Notas iniciais
Oi meninas!
Postando mais um cap!
Espero que gostem e que comentem!
Beijos

Elena sentia-se nervosa, tensa e principalmente ansiosa. Seu coração pulsava em batidas agitadas, ainda não acreditava que iria ao baile. Ela não deveria ir, não tinha o direito de ir. A menina era apenas uma escrava, jamais teria sido permitido que fosse a nenhuma festa que ocorresse no palácio.


Ainda assim, não conseguia conter-se, não conseguia conter o desejo de ver o Príncipe novamente. Teria a oportunidade de estar próxima dele e não estaria usando aquelas roupas velhas, mas, sim, o lindo vestido que a Condessa Caroline havia emprestado para ela.


Elena parecia uma verdadeira princesa, a verdade é que ela não precisava de nada disso para atrair a atenção do príncipe para si, ele já a achava linda, já a considerava doce, amável. Não era difícil notar que ele nutria um sentimento incrivelmente intenso por ela, à forma como ele a olhava não deixava nenhuma dúvida.


Elena ainda se lembrava do beijinho que ele havia depositado em sua testa, da forma carinhosa, da textura dos lábios dele contra sua pele. Imaginou como seria se os lábios dele encontrassem os dela. Balançou negativamente a cabeça, não podia pensar numa coisa dessas.


Ela jamais o beijaria, ele era um Príncipe e ela era apenas uma escrava. Isso era impossível, nem deveria sonhar com uma coisa dessas, não era para ela, mas mesmo assim, ela não conseguia, não quando já havia se envolvido com ele de alguma forma.


O olhar dele era tão intenso, tão carinhoso, estava marcado nela, no olhar dela quando encontrava com o dele e uma faísca de sentimento pulsava num fulgor intenso. A voz rouca dele soava em seus ouvidos de forma musical, era tudo que queria ouvir.


Fechou os olhos lentamente e a imagem que vira era a imagem de Damon. Por que tinha que se sentir dessa forma em relação a ele? Elena nunca pensara em alguém assim, sabia que alguém como ela jamais viveria um amor, sua vida sempre seria horrível, difícil, repleta de sofrimento e dor, apenas isso, até que ela finalmente morresse.


Elena considerou-se uma tola, sonhava o que não era para ela, jamais beijara alguém em toda sua vida e ainda achava que poderia beijar Damon, um Príncipe. Tentou não se importar com toda aquela dificuldade, pensaria que existia apenas aquela noite e que nela, ela poderia viver seu sonho, poderia estar com dele. Abriu um sorriso delicado, feliz, em seus pensamentos, já se imaginava dançando com ele.


Mas e se ele não quisesse dançar com ela?


Lógico que ele iria querer, ele já estava apaixonado. Se realmente existisse amor à primeira vista, era isso que ambos sentiam, mas este sentimento ainda não estava tão claro para que eles pudessem compreendê-lo em sua totalidade.


Elena estava nos aposentos de Caroline, ainda não acreditava que a jovem nobre pudesse ser assim tão gentil, que pudesse a estar ajudando, emprestando-lhe um vestido, deixando que usasse os produtos que tinha para se tornar ainda mais bonita. Ela era mesmo uma boa amiga. Elena tomara um longo e relaxante banho e foi arrumar-se, a verdade, é que ela mal sabia como se arrumar para uma festa ou para qualquer outra ocasião, afinal, ela tinha no máximo umas três peças de roupas e todas extremamente velhas.


–Lena, você está não é assim que se veste o vestido... -Caroline sorriu, simpática, já colocando um apelido na nova amiga. Foi ajudar a garota que parecia não ter nenhuma prática em se arrumar.


–Ah, desculpe-me, Condessa... -Elena vergonhou-se, encolhe-se num canto. Ela era muito tímida, amedrontada, mas tudo isso tinha uma explicação muito simples. Ela era uma escrava na frente de uma nobre e não estava acostumada a ser bem tratada.


