Impulsivos
1 Sua amiguinha é minha perdição!
Notas iniciais
POV Ian
– Por favor papai? Eu sei que vocês podem esquecer isso por pelo menos essas semanas!
– Eu vou ignorá-la, mas se ela vier esfregar seja o que for na minha cara a coisa vai feder!
– Eu prometo que vou silenciá-la! – disse Melanie.
Eu estava irritado por que o casamento de minha filha única esta chegando e eu teria que suportar o demônio da minha ex-mulher: Lucinda. Aquela diaba me inferniza desde que nos separamos e faz questão de esfregar o seu novo marido Jebediah em minha cara. Nosso casamento foi um terrível engano e a única coisa boa foi Melanie.
Nem mesmo a filha suporta aquilo, assim que completou 15 veio morar comigo. Certamente esse Jebediah é algum lunático ou é pior que ela pra conseguir suportá-la! Não consigo acreditar em outra hipótese! As reuniões sobre os preparativos seriam na casa da mãe, mas os convidados ficariam aqui, digo os padrinhos e madrinhas. Alguns dos padrinhos ficariam na casa do noivo Jared, um rapaz incrível e que sempre respeitou minha menina, se tornaram noivos e programaram cada detalhe deste casamento, assim que tiveram a tal insuportável primeira vez. Obvio que Lucinda como uma sogra clichê fez da vida do meu genro um inferno.
– Vamos amor! Sua mãe já esta ligando, você tem uma prova de vestido.
– Ok, então pai lembre-se de buscar minha madrinha! Hoje as 17h,entendeu?
– Sim, aeroporto internacional de Phoenix, as 17h, garota loira e pequena.
– Isso, Peg não conhece nada aqui, então não esqueça minha amiga no aeroporto – disse seria.
– Quando eu me esqueci de algo?
– Quer que eu edite por ordem cronológica ou alfabética?
– Vai garota que eu ainda tenho que arrumar tudo para os hospedes – digo os expulsando.
– Ah! Antes que me esqueça, Peg teve um trauma de infância e hoje só suporta cachorros então mantenho o Spot longe dela.
– Era só o que me faltava!
Com mais essa tive que arrumar tudo e levar Spot para a casa do meu irmão, Kaly e Jodi ficaram com ele sem reclamar, voltei preparando os cômodos com ajuda de Sanny, minha faz tudo nas horas vagas e que ficaria encarregada da alimentação dos meus convidados. Quando deu 16:15 resolvi ir para o aeroporto, vai que esse voo adianta, Melanie vive falando dessa amiga dela, vivem no telefone e foi a primeira a ajudá-la com o casamento. Se eu for o culpado de algo acontecer com essa Peg, serei um homem morto.
Fiquei com a placa com seu nome e esperei e para me ajudar varias cabeças loiras desembarcaram e por ultimo passou uma garota, muito pequena e linda, se não fosse aquela rouba adulta teria certeza de se tratar de uma criança. Seus olhos claros varreram o salão ate pousarem na placa em minha mão e veio ao meu lado.
– Senhor Ian? – sua voz delicada fez meu corpo vibrar – desculpe o atraso, problemas com a bagagem! Sou Peg Stryder – disse estendendo a mão.
– Ian O’shea, vamos? – digo levando seu carrinho com duas bolsas grandes. Arrumei as bolsas no bagageiro e a vi encostada no capo, olhando tudo com muita atenção.
– É tão iluminado aqui! Londres vive de baixo de chuva! – disse brincando com uma mexa de seus cabelos cacheados que brilhavam como ouro no sol poente de Phoenix.
– Quero ver se continuará gostando do sol quando ele começar a torrar sua pele clara! – digo abrindo a porta para ela. O caminho até minha casa foi silencioso, Peg olhava a paisagem da janela, e quando abaixou o vidro, senti a brisa como um soco em meu sistema, seu perfume cítrico me inebriou, meu pau latejou de vontade de prová-la. Me remexi inquieto com o volume que estava se formando. Não acredito que estou de pau duro pela amiga da minha filha?!!!
