Impuro

1 Capítulo 1


Notas iniciais
EAIII GALERA o/
Olá pessoas >.<
Então... faz temo que eu não escrevo um lemon, né? E resolvi quebrar o jejum justo com o meu otp do qual eu tenho muita dificuldade em escrever lemons. Mas eu acho que até que ficou bom :3
Essa one é inteiramente dedicada a minha amada e alma gêmea, uke minha na próxima vida Lumi ♥
E quando eu digo inteiramente, é inteiramente, totalmente, mesmo.
Lu anda me traindo por ai U_U amando a outra escritora que escreve umas ooc de sebasciel -divinas cof cof- então eu disse para mim mesma, vou copiar na cara dura o modo de escrita dessa fulana. Por isso que o modo de escrita utilizado nessa one é tão diferente das outras que possuo destes dois.
E só pra avisar é OOC que estranhamente não tem como gênero para marcarmos.
E É SHOTACON, NÃO GOSTA? CAI FORA!
Bom chega de papo, boa leitura.

O dono da mais movimentada e luxuosa boate de Londres chegava a portaria, vestido como se fosse a uma importante reunião de negócios, terno e gravata, sem paletó, mas com um colete roxo deixando a mostra as mangas da camisa social branca, com uma cara amarrada e expressão de poucos amigos, que fazia quem estivesse no seu caminho desviar.

-Oi benzinho. -o belo jovem que tinha sua entrada barrada pelos seguranças falou.

-O que você faz aqui? -perguntou já puxando o menino pra dentro pelo braço. -Eu já não te disse para não vir mais aqui?

-Deixou isso bem claroquando proibiu a minha entrada, mas amor, se não for aqui eu irei para outro lugar. -o sorriso do menor fazia Sebastian trincar os dentes de raiva. O maior olhou o garoto da cabeça aos pés, o jovem vestia uma calça jeans escura que acabava um pouco antes dos tornozelos, tão apertada que ele julgava ser impossível de se respirar, rasgada de um dos lados no joelho e no outro lado na coxa, uma regata branca levemente transparente, certamente aquela vestimenta e aquele garoto impuro lhe trariam problemas. -Vá para casa! -gritou no ouvido do pequeno para que sua voz fosse ouvida em meio a música alta, enquanto Ciel já acenava alegre para um e outro conhecido.

Ciel colocou as mãos na cintura do maior aproximando e chocando seus quadris, provocando a besta interior que sabia existir em seu urso.

-Hoje é sexta e eu quero me divertir! -a fala foi séria e Sebastian engoliu em seco. Sabia bem que quando aquele garoto queria, ele queria e ponto final.

-Está bem! Mas ficarei de olho. -as grandes mãos já apertavam as nádegas do outro. Ciel rapidamente se soltou sorrindo.

-Como desejar meu Senhor. -e já se afastava, quando Sebastian em um movimento rápido o puxou pelo braço, os aproximando novamente.

-Seja educado, pelo menos... -as mãos grandes voltaram para a cintura.

-Ah... -Ciel colocou os braços nos ombros de Sebastian o abraçando e ficando na ponta dos pés, já que a diferença de altura entre eles era gritante. -Você só quer um pouquinho de atenção, não é? -e antes que Sebastian o respondesse teve a boca invadida pela língua atrevida do jovem, o gosto do menor entrando em seu paladar Sebastian gemeu e se agarrou a aquela criatura que tirava seu sono, mas tão logo o beijo começou ele se desfez e Ciel já saia remexendo os quadris por meio da multidão, sendo alvo de muitos olhares.

Sebastian bufou de raiva e fez sinal para um dos seguranças se aproximar. -Quero que fique de olho nele. E me chame, qualquer coisa estarei no escritório. -e se foi para tratar de seus negócios.

Sebastian era um empresário de trinta e nove anos de idade, e apesar da idade já avançada ainda era um homem muito bonito, na verdade, bonito era eufemismo, Sebastian era alto e o tinha o corpo levemente definido, malhava só o suficiente para se manter saudável,era o dono da maioria dos sonhos molhados dos jovens ali presentes. Era o dono de vários estabelecimentos, mas, sem dúvida, o seu mais rentável negócio era a boate From Hell onde ele passava a maior parte da vida e foi em uma das muitas noites que ficava no local para trabalhar que conheceu Ciel Phantomihve um jovem de recém-completados dezessete anos, que entrará no lugar portando uma identidade falsa. O garoto foi levado pelo segurança até o escritório do chefe porque este queria saber por meio de quem aqueles moleques conseguiam as identidades, já que muitos estavam a burlar a segurança.

