Notas iniciais
Ola pessoas, desculpe nao ter postado ontem como o prometido. Eh que nao teve aula ontem, nao fui a escola e assim nao tive acesso a net... infelizmente meu otou nao quis por net em casa! Mas estou aqui com mais um cap dessa aventurae muito feliz com os comentarios, vcs enchem meu coraçao de alegria com seu carinhoe quanto mais carinho, mais essa garota aqui escreve!!!
Obrigada e Boa leitura queridas....

Cap. V – Recomeçando...

Três dias haviam se passado desde o incidente durante o fantasia e a morena não tinha mais visto Laxus porque ele saiu em uma missão recomendada por Makarov. Estava sentada na área externa da guilda, debaixo do guarda-sol tomando um suco de kiwi, isso mesmo, Cana Alberona estava sóbria e tomando suquinho. Claramente que isso possuía uma explicação: depois de fazer uma tomografia no hospital de Magnólia foi constatado um coagulo de sangue, algo normal no caso de pessoas que batem a cabeça, e por isso estava tomando medicação para que ele fosse dissolvido sem trazer nenhum problema.

Ou seja, nenhuma bebida nos próximos dez dias.

Estava um calor dos infernos e por isso a morena estava considerando ir dar um mergulho na piscina, entretanto, o mesmo calor que a fazia cogitar isso também era sentido por todos os outros bagunceiros, ou seja, deveria estar uma zona por lá. E a cabeça da maga doía só por cogitar se enfiar no meio daquela bagunça.

Deixou o corpo cair sobre o tampo de madeira da mesa, estava entediada. Ficou ali mais alguns minutos sozinha até que ouviu passos vindo em sua direção e depois uma voz masculina chamando seu nome, infelizmente, não era a voz que seu inconsciente esperava ouvir.

- Yo, Macao.

O Combolt sentou a sua frente como se tivesse sido convidado, mas a mulher realmente não importou-se muito.

- Ficar sem beber é dose em garota... – ele fez piada –

- Tsk... O pior é não ter nada para fazer!!

- Podia pegar uma missão...?

- Não até terminar de tomar o remédio. – respondeu sem muita empolgação –

O pai de Romeo começou a conversar e a companheira limitava-se a ouvir e responder algo quando achava necessário. Não estava realmente interessada em falar com ele. Não era como se não gostasse mais do mago mais velho, era só que aquele encanto que sentia por ele tivesse passado e agora ela o via como realmente era. Um mago de meia idade, sem objetivo, mulherengo, cachaceiro e que andava muito interessado em sua pessoa ultimamente.

Alguns anos atrás, estaria extremamente feliz com tal situação, só que aparentemente algo havia mudado, Cana agora tinha uma coisa que lhe faltou em muitos momentos de sua vida: amor próprio. Em algum momento após Tenroujima, durante os jogos mágicos da volta e depois do tempo que passou fez a mulher notar o quão idiota estava sendo com sua própria vida.

E definitivamente, envolver-se com homens iguais a Macao só lhe fazia mal. Todos eram sempre do mesmo jeito, vinham comendo pelas bordas, a bebida vinha junto, geralmente não tinham nenhum objetivo de vida definido, costumavam passar isso para a idiota que os acompanhava e depois quando não tinham mais nada para aproveitar da pobre idiota simplesmente a trocavam por outra.

Só a Alberona sabia quantas vezes havia sido a garota que caia pelo cara errado... E só seu coração sabia o quão mal isso havia lhe feito. Seja no quesito amoroso, seja em sua vida em geral. Mas agora estava em uma fase melhor em que não precisava, ou melhor, em que não queria precisar cair no círculo vicioso de bebida, sexo e abandono.

O moreno continuava falando e em de repente notou que a sua companhia não estava realmente prestando atenção no que ele falava.

- Cana-chan, está me ouvindo? – ele ergueu uma das sobrancelhas –

- Hum? – a garota se assustou –

- Não, não está... – ele riu – Posso saber em que tanto pensava?

- Esqueci a máquina de lavar roupas ligada lá em casa, desculpe, tenho que ir!

