Incondicional.

4 – Nossa primeira vez! +18


Minho calou Thomas com um beijo nos lábios. Sem demora o garoto asiático passou seus braços fortes pela cintura de Thomas e o puxou para um abraço. Os dois se abraçaram forte, mas as bocas não paravam de se mexer. As línguas continuavam brigando entre si e querendo tomar lugar.

Uma das mãos de Minho passaram a percorrer o corpo de Thomas. E ele só parou quando encontrou um dos mamilos do garoto e passou a apertar com os dedos polegar e indicador.

— Pa-pare! — Exclamou Thomas. — Eu não quero!

— Não é o que seu corpo diz... — Sussurrou Minho com os lábios ao pé do ouvido de Thomas. — Então porque está contraindo tanto a sua bunda hein? — Perguntou Minho, que logo em seguida levou a mão para dentro da cueca de Thomas, além do menino estar com o membro ereto, as suas nádegas se contraíam a todo o tempo.

Minho então posicionou o dedo indicador entre as nádegas de Thomas e seguiu até conseguir sentir seu cu, aquela portinha fechada se contraindo perante as suas provocações. Minho sorriu com aquilo e forçou seu dedo contra a pequena entrada de Thomas, o que o fez gemer quando Minho conseguiu adentrar o seu interior depois de muito forçar seu cu. Thomas soltou um grande gemido de dor, que sem demora foi calado pela grande mão de Minho tapando a sua boca.

— Shh... Não vou fazer nada que você não queira Thomas, mas sei que você quer. Sei que pensa em mim dessa forma também, com certeza você me observou quando arranquei minha roupa. — Minho disse num sussuro. E então tirou a mão da boca de Thomas.

― Minho... Eu te amo! ― Thomas sussurrou de olhos fechados. Recusava-se a olhar a expressão do garoto a sua frente.

― Eu também o amo, Thomas! ― Minho confessou.

Minho então mexeu o dedo no cu de Thomas.

— Dói, está doendo. — Resmungou Thomas. — Por favor... Eu sou virgem, Minho.

Minho sorriu de uma forma carinhosa e selou os lábios de Thomas.

― Eu sei, Tom. ― Minho admitiu. ― Você vai precisar me deixar bem lubrificado, certo? ― Minho perguntou.

Thomas assentiu com a cabeça afirmativamente.

Minho então se afastou um pouco de Thomas e deixou que seu pênis saltasse dali, um mastro de aparentemente dezenove centímetros com algumas veias salientes ao longo de sua extensão e a cabeça, grande e rosada, além da grande era circunferência do membro.

Thomas ficou surpreso ao poder ver o corpo de Minho assim; as suas pernas de uma cor bronzeada, coxas grossas e aquele membro ereto para ele. Thomas então se ajoelhou no chão.

— Hmm... Meio grande pra um asiático, não acha? — Murmurou Thomas segurando uma risada. Ele então apalpou, sentindo o calor e a rigidez que pau de Minho apresentava.

Por sua vez Minho soltou apenas um riso e repousou a mão grande nos cabelos escuros de Thomas.

— Ele é todo seu, aproveita vai. — Minho sussurrou com uma voz sacana.

Thomas assentiu. No toque das mãos do rapaz o pau pulsou e, assim, babando um pouco mais pela sua grande cabeça. Thomas então respirou fundo e abriu os seus lábios, levou o rosto mais perto do pau de Minho e abocanhou inicialmente pela cabeça.

Minho deixou um gemido alto escapar, e entrelaçou seus dedos grandes no cabelo de Thomas, puxando de leve.

Thomas continuou chupando apenas a cabeça rosada do pau de Minho, e levou uma das mãos até as bolas do asiático, esse gemeu baixinho. Thomas ao ouvir aquele gemido baixo e manhoso, tomou impulso e iniciou os movimentos de idas e vindas num ritmo mais rápido que antes.

Thomas continuava chupando o pau de Minho, com vontade e velocidade, as vezes engasgava com o pau avantajado, mas não parava de fazer aquilo. O sabor do líquido salgado que saia do pau de Minho, fazia Thomas querer chupar mais, linguar mais aquele pau grande.

Alguns minutos depois Minho gaguejou.

— Eu vou... V-Vou gozar, Thomas!

Mas Thomas querendo mostrar serviço provocou Minho e continuou chupando até quando Minho não podia mais agüentar e acabou ejaculando vários jatos fartos de esperma na boca de Thomas. Thomas sorriu safado enquanto sentindo aquele leite quente inundando a sua boca diminuiu lentamente o ritmo dos seus lábios. Minho ofegava ainda dominado pela insana sensação de prazer.

— Você engoliu? — Minho perguntou meio chocado, mas feliz. — A Hannah, nunca faz isso por mim.

Thomas não gostou de ouvir falar sobre a garota, mas não deixaria que a garota cara de verdugo estragasse aquele momento.

— H-Hm... — Thomas sussurrou.

— Agora nós vamos para aquela cama e... — Minho começou, mas Thomas colocou um dedo nos lábios do garoto o mandando fazer silêncio.

— Hmmmm, não me ache estranho, mas pra que esperar até chegar à cama? — Thomas disse baixinho.

Minho entendeu o que o garoto quis dizer e sentou no chão. Thomas sem demora foi subindo por suas pernas até sentar no colo de Minho. Thomas então levou às mãos a nuca dele e passou a deslizar aponta dos dedos sobre a pele de Minho, enquanto beijava o seu pescoço lentamente.