E foi nesse momento que o homem concentrado e sempre muito dono de suas ações perdeu todo o controle sobre a sua vida. Se lembrava agora sentado em sua cadeira confortável e giratória de como em questão de minutos passará de um adulto que queria arrancar umas verdades de um moleque a um pedófilo descarado.

Na mesma noite em que Sebastian conheceu Ciel estes tiveram um sexo bem sujo na mesa do escritório e como o ato não bastou para matar a vontade que um tinha do outro foram para a casa de Sebastian e lá Ciel passou o final de semana inteiro... Sumindo na segunda de manhã, voltando somente na sexta seguinte a noite... E novamente desaparecendo da vida de Sebastian na segunda.

E assim era a relação dos dois. Ciel se dizia namorado de Sebastian, sabia onde este morava, trabalhava e em certa ocasião conheceu até a mãe do mais velho. Mas Sebastian nada sabia sobre o outro, a não ser o fato de que ele sempre reaparecia na sexta e que tinha uma boca que o enlouquecia.

O garoto dançava no meio de outros, deixando que mãos estranhas tocassem seu corpo, Ciel não ligava, os olhos fechados ele só queria sentir a música. As próprias mãos branquinhas e pequenas passavam pelo peito, desciam pela cintura parando no quadril e descendo por entre as coxas em uma dança sensual e enlouquecedora, o traseiro que apesar de não ser grande era redondo e gracioso dando a impressão de ser macio ao toque se remexendo de forma lenta e torturante.

-Vem comigo delícia? -uma voz masculina soou próximo ao seu ouvido e Ciel só balançou em negativa a cabeça.

Os fios pretos, com mexas finas descoloridas pintadas de azul, a pele extremamente perfeita e clarinha brilhando com o suor, os olhos, olhos grandes e expressivos de cílios longos e extremamente pretos, azuis como o céu em um dia de sol, faziam qualquer um perder o controle, e era esse o motivo que fazia Sebastian não o querer ali. Segundo o mais velho, Ciel chamava muita atenção.

-Vem eu sei que você quer. -disse agarrando o menino por trás, roçando propositalmente a intimidade contra as nádegas pressas no jeans apertado.

-Não! -as mãos tentaram afastar o outro.

-Sem não, bonitinho. -o braço o circulou pela cintura.

E antes que Ciel tivesse qualquer reação uma confusão já estava montada. Um armário contratado como segurança do local já arrastava o abusado para longe enquanto um furioso Sebastian o arrastava para o escritório. Berrando coisas desconexas e empurrando todos a sua frente.

Quando entrou no escritório Sebastian jogou Ciel no pequeno sofá que ali tinha e começou a lhe dar um caloroso sermão.

Dizendo que era disso que ele falará, de caras inconvenientes que forçavam a barra. Que Ciel não deveria se portar daquela forma, dançar daquele jeito, se vestir daquele modo. E Ciel apenas sorria, as mãos cruzadas sobre o colo e as pernas esticadas.

-Se não transássemos, poderiam até achar que você é meu pai. -o menino falou em um tom divertido.

-Ah cale-se! -Sebastian berrou alto fazendo o menor arregalar os olhos em uma falsa surpresa. O mais velho foi para a sua cadeira, atrás da mesa, se sentando lá.

-Eu não sei mais o que devo fazer com você garoto? Sempre que vem pra cá arruma confusão. -as mãos no próprio cabelo o puxando fracamente em desespero.

-Eu acho que você anda trabalhando demais amor... -o menor se levantou indo até o outro girando a cadeira para o lado e se sentando no colo de Sebastian. -Deixa eu te desestressar... -os braços finos envolvendo o pescoço de Sebastian os lábios encontrando a orelha deste e a mordendo, as ancas se remexendo de um modo impuro e delicioso. E de repente Sebastian não se lembrava de o porque de estar bravo com aquela doce criatura.

-Hum... -gemeu arrastado quando sentiu o volume em sua calça se chocar contra o vão das coxas firmes do pequeno. -Aqui n-não bebê.

-Não seja um velho chato... -Ciel se afastou retirando a própria camiseta a jogando longe. -E me fode gostoso... -os olhos de Sebastian faiscaram de desejo, olhando com adoração a joia delicada encravada na carne rosada do mamilo, aquele era um adereço novo e percebendo o olhar desejoso que lhe queimava a pele Ciel sorriu lascivo e se enroscou no peito do outro fazendo manha. -Seu lindo namorado está carente.

