Notas iniciais
Então aqui esta a resposta sobre onde a Peg esta! Eu não deveria postar porque vocês não estão comentando, mas em respeitos aos poucos que comentaram e por eu já ter o próximo capitulo resolvi postar ___________________________________ GENTE PELO AMOR DE DEUS: EU JÁ COLOQUEI NA MEU PERFIL, JÁ AVISEI PRA NÃO ME MANDE MP PRA ACOMPANHAR FIC, EU ESTOU FECHADA COM AS QUE ESTOU LENDO E OCUPADA COM AS MINHAS. __________________________________________________ Quando eu estiver livre eu aviso aqui, no perfil, nas minhas outras fics e no face! Eu sempre olho o perfil dos leitores e dos meus autores! ______________________________ obrigada pela compreensão! Agora bora ler

POV Peg

Me senti horrível com o olhar que Mel me deu, foi doloroso ver a raiva e a magoa em seus olhos, eu não queria que ela descobrisse dessa forma. Eu errei, errei feio com ela.

Não tive coragem de levantar e tentar me explicar, sua ira só me esmagaria ainda mais. Afundei-me em minha dor e pude ouvir cada frase de Mel, que gritava raivosa com Ian, eu queria me afundar em um buraco e ser esquecida.

Logo os braços de Ian estavam em minha volta, me tranquilizando ou pelo menos tentando, eu queria me acalmar, mas não conseguia. Foi tão prazeroso os cuidados que Ian teve comigo e com muito custo e cansaço fui levada para o mundo dos sonhos, mas foi tão rápido que não me atei ao fato de ter realmente dormindo. Simplesmente fechei os olhos e quando abri os olhos já era dia e estava sozinha na cama.

Fui falar com a mel, não demoro.

Me espere na cama

Olhei para seu bilhete e me lembrei do gênio de Mel, ela não me perdoaria tão cedo e não queria deixar um clima esquisito em seu casamento. Talvez após o casamento podemos tentar uma conversa, eu sei o que sinto e tenho certeza que não conseguiria me manter longe de Ian e... E vê-lo tão perto sem tocar não daria certo.

Eu precisava me afastar, talvez longe eu consiga me segurar ate depois do casamento. Eu não quero infligir minha presença para Mel e francamente, tenho certeza que arrumaria outra madrinha rápido.

Tomei minha decisão. Iria embora antes que Ian voltasse. Corri para meu quarto e arrumei minhas malas. Após fazer um bilhete para ele segui para a cozinha e deixei ao encargo da Sunny.

– Eu não sei o que aconteceu Peg, mas seria mais prudente que espero por Ian. Tanto ele quanto mel ficarão preocupados!

– Não se preocupe Sunny, eu estou bem e eles entenderão. Eu já vou! – digo seguindo para a saída e deixando a chave da casa na bancada perto da porta e segui.

– Pense bem Peg, espere um pouco?

– Não se preocupe Sanny – a abracei – obrigada pelos cuidados, tchau! – digo entrando no taxi. Dei uma ultima olhada para a casa, pintei um sorriso em meu rosto ao olhar para Sunny e o taxi entrou em movimento.

– Para onde senhorita? – isso eu ainda não sei!

– Vamos para o hotel mais longe daqui! – ele apenas acenou com a cabeça e seguimos para lá.

O hotel era requintado e simples ao mesmo tempo, por sorte consegui um quarto. Eu estava dolorida pela falta de Ian, eu queria tanto ter continuado deitada esperando por ele como me pediu, mas eu não queria impor nada para Mel. Achei prudente ligar para minha mãe, na verdade torcendo para meu pai atender, ele não é tão percepicaz como minha mãe.

Minhas preces foram atendidas, expliquei que estou bem, que talvez voltasse antes do previsto, após conversarmos um pouco eu desliguei e também desliguei meu celular, sei que se ele me ligar diria de imediato onde estou. A inquietação me dominava, tomei um banho e tentei relaxar. Precisava me decidir entre ir amanhã mesmo para casa ou ficar por aqui esperando.

Faltam 4 dias para o casamento, minha mãe me encheria de perguntas sobre o motivo que me fez voltar e não quero um oceano me separando de Ian, alguns quilômetros já me matavam, não gostaria de pensar o que me aconteceria se partisse. Cheguei à conclusão que me faria de clandestina na igreja. Veria escondida e conversaria com Ian no dia seguinte.

Meu dia se arrastou, com a entrada da noite forcei uma comida leve a descer. Não consegui dormir a noite, meus dedos coçando para pegar o celular e ligar para ele. Com uma força de vontade inexplicável conseguiu me conter.

