Notas iniciais
Bom já começamos com o primeiro "trabalho", espero que vocês gostem do capitulo lembrando que vocês devem ficar atentos pois esse capitulo tem detalhes importantes pra história — Boa Leitura By: Mean

POV’s Nick

Estávamos na sala de reuniões, enquanto eu pegava um café Lola estava sentada marcando em uma lista as novas armas que queria e Eleanor estava sentada ouvindo Pink Floyd, estávamos um pouco distraídas quando o chefe entrou na sala:

–Senhoritas, sentem-se na mesa, hoje tenho um trabalho bem importante pra vocês. –Sentamos e ele entregou uma ficha do alvo da vez nas mãos de Lola.– Parece que o nosso cliente é um rico empresário que não foi capaz de conquistar essa garota, em uma das tentativas de fazê-la se casar com ele, ela o arranhou e fugiu, ele ficou com raiva e nos deu trabalho, pagou $950.000 para uma morte discreta silenciosa e sem culpados aparentes.

–Os milionários têm cada motivo fútil para matar hoje em dia, não? Eu disse de modo debochado Lola riu.

–Bom matar é a nossa arte, enquanto estivermos lucrando com isso tudo bem. Eleanor disse com um ar meio irônico.

–Acho que você vai gostar desse serviço Nick. Lola sorriu maliciosamente.

–Ah é e por quê?

–Porque o alvo é Samantha Smith.

–Ah sério, logo a querida atual do meu ex... Eu falo que nosso trabalho tem suas vantagens. Senhor Faster vou adorar fazer o serviço e já até sei como atraí-la.

–Do que vai precisar?

–Nada demais Faster quero fazer esse serviço do modo antigo... Com minhas próprias mãos, vou precisar do nosso hotel, um logo de uma falsa empresa de moda e talvez um cachorrinho fofo, pode deixar que eu mesma vou pro departamento de disfarce.

–Pelo jeito essa vai ser em grande estilo.

–Ah Eleanor isso já é normal.– Lola entregou a lista que tinha feito ao Faster– To saindo tenho umas coisas pra resolver

–Els passa o telefone ai, o com dispositivo de disfarce de voz.

–É pra já.

–Alô?!

Boa tarde senhorita Smith aqui Rebecca Collins, eu sou dona da Fashion Collins, é uma empresa canadense de moda.

Ah sim em que posso ajudar.

Bom nós ficamos sabendo que você tem interesse em montar uma grife usando seu nome e o nome do seu namorado que é bem famoso, eu adoraria entrar como sócia.

Ah sim entendo, mas eu preciso analisar a situação e estudar a proposta.

Não se preocupe.Me passe seu e-mail e te mandarei o contrato completo e o dia a hora e o endereço onde podemos fechar negócio.

[...]

Eu estava no quarto 23 esperando a cadela, quer dizer a puta ops... Ta vocês entenderam não consigo definir ela de outro jeito, essa garota me da nos nervos ela arrancou o meu amor de mim da maneira mais cruel, e por quê? Porque ela o ama... Só que não, ela fez isso pra se aproveitar do dinheiro dele, se ele não fosse tão cego e idiota e, além disso, ele parece um cachorrinho que faz tudo que ela manda, se afastou dos amigos da família e... E de mim. Ta já chega hoje isso acaba e eu vou poder ter o prazer de acabar com isso com minhas próprias mãos.

*barulho de campainha*

–Que comecem os jogos. Sussurrei pra mim mesma, coloquei o sorriso mais sarcástico possível no rosto e segui até a porta, meu disfarce estava ótimo, estava parecendo uma típica patricinha dos clássicos filmes de high school, caminhei devagar até a porta, meu salto era grande demais para uma ocasião diurna, mas o que não fazemos pela profissão. Abri a porta e la estava ela, conseguindo estar mais vadia do que nunca, que tipo de pessoa usa um vestido dourado pra um encontro de negócios as 16:00hrs? E se fosse um vestido normal tudo bem, mas não ela tinha que se embalar a vácuo e utilizar um cumprimento em que qualquer um pudesse localizar seu umbigo de maneira fácil e eu estava achando que a “Rebecca Collins era ridícula”.

