinha passado quase mês e meio desde que nos deixamos em Miami, onde nos vimos pela ùltima vez; mas nunca paramos de nos comunicar, pois mandavamos sempre mensagens um ao outro ou falavamos pelo Skype. A ùnica coisa que eu queria era encontra-la de novo, e eu jà tinha um belo plano que me passava pela cabeça e que jà fora posto em pràtica, tomara que corresse tudo bem...

Os meus pensamentos foram interrompidos pelo som do toque do celular, e logo me apressei a responder quando vi que se tratava nada mais nada menos da Annie.

-Sim?

-Oi Percy! Tudo bem com você?

-Claro, e com você?

-Sim tudo ótimo. Para dizer a verdade, mais do que ótimo!!!

-Nossa, o que aconteceu para te deixar assim tão feliz e entusiasmada?

-Você não vai acreditar. Eu tive uma proposta de trabalho em New York!!! E ainda para mais essa proposta foi enviada pelo diretor de uma empresa renomada de arquitetura!!! Parece que houve alguém que se interessou com o meu trabalho e mostrou a esse diretor, que também gostou e me chamou para uma intervista que, se correr bem, vira logo um lugar de trabalho para mim na empresa!!!

-Nossa Annie, eu estou super-feliz com você!

-Eu também, e ainda por cima nós poderemos nos ver muitas vezes!!!

-Não vejo a hora de você chegar, quando è que vem para cà?

-Daqui a dois dias tenho o meu vôo. Chego às 14h, depois è sò eu ir deixar as coisas no hotel e depois poderiamos nos encontrar...

-NÃO!

-Como não? Pensei que você quisesse me ver...

-Ah, desculpa Annie, você não me entendeu. Sò não acredito que, tendo um amigo aqui você và em um hotel. Você sabe que o meu apartamento è grande e que eu te ospitalizaria com grande prazer.

-Mas Percy... eu não quero incomodar...

-Que è isso? Você não encomoda ninguém. Daqui a dois dias estarei e esperando no aereoporto e depois te levo para casa para você deixar as coisas, tudo bem?

-Tà bom, obrigado Percy, mesmo.

~Dois dias depois~

Ansia.

Naquele momento o que eu mais sentia era ansiedade. Estava no aereoporto, eram as 14.20 e nada do vôo da Annabeth. Eu marchava para frente e para atràs, pois sou hiperatívo, e notava alguns olhares aborecidos das pessoas que estavam ao meu redor, mas eu não ligava para isso. De repente ouvi um voz avisar a chegada de um vôo vindo de San Francisco. Era aquele da Annie!!! Assim que vi uma cabeleira loira vir ao meu encontro, corri até ela e a abracei, rodandoa um pouco no ar. Ela soltou uma pequena risada e disse:

-Finalmente hein Cabeça de Algas?

-A quem você o diz.- respondi.

Saimos do aereoporto assim que pegamos nas malas dela e fomos até o meu carro, nos dirigindo logo para o meu apartamento.

-Wow.

Apenas entrou no apartamento, ela assumiu uma cara hilària, tanto que eu não consegui segurar o riso.

-Porque você nunca me disse que tinha um apartamento tão fantàstico?

-Bem, você nunca perguntou...

Ela olhou feio para mim, mas logo voltou as atenções do aparamento.

Chegamos até o grande edifìcio onde seria a intervista da Annie. Ela fora programada para o dia seguinte, mas ocorreu um imprevìsto e Annabeth teve que ir là hoje.

-Passo para te buscar no final da intervista, gostaria de te acompanhar mas tenho que tratar de uns assuntos no escritòrio.

-Sem problemas Percy, e obrigado por tudo.

~hora e meia depois~

Estava a espera que a intervista terminasse sentado numa cadeira um pouco distante da sala onde Annie se encontrava nesse momento. Em pouco tempo vi Annabeth sair da sala com um sorriso triunfante, e logo soube que as coisas tinham corrido bem seja para o meu lado que para o dela. Logo atràs dela vinha um homem com os cabelos ligeramente grisalhos, uma boa postura e com um ar satisfeito. Assim que os dois chegaram até mim, Annie ia nos presentar, mas não teve tempo para isso.

-Eai Percy, como vai?

-Muito bem tio Hades, e você?

-Também, ainda para mais depois desta intervista. Ela tem um grande talento, assim como você tinha garantido. Agora tenho que ir, tenho um encontro com Perséfone. Adeus Percy, Adeus Annabeth, foi um prazer te encontrar.

-Até.

E assim ele se foi. Quando ele saiu do meu campo de visão me virei para Annabeth, que me olhava com a boca aberta.

-Quer dizer que foi você a armar tudo isso?

-Er.. sim.

-E o diretor dessa impresa é seu tio.