Após as 3:00 eu desistir de dormir, fui ate uma farmácia próxima e comprei um calmante e ouvi alguém me chamar e corri desviando para quem quer que seja não me visse entrar no hotel.

Corri para o quarto e tomei duas dozes para dormir. Acordei com o sol forte em meu rosto, não me lembro de ter deixado a janela aberta, olhei para a cabeceira e já passava das 15h.

Eu abusei do remédio. Senti meus músculos protestarem novamente e minha espinha estalar. Levantei me arrastando para o banheiro, tomei um banho quente, me arrumei e desci para tomar o lanche da tarde.

Assim que atravessei o hall o cheiro do lanche fez meu estomago roncar alto me assustando. Me servi sem pressa com a incomoda impressão de estar sendo observada, procurei e não vi ninguém. Segui para uma mesa afastada e comecei a devorar os sanduiches e pães quando a cadeira em minha frente é puxada ruidosamente e ele sentarem minha frente.

– Achou mesmo que poderia me deixar? Que não encontraria você? – disse e me engasguei, sentindo meu sangue ser drenado – eu quase enlouqueci essa noite Peg – disse levantando seguindo para o meu lado e me puxando para seu colo – sem saber onde estava, se ainda estava no país – então me engasgava com meus soluções.

– Eu... Eu.... – não conseguia dizer nada.

– Não chore amor – disse me beijando – terminou? – fiz que sim com a cabeça – vamos para seu quarto, precisamos conversar – disse me guiando, levando diretamente para meu quarto.

– Como sabe que este é o meu quarto? – pergunto e vejo um lampejo de raiva em seu rosto.

– Longa historia! Depois te conto – disse me guiando para dentro – ou talvez sua visita conte – disse abrindo a porta da suíte onde uma Melanie seria se encontrava sentada na cama segurando o vidro do calmante – vou esperar na sala – disse me dando um beijo, na boca, na frente da Mel.

Fiquei sem ação e com medo de sua rejeição, permaneci em pé para no mesmo lugar em que Ian me deixou. Não conseguia olhá-la, mas sentia seus olhos me queimando. Ouvi seus passos e olhei seus pés se aproximarem de mim. Suas mãos estavam fechadas em punho e fiquei anda mais temerosa de encarar seus olhos.

– Olhe para mim Peregrina? – disse seria e após segundo criei coragem para tal. Melanie me olhava com olhos marejados – o que você tem na cabeça? – como? – ficamos preocupados, pensei que meu pai enlouqueceria! Nunca mais se atreva a deixá-lo em tal estado – disse me puxando e me abraçando.

Fiquei estática por uns segundos ate que retribui seu abraço. Ela não esta brigando comigo ou me xingando? Apertei-me mais a ela – me perdoa Mel? Eu não queria esconder, eu só... fiquei com medo da sua reação! – sussurrei com a voz embargada pelo choro.

– Por Deus Peg! Eu não me importaria se namorasse a minha mãe! Eu estava preocupada com você se encantar com meu pai e ser descartada e principalmente por não terem me contado nada – disse nos separando e segurando meu rosto – mas... Quando vi o estado do meu pai essa noite... Eu não o vi assim desde que eu estive em coma! Ele estava desesperado. O que me lembra, o que você tem na cabeça pra ter tomando toda essa quantidade de calmante? – disse apontando para o vidro.

– Eu não conseguia dormir! – digo sem graça.

– Isso não é desculpa!

– Como me encontraram? – melhor defesa é o ataque.

– Walter lhe viu ontem indo a farmácia, te chamou e você correu. Ele só não ficou na duvida porque ele tinha conversado com Jared após o almoço. Ficamos ate tarde no aeroporto pensando que você embarcaria no primeiro voo!

– Desculpe?

– Buscamos por você em alguns dos hotéis pela área, Walter ficou surpreso com sua corrida, pernas tão pequenas mais velozes – disse rindo – vamos para a sala. Meu pai deve estar louco – disse me puxando, mas antes de atravessarmos me girou – nunca mais me esconda nada entendeu? – disse de uma forma que me deixou apavorada e maneei a cabeça com vigor afirmando.

Antes que desce um passo para a poltrona, Ian me puxou para seu colo e me segurou com força – vamos para casa? – olhei para Mel ela nos olhava sorrindo.

– Já arrumei as malas e só fechar a conta – disse levantando e buscando minhas malas, voltei meu olhar para Ian, seus mares azuis me olhavam intensamente.