–Boa tarde senhorita Collins eu sou...

–Eu sei quem você é, sente-se naquela mesa, mandei preparar um lanchinho para nós. Ela se sentou que ótimo não, ela vai experimentar mais uma das amadas receitas de Eleanor.

–Nossa estou morrendo de fome.

–Ah que bom você vai amar os sanduíches eles são gostosos de matar. Não se preocupem seria fácil demais envenená-la e decepcionaria minhas fiéis telespectadoras, Lola e Els estavam assistindo tudo do quarto ao lado.

–Hum que delícia– Ela colocou a mão na boca– Aí minha língua ta formigando.

–Ah querida tome um pouco do suco. É claro que teriam algumas surpresinhas ao longo do caminho, conseguia ouvir do meu pequeno fone as risadas das minhas fãs ao lado.

–Mas enfim vamos continuar, nossa esse suco só piorou, meus olhos estão lacrimejando, meus batimentos estão acelerados, o que tinha aqui?

–Coração acelerado, olhos lacrimejando, dor insuportável... Eu já vi isso em algum lugar, mas onde? Andava calma e com olhar sarcástico por envolta da mesa.

–Ligue para uma ambulância rápida eu estou...

–Não consegue mais falar? A mais que pena

–Q-quem é (ruído estranho) você?

–Ah espera lembrei-me de onde conheço esses sintomas, foi o mesmo que eu senti quando você e James me fizeram de idiota ele me largou chorando no banco da pracinha perto de casa e você foi lá aumentar o meu tormento, vejam só a raiva que sentia de vocês se converteu em um negócio lucrativo, me tornei um assassina profissional. Tirei a peruca "loira barbie" e a máscara olhei pra ela com o olhar mais penetrante e odioso possível.

–N-col..

–Sim sou eu Nicole Valentina Willians, a sonsa boboca de notas perfeitas, líder esportiva, porém desprezada por toda a escola, eu namorava o menino gordo e feio que ninguém ligava, nós éramos o casal de fracassados, mas ai James foi emagrecendo criando músculos, os pais dele ganharam uma boa grana em um sorteio, a situação foi melhorando e a capitã das lideres de torcidas ou a vagaba maior resolveu tomar ele da frágil Nicole. Ele investiu na carreira musical ficou famoso e você deu o bote final. Vadia!

–M-me des-des-culpe.

–Ah você está totalmente perdoada querida, por mim, mas se você prestou atenção na minha conversa esse é o meu emprego, não sou eu quem faço as regras queridinha, sua morte já foi paga e esse formigamento no seu corpo é só o começo.

Ela começou a resmungar e gritar corria para todos os lado tentando pedir ajuda, nada adiantaria, pois aquele hotel era todo equipado pois pertencia a empresa era uma das armadilhas mais usadas. A vadia estava estrebuchando e correndo até o momento em que perdi a paciência tirei a arma da minha coxa e dei um tiro em seu pé o que a fez parar de correr.

–Ah Samantha não torne as coisas mais difíceis, fique quietinha e espere a senhora morte chegar espero que o meu contratador Filipe fique contente com o meu trabalho, vou fazer um corte nos seu pulso– Peguei a faca da mesa e fui até ela – Assim você vai morrer de forma lenta e dolorosa e na próxima vida vai se lembrar de ser mais humilde e de nunca pisar nas pessoas. Eu fiz o corte, após sentei e assisti a morte dela até fechar os olhos, as meninas entraram no quarto quando ela deu o ultimo suspiro.

–Nossa que malvada. Lola disse rindo.

–Dou nota dez pela técnica e pela execução. Eleanor disse batendo palmas pausadas.

–Obrigada, obrigada, muito obrigada. Fiz uma reverencia.

–Já liguei para o chefe, vão vir buscá-la e fazer os procedimentos de sempre.

–Qual vai ser a desculpa Lola?

–Eles vão dar um jeito, talvez algo como intoxicação alimentar e distúrbios.

–Ótimo, tenho que ir pro recital da Victoria. Até mais garotas.

Notas finais
E ai o que acharam? Bom comentários são bem vindos, fiquem a vontade pra opinar e podem ser sinceros espero que tenham gostado. — Beijos Mean. ;)