Notas iniciais
Olá, pessoal, tudo bem? Essa é minha primeira história publicada. Antes de mais nada, quero advertir que Hentai não é o meu principal estilo, porém queria adquirir experiência nessa área. Opinem e critiquem, mas lembrem-se, construtivamente.

Olá. Meu nome é Noah Everest. Meu nome é estranho, eu sei, mas por alguma razão eu gosto dele. Sinto que não poderia ter sido melhor escolhido. Bom, indo direto ao assunto, hoje quero contar algo bastante estranho que aconteceu. Não digo que foi ruim -- pelo contrário -- mas foi abrupto, talvez rápido demais. Era manhã de Sábado, e estávamos na reunião que encerraria o dia de trabalho. -- não trabalhamos nos sábados pela tarde. --

Antes do sub tópico final, que encerraria tudo, o chefe, que se chama George... eu não lembro o sobre nome dele. Tanto faz, eu o odeio.. enfim, ele nos deu um intervalo para tomarmos água, entregarmos os relatórios pendentes. Eu queria falar com Lionel sobre alguns atrasos então fui para o elevador, que era o atalho mais rápido para seu escritório.

-Olá. — Disse eu, ao entrar no elevador e ver alguns homens de terno e gravatas. -- típicos homens que se gabam por serem de Cambridge, ou de Liverpool, e esta coisa toda.

Amaldiçoei o dia que Lionel escolheu que sua sala seria perto do terraço. Maldição, esse pessoal não tem outras coisas para fazer além de subirem e descerem os andares como Nômades?

Lembro que paramos no andar 8. Saíram do elevador os dois últimos homens e entrou uma garota. Eu não me lembrava exatamente dela, mas... ora, ela era linda! Incrível, posso resumir seu corpo como uma obra de arte, era morena, tinha longos cabelos lisos, usava uma minissaia marrom um pouco solta, adequada para o clima que fazia. Eu tentei desviar o olhar pois era um cara tímido, e fiquei com bastante medo de começar a ter um tique nervoso.

-Olá... — Disse ela, com uma voz bastante sugestiva.

Eu retribui a saudação. Fiquei com cara de pastel, mas fiz. Começamos a subir, e eu cada vez ficava mais inquieto. Sabe, não é todo dia que se depara com esse tipo de situação, com uma mulher bela como ela, jovem... eu era jovem também na época mas era magricelo, loiro, sempre com um cachimbo retrô, e aquilo nem de longe era algo charmoso.

De vez em quando ela distribuía olhares para mim, mas eu procurava não notá-los. Até que, faltando quase 4 andares para chegar ao meu destino, o elevador parou. "What a f--.." pensei na hora. "Oh, vamos, não é hora da luz faltar." Murmurei baixo o suficiente para a moça não ouvir.

Ela sorriu de forma sem graça, como se estivesse constrangida, eu fiz o mesmo, pois... oh, vamos, eu estava constrangido também. Acho que ficamos cerca de 23 minutos em um marasmo que só...

A moça que estava antes em meu lado foi até o painel, permitindo que eu ficasse em sua traseira e... oh, meu Deus, que visão! Era sob medida, nem muito grande, nem muito pequeno, empinado, redondinho.. e você sabe do que estou falando.. eu não pude conter uma leve mordida no lábio inferior, mas desfiz isto em alguns segundos. Mesmo que eu tivesse certeza que ela não me vira fazendo isto.. parecia que ela tinha visto sim. Ela olhou para trás, e eu estava olhando para meu relógio. -- tentando disfarçar.

Com passos leves, se aproximou de mim, eu estava tendo um ataque de pânico ali mesmo. -- nada muito espalhafatoso, porém.. -- ela amaciou seus quadris enquanto olhava para mim. Eu estava em um tremendo dilema: puxava assunto ou não? Era difícil para mim. Principalmente porque eu sabia puxar assunto normalmente com meus amigos homens, mas as mulheres, mesmo que não fossem tão bonitas, me causavam vergonha. Eu sentia que deveria acabar com isso.

-Eu... — Fui interrompido por um beijo instintivo dela em mim. Senti uma sensação de leveza, como se estivesse flutuando. Hesitei até o último minuto, mas aquela língua era tão convidativa, que acabei cedendo e contornando sua cintura com meus braços.

Penso que ela só dava intervalos quando queria respirar um pouco. Ela colocou a mão em meus ombros, e voltou a aqueles movimentos excitantes. Então notei que ela estava começando a se agachar. "Oh, meu Deus, será mesmo?" Pensei na hora, e era verdade.

Minha calça estava frouxa o suficiente para que ela apenas a abaixasse com um toque de leve, arrastando com inédita maciez. Meu membro pulsava bastante, então ela o apaziguou com investidas com a língua, o chupando e lambendo. Aquilo foi o paraíso. Quando eu estava prestes a liberar todo o meu resíduo oprimido, ela se afastou e subiu novamente.

Aquele decote estava me enlouquecendo, então, para aliviar-me, ela tirou seu "revestimento", deixando a amostra seu soutien. Então, ela permitiu-me que abrisse seu soutien, e foi totalmente excitante ver aquele monumento balançando. Contornei sua cintura agora completamente despojada de roupas, e comecei a dar mordiscadas leves em seus seios. Ela gemeu e eu fiquei um pouco assustado, pois já era um pouco tímido e não queria que ela se sentisse desconfortável. Ela acenou positivamente com a cabeça e eu voltei a beijar e chupar aquela obra-prima. Ela estava gemendo de uma forma tão suave que eu me senti com liberdade para enfiar minha mão em seus quadris, e retirar de leve sua minissaia com movimentos para fora e para baixo. Apertei seu bumbum e amaciei suas coxas. Retirei por fim sua calcinha e sorri prazerosamente ao longo que explorava aquela região.

Então eu decidi que não iria mais aguentar aquela tortura. Segurei suavemente sua cintura e a virei-a de costas, ela entendeu o que queria e ficou de quatro. Eu estava receoso e hesitante.

-P-posso? — Perguntei, com minha voz já rouca.

-Coma-me! — Ela respondeu. Aquilo foi tão estranho e ao mesmo tempo sensual que não pude conter-me e, com ela abrindo as pernas, coloquei meu membro dentro daquele buraco que parecia estar dizendo "Noah, venha! Venha para dentro!" Isto é bastante engraçado, mas é verdade. Eu em alguns segundos estava penetrando aquela incrível mulher. Algo dentro de mim dizia "Faça dessa experiência única." Pois eu sabia que provavelmente nunca mais veria ela, então comecei a rebolar meu quadril para frente e para trás, para frente e para trás. A visão da moça morena, bonita, gemendo para mim e completamente nua, me excitou mais ainda.

E depois de 40 segundos naquele vai e vem que nos deixou completamente a mercê do que viria a seguir, e, com meu pênis como uma bomba a ponto de se auto-destruir eu... bom, eu poderia ter tirado, mas sentia que depois seria difícil limpar e bom, seria vergonhoso. Enfim, eu gozei quase como quando você sacode demais uma garrafa de água e quando abre ela salta pra todo lado. Felizmente, ela gozou ao mesmo tempo que eu, então foi extraordinário aquilo. Eu retirei o membro dali e subi as calças, ela se vestiu novamente -- um pouco antes da energia voltar. -- e me beijou, quase tão calorosamente quando antes. Quando a porta estava prestes a abrir, ela pegou suas coisas e saiu do elevador, eu também saí e fui surpreendido por Alan, o técnico.

-Mr. Everest, eu sinto muito. Descobrimos que o interruptor estava com problemas. Eu devo adivinhar o quão bravo o senhor ficou lá, mas eu asseguro que iremos tomar mais cuidado na próxima.

-Alan.. — Eu coloquei uma mão em seu ombro. — Muito obrigado! — Eu o abracei e fui para a sala de Lionel. Lembro de ter olhado para trás e ver Alan confuso, coçando a cabeça.

Até hoje, não sei quem era aquela moça esplêndida, gostaria de tê-la conhecido melhor...

Notas finais
Falou pessoal, espero que tenham gostado dessa curta historinha. >_
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!