–Tudo bem, Elena, vou te ensinar a ser arrumar. –A loira sorriu novamente de forma amigável. –Vai parecer uma princesinha, juro. –Caroline foi até ela, ajudou-a com o vestido.


–Obrigado, Carol... -Elena arriscou-se a chamá-la pelo apelido. De alguma forma, elas já eram amigas, porque se não fossem, não faria sentido que Caroline a ajudasse.


E Caroline realmente a ajudou-a a ficar deslumbrante, arrumou os longos cabelos castanhos de Elena num bonito penteado, prendendo-o num elegante coque. O vestido era lindíssimo, combinava com o tom de sua pele, caía perfeitamente em seu corpo. E por último, havia uma linda máscara, que lhe cobria parte do rosto, dando um ar de mistério, sedução. A garota agradeceu pela máscara, agradeceu por ser um baile de máscaras, assim, ninguém a reconheceria, ela não podia ser reconhecida.


–Uau! – Caroline exclamou. –Você está linda, Damon vai ficar completamente encantado...


–Eu acho que sim... -Elena sussurrou, era melhor nem pensar nele, mas não conseguia, tudo aquilo era por ele.


Elena estava mesmo maravilhosa, mas ainda assim, sentia-se envergonhada, a verdade é que se sentia deslocada, aquelas festas, aquele mundo, não fazia parte de sua rotina. Suspirou fundo quando estava na hora de ir até a festa. Caroline sorriu, despreocupada, alegre. Estava animada, aquele definitivamente era o mundo dela.


As duas seguiram juntas pelo grande salão. Elena estava encantada, nunca havia visto algo tão lindo, o salão palácio estava mais bonito do que antes, todo arrumado para o baile. Aquilo era mesmo um sonho. Caroline abriu um sorriso apaixonado assim que viu seu noivo, o Príncipe Tyler, e foi na direção dele.


Elena não conseguiu evitar sorrir ao ver o quanto eles se gostavam, com toda a certeza, aquele seria um dos poucos casamentos que aconteceriam por amor e não por interesse das famílias. A garota fechou os olhos por um breve momento e quando voltou a abri-los, viu o seu príncipe. Damon estava lindo e apesar da máscara, era possível ver seu sorriso sedutor desenhado em seu rosto. Elena quase perdeu o ar.


E quando o olhar dele encontrou o dela, algo aconteceu, aconteceu como sempre acontecia. Aquela mágica, aquela sensação gostosa, tudo isso surgia. Damon ficou encantado por aquela linda garota. Pensou que ela deveria ser alguma princesa de outro Reino, afinal, ela era deslumbrante.


Olhou-a novamente, os cabelos tão castanhos, o olhar que mesmo sob a máscara era o mais lindo e dócil que já tinha visto. Havia algo familiar naquela doçura, havia algo familiar na coloração daqueles cabelos, algo familiar naqueles olhos tão expressivos, algo familiar na forma tímida como ela se encolheu quando percebeu que ele vinha na direção dela.


Era como se ele já a conhecesse, mas não sabia de onde. A máscara dificultava tudo, não deixava que ele pudesse reconhecê-la. Avançou mais alguns passos, sentiu uma necessidade de estar perto dela, a mesma sensação que tinha quando estava perto de Elena.


Ele deveria estar ficando louco, pensou. Ainda assim, não conseguiu suportar aquela distancia, ele precisava mesmo estar com ela. Elena também queria estar com ele, queria ouvir a voz de Damon, mas tivera medo que se ele se aproximasse mais, ele fosse capaz de perceber quem ela era. O que ele faria se descobrisse que uma escrava estava no baile? Ela não podia deixar que ele percebesse, ela não podia.


Tinha medo da reação dele. Ela era mesmo inocente, ele jamais a julgaria mal, iria adorar saber que era ela, mas Elena não era capaz de pensar dessa forma. Afastou-se, afastou-se o mais rápido que pode. Afastou-se antes que ele pudesse falar com ela.