Sebastian soltou uma baixa risada enquanto seus dedos já se ocupavam em descobrir o frio do metal na pele quente. Apertou e torceu um pouco fazendo Ciel gemer manhoso.

-Você tem mesmo que usar esse vocabulário sujo?

-Você prefere o que? Que eu use a minha boca suja? -perguntou.

Sebastian bruscamente empurrou Ciel pelos ombros o menor caindo de bunda no chão as pernas abertas e rindo como o pequeno louco que era e rapidamente Sebastian se livrava do cinto o deixando em cima da mesa e abrindo com presa a calça. Ciel já se encontrava ajoelhado as mãos foram em direção as coxas do outro as arranhando e beijando a pele do moreno tendo um Sebastian completamente entregue, Ciel tinha a consciência de que tinha o poder para manipular o outro e a maior demonstração disto era fazer com que Sebastian acreditasse que era ele quem detinha o poder. Deixar o maior agarrar seus cabelos e o levar praticamente a força para sua intimidade, fazendo com que Ciel se ensanguasse com o tamanho, era esse tipo de ação que deixava Sebastian acreditando que era ele quem comandava a relação de ambos, em instantes Ciel já tinha lágrima nos cantos dos olhos a boca sendo severamente invadida pelo membro duro de Sebastian que mantinha a sua cabeça jogada pra trás não se importando com os sons que saiam de sua boca.

-Ah Ciel! -o homem gemia chamando o nome do jovem afundando a cabeça deste contra a sua intimidade.

O menor o enlouquecia de uma tal maneira que era como se Sebastian desconhecesse a si próprio quando estava com o outro. Não era do tipo de Sebastian ser o amante devotado, enciumado, possessivo. Mas com aquela criança abusada que aparecia e desaparecia constantemente em sua vida Sebastian era tudo aquilo.

Era devoto de Ciel, o adorava de todas as formas, o corpo jovem e lascivo do menor era seu templo onde Sebastian precisava estar para assim encontrar a sua paz interior. E paz interior era o que menos tinha Sebastian com Ciel em sua vida, antes os amantes que frequentavam sua cama eram apenas amigos com benefícios, por quem o empresário nada sentia, além de tesão e as vezes um pouco de carinho, ciúmes nunca, ciúmes era algo que Sebastian praticamente desconhecia, mas em relação ao jovem de cabelos coloridos Sebastian tinha crises de ciúmes monumentais, uma de suas ações ditadas pelo sentimento exacerbado de posse era a proibição de Ciel no estabelecimento.

Na semana anterior Ciel tinha proporcionado aos clientes do local um espetáculo e tanto, dançando como se fosse o demônio da luxúria, envolvido pelo álcool o jovem subiu em cima de umas das mesas e começou a retirar o colete e quando se preparava para tirar a camiseta e fazer a alegria da plateia em sua grande maioria masculina que o observava com desejo, teve o corpo severamente puxado por um Sebastian enfurecido, bufando de raiva que o esbofeteou na frente de todos, mas que chorou e implorou entre quatro paredes para que o menino não fizesse aquilo com consigo não o testasse daquele modo.

O sentimento de posse era arrebatador, Sebastian queria manter engaiolado o menino, mas aquele pequeno pássaro sempre batia a as asas e voava para longe.

-Chega! -Sebastian falou afoito puxando o cabelo de Ciel e o afastando de sua intimidade, estava próximo e não queria o fim, não daquele modo.

Sorrindo sacana Ciel se levantou limpando a saliva da boca com as costas da mão, tirando com auxílio dos pés o tênis surrado os jogando longe.

-Tem medo de não conseguir levantar depois, é? -riu abrindo o botão da calça.

-Não me provoque moleque! -o maior rosnou puxando Ciel pelo cós da calça, abaixando com ferocidade ambas as peças do jovem, a calça e a boxer branca. Virando Ciel e o deitando com o peito colado na mesa tendo as ancas brancas na frente do seu rosto.

-Tão velho... -Ciel zombou se remexendo para fazer a roupa descer mais e assim se livrar delas com a ajuda dos pés. -Tão velho, que nem ao menos se levanta para me foder. -riu ao terminar de falar mais pelo tapa forte que levou na nádega do que pela zombaria.