Me senti ser envolta pelo amor deles, seu sorriso me fez suspirar e sua mão apertou minha coxa me deixando molhada e antes que pudesse dizer qualquer coisa seus lábios me devoravam, sua língua pedindo e abrindo passagem e me vi retribuindo com mesmo ou maior afinco.

Seus dedos se infiltrando por minha blusa, me colando mais ao seu corpo e gemi sentindo seu membro ereto e pulsando em minha bunda, quando nos separamos para respirar, seus olhos estavam escuros, luxuriosos e tive a certeza que ele só não me tomou ali mesmo por que o barulho das rodinhas na minha mala e do salto de Mel se fizeram ouvir e logo depois ela entrou na saleta.

Jared estava no balcão fechando minha conta e seguimos para o carro, fui atrás com Ian grudado em mim e o idiota do Jared dando olhadas e sorrisos maliciosos para nos, me lembrei que ele também estava quando a mel nos pegou, será que ele me viu?

Por Deus que ele não nos tenha visto! Quando entramos em casa tivemos mais um momento constrangedor. Doc estava... atada a Sunny, chegamos justo quando ele levantava a perna dela e tentava migrar para debaixo da saia.

– Se fosse você não faria isso! – rosnou Ian e eles pularam se afastando – espero que se lembre do que te falei Doc! Não costumo me repetir! – ambos estavam arfantes e corados, sorri para Sunny complacente com sua vergonha – agora procurem um quarto, quando eu quiser um voyeur eu aviso! – disse gargalhando.

Seguimos para a sala, onde conversamos mais um pouco, Melanie avisou que me buscaria as 23h para um programa feminino, ambos teriam uma despedida de solteiro. Jared não queria que Mel fizesse, ma como ele também não abriu mão da dele, que os amigos já haviam programado a meses ela quis uma também.

Ian me ajudou a subir com as malas, mas levou para seu quarto, como eu senti falta! Seus braços me circularam, apertando minha coxa, deslizando pela curva da minha bunda, me apertando ao seu corpo e me fazendo gemer e umedecer a calcinha quando senti seu membro rígido me espetando.

– Agora você não me escapa – disse mordendo meu pescoço.

– Eu não quero escapar – gemi rebolando em membro pulsante.

Assim que terminei de falar, Ian já arrancava minha roupa. Destruindo minha blusa e devorando minha boca, que saudade que senti, passei meus braços por seu pescoço, percorrendo seus braços e nuca pelo percurso.

Nossas línguas duelavam, seus dentes raspando por meus lábios, pescoço, ombro. Suas mãos rápidas por meu corpo, um rastro de fogo era deixado pelo caminho, desabotoando minha calça e abrindo rápido o fecho.

Gritei assustada com a força que usou ao puxar minha calça, uma das mãos espalmada por minha bunda, acariciando, apertando, beliscando. Chocando-me ao seu corpo, me fazendo gemer com seu protuberante volume, rígido de encontro a minha barriga, pulsando, dançando, me fazendo molhar em expectativa e rapidamente me ergue arrancando a calça dos meus pés. Sem esquecer de deslizar, seus dedos por minha coxa.

Infiltrei minhas mãos por sua blusa, tentando arrancar o tecido, sentindo cada músculo vibrar com meu toque, seus pelos arrepiando, já que ele estava tão envolvido com minhas roupas que não conseguia remover as dele.

Finalmente entendeu o que eu queria e me depositou na cama, removendo rapidamente suas roupas. Veio nu com toda aquele membro rígido para o meu lado, se tocando lentamente com um sorriso malicioso, me arrancando um gemido, não me aguentei e caminhei rapidamente para ele, retirando sua mão e lambendo sua glande fazendo-o congelar no lugar e gemer.

Uma mão segurando a base e a outra em sua coxa e o lambi por completo, de suas bolas a glande, girando minha língua por ela toda. Sentindo-o endurecer mais e pulsar, dançando em minha língua. Então o acomodei em minha boca, fazendo uma leve pressão e suguei. Ian urrou e segurou em minha nuca, suavemente pressionando, me estimulando nos movimentos, sua outra mão pousando sobre a minha, em sua coxa.

Gemi ao sentir seu pulsar sobre minha língua, me fazendo gemer, sua mão desceu para meu centro, minha calcinha colada em minha pele molhada, seus dedos quentes e grossos se acomodaram em minhas dobras,delicadamente as separando, tocando em cada terminação, me causando ondas fortes de tremores e me penetrou.

Meu grito de prazer foi abafado por seu membro e o suguei com maior afinco, o removendo por completo e depois o engolindo ate tocar minha garganta, Ian não dizia nada, alem de gemidos e urros, rebolei em seus dedos, no sentido inverso que ele girava, arfando com seu toque em cada canto de minha vagina.