Damon pareceu frustrado, ele realmente queria falar com ela, queria convidá-la para dançar. Por que seu coração acelerou-se só de vê-la? Por que tinha que se sentir daquela forma por uma “estranha”? Elena também se sentia assim, completamente viciada nele.


Seu corpo relutava em se afastar dele, não queria isso, tudo que mais queria era a proximidade, era o calor dele, eram as mãos dele a tocando suavemente como costumava fazer. A morena esquivava-se dele o tempo inteiro, alivia-se quando alguém ia cumprimentá-lo, conversar, prendendo sua atenção. Só que no fundo, tudo que ela desejava era que ele falasse com ela, que ele a abraçasse, que a convidasse para dançar, que fosse só dela, nem que fosse só naquela noite, por alguns minutos. O Rei Giuseppe finalmente surgiu para conversar com o filho.


–Filho, você deve dançar com algumas dessas princesas, conhecer algumas pretendentes...


–O que? –Damon perguntou entediado, a verdade é que mal tinha prestado atenção no que o pai dizia, sua atenção estava completamente focada na bela “princesa”.


–Eu estou dizendo que está na hora de você começar a pensar em casamento.


–Você não tem mais nada o que fazer, não? –Damon rolou os olhos, visivelmente irritado. Respondeu ao pai de forma agressiva, não se importava com nenhum tipo de hierarquia que pudesse existir. –Deixa que eu cuido da minha vida.


–Se você soubesse dar alguma direção para a sua vida... -O Rei respondeu de forma alterada. Não sabia mais o que fazer para conter a falta de respeito daquele garoto. –Mas você parece completamente perdido, filho...


–Se estar perdido é ser diferente de você, então, eu gosto de estar perdido. — Damon respondeu cinicamente. Discordava do pai em quase tudo e não iria mudar para agradar ninguém.

–Completamente perdido... — O Rei lamentou, balançou negativamente a cabeça. Damon era uma vergonha mesmo. Seu filho mais velho não possuía juízo algum.

–Mais alguma coisa, papai? -Continuou de forma sarcástica. Não se importava de responder ao pai, tinha personalidade o suficiente para tomar as atitudes que quisesse.

–Eu conversei com o Rei George e ele ficará muito satisfeito de unir a bela filha dele você. — Giuseppe pareceu satisfeito.

–Eu não quero me casar. — Retrucou. Como iria se casar com alguém que nem conhecia? Não iria casar só para atender a vontade do pai, ninguém iria mandar nele.

–Você é o herdeiro da Coroa, você deve se casar. — Giuseppe argumentou. -E eu não estou te dando outra opção. Sugiro que considere a bela Camille como sua principal pretendente.

–Eu já disse que eu não quero casar. -Damon o enfrentou novamente. Não importava o que seu pai pudesse falar ou fazer, ele não iria se casar. Toda sua irritação se dissipou quando viu a linda "princesa" passar por ele novamente. Seu corpo inteiro vibrou por ela. Por que ela fazia com que ele se lembrasse de Elena o tempo inteiro? Havia algo naquela garota.

–Talvez, você possa escolher com que deseja se casar. -Giuseppe falou satisfeito ao perceber a forma como o filho olhava para aquela jovem nobre. A verdade é que no fim, faria com que ele se casasse com Camille, mas podia fazer com que ele se envolvesse com o assunto. -Corteje algumas dessas jovens...

Damon já nem estava mais ouvindo o que o seu pai lhe dizia. Tentou ir atrás da garota, mas ela fugiu novamente. Elena não sabia por que agia daquele jeito, ela só tinha medo, só isso. Chegara o momento da valsa, e esse era o momento em que os cavalheiros convidam as damas para dançar, podiam cortejá-las, era um momento extremamente romântico.

Elena afastou-se, não queria dançar, ou melhor, queria, mas sua condição de escrava a lembrava que ela não deveria estar ali, que não deveria se envolver com o príncipe. Assistiu de longe, enciumada, Damon dançando com uma nobre. Só que não importava com quem ele dançasse, a verdade é que de uma forma, Elena não saía de seus pensamentos.


