Notas iniciais
Meus pequenos pôneis, por favor, não me matem. Eu não tive muito tempo para escrever essa semana. Estava lotada de atividades e trabalhos escolares. Mas então aqui vai o capítulo . Espero que gostem

Won't you come and put it down on me

Oh right here, cause I need

Little love and little sympathy

Yeah you show me good loving

Make it alright

Need a little a sweetness in my life

– Sugar, Maroon 5

#San Francisco, Califórnia.

– Se continuar assim vai cavar um buraco que vai te levar a China._ Santana zoou a amiga que andava de um lado para o outro a espera de sua acompanhante.

Em um vestido verde escuro Quinn Fabray estava ansiosa e com um pouco, digo muito, medo por ser seu primeiro encontro em muito tempo.

A amiga morena lhe puxou para sentar-se, mas levantou em um pulo quando escutou a campainha soar.

– Ai Deus! Ela chegou.

– Ela chegou e eu vou indo. Não estou com vontade de segurar vela. E vai atender a porta ou ela vai achar que você morreu._ A morena beijou a bochecha da outra e saiu pela porta dos fundos da cozinha.

Quando Quinn se encontrou sozinha, correu ate a porta e ao abrir ficou encantada. Kitty estava linda em um vestido branco, essa loira segurava uma rosa lilás, mas logo a entregou a outra garota, e Quinn, por ser uma ótima estudante, sabia que essa rosa significava amor á primeira vista.

– Boa noite, desculpe a demora, espero que não tenha esperado por muito tempo._ Abriu mais a porta para que sua acompanhante da noite entrar.

– Ótima noite. Não me incomodaria esperar por anos em sua porta para ver uma garota linda como você._ O rosto de Quinn adquiriu a uma coloração avermelhada.

– Obrigada. Você também esta linda._ Alguns segundos de silêncio._ Vou por a rosa na água para que possamos ir. Espere um minuto, por favor. Sinta-se a vontade.

Na cozinha Quinn pegou um copo grande de vidro e encheu a metade com água depositando a rosa dele, pôs o mesmo em cima do balcão de mármore e voltou para a sala onde encontrou Kitty com um porta-retratos na mão.

– Você era adorável quando criança. — Falou a menor sem tirar o olhar da imagem.

– Que dizer que não sou mais? _ A loira maior fez um bico muito fofo e meio de uma risadinha.

– Não foi isso que eu quis dizer. Você ainda continua perfeita.

– Brigada.

– Essa é sua irmã?_ Perguntou a mais baixa agora olhando para outra imagem, mas dessa vez Fannie estava presente nela.

– Uhum. Moro aqui com ela.

– Mas e seus pais?_ O sorriso de Quinn diminuiu um pouco e ela teve uma vontade de ligar para Rachel.

– Podemos não falar sobre esse assunto?_ Kitty assentiu e devolveu o porta-retratos ao seu devido lugar.

– Vamos?

– O que estamos esperando?

Caminharam até o carro, onde Kitty cavalheiramente abriu a porta do passageiro para Quinn. A menor levara outra loira para um restaurante italiano muito conhecido na cidade. O mesmo prosseguiu com varias conversas e risadas por parte da loira, uma pequena discursão ocorreu para resolver que pagaria a conta, mas acabaram dividindo a despesa.

Quinn agradeceu mentalmente varias vezes por Kitty não retornar ao assunto de sua família, por incrível que pareça a loira só conseguia falar sobre isso com uma morena que infelizmente morava em outro estado.

#Lima, Ohio

A morena chegou à escola acompanhada de Brittany. A loira prometera pega-la todo dia em casa para irem juntas. A de olhos claros se tornara cada vez mais presente na vida de Rachel, o que lhe fazia muito bem, pois estava se sentindo mais livre. Tendo alguém para conversar não se sentia presa a si mesma e sua vida sem graça.

Após as duas descerem do carro e partirem para a entrada da escola onde entraram rindo de alguma piada que Brittany teria contando todos que estavam presente pararam para olhar.

Era simplesmente impossível que uma das garotas mais populares e bonitas de toda a cidade estivesse falando com a manhands. Alguns olhavam incrédulos, outros imaginavam qual a pegadinha que a olhos azuis planejava para torturar mais ainda a vida da outra.

Brittany avistou Karofsky caminhado em sua direção com um copo de slushie na mão. Tinha certeza quem seria seu alvo, mas daria tudo para que não torturassem mais a pequena.

– Me do ás horas?_ Estendeu sua mão para tomar o copo do enorme garoto quando notou que o mesmo estava mais perto.

– Claro._ O garoto estregou o copo para a loira. Rachel estremeceu, Brittany havia sido tão legal com ela nesses últimos dias. Isso era a prova que nunca poderia confiar em ninguém. Fechou os olhos e esperou o líquido gelado ser despejado nela, mas isso não aconteceu. Ouviu risadas e quando abriu os olhos viu o jogador alto todo encharcado com a raspadinha. Arrependeu-se de não ter confiado o suficiente na amizade da loira.

– O que você fez sua estúpida._ Perguntou o jogador irritado com todos os flashs de celulares e risadas da maioria dos alunos em sua direção.

– O que alguém já devia ter feito há muito tempo. Não se atreva a jogar, nunca mais, uma raspadinha em Rachel ou em qualquer outro aluno dessa escola. Ou você vai conhecer um lado meu que desejaria nunca ter visto. Vem Rach, vamos sair daqui._ Brittany segurou a mão da morena e a levou para o auditório. Seu lugar favorito na escola. Sentaram no palco e houve alguns minutos em silêncio.

– Obrigada. Obrigada por ser minha amiga, por me defender na frente de toda escola. Mas não precisava ter feito isso por mim._ Uma lágrima seguida de outras escorreu pelo rosto da de olhos castanhos.

– Por favor, não chore. Você tem que manter a cabeça erguida. Eu sou sua amiga agora, e prometo que não vou deixar nada de ruim te acontecer._ Rachel se jogou dos braços da loira, era disso que precisava no momento. Um abraço de um amigo.

– Mas é se te expulsarem das cheerios? Podem começar a te maltratar também e eu nunca me perdoaria por isso.

– Elas não vão me tirar._ Respondeu confiante.

– Como pode ter tanta certeza?

– Eu sou a capitã e faço toda a coreografia. Se me tirarem estariam em sérios problemas._ A garota jogou os ombros para trás. Talvez Brittany não fosse tão lerda como imaginavam.

Notas finais
Então... Vou tentar o próximo o mais rápido que puder.