-Não preciso estar de pé para te foder. -e Sebastian deu ênfase na palavra “foder” a qual Ciel fazia tanto uso. -Na verdade eu não preciso de mais do que um dedo para te fazer gemer. -molhado de saliva o dedo de Sebastian se enterrou na cavidade, fazendo o menor gemer baixinho o nome do outro. Sebastian usava um dígito, depois dois, as vezes os abria dentro de Ciel, as vezes o retirava por completo e o penetrava com a língua o que ocasionava em uma deliciosa sinfonia de gemidos, adicionou finalmente o terceiro dedo ouvindo Ciel bater com a cabeça no tampo da mesa e foi a sua vez de sorrir. Aquele pequeno sempre ia, mas voltava e era o que importava.

-Porra! -Ciel exclamou mordendo os lábios e se jogando contra os dedos do outro levando a mão ao membro se masturbando.

-Você pode ser fodido por outros, mas acaba voltando pra mim pra ser bem fodido, não é? -não era da natureza de Sebastian falar daquele modo, mas era como se com Ciel, Sebastian se esquecesse de seus já quase quarenta anos de vida, de todos os seus estudos e sua única meta de vida fosse satisfazer as necessidades daquele corpo luxurioso.

Sebastian torceu o pulso enfiando fundo os três dedos no canal apertado e Ciel grunhiu. -Responda moleque!

-Ah a m-maldita experiência. -gemendo Ciel respondeu.

-É isso que você acha? Que é o fato de eu ter o dobro da sua idade que te faz gemer e tremer desse jeito, ansiando por mais e mais. -beijou a nádega clarinha. Não que Sebastian estivesse reclamando.

Sebastian continuou forçando os dedos contra o orifício do outro até o julgar pronto. Se recostou na cadeira abandonando as ancas do menor que com um muxoxo de desgosto se virou para o outro com uma expressão confusa.

-Eu estava quase lá. -reclamou se virando de frente para Sebastian o membro teso e rosado gotejando parcamente, aquela pele macia que parecia ser feita de leite, aquelas coxas roliças, aquela cintura delicada e a pequena porção de pelinhos negros reunidos em torno a intimidade, faziam com que Sebastian praticamente salivasse

-Vem minha criança, senta aqui. -pediu Sebastian virando Ciel de costas para si e o forçando contra a sua ereção.

-N-Não sou uma c-criança... -de modo manhoso Ciel retorquiu sentindo o membro de Sebastian abrir espaço por entre as suas pernas, melando ainda mais o meio de suas coxas fazendo Ciel morder o lábio para não gritar de dor. Não gostava de demonstrar fraqueza a ninguém, muito menos a aquele homem que tentava a todo custo o prender em uma gaiola

Deixou-se afundar contra o falo do maior este o abrindo dolorosamente, Ciel tentou ganhar tempo apoiando as mãos sobre a mesa e cessando os movimentos do seu quadril. Mas Sebastian estava impaciente e um pouco irritado pelas suas provocações e colou as mãos em sua cintura o descendo por completo entrando em si com força e brutalidade fazendo o menino gemer alto de dor.

-S-Sebastian! -reclamou Ciel arfando e apoiando as mãos nas pernas do maior a cabeça abaixada e o corpinho miúdo tremendo.

Sebastian apiedou-se do garoto e o deixou se acostumar com o volume dentro de si, beijou a nuca afundando o nariz no pescoço e absorvendo o cheiro da pele arrepiada, moveu vagarosamente o quadril só uma parca rebolada e Ciel cravou as unhas em suas coxas.

-Tão apertado... -ofegou o mais velho. Cheirando a pele, a beijando e acariciando as coxas do seu bebê como gostava de chamar Ciel.

Deu outra fraca movimentada com o quadril ganhando dessa vez um suspiro como resposta.

Levou uma das mãos até o peito de Ciel o obrigando a se encostar no seu peito e depois ambas as mãos foram para as pernas, atrás dos joelhos as levantando-as deixando mais espaço para o seu membro entrar em Ciel, o menino gemeu agoniado, sabia bem que Sebastian não costumava lhe dar tempo, o que tinha a ser feito era se desprender da dor levou as mãos ao membro o tocando rapidamente para a excitação voltar ao máximo e a dor lhe parecer menor.

Sebastian se arremeteu contra o outro com mais força movimentando seu quadril, ele até pensava em ser mais paciente com o delicado garoto, mas a verdade era que ele perdia todo e qualquer controle sobre suas próprias ações quando o assunto era Ciel, o garoto de cabelos coloridos que fazia o chão sumir de debaixo de seus pés quando o beijava, o garoto que, por querer, ou talvez não, sempre o esmagava de forma arrebatadora quando em si ele entrava, era quente, apertado, era delicioso e enlouquecedor, possuir de forma tão impura um ser que parecia tão angelical. Ciel era sua perdição, segurando as pernas deste o movimentava para cima e para baixo, fazendo seu falo sair quase que por completo e retornar fundo, o garoto gemia seu nome a mão trabalhando no próprio membro que de delicado e rosado, estava duro e molhado, a visão do paraíso segundo o mais velho.