Ele não se sentia daquela forma especial com nenhuma outra. Quando a menina retornou, pensando que a dança havia acabado, haveria ainda mais uma, seria a última dança. Damon não conseguia se conter, olhava-a o tempo inteiro, afinal, seu coração clamava por ela. Elena também não fora capaz de fugir, ficara ali, parada, apenas sentindo todo seu ser sendo maravilhado por ele.

–O Príncipe Damon não para de olhar para você. -Caroline sussurrou exibindo um sorrisinho.

–Eu sei... -Elena concordou ansiosa. -Mas se ele me reconhecer? Descobrir que eu sou a escrava...

–Eu acho que ele não vai ligar, ele gosta de você, Lena...

–Ele gosta?

–Lógico, não reparou a forma como ele te olha? -Caroline tinha certeza que os dois se gostavam, estava tão óbvio. -E além do mais, ele não vai reconhecer... -Fez uma pausa e então, sorriu. -É um baile de máscaras e você está usando uma...

–Certeza?

–Lógico que sim, agora vai dançar antes que eu tenha que te jogar em cima dele.


–Eu não sei dançar... –Elena falou nervosa, na verdade, tentava achar motivos para ir embora dali, mas no fundo queria ficar.


–Ele sabe, isso que importa, ele te conduz...-Sorriu. –Muito simples...


Damon foi na direção de Elena, dessa vez, a garota não tentou fugir, ficou ali, queria ficar com ele, finalmente, iria dançar com ele. Imaginou que seria o momento mais mágico de toda a sua vida, talvez, o único momento em que ela fosse dele, afinal, ninguém se importaria que ela ficasse com ele enquanto pensassem que ela também era uma nobre.


–Com licença, Senhorita. –Damon a cumprimentou, sua mão alcançou a dela, segurando-a suavemente. Os dois sentiram aquele formigamento quente percorrer os dois corpos quando se tocaram. Os lábios dele tocaram a pele dela gentilmente, depositando um beijo. Elena se arrepiou por inteira, afinal, ele tinha beijado sua mão e aquilo fora quase como o paraíso para ela.


–Dizem que a última dança é a mais importante e especial. –Ele sussurrou num tom completamente sedutor. Um sorriso desenhou-se em seus lábios e quando ele sorria daquela forma não se era possível resistir a ele. –Você me daria à honra de dançar comigo?


Elena não conseguiu responder, estava encantada demais com a presença dele para conseguir formular uma resposta. Caroline deu um risinho, achou graça da inocência da garota, Elena realmente não estava acostumada a festas, muito menos ser cortejada por um príncipe.


Damon a fitou intensamente, esperando uma resposta, mas Elena nunca respondeu, ela apenas sorriu, deixando que ele a conduzisse até o salão. Seu coração batia tão forte, batia tão profundamente por ele, sua pele formigava, pulsava a cada instante, quanto mais tempo seus corpos permanecessem unidos, maior e mais intensa seria aquela sensação doce, uma sensação que indicava que eles se completavam perfeitamente, que havia uma sincronia entre eles, havia um sentimento tão forte que se tornava quase palpável.


Elena ainda não acreditava que aquilo estava acontecendo, ela estava ao lado do príncipe. Ele a envolveu, enlaçando-a. Elena quase perdeu o fôlego com aquela proximidade tão romântica que surgia da dança que unia os corpos num ritmo tão harmônico. Os olhares se encontraram numa chama inegável, só de estarem juntos, dançando, toda aquela sincronia, toda aquela atração acontecia. Damon a conduzia com tamanha habilidade que ela já havia se esquecido de que não sabia dançar, apenas se entregara a música e principalmente se entregara a ele.