Pensei em varias cenas bizarras de animais amassados por pneus de trator, uma casa infestada de ratos do tamanho do spot e consegui acalmar meu amigo. Mas tudo voltou quando a vi caminhar, a calça jeans apertada me dava à visão maravilhosa de sua bundinha em forma de coração e bem arrebitada, movi suas bolsas com a intenção de cobrir minha nova ereção. E com muita dificuldade passei por ela abrindo a porta e levando suas bolsas para a frente do quarto que ocuparia.
Que para meu tormento seria ao lado do meu, segui a passos largos para o meu e me tranquei no banheiro, precisava me acalmar, como nada me ajudou apelei para uma punheta. Desgraçadamente o balanço daquela bunda revirou meus pensamentos e gozei muito. Tomei um banho frio e sai ainda enroscado na toalha para o quarto e estaco quando a encontro aqui dentro. Peg estava de costar, tocando com cuidado uma das minhas miniaturas de barcos.
– Algum problema? – perguntei logo, antes que a vontade de me esfregar nela aumentasse, Peg girou assustada e seu rosto ficou rubro ao me ver apenas de toalha e logo ficou de costas.
– Desculpe senhor, eu só vim trazer as toalhas, Sunny pediu para colocá-las aqui enquanto ela levava as outras pros outros quartos – disse afobada e saindo rápido do quarto. E novamente meu pau deu sinal de vida ao ver seu remelexo! Essa garota será minha perdição e se meu amigo continuar reagindo assim sempre que ver aquela bundinha....
Sinto muito Melanie, mas vou pegar sua amiguinha!
POV Peg
Estava tão distraída vendo aquela linda coleção de braços que quase morri ao ver Ian de toalha, o corpo musculoso ainda úmido, ele realmente era o pai da Melanie? Não aparenta ter mais que trinta e céus meu corpo sinalizou que queria tudo aquilo colado em mim. Entrei em “meu quarto” e tranquei a porta, as imagens de tudo aquilo vinham vivas em minha mente. Melanie me mataria se eu me interessasse por seu pai.
Tomei um banho sem pressa, precisava bloquear aquelas imagens, assim que consegui sai do quarto procurando alguma coisa para comer, Sanny estava terminando de arrumar a cozinha quando entrei, sentei na bancada provando um bolo de chocolate e mel entrou, gritamos feito loucas, estávamos a quase seis meses sem nos vermos.
– Eu senti tanto a sua falta! Eu queria muito que ficasse mais aqui!
– E acompanhá-la na lua de mel? – digo rindo.
– Podíamos fazer uma orgia! – disse Jared seguindo ate nos!
– Fica de graça que ficará sem na lua de mel!
– E então Peg? Aproveite pra agarrar alguém durante e/ou antes da festa! – escutei um estalo alto na cozinha, senhor Ian estava agachado limpando os cacos do que antes era um jarro com água, Sunny olhou feio para ele e continuou limpando as vasilhas.
– Tudo bem pai?
– Sim, só estou com a mão suada – disse levantando e fiquei hipnotizada, Ian estava sem blusa, os músculos mais acentuados por estar com os braços encolhidos, pisquei algumas vezes e virei minha atenção para meu prato e fiquei rubra ao ver Jared me encarando com uma sobrancelha erguida, olhou para Ian e depois deu um sorriso de lado, descarado e piscou.
– Eu estou pensando em levar os rapazes para ficar lá em casa, minha abençoada sogra deixou claro que não poderei chegar perto da Mel até o dia do casamento.
– Então Peg vai ficar sozinha? Eu não vou poder dormir aqui e ela e mamãe não dariam bem e vários cachorros também – estremeci com essa – o que faremos amiga?