E assim a maga saiu correndo deixando o mago com uma grande cara de tacho. Havia acabado de levar um passa fora com a desculpa mais esfarrapada do planeta. Ficou olhando enquanto ela se afastava, era fato consumado que Cana já não era mais a mesma pessoa, alguma coisa havia mudado nos últimos tempos. Ela andava mais auto-confiante, bebia menos, fazia mais missões e de níveis cada vez mais altos... Estava deixando de ser o tipo da garota que saia com caras feito ele.

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A morena não conseguiu deixar de segurar o riso quando estava já alguns quarteirões distante da guilda. Céus, aquela havia sido a pior desculpa que podia imaginar em dizer para se livrar de alguém. A pior. Se bem que não estava se importando tanto com isso, como já tinha constatado, gostava de beber com Macao e Wakaba, mas ultimamente sua relação com eles não passava disso. Até porque ficar na vibe desses veteranos só a deixava para trás em comparação aos amigos.

Passou a mão pelos cabelos prendendo-os com um nó antes de entrar na sorveteria e adquirir uma grande casquinha de chocolate e morango. Estava quente demais, parecia que o mundo estava prestes a terminar! Pensou por dois segundos em tomar seu doce por ali mesmo, mas desistiu depois de constatar o quão cheia e barulhenta estava a sorveteria. Se quisesse algo parecido teria ficado na guilda.

Uma brisa leve bateu em seu rosto quando entrou na ponte que cortava o rio e isso foi um pequenino alívio. Agradeceu a kami pelo fato de usar tão pouca roupa, nem queria imaginar quanto calor estaria sentindo se usasse algo mais além de seu top azul e calça capri bege. Já estava na metade da ponte quando avistou uma figura conhecida. Teria que ser cega para não notar alguém de quase dois metros de altura com um casaco preto jogado sobre os ombros e fones de ouvido de spike.

Instantaneamente um sorriso besta se formou nos lábios femininos. Caminhou um pouquinho mais apressada do que era necessário e quando estava a cerca de dois metros de distância disse em alto e bom som:

- Por Mavis, um calor dos infernos e você com uma droga de casaco de inverno sobre os ombros!

Um olhar curioso com uma sobrancelha erguida lhe foi direcionado e ela riu antes de lamber seu sorvete. Uma visão nada decente na opinião de Laxus. Na verdade, ultimamente ele achava Cana uma visão toda indecente, não importava o que estivesse fazendo, mas ela tomando sorvete com certeza ia além de qualquer escala.

- Calor é uma questão de psicológica, afinal, você está semi-nua e parece mais incomodada que eu!

Um rubor de dar inveja aos cabelos da titânia pintou a face e as orelhas da morena fazendo-a sentir ainda mais calor. Com certeza aquela velha história de que quem fala o que quer, ouve o que não quer é verdade. Subiu na mureta sentando ao lado do homem que estava debruçado.

- Tsk... Você é anormal! – isso foi tudo o que pôde responder –

Laxus sorriu, sabia que havia deixando Cana sem graça e isso não era lá uma tarefa muito fácil. Tinha chegado de missão perto da hora do almoço, mas infelizmente estava em uma gana tão grande de ver a pessoa que estava ao seu lado que decidiu ficar longe da guilda para se auto-controlar. Não podia deixar seus instintos comandando como viver o tempo todo. Só que alguém lá em cima o odiava com certeza porque sua tentação apareceu sozinha em seu caminho enquanto toma um sorvete indecentemente.

- Então, como está se recuperando da queda? – perguntou tentando manter um dialogo que tirasse o foco daquele sorvete indecente –

- Sem álcool até o coagulo se dissolver por conta dos remédios. – respondeu calmamente –

- Nani?

- Nada sério, a médica garantiu. Isso vai dar mais uma semana pelo menos...

- A guilda deve estar quase entrando no prejuízo, a melhor cliente está impossibilitada de consumir! – ele riu estrondosamente e ela devolveu a ação com uma careta –

- Não seja, tonto! A coisa é séria! Estou prestes a ter uma crise de tédio!