–Muito obrigado por ter aceito meu convite. –Damon agradeceu no mesmo tom gentil, mesmo assim, Elena não respondeu, ela não conseguia, e também tinha medo que ele reconhecesse a voz dela. Ela não podia falar uma única palavra. –Eu tenho muita sorte por dançar com a mais bela dama... ’


Elena fechou os olhos, as palavras dele soavam musicalmente em seus ouvidos. Ainda assim, ela não dissera uma única palavra o que o deixava extremamente intrigado. Com toda a certeza, aquela era uma moça muito tímida, foi o que ele pensou.


Elena ainda ouvia as palavras dele ecoarem em sua mente. Ela era a mais bela dama... Dentre todas as nobres, ele a havia considerado a mais linda. Como, ela queria tirar aquela máscara e dizer quem ela era, mas jamais faria isso. Sentiu a mão dele passear em suas costas, acariciando-a, numa forma respeitosa, jamais tocando regiões que ela pudesse considerar um ato ofensivo.


Elena suspirou, seu corpo amolecia nos braços dele, estava hipnotizada, encantada. Desejava que aquela música não terminasse nunca. Damon reparou novamente nos cabelos castanhos da garota, estavam presos num coque elegante, mas o que chamava a atenção era a coloração, o brilho que possuíam, havia algo de familiar. A verdade é que tudo nela era familiar.


Ficou imaginando de onde poderia conhecer alguém como ela, queria tirar-lhe a máscara e observar sua face completamente. Sabia que ela deveria ser ainda mais linda sem a máscara que a cobria. Por mais que tentasse, não conseguia imaginar de onde poderia conhecê-la. Em todos os Reinos que conheciam, nunca encontrara uma garota sequer que pudesse ser como ela.


Não havia uma única princesa ou nobre que se assemelhasse a ela. Talvez, ela fosse de um Reino distante, talvez, fosse a primeira vez que fosse a um baile. Tentou imaginar possibilidades, mas nenhuma parecia realmente encaixar.


–De onde você é? –Perguntou curioso, tentava buscar alguma informação sobre ela, mas a morena simplesmente não respondia.


–Por que não me responde? –Pareceu intrigado. –Eu fiz algo que te desrespeitou? –Pareceu realmente preocupado. Não queria que ela ficasse com uma impressão ruim dele, não queria desrespeitá-la em nenhuma hipótese.


Elena balançou a cabeça, respondendo que ele não tinha feito nada. Sorriu delicadamente, timidamente, indicando que estava tudo bem. Ela era só tímida, ele concluiu. Continuaram dançando, movimentos ritmados, movimentos quase apaixonados.


–Elena... -Ele sussurrou sem nem mesmo perceber o que estava falando, mas a verdade é que quando ele fechou seus olhos, teve certeza que estava dançando com ela, com a escrava. Achou que estava realmente enlouquecendo. Como poderia pensar que aquela jovem nobre pudesse se parecer com uma escrava?


A realidade é que para ele, Elena era muito mais linda do que qualquer princesa que ele pudesse conhecer. E aquela jovem lhe lembrava tanto de Elena. Ele estava mesmo louco, teve completa certeza. Elena quase congelou, ele tinha falado o nome dela. Será que Damon a tinha reconhecido? Seu coração bateu tão forte, tão assustado e ao mesmo tempo envolvido por ele.


Damon falara o nome dela tão carinhosamente. Ele a observou atentamente, ele tinha cometido uma gafe imperdoável, tinha a chamado por outro nome. Aliviou-se ao perceber que ela não tinha sequer ouvido. Na verdade, Elena continuou impassível, queria que ele achasse que ela não tinha ouvido.


Quando a dança terminara, os dois pareceram não querer se afastar nem por um único segundo, queria ficar daquela forma, colados, unidos, transmitindo aquela sensação maravilhosa. Elena finalmente se afastou dele, mas Damon ainda segurava sua mão. –Por favor, diga-me apenas seu nome...-Ele pediu, mas a garota se foi, não queria ir, mas deveria e foi isso que ela fez.

Notas finais
=*