— Ahhhhh, que delicia! — Minho gemeu e pegou em seu membro, já estava rígido outra vez e encaixou a ponta rosada no buraco entre a bunda de Thomas.

Minho forçou, e a cabeça do seu pau entrou pelo cu apertado de Thomas. Os dois gemeram ao mesmo tempo, um gemido alto e longo, mas cada um por uma sensação diferente; Thomas por ser invadido por aquele órgão avantajado do garoto asiático e sentir que ele o abriria, e Minho por estar adentrando um buraco tão apertado e estreito, e as contrações que o garoto dava na região da bunda fazia que Minho quisesse mais daquilo, mais dele.

— Ai, devagar! — Pediu Thomas, ele abraçou Minho pelo pescoço tentando esquecer a dor forte que sentia, e encostou a sua testa na dele.

Mas Minho dominado pelo tesão que sentira ao enfiar no garoto não acatou o seu pedido e forçou ele a sentar em todo o comprimento do seu cacete de uma vez só.

Isso deu a Thomasl um gemido desesperado de dor, ele bem que tentou levantar-se, mas Minho o segurou e atacou um dos seus mamilos enquanto o abraçara fortemente pela cintura.

— Para... Por favor! — Thomas gemeu, quase chorando era impossível.

— Shh, vai passar meu amor. Eu prometo! — Minho sussurrou. — Eu te amo!

Minho então voltou a chupar um dos mamilos de Thomas.

Os gemidos do garoto aos poucos diminuíram conforme estava acostumando-se com aquele cacete grande e grosso dentro da sua entrada.

Quando Minho não ouvia mais aqueles gemidos desesperados ele começou a erguer Thomas pela cintura, de inicio bem devagar o fazendo cavalgar em seu colo, a cada vez que fazia isso os dois gemiam baixo por ainda não ter intensidade no ato. Conforme foram pegando o ritmo os gemidos também aumentaram de frequência e volume, até que Thomas que estava por cima já cavalgava apoiando as mãos nos ombros de Minho, enquanto erguia o corpo e descia até sua bunda se chocar com os grandes ovos de Minho.

Minho antes de gozar outra vez, com a sua força conseguiu levantar do chão e ficar em pé segurando o garoto no colo, caminhou até a mesa que tinha no local e fez Thomas deitar sobre ela. O garoto se ajoelhou em frente à mesa e puxou Thomas até suas nádegas ficarem de fora da mesa, assim ele as abriu e encaixou seus lábios onde começou a chupar o cuzinho claro de Thomas em movimentos rápidos e bruscos, vez ou outra ousava em penetrar toda a sua língua pelo cu do garoto. O que fazia Thomas soltar alguns gemidos baixos e manhosos. Minho não demorou muito nisso e voltou a ficar em pé, ele encaixou a cintura entre as pernas de Thomas e apoiou os tornozelos dele em seus ombros, assim encaixou o seu membro no cu do rapaz outra vez, agora com mais facilidade por estar todo lubrificado com a sua saliva.

— Ahn! — Exclamou Thomas, ele levou à mão a nuca de Minho e o puxou, assim o fazendo ficar deitado sobre ele.

Minho apoiou as mãos nos cantos da mesa e começou a ir e vir com a cintura, fazendo seu membro entrar e sair do buraquinho apertado e quente de Thomas.

— Eu te amo, garoto! — Minho disse a Thomas.

Thomas sorriu e Minho o beijou. O beijo aconteceu de modo sincronizado com o jeito que o moleque fodia o rabinho do outro.

— Eu vou gozar, porra! — Minho disse ofegando e entre gemidos. — Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Argh! — Minho gemia em uma tentativa de se conter, mas foi quando Thomas o segurou pela cintura e com uma força que não havia sentido foi puxado contra o corpo dele. Minho não pode se conter e acabou gozando dentro de Thomas — Ahhh que delícia.! Ah! — Ele manteve o ritmo rápido enquanto ejaculava e seu esperma se espalhava pelo interior do garoto a ponto de pingar no chão.

— Ah é tão quente, tão bom! — Thomas disse enquanto levou sua mão até seu membro e começou a se masturbar de uma forma rápida. Não demorou muito, Thomas estava tomado pelo tesão, então gozou um jato forte, acertando seu peito, seu rosto e seus lábios.

Quando finalmente havia acabado Minho olhou para Thomas, o garoto estava suado retribuindo o olhar. Os dois já não tinham mais fôlegos e ficaram se olhando enquanto recuperavam o ar para poder falar alguma coisa.

— Uau. — Minho foi o primeiro a quebrar o silencio, impressionado com o que havia acontecido. Minho ergueu o corpo puxando o de Thomas junto até que estivessem com os pés no chão novamente. — Uau! — Ele levou as mãos em seus cabelos úmidos pelo suor.

Thomas deu uma risada e ficou na ponta dos pés para poder mais uma vez dar um beijo em Minho.

O beijou parou com alguns selinhos das duas partes.

— Ah o que acontece agora? — Thomas perguntou.

— Como assim? — Minho perguntou.

— Como a gente fica? Nós estamos namorando? — Thomas perguntou ansioso.

Minho riu.

— Nós podemos conversar sobre isso depois? Agora eu quero aproveitar aquela cama, para dormir agarradinho a você!

Thomas o encarou e sorriu.

— Tudo bem, teremos tempo para discutir isso.

Os dois sorriram e caminharam em direção a cama.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.