Notas iniciais
Oi gente, desculpem a demora. Cheguei com o último capítulo da fic espero que gostem :)

Elena iria morrer, ela sabia disso. Ainda assim, ela não sentia medo. Não mais. O único sentimento que perdurava dentro de si era a solidão. Sentia tanta saudade de Damon. Eram tantos dias sem vê-lo, sem sentir o toque dele em sua pele, sem seus beijos. E morreria sem tê-lo ao seu lado pela última vez, isso era a parte mais triste.

A jovem observava o Rei Giuseppe com um olhar distante. Ele parecia estar cuidando dos últimos preparativos para a execução. Não demorou para que tudo estivesse pronto. Elena sentiu um arrepio forte percorrer sua espinha quando uma corda foi colocada em torno de seu pescoço. Ela seria enforcada.

–Você me causou muitos problemas. -Giuseppe falou de forma austera enquanto fitava a escrava com desprezo. -Mas agora chegou o momento em que você vai se arrepender por ter chegado perto do meu filho.

–Eu não fiz nada errado. -Elena respondeu, embora não devesse. Ela sabia que iria morrer, então não havia nada que a impedisse de falar naquele momento. -Eu não vou me arrepender de ter apaixonado pelo Damon e muito menos por ele ter retribuído o meu amor!

–Você deveria medir as suas palavras! Você não passa de uma escrava!-O Rei acertou um tapa no rosto de Elena. Não conseguia suportar a petulância dela. Elena chamava o Príncipe simplesmente pelo nome, sem observar nenhuma formalidade. Giuseppe considerava isso uma afronta, uma total falta de respeito. Não entendia como o filho podia ter se envolvido com aquela garota. Sabia que Damon nunca tinha sido fácil, mas mesmo assim. Envolver-se com uma escrava era escandaloso até mesmo para ele.

–Mas você não tem respeito nenhum, não é? Foi colocada no nosso caminho pelo próprio demônio para destruir a minha família e o meu Reino! -Concluiu, baseava-se em ideias repletas de misticismo e fundamentalismo religioso.

–Não... -Elena tentou se defender, mas o Rei não permitiu.

–Calada! -Ordenou. Não queria ouvir uma palavra sequer dita por ela e não iria mais ouvir.
Quando estava prestes a iniciar a execução da garota, foi surpreendido pelo próprio filho. O rapaz empunhava a espada, suja de sangue, e a apontava na direção do pai.

–Sai de perto dela. -Damon ordenou.

–Vejo que você acabou com todos os meus guardas, não é? O Rei abriu um meio sorriso. Eu estaria orgulhoso da capacidade militar, se você não estivesse aqui por causa de uma escrava...

–Cala a boca. O Príncipe não estava nenhum pouco disposto em ouvir o que o pai dizia, eram apenas bobagens. Tudo que ele queria, era resgatar a sua doce Elena e levá-la consigo para bem longe dali.

–Você não conseguiu ficar longe dela, não é, meu filho? -Foi mais uma afirmação do que uma pergunta. Giuseppe parecia decepcionado. -Eu te dei mais uma chance!

–Mais uma chance? Para fazer o que você queria que eu fizesse?Damon abriu um sorrisinho cínico. Você deveria saber que eu não sou o Stefan!

–Eu quero o melhor para você! Argumentou, mas tudo o que ele dizia não faria diferença. Damon não acreditava nele e tinha bons motivos para isso. Damon, você perdeu o juízo! Está completamente enfeitiçado por essa garota! Será que você não percebe que ela foi colocada pelo próprio demônio no seu caminho?

–Que demônio? Isso não existe! Contestou, exibindo um pensamento atípico para uma época dominada pela cega devoção à religião.

Giuseppe balançou a cabeça negativamente. Estava cada vez mais desapontado. Ainda não conseguia acreditar no que o filho dizia. Se não bastasse ter se envolvido com uma escrava, ele ainda negava as crenças da sua própria religião. O Rei não soube precisar qual das duas atitudes era pior. Eu vou matar essa garota! Bradou, era a única forma de resolver toda aquela situação.

–Você não vai encostar um dedo sequer nela! -Exigiu. Avançou na direção do Rei.

–Então, você está mesmo me desafiando? -Giuseppe questionou. -Por causa dela? -Olhou com desprezo para Elena.

–É isso mesmo que eu estou fazendo. -Respondeu de forma convicta.

–Então, você não tem salvação. Não me resta outra opção a não ser matar vocês dois. -Concluiu enquanto desembainhava a sua própria espada. Fazia algum tempo em que não entrava em um combate, mas isso não era um problema.

Elena observava ainda atônita. Pensou que nunca mais veria Damon, mas ele tinha vindo para salvá-la. Ele nunca iria deixá-la sozinha. A menina sentiu seu coração se acalmar, afinal, ele estava lá, estava perto dela, mas ao mesmo tempo ela se preocupou. Não queria que Damon se machucasse por causa dela. Na verdade, ele já estava machucado, ela podia ver o sangue vertendo do corpo dele. E se algo acontecesse a ele, se ele morresse, ela não conseguiria superar. Ela preferiria morrer. Já tinha se acostumado com a ideia de que iria morrer e estava tudo bem. Ela morreria tendo conhecido o amor e tendo esse sentimento correspondido.