– Seu pai pode fazer companhia a ela Mel! Seu pai também estará livre de compromissos.... – disse me olhando com um sorriso cheio de segundas intenções.
– Faria mais essa pai? passaremos o dia juntas, mas a noite fica difícil!
– Se não for problema para Peg, ela veio para seu casamento!
– Veio conhecer o país também não Peg? Tenho certeza que meu sogrão te total capacidade de lhe mostrar as belezas americanas!
– Tudo bem! – digo tentando não corar e para minha sorte Melanie estava prestando atenção em seu pai, se ela olha-se para meu rosto...
Com a chegada da noite, Melanie foi para a casa da mãe, eu já tive o desprazer de conhecer Lucinda, uma mulher completamente intragável! Não sei como alguém teve coragem de ter algo com ela! Tomei um banho calmo e vesti minha camisola e deitei, o sono não vinha de forma alguma. Virei em todas as posições possíveis, estava pior que o Sid da era do gelo e ainda assim não consegui dormir, desisti e desci. Talvez estivesse passando um filme que preste, fui para a sala, mas parei na porta ao ver o volume que ocupava o sofá.
Ian estava esparramado apenas de calça de tecido leve e transparente. Não consegui segurar minhas pernas e logo estava ao seu lado, minhas mãos formigando para tocá-lo, mas o medo de ser flagrada e comparada com uma molestadora me impediram, apenas acompanhei os traços sem encostar e Ian começou a gemer baixinho, sua pele ficando arrepiada e céus, um volume imenso começava a brotar em sua calça, acompanhei todo o desenvolvimento daquilo tudo e congelei de olhos arregalados quando voltei a olhar para o rosto dele e seus olhos abertos me encaravam.
POV Ian
Fiquei tentado a entrar sorrateiramente no quarto da Peg, saber que Melanie me deixou a cargo de Peg só me deixou ainda mais louco, não conseguia dormir então me esparramei no sofá e tentei achar alguma coisa que prendesse minha atenção ate o sono voltar e assim eu não entraria naquele quarto. Mas quando há vi... não consegui distinguir se era sonho ou não, mas aquela camisola me deixou duro, sentia seus toques em mim e quando encostou a boquinha em meu pau... acordo de pau duro e puto por ser um sonho, mas meu humor logo muda.
Peg estava aqui, ajoelhada ao meu lado, seus olhos em meu amigo que ainda estava sobre o efeito do sonho. Sua mão a centímetros dele e quando seus olhos voltaram para mim, não me segurei. Levei minha mão por suas costas, sentido o tecido leve e transparente da camisola, sua boca aberta tentando formular uma desculpa por ser pega no flagra acabou com minha calma a puxei sobre meu peito, seu olhar surpreso não saia do meu e desci minha mão pela lateral, Peg fechou os olhos apreciando minha caricia. Me ergui um pouco beijando seu pescoço, sua pele com um cheiro e gosto maravilhoso.
Seu gemido começou baixinho, acanhada. Suas mãos apertando meu braço, com rapidez nos girei a deixando sob mim, meu movimento levantou um pouco sua camisola, me dando o vislumbre de sua calcinha verde escuro. Não me fiz de rogado e espalmei minha mão naquela coxa linda. Subi minha mão por seu quadril, apertando sua barriguinha, seu gemido ficando mais alto.
– Ian – ouvir gemer o meu nome foi de mais, abocanhei seus lábios com força, minha língua pedindo passagem e foi prontamente atendida, puxei suas pernas sobre meu quadril e rocei minha ereção em seu sexo e gemi ao sentir o tecido úmido, levei minha mão para dar atenção aquela parte e quase gozei ao sentir o calor que emanava, muito úmida e lizinha, quase sem pelos. Suas unhas afundando em minhas costas só me encorajavam a continuar toquei cada parte de seu clitóris e quando me preparava para afundar meu dedo em sua grutinha, me tornei lúcido de suas mãos espalmadas em meu peito me afastando. Quebrei o beijo e a olhei, Peg estava vermelha, os olhos marejados e não me olhava – por favor... Desculpe-me, eu... – me empurrou levantando e a deixei levantar – isso... Isso não devia ter acontecido... me desculpe, com licença – disse correndo pelas escadas a cima.