O senti sair de mim e resmunguei, rapidamente tirou seu membro de minha boca e me jogou na cama rasgando minha calcinha, separou bruscamente minhas pernas e me penetrando em um único impulso. Gritei dolorida e satisfeita com sua invasão.

Sua pele grudada a minha, me deixando sentir o quão quente esta, minha pele arrepiando com seu toque, com suas mãos por minha coxa, cintura, me sentia pequena, como se meu corpo não fosse aguentar e se rasgar para acomodá-lo a qualquer momento, ma se isso aconteceria ou não, eu não saberia.

O prazer me dominava, meu corpo se chocando com o seu, sorri gemendo por sentir cada centímetro de seu membro me invadindo, abrindo caminho, sua glande raspando em minhas paredes, tocando em pontos que me fazem convulsionar.

Dançávamos freneticamente ou lentamente, sentindo-o crescer mais e mais em mim, meu corpo convulsionando. Somente gemidos e gritos de prazer escapavam por nossas bocas ou eram abafados por nossos lábios selados.

Sua língua deixando um rastro quente por meu queixo, pescoço e colo, enlacei minhas pernas por seu quadril, dando mais acesso para se enterrar em mim, foi o que fez, suas mãos separando minhas pernas.

O barulho de nossos corpos se chocando, sentindo suas bolas baterem em minha bunda, me fazendo erguer o quadril, me deleitando com as sensações maravilhosas. Sua língua fervente em meus seios, me fazendo segurá-lo ali, ondas de prazer seguidas me invadiam, com seus movimentos habilidosos, tentativas de frases escapavam por meus lábios e gritei seu nome ao atingir o clímax.

Ian não demorou a me acompanhar, algumas estocadas depois e senti seus jatos quentes feito lava em meu interior, Ian permaneceu com sua boca em meu seio, nossos corpos colados e suados, deslizei meus dedos por suas madeixas, saboreando o momento.

Então o sinto mexer em meu interior, mas não saiu. Ergueu a cabeça me olhou minuciosamente e desceu novamente seus lábios por meus seios e sua mão para meu centro, me estimulando.

Movia meu quadril de encontro ao seu, querendo mais de tudo e logo estava gemendo e gritando com suas investidas em meu clitóris. Seu membro estava rígido novamente, sorri satisfeita por estar sendo arrombada por ele, que estoca cada vez mais forte e fundo e novamente nos perdemos em um orgasmo violento me deixando pior que gelatina derretida.

O vazio me preencheu quando se retirou de meu centro. Puxou-me para seu colo, deitei em seu peito, contente e realizada. Seus braços envolveram meu quadril fazendo círculos em afagos e me puxou ate nossas cabeças estarem próximas – o que eu faço com você em? Tão pequena e tão gostosamente apertada e fogosa!

– Digo o mesmo, mas o inverso, todo em exagero! Tão... Grande, duro, aveludado e quente, muito quente – digo dando beijos molhados por seu queixo e pescoço, descendo por seu peito – nos completamos – beijei seus lábios carnudos, um beijo profundo e calmo, apenas degustando o sabor e o momento.

– Estamos muito grudentos – disse passando a ponta dos dedos por meu pescoço e nuca, encharcados pelo suor – que tal um banho? – disse me erguendo com cuidado excessivo e levando para seu banheiro.

Com todo carinho Ian me lavou, ensaboou, fazendo leves carinhos, nada muito erótico, salpicando beijos inocentes por minhas costas, ombros e pescoço, quando pensei que ele se lavaria para secar ou me deixaria lava-lo ele me ergue, acomodando minhas pernas por seus ombros e arfei ao sentir seus dentes e língua em meu sexo, sua língua firme me penetrando com voracidade e rebolei, afundei meus dedos por seus cabelos ao sentir seus dedos me penetrarem e sua boca sugar com força meu clitóris.

Mais alguns minutos de tortura e gozei, sentia-me esvaindo em gozo. Gozo que Ian bebeu cada gole, sua língua deslizando por todos os cantos para não desperdiçar nenhuma gota. Com delicadeza me removeu de seu ombro e me lavou. Fique mole encostada a parede, meu batimento demorando a normalizar.

Ian se ensaboava com um sorriso pervertido em seus lábios , fez menção de me carregar e fiz sinal pra me deixar quietinha, precisava recuperar minhas forças e se Ian me tocasse agora... Certamente o pediria para me foder novamente, ate eu desmaiar. Se secou e voltou para me buscar, me embrulhou na toalha e me levou ao quarto.