O Dreyar demorou um pouco para conseguir formar uma resposta coerente, pois sua atenção se voltou totalmente para a morena e seu sorte. Ela dava lambidas pelas laterais para impedir o que estava derretendo e em cima na parte onde havia cobertura dava uma leva chupada e em seguida fazia a mais atraente expressão de aprovação.

Droga!!!! Droga!!! Droga!!!

Deveria ser proibido ser tão atraente e sensual. Mas o que causava a maior frustração no homem era o fato dela estar sendo totalmente espontânea, o seduzia praticamente só por existir e estar ao seu lado! Foi preciso a força de uns quatro homens para conseguir desvia a atenção, virar o rosto e tentar lembrar o que ela falou para assim poder responder.

- Hum... Sem missões? – o loiro preferiu continuar olhando para o outro lado –

- Até a semana que vem. – Cana respondeu e ele podia ouvi-la tomando a droga da casquinha – Pelo menos tenho aproveitado para treinar com minhas cartas novas...

- Cartas novas? – sem querer o loiro virou o rosto em direção a ela, um erro fatal –

- Sim, eram da minha mãe, mas nunca antes tinha conseguido usá-las.

Finalmente havia chegado a parte de comer a casca, mas ainda sim continuava uma coisa extremamente indecente na mente de Laxus que tentava pensar em urso em decomposição para não perder o controle e simplesmente agarrá-la.

- Sua mãe era uma maga? – indagou lutando contra sua natuzera –

- Sim, usava magia de cartas, tinha o melhor baralho de que já se teve notícia.

- Hum... Então por que você nunca usou? Imagino que as cartas tenham ficado para você.

- Nunca consegui. – assumiu um pouco envergonhada – Por muito tempo eu tive um bloqueio que não me permitiu sequer ativar uma carta do baralho dela...

- E agora está conseguindo, o que foi que mudou?

- Não sei... Só estou conseguindo...

Finalmente o famigerado doce terminara e agora Cana estava sentada sobre a mureta olhando o horizonte. Muito bonita na opinião dele. E infelizmente não só na opinião dele porque o Dreyar notou alguns olhares nada discretos sobre ela vindo de alguns desavisados.

- Espero um dia conseguir ser tão boa quanto ela.

- Tenho certeza que vai conseguir, afinal, alguém que tem reservas mágicas que permitem o uso de um feitiço feito o Fairy Glitter pode fazer muitas coisas.

Ela virou o rosto para Laxus e sorriu, mas não era um sorriso comum, não era aquele sorriso comum do dia-a-dia, era o sorriso mais bonito que ele já tinha visto vindo dela. E por algum motivo bizarro era para ele, só para ele.

- Obrigada, afinal, você não é do tipo que sai elogiando as pessoas.

Kami... As coisas estavam definitivamente ficando fora de controle. Havia sentindo uma falta horrível dela naqueles três dias como se faltasse alguma coisa em sua vida. Foi uma luta contra si mesmo não ir direto para guilda assim que colocou os pés em Magnólia, ela estava se tornando o centro de seu mundo. E aquele sorriso... Céus, daria qualquer coisa para ela apenas sorrir assim para ele.

Era incrível como ela podia ser ao mesmo tempo a paz e a calmaria. Apesar do reboliço que a presença dela causava em seus hormônios, sentia-se muito mais tranquilo estando ela ali ao alcance de seus braços. Onde ao mais simples movimento poderia tocá-la com a ponta dos dedos.

- Como foi sua missão? – perguntou a fim de quebrar o silêncio –

- Nada de surpreendente, só uma vila amaldiçoada...

- Não seja tão conciso... Conte a história direito!

Resmungou ela.

O loiro suspirou e começou a falar, se fosse para ficar mais um tempo ao lado dela, ele contaria a missão de trás para frente quantas vezes ela quisesse ouvir.

Continua...

Notas finais
Entºao... eu sei que a fictah meio parada, mas no capitulo 8 vai ter uma surpresinha, para animar um pouo as coisas e a fic nºao ficar monotona... espereme verºao!!!
Nao esqueçam de me falar o que acharam!!
Ah... estou com duas ones novas, mas nao sei se vou publicar, afinal ninguem se interessou por dead love, o que me leva a pensar que vcs nºao gosta de ones.... U.u
Kisskiss