In The Dark

27 Capítulo 27


Notas iniciais
Olá! Fiquei quase vinte minutos tentando descobrir onde clicava para postar um novo capitulo =s O site tá ficando cada vez mais complicado... Enfim, vamos ao capitulo de hoje.

Eu não queria passar nem mais um minuto em frente a casa daqueles que um dia disseram ser meus pais. Caminhei juntamente a minha namorada e meus amigos em direção a casa de abuela, ela sim era minha família.

Apesar dos últimos acontecimentos eu estava me sentindo bem, ainda existiam coisas a serem acertadas, mas eu estava com a certeza de que tudo correria em ordem... Ou pelo menos eu esperava que assim fosse.

Eu caminhava entre Brittany e Rachel, parecia que a baixinha não queria mais sair de perto de mim e eu ainda sentia que precisava sentar e conversar com ela sobre tudo... Se para mim tudo foi uma confusão, para não ela deve ter sido muito diferente...

Quinn mandou mensagem para o Puck e ele nos encontrou no meio do caminho. Meu amigo pirou ao saber de tudo e reclamou o restante do caminho por ter sido o ultimo, a saber... Chegamos em casa e encontramos abuela sentada no sofá da sala assistindo TV. Ela sorriu ao ver o bando de adolescentes invadir sua casa... Dona Alma adorava ver a casa cheia.

- Dios! Isso é uma invasão? – ela sorriu tranquila.

- Quase abuela... – eu sorri de volta e me sentei ao seu lado – Eu quero te apresentar uma pessoa...

- Mais? Daqui a pouco seus amigos não irão caber mais aqui em casa. – ela brincou.

- Nem são tantos assim... – eu olhei para todos eles – Mas são os melhores... Fizeram um coro de “Awnn” que me fez sorrir. Meus amigos eram um bando de idiotas que sempre me faziam rir quando eu mais precisava, eles faziam eu me sentir segura...

- Vem aqui baixinha. – chamei Rachel e ela se aproximou – Abuela, essa é a Rachel...

- Mas essa eu já conheço...

- A senhora conheceu a Rachel minha amiga, mas essa é a Rachel minha irmã... – os olhos de abuela se arregalaram.

- Isso quer dizer que... – eu a cortei.

- Sim, eu descobri que um dos pais da Rachel é meu pai biológico, mais especificamente, o Hiram... A senhora sabia disso não é mesmo? – eu sabia qual era a resposta, mas no fundo isso realmente não importava.

- Não fica magoada comigo hija, mas eu não queria me meter nessa história... Eu nunca concordei com isso de te esconderem essa historia, mas eu também não queria te fazer sofrer mais.

- Eu entendo, mas está tudo bem. – eu sorri e percebi que ela ficou aliviada – Olha só, apesar de tudo eu acabei ganhando uma irmã baixinha e tagarela.

- Santana! – Rachel me deu um leve tapa no braço.

- E eu estou mentindo? – olhei diretamente para Quinn que olhou para o lado e disfarçou.

- O que? – Quinn disfarçou o sorriso – Minha namorada é perfeita.

- Tão batida... – eu sorri – Você está domada, Fabray.

- Olha só quem fala... – ela respondeu enquanto puxava a Rachel para perto.

- Parem você duas. – Brittany sentou ao meu lado no sofá – Todo mundo sabe que nós somos quentes, ao contrario de vocês duas. – ela apontou para Rachel e Quinn e eu soltei uma gargalhada.

- Às vezes eu me sinto um peixe fora d’água com vocês... – Sam que até então só observava resolveu falar – É muita mulher junto...

- Bem vindo ao clube, cara. – Puck resmungou.

- Parem de reclamar... Namorem um com o outro e sejam felizes. – Rachel brincou e os dois se entreolharam.

- Você até que é bonitinho, mas é muito branco... Precisa tomar um pouco de sol... – Puck estava sério e Sam começou a se assustar – Quer saber? Acho que posso te dar uma chance.

- O que?!? – Sam praticamente gritou e todos nós caímos na risada – E-Eu não gosto disso não...

- Relaxa branquelo... O Puck só está brincando... Eu acho. – falei entre risos.

- Nunca mais brinquem com uma coisa dessas... – ele respirou aliviado.

- Dios! Minha vida ficou tão mais animada desde que minha San veio morar comigo e vocês começaram a frequentar a casa... – abuela falava tentando recuperar a falta de fôlego devido às risadas – Mas agora vou lá na cozinha fazer um lanche para nós.

- Melhor avó do mundo. – Puck deu um beijo na bochecha da abuela.

- Interesseiro. – eu cantarolei.

- Calunia. – ele respondeu sorrindo.

E foi enquanto o clima estava leve e bom que eu resolvi chamar Rachel para conversar. Eu precisava saber se estava tudo realmente bem. Fomos até o meu quarto e sentamos na cama, uma de frente para a outra.

- E então... Você sabe por que te chamei para conversar, certo?

- Você quer saber se eu estou ok com essa novidade de sermos irmãs... – ela suspirou.

- E está?

- Eu não vou negar que me assustei muito no começo, mas eu sempre me senti muito sozinha e agora eu tenho uma irmã – ela deu de ombros – Isso pode ser bom... Mesmo que sempre me provoque, eu sei que você gosta um pouco de mim...

- E quem disse que eu gosto um pouco de você? – eu perguntei séria e ela me olhou um pouco assustada – Eu estou brincando Rach... O que quero dizer é que não gosto um pouco de você... Eu gosto muito.

- Sério? – ela deu um de seus imensos sorrisos e eu concordei com um aceno de cabeça – Isso é bom porque eu também gosto muito de você.

- Eu sei... Eu sou irresistível. – eu brinquei e logo em seguida a puxei para um abraço.

- Você sabe que ainda precisa conversar com o nosso pai, certo?

- Eu sei, mas vamos com calma...

Notas finais
E então?