Assim que terminou de me secar, como se eu fosse uma criança pequena nossos celulares tocaram. O meu era a Mel e no dele Jared, atendi sem vontade. Apesar de todo o exercício, eu não me sentia cansada, talvez seja por causa do calmante. Mel passaria em meia hora para me buscar para a despedida de solteira. Eu não sabia o que seria ou onde aconteceria e ela não quis me falar.

– Jared esta exigindo! Eu queria ficar aqui e fazermos a nossa festa, mas...

– Eles não permitiriam, será uma guerra perdida! – digo o cortando.

– Então vamos?

– Sim, vamos!

Arrumamos-nos e seguimos para a sala, não demorou para Melanie estacionar. Ian me deu um beijo quente antes de atravessarmos a porta e seguimos para os carros, ele iria com o dele e eu com a Mel. Havia outras garotas no carro, amigas americanas. Ela preferiu esperar ele sair e só minutos depois ela arrancou

– Porque esperamos ele passar?

– Porque eu não quero que eles nos sigam! Pensa que eu não sei que vão ao bar de strippers! – disse raivosa.

– Então... Vamos para onde?

– Clube para mulheres garotas! – gritou uma delas, já alterada. O caminho foi um pouco longo, mas divertido Ellen e Lucy são engraçadas, muito loucas e nos distrairam pelo caminho.

Um comitê de recepção estava a nossa espera, alguns caras, enormes e gostosos, apenas de sunga caminhavam em nossadireção e pegaram Melanie e a levaram nas costas como uma rainha, logo vi que minha noite seria um fiasco quando entrei ladeada pelas garotas e Lucinda e Sharon estavam na organização.

Seus olhos de cobra se fixaram sobre mim e transformou minha noite em merda. Toda vez que conversávamos ela tentava me deixar constrangida, fazendo insinuações, frases intimas sobre homens e os comparava com Ian, usando Lucinda nos seus truques. Risos de escárnio direcionados a mim.

A pior parte foi o stripper, uma musica sensual começou e os caras gostosos de antes nos puxaram, um para cada. O “meu” era um ruivo, alto, muito atlético. Tentei me afastar e voltar à mesa, mas suas mãos se tornaram garras.

Me puxou e vi o outro fazer o mesmo com mel. Eles puxavam nossas mãos para seus corpos, este me fez tocar parte que eu não queria. Tentei me afastar, mas o cara era insistente e dançou roçando em mim, então a gota d’água foi o seu próximo passo

– Você é gostosa – sussurrou em meu ouvido me encoxando pra valer, me fazendo sentir sua ereção e fiquei Puta da vida! Girei pronta pra esbofeteá-lo e ele me puxou colando mais os nossos corpos e apertou a minha bunda? Que ódio. Apertei minhas unhas em seu abdômen.

– A próxima vez, espere que a mulher lhe diga que quer tais caricias! Agora solte-me! – rapidamente ele me soltou e disfarçou para que as outras não vissem.

Olhou assustado e com olhar que me pedia desculpa. Desci do palco e vi que mel estava distraída e sai da festa. Não queria estar ali, aquilo foi humilhante! Enquanto passava, vi que os outros não fizeram nada disso com as garotas, pelo contrario.

Lucy faltava chupar o cara que tentava recolocar a cueca e tirar as mãos dela sobre sua bunda e pênis. Segui para uma das praças e por sorte havia um ponto de taxi, entrei no primeiro estacionado e dei o endereço de casa.

O caminho ate em casa, tentei evitar a todo instante o péssimo pensamento que teria uma stripper fazendo isso e muito mais pra ele. Que ele estaria babando por ela, com peitos e bundas siliconadas, se esfregando nele.

Entrei me sacolejando mentalmente, segui para um banho com nojo daquele tarado, tentei dormir, mas sentia falta do seu cheiro. Na verdade sinto falta dele por completo, mas não ligaria e nem ficaria esperando que ele chegasse cedo, naturalmente só iria aparecer quando o sol nascesse.

Segui para seu quarto e me afundei em sua cama, apertando seu travesseiro com seu perfume, mas não foi o bastante, caminhei para seu closet e peguei uma de suas blusas e vesti no lugar da camisola e deitei, só assim, embriagada com seu perfume másculo consegui dormir.

Notas finais
Então gostaram? Gostei dessa conversa entre elas! Foi bem tranquila! Já perceberam que o próximo esta picante né? Poís esta e muito. comentem e recomendem e vejam Amanhecer parte 2 muitas e muitas vezes, já que nem tão cedo poderei ver! :( beijão!