Sebastian queria mais, sempre mais, levantou Ciel de seu colo, o menino arfando e levando os dedinhos até a entrada, a tocando e gemendo baixinho, não demorou muito para que Sebastian o empurrasse contra a mesa, enterrando-se em si de forma bruta, movimentando o quadril com força, o som das estocadas alto, o suor já começando a brotar no corpo de ambos, as mãos estapeavam as nádegas as deixando ambas vermelhas, primeiro um lado, depois o outro, alternando as bancadas com a boca a morder a nuca, os ombros do pequeno, a língua percorrendo a pele, recolhendo o gosto do suor e os ouvidos sendo agraciados com os gemidos quase gritados do outro.

-Ahn Sebas... -as mãos de Ciel foram para suas nádegas, as separando, abrindo-se o máximo que podia para o outro se enterrar o mais possível. -Ah porra, ai, ah... -eram estes sons provavelmente que saiam de trombetas de anjos quando se chegava ao céu. Os gemidos manhosos, ou os xingamentos sujos, não importava quais, Sebastian amava a todos.

Saiu novamente de dentro do garoto, o virando de frente para si, fazendo com que Ciel ficasse na beirada da mesa, as pernas abertas sendo seguradas pelas mãos de Sebastian, enquanto o membro se afundava cada vez com mais facilidade, com mais agilidade, cada vez mais rápido, mais forte, fazendo o pequeno gritar e puxar quase em desespero Sebastian para que assim pudesse atacar com fome os lábios deste.

-Ahh droga! -dizia próximo a orelha do mais velho. -Porque você tem que ser tão gostoso? -Sebastian estocou fortemente vendo o garoto revirar os olhos, remexendo o quadril e levando as mãos ao membro do garoto, o masturbando com força e paixão.

-É a experiência... -gracejou o maior sorrindo cúmplice, ambos amavam se provocar. -Ciel eu vou gozar... -avisou, a voz já falhada e as pernas bambas, estocou rápido e forte, logo chegando ao orgasmo, praticamente berrando como um animal e terminando o ato animalesco aplicando uma forte mordida no mamilo com o piercing. Ciel gritou de dor, puxando com raiva os cabelos negroS e úmidos de suor do outro.

-Maldito! -mas no fim já existia um sorriso em seu rosto. Sebastian deixou que seu membro perdesse a potência, escapando para fora, a cabeça no peito de Ciel e a respiração sofrega, se afastou minimamente sorrindo feliz ao ver seu sêmen escorrer pela entrada a cada vez que Ciel tinha uma contração, levou a mão até a entrada pequena e avermelhada recolhendo sua semente e levando até a boca de Ciel fazendo este limpar seus dedos, os olhos fechados como se apreciasse a um saboroso doce, não aguentando ver o sofrimento de seu pequeno ainda em extrema excitação, Sebastian levou os lábios até a ereção ainda latente, engolindo com prazer, a língua brincando com a glande e a mão livre novamente intrometendo os dedos no canal do jovem.

Ciel arfou, perdido em sensações prazerosas, os olhos firmemente fechados, sugando os longos dedos de Sebastian, aquela boca lhe sugando com extrema fome, o dedo indicador pressionando sua próstata, fazendo com que o garoto soltasse um gritinho agudo ao expelir o líquido perolado, que Sebastian com prazer engoliu por inteiro.

Sebastian voltou para a sua cadeira, sentando-se ali largado, completamente exausto, respirando com dificuldade e não demorou muito para ver Ciel se levantar como se nada tivesse acontecido, calmamente andando até o minibar e servindo duas bebidas para ambos, trazendo o copo para Sebastian e se sentando em seu colo.

-Hum... -gemeu após dar um gole no líquido gelado. -Vamos para o seu apartamento agora?

Cansado, suado e extremamente apaixonado Sebastian chegou a conclusão de que aquele garoto com mais de vinte anos a menos que si o mataria.

Mas ele certamente morreria feliz se fosse ao lado daquele adorável garoto impuro.

Notas finais
E ai como ficou?
Boa? Ruim? Dá pro gasto?
Comentem, sim :3
Bjinhos até
Chibi Lord~
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!