E eu fiquei feito um bocó, de consciência pesada por ter atacado a amiga da minha filha e de pau ainda mais duro! Esperei um tempo antes de subir, até me mover deixa minhas bolas doendo. Segui para um banho e só consegui me mover sem dor após mais uma punheta com o cheiro dela em meus dedos! Eu não vou voltar a adolescência. Não consegui dormir, então sai, precisava me distrair, segui para um bar de streppers e tentei me distrair e relaxar, mas ficou complicado. Não consegui me excitar com nenhuma. O cheiro de Peg ainda estava em mim. E minha mente mostrava imagens dela dançando para mim.
Voltei quando o dia estava quase amanhecendo, Sunny estava chegando com o leite e pães, ajudei com tudo e preparamos a mesa. Voltei ao meu quarto e me joguei na cama e instantes depois ouvi o quarto de Peg ser aberto. Soquei-me mentalmente por estar atento a isso e meu corpo finalmente se acalmou e dormir.
...
Pov Peg
Passei a noite em claro, todas as sensações me atormentaram, afastando meu sono. Não conseguia acreditar que quase transei com o pai da minha melhor amiga. Eu nunca tive contato desse nível, é, eu sou virgem.
Virgem, não inocente, mas aquilo foi o mais próximo que cheguei às vias de fato. Brad foi meu namorado por alguns anos mais sua fama de comilão me impediam de ir em frente com ele. Talvez esse tenha sido o motivo para nosso relacionamento ter durado tanto: ele é persistente e tinha esperanças de romper meu hímen!
O dia já estava clareando e eu ainda sentia seus dedos em mim, seu membro roçando em mim, umedecendo ainda mais minha calcinha, voltei ao banho. Quando sai escovando os cabelos úmidos vi Ian ajudando Sunny com as sacolas.
Quando ele saiu? Será que estava com ela? Certamente foi se aliviar com alguma puta! Ódio me dominou com esse pensamento, só em imaginar me dava uma vontade louca de socar a cara dele e da biscate, sem contar o aperto no peito. Merda!
Eu não sabia como reagir após ontem, então fiquei quieta prestando atenção em tudo que acontecia. Ouvi os barulhos no andar de baixo, estavam preparando o café. Escutei seus passos pelas escadas de madeira e sua porta ranger quando a abriu.
Esperei mais um pouco e desci, quando entrei na cozinha Sunny não estava lá, a mesa bem posta por ambos, caminhei até a geladeira e preparei um sanduiche, não toquei em nada da mesa, comi lendo um dos jornais e tive o cuidado de não tirar nada da ordem.
Voltei para o quarto e vesti uma roupa de malhar. Precisava correr, espairecer a mente, passei o bloqueador e sai, não me afastei muito, já que não sabia me virar por aqui, apenas segui uma reta e curvei apenas uma vez, quando completou quase uma hora voltei e fui correndo dessa vez.
Quando cheguei Ian estava arrumando ninhos em uma das arvores adultas no quintal com ajuda de Sunny. Passei por eles apenas movendo a cabeça para ela e entrei. Segui direto para o banheiro, meu corpo todo suado, me lavei bastante e segui de calcinha para o quarto, me agachei para pegar o short que havia caído quando escuto um estrondo alto e um grito que só poderia ser da Sunny.
vesti a blusa rápido e olhei da janela o que estava acontecendo, Ian estava caído. Sunny ao seu lado apavorada e entendo o que aconteceu: o galho onde ele estava era perto da minha janela que Sunny certamente deixou aberta e ele olhou justamente quando me agachei! Safado. Desci já com Melanie no telefone e chamamos um medico de sua confiança. Não o movemos e ralhei quando insistiu para levantar.
Eustaces, mais conhecido por Doc o examinou ainda deitado no quintal e depois de verificar que ele não estava com fraturas nos ajudou a levá-lo para a sala. Melanie e Jared chegaram no momento em que Doc o ajudou a sentar. Ficaram conversando enquanto eu segui para a cozinha com Sunny.
Ela preparava todo esbaforida uma bandeja com sucos e biscoitos para levar a sala e precisei ajudá-la quando quebrou o terceiro copo. Suas mãos tremiam muito, minha raiva por ela aumentando. Claro que eles tinham alguma coisa. Eu sou uma idiota mesmo!
Sai fula comigo mesma e fiquei na varanda enquanto eles conversavam, ainda pude ouvir as brincadeiras entre eles sobre o tombo, a risada nervosa da talzinha. Passei pelos fundo indo ao quarto e preparando uma bolsa com duas mudas de roupas, iria sair com Melanie e tentar engolir a mãe entojada dela. Mais que merda!
Quando desci, doc estava se despedindo e saiu com Sunny ao lado. Quando voltei meu olhar para Melanie ela me encarava com um ponto de interrogação na face, dei de ombros e ela ergueu a sobrancelha – vamos?
– Não sei, não quero deixá-lo sozinho – disse abraçando o mentiroso.
– Ele tem a Sunny! – digo e dou uma tossi para tentando disfarçar a raiva com que disse o nome da tal.
– Acho que a Sunny vai estar ocupada...
– Eu fico com ele amor, vamos fazer um programa de machos, meu pai e os moleques já estão vindo –disse Jared sacudindo o celular.
– Então esta bem, beijos – disse se despedindo dos dois e eu esperei do lado de fora – não pense que me engana Peg, alguma coisa aconteceu...
– Não aconteceu nada – digo passando pela Sunny e abrindo a porta do carro.
Melanie ficou tentando me arrancar o que aconteceu, mas não disse nada e quando a tal Lucinda começou a exigir a atenção dela ela teve que parar de me perguntar. Foi feito o chá de panela, Melanie sempre foi péssima de descobrir presente o que a deixou todo pintada quando terminou de tentar descobrir os presentes, é claro que a fizeram desfilar pela rua em frente a casa e rimos muito com isso.
– Então como estão as coisas? O palhaço do meu ex já fez você virar amiga dele?
– Do que esta falando?
– Ian é um palhaço e adora implicar com os amigos de minha Mel! – não foi isso que fiquei sabendo nem constatei....
– Ele é muito gentil – me limitei a isso.
– Cuido pra não se apaixonar, Ian é fabuloso, mas não passa de aparência – disse destilando veneno. Apenas a ignorei.
– Acho que posso decidir por mim mesma – digo saindo de perto daquilo.
Após horas torturantes com aquele ser que simplesmente se transforma de intragável para adorável quando Melanie se faz presente. Eu optei por ir embora, não conseguiria ficar mais ali, entre aquilo e me trancar no quarto e fingir que o casal não existe, acredito que ignorá-los será mais fácil.
Quando cheguei a casa ainda estava todo iluminada,alguns rapazes já estavam indo embora e os bêbados estavam sendo levados por Jared que sorriu e deu partida. Quando entrei pude ouvir resmungos na sala e entrei. Eles estavam abraçados, Sunny parecia estar com a mão lá, certamente estava! Minha vista ficou rubra, olhei para Ian e seus olhos estavam em mim e antes que eu socasse ambos, corri para meu quarto.
Notas finais
Até eu ia suar só de olhar esse Deus grego!!
então o que acharam?
posso continuar?
ciume violento esse em!
se bem que com um Deus desse me transformaria no próprio "bicho" pra dar cabo de quem se aproximasse!
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