-Sim.

-E quando você pretendia me contar isso senhor Jackson?

-Assim que você terminasse a intervista. E ai, como foi.

-Ah, não podia ter corrido melhor. Eu fui aceita aqui na empresa Percy!

-Que bom, fico contente por você.

Sorrimos um para o outro e saimos do estabelecimento e fomos para casa, pois começava a escurecer. Quando chegamos ao apartamento encomendamos umas pizas para o jantar, e depois de uns vinte minutos ela chegou. Conversamos por um bom tempo, até que eu disse:

-Annabeth, quero que você saiba que pode ficar aqui em casa o tempo que quiser até não efetuar todas as mudanças de San Fransisco para cà.

-Sério que não encomodo você?

-De nenhum jeito.

Ela sorriu agradecida e assim continuamos a conversa. Começou a ficar tarde e ela foi tomar banho e se preparar para ir dormir, enquanto eu arrumava o quarto de hospedes para ela. Quando terminei fui para o meu quarto tomar também eu banho e vesti o pijama, assim que terminei ouvi umas batidas na porta.

-Entre.

Annabeth abriu a porta e eu fiquei ipnotizado com a beleza dela. Mesmo com um pigiama com uma coruja estampada na frente da camiseta branca, uns shorts pretos e umas meias azuis com ursinhos, ela conseguia ser a mulher mais linda que eu tivesse visto em toda a minha vida.

-Vim te dar a boa noite.

-Claro.

Me aprocimei a ela e lhe dei um beijo no topo d cabeça, sussurando um "boa noite" ao pé do ouvido dela.

Me deitei na cama e fechei os olhos, tentando me entregar aos braços de Morfeu. Mas nada. Continuava a me virar para cà e para là, mas o sono não vinha. Olhei para o relògio, e notei que jà era uma da manhã, ou seja estava a duas horas na cama e ainda não tinha pegado sono. Me levantei e fui em direção a cozinha, onde bebi um copo de àgua para tentar me calmar. Quando estava a voltar para o quarto, ouvi Annabeth se remechendo muito na cama passando na frente do quarto de hospedes. Entrei no quarto e vi que ela tinha o rosto todo suado, tremia e continuava a murmurar coisas desconexas, Foi ai que percebi que ela estava tendo um pesadelo. Cheguei até ela e a chamei para a acordar. Ela abriu os olhos repentinamente, e assim que me viu me abraçou. Eu retribui o abraço e me sentei ao lado dela, sempre a circundando com os meus braços, para estar numa posição mais confortàvel. Senti o meu peito ficar molhado; ela estava chorando.

-Que se passou Annie?

-E-Eu... eu tenho tido pesadelos p-por causa d-do incêndio, mas e-esse foi terrìvel...

Senti ela se arrepiar ao lembrar do sonho, então a abracei mais forte e murmurei palavras de conforto. Algins minutos depois senti a respiração dela voltar ao normal, mas continuei igualmente a acariciar os cabelos dela.

-Obrigado... novamente.

Rimos juntos por um momento, e ai ela perguntou:

-Porque você me ajuda tanto? Porque se importa assim tanto por mim? Você poderia perfeitamente me odiar, poi quase perdeu a sua vida por mim.


Eu ia responder, quando olhei para ela e notei o quanto pròximos estivessem os nossos rostos. A minha respiração começou a acelerar e, sem nem ao menos esperar, disse:

-Porque eu gosto de você, de verdade. Eu me apaixonei por você. Desde que eu te vi eu senti a necessidade de te proteger, de te ter ao meu lado... eu te amo, Annabeth.

Quando percebi o que tinha falado corei violentamente e virei a cara para o lado, evitando o constragimento ao olhar para a reação dela. Mas, inesperadamente, senti os pequenas mãos dela acariciarem a minha face e virando-a para ela, de maneira que os nossos olhares se encontrassem. Ela sorriu e deuses, que sorriso, fechou os olhos sussurou:

-Eu também te amo.

Assim que proferiu essas trés palavras que escheram o meu coração de felicidade, ela me beijou, e ai eu tive a certeza de uma coisa: eu iria querer todas as manhãs com ela, beija-la todas as vezes que pudesse, te-la nos meus braços aproveitando o calor do corpo dela enquanto assistamos filmes, estar com ela nos momentos tristes e bons, casar com ela, ter filhos com ela...Eh, eu queria passar o resto da minha vida com ela, e tive a certeza disso quando vi novamente o sorriso dela e os olhos que brilhavam de felicidade.

Deitamos-nos na cama, ela com a cabeça em cima do meu peito, os meus braços ao redor do corpo dela, e adormecemos, mais felizes do que nunca.

Notas finais
E ai semideuses, gostaram? Comentem por favorzinhooooo!!!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!