Elena sentiu-se mal, aflita ao ver que os dois iriam se enfrentar. Aquela cena era um tanto quanto deprimente. Era triste demais. Damon e Giuseppe eram família, não deveriam brigar, eles deveriam se amar. Só que isso não era possível, jamais seria. Giuseppe era intolerante demais, ele nunca seria capaz de aceitar algo que fosse o oposto do que ele queria ou do que ele acreditasse. O Rei preferia matar o próprio filho ao vê-lo envergonhar o nome da família. E ele não sentiria muito por isso, não se sentiria culpado se realmente o matasse.

A garota fechou os olhos, não podia assistir aquilo. Tinha medo. Queria fazer alguma coisa, mas não podia, estava presa e se desse um passo em falso, poderia acabar perdendo a vida, por conta da corda que estava envolta de seu pescoço.

Apenas ouvia o tilintar metálico provocado pelo encontro violento das espadas e isso acontecia diversas vezes. O embate continuou durante um bom tempo de forma equilibrada. Até que Giuseppe parecia ter conseguido vantagem.

–Eu vou te dar uma última chance de me pedir perdão. Giuseppe ofereceu, exibindo um sorriso vitorioso. Ou eu vou te matar.

–Será que vai mesmo? Damon desafiou. Não parecia nenhum pouco preocupado e não tinha porque estar. O Rei havia caído direitinho no plano que ele havia arquitetado. Damon se defendeu o ataque e no momento seguinte, estava apontando a espada contra Giuseppe.

–Muito bem, Damon. Giuseppe reconheceu a inteligência do garoto. O que você está esperando? Mate-me. Provocou.

O jovem Príncipe hesitou. Não estava assim tão convicto. Não, não gostava do pai, mas, mesmo assim, não sabia se seria capaz de matá-lo.

–Mate-me e você será o Rei. Continuou provocando. O que você está esperando?

Desta vez, Damon não vacilou. Fincou a espada na barriga de Giuseppe, era um golpe preciso e grave, porém não era letal. Acertou um segundo golpe, também não letal, mas era o suficiente para fazer com que o Rei não tivesse condições de continuar. Eu não vou te matar, eu não sou igual a você.

–Péssima escolha, garoto. O pai respondeu em um tom de voz fraco devido à dor que estava sentindo. Você vai se arrepender do que fez.

Damon deu de ombros, não queria ouvir e também não se importava. Tudo que ele queria era ter Elena em seus braços novamente. Caminhou até a garota, desamarrou-a.

–Você está bem? Damon perguntou enquanto acariciava o rosto da garota. Era tão bom sentir a textura da pele dela novamente.

Elena assentiu e abriu um sorriso. Sentia-se tão segura perto dele. Abraçou-o, precisava disso. Tinha sentido tanta falta dele, mas tanta.

–Desculpe por ter feito você esperar tanto. Ele sussurrou no ouvido dele. Eu sinto muito por tudo o que você passou.

Elena não falou nada, apenas o beijou e a forma como ela o beijou era a resposta dela. Estava tudo bem. Tudo que ela queria era estar com ele e agora estava. Nada mais tinha importância. Eles poderiam ficar juntos finalmente. Eu te amo. A garota confessou entre os beijos.

–Eu também te amo. Damon respondeu sinceramente. Nós precisamos sair daqui. Quebrou a seqüência de beijos. Embora não quisesse desgrudar dos lábios dela um só minuto, precisava fazer isso. Eles não estavam seguros. Por mais que Giuseppe não fosse uma ameaça naquele momento, não demoraria até que alguém fosse até lá e descobrisse tudo que acontecesse.

–Você tem razão. Elena o acompanhou.

Quando os dois chegaram do lado de fora, Caroline estava os esperando ao lado de Tyler. A jovem havia preparado tudo para que eles pudessem fugir, havia um cavalo, uma grande quantidade de moedas de ouro, água, comida não perecível e algumas roupas. Ao menos, havia providenciado o básico.

–Lena! Caroline exclamou e abraçou a amiga. Estou tão feliz que você esteja bem! Sorriu. Em fim, você vai poder ser feliz junto com o Damon!

–Isso é maravilhoso! Elena concordou. Estava feliz. Eu nem acredito que vai ser eu e ele a partir de agora, que ninguém vai ficar no nosso caminho.

–Lena, promete que nós vamos ver novamente. Caroline pediu, mesmo sabendo que tal pedido era um tanto quanto improvável.

–Claro, Carol! Elena abriu um sorriso e as duas se abraçaram.

As coisas se tornaram dramáticas quando novos guardas reais se aproximavam de onde eles estavam. O casal não podia mais perder tempo com despedidas. Os dois precisavam fugir. Subiram no cavalo e foram embora o mais rápido possível. Caroline e Tyler também se afastaram do local, não podiam deixar que ninguém desconfiasse que eles tiveram envolvimento no que acabou de acontecer.

Os guardas encontraram Giuseppe gravemente ferido, porém consciente. O Rei acusou a escrava de tentativa de assassinato. Não falou que o filho havia feito isso apenas para não envergonhar mais a família. Limitou-se apenas a dizer que o Príncipe estava junto com a garota e que ele queria que os dois fossem localizados e trazidos imediatamente ao Palácio.

Os soldados partiram, em seus cavalos, em busca do casal. E como os dois não haviam ido muito longe, acabaram sendo avistados. A perseguição se tornou muito intensa. Elena sentia seu coração bater cada vez mais forte. Estava com medo. Agarrou-se ainda mais a Damon que conduzia o cavalo o mais rápido possível. Os soldados estavam cada vez mais perto e eles eram muitos. Seria impossível enfrentá-los diretamente. Damon sabia disso, mas ele não podia deixar que eles os alcançassem, não podia colocar Elena em tamanho risco. Mudou o caminho que estava fazendo. Em vