Notas iniciais
"Nossa, Bruna, q demora pra postar" "Credo, parece até q desistiu da história" "Ué, ainda está viva?! Pensei q tinha morrido" Sim meus caros leitores, eu estou de volta!!! Eu sei q fiquei 3 meses sem postar e sei q mtos acharam q eu havia desistido da fic. Maaaas aq estou eu de novo e de preferencia é bom q ninguem tente me matar

Voltamos à ilha pela manhã do dia seguinte, já que Asty estava muito abalada e não queria que ninguem a visse daquela maneira.

Ao chegarmos, notamos que que todos já se preparavam para receber os gregos. Pelo que me avisaram, eles chegariam amanhã ao entardecer, então tudo deveria estar perfeitamente organizado.

Minha mãe disse que eu poderia tirar o dia de folga para ficar com Astrid, mas ambos negamos, alegando que como líder eu deveria cumprir com minhas responsabilidades. Pedi também a minha namorada para que não ajudasse , ela concordou e ficou apenas me observando enquanto eu trabalhava.

A noite nos assentamos na varanda de casa e ficamos conversando enquanto ela fazia e desfazia várias trancinhas em meus cabelos. Ela me contou sobre as histórias do reino, os bailes, as comemorações e sobre sua infância no castelo. Dise que apesar de pequena, se lembrava demuitos detalhes do reino, e alegou até ter uma melhor amiga, que por uma grande coicoincidência era sua prima e se tratava da capitã Helena.

Levei Astrid até sua casa, voltei a minha e fui dormir.

***

Já eram 16:27 da tarde e todos já esperavamos ansiosamente pela chegada de nossos aliados, quando avistamos no horizonte um navio grande vindo em nossa direção, e atrás dela... mais dois?! Ok, a capitã Helena disse "pequeno exército". Qual é a definição de "pequeno" para os gregos?

Em alguns minutos os navios atracaram no cais, e de um deles saiu uma mulher com armadura completa e uma espada embanhada na cintura . Ela retirou seu elmo da cabeça revelando cabelos negros como a noite que pouco pasaavam dos ombros e grandes olhos azuis cinzentos.

Ela se aproximou e fez uma pequena reverencia.

— Prazer, chefe dos Holigans. Sou Helena Ruffino, capitã do exército de Cretória.

Ela parou a um metro de distância de frente para mim, e pude perceber que ela era uns 5cm mais alta que eu.

Oh vida.

— Prazer, capitã. Poderia me esclarecer uma pequena dúvida? — perguntei.

— Claro.

— Como sabia que, em meio a todos esses vikings fortes e robustos, eu viria a ser o líder?

— Sem querer ofender, mas... fontes me informaram — ela me olhou de alto a baixo — que o líder era perneta, magricela e que gesticulava como se sua vida dependesse disso.

Astrid que estava ao meu lado, abafouuma gargalhada, assim como todos a minha volta, até meus próprios homens. Que cretoriana mais desaforada!

De repente ela parou e semiserrou os olhos, encarando Asty de maneira que eu diria assustadora.

— Perdão, mas seu rosto é muito familiar! Tenho certeza de que nos conhecemos de algum lugar. Qual é mesmo seu nome?

A loira prendeu a respiração . Ela olhava de um lado para o outro esperando uma respostasurgir do além. De preferencia algo que não fosse "Ah, olá, sou Astrid Hofferson, a herdeira do trono de Cretória que vocês procuram a 15 anos, que tem um tio que quer me matar e que esteve escondida durante todo tempo em um conjunto de rochas e gelo que todos tem coragem de chamar de ilha, como vai você?

Percebi seu desespero e decidi mudar estrategicamente de assunto.

— Deixemos as apresentações para mais tarde, capitã. O que achade conhecer a ilha?

— É... pode ser. — disse Helena arqueando uma sobrancelha com uma expressão mais que desconfiada — Oh, droga! Senhor Soluço, temo que irá ficar apeencivo com a notícia que irei lhe dar mas, é que além do meu exército, tem também... — no mesmo instante, um homem de mais ou menos minha idade , mas muiro mais alto e musculoso que eu desceu de um dos navios e fez uma reverencia ao chegar até nós.

— Prazer, senhor Strondus. Sou Alexander Theodoro, capitão do exército de Roma.

Roma?! Espera um pouco, eu posso até ser meio lerdo, mas até onde eu sei Grécia e Roma são tipo, inimigos mortais.

— Sim, senhor Soluço. Roma e Grécia são inimigos irrelevantes, mas mas o caso é de precisão. Os Bersekers invadiram a cidade de Roma e agora os romanos querem vingança. E como em meu exército poucos quiseram entrar nessa missão siucida, eu resolvi que a única escolha seria nos aliar a ele

Esclareceu ela e eu me perguntei intrigadamente se ela não teria o poder de ler mentes.

— Mas que fique bem claro que é SÓ até essa guerra acabar. — completou ela lançando um olhar nada amigável para Alexander.

— Ahm, poderiam me apresentar os seus homens pra, sabe, ajudar na identificão. — pedi tentando quebrar o clima tenso que se instalou naquela ocasião.

— Ah, claro. Exército, se apresentar! — a moça apresentou a tropa que se consistia em 10 homens e mulheres contandl com a própria capitã, aparentemente todos com idades entre 17 e 25 anos.

Já o exército romano era mais que o dobro. Exatamente 25 soldados na lista, todos com expressões frias e secas.

— Bem — eu me pronunciei — , queiram me seguir que eu lhes mostrarei a ilha.

Mostrei cada milímetro de Berk para nossos hospedes, nossos comércios, os habitantes e é claro, os alojamentos. Eles seriam improvisados: as moças de Cretória dormiriam na casa de Astrid, já que ela morava sozinh em uma casa gigantesca. Os rapazes cretorianos ficariam em minha casa, ja que eu também morro sozinho, pois deixei minha antiga casa para minha mãe — não conseguiria ficar naquela casa um dia sequer sem pensar em meu pai. Por fim, improvisamos barracas bem confortaveis para abrigar os rimanos em sua estadia.

Mas o momento que eu temia o dia todo chegou, eu teria que alresentar a academia e consequentemente , a capitã Hofferson.

— E essa, meus amigos, é a nossa arena, mais conhecida como academia de dragões — alguns dos nossos aliados ficaram apreensivos, afinal, os dragões eram mais comuns no norte — Não precisam ficar apreensivos, os dragões eram nossos piores inimigos a alguns anos atrás, mas depois de alguns acontecimentos eles meio que viraram mossos melhores amigos . E poderão ser imensamente úteis nessa guerra. Mas voltando ao doco inicial, antes de me tornar líder , eu é quem comandava a academia, treinava os dragões e novos pilotos, mas com a liderança e todas as responsabilidades, tive que repassar o comando para a capitã do exército de Berk, maior guerreira que essa ilha já teve teve o privilégio de ver, e minha namorada.

Asty que se manteve o tempo todo ao meu lado sem dizer uma palavra, deu dois passos a frente e se pronunciou:

— Olá, meu nome é... Astrid Hofferson.

Notas finais
"Sua inútil! Nem pra terrminar um cap decentemente! Se quer torturar pq não fala mal do Cellbit de uma vez!" Fazer oq meus amores, essa é uma das funções de um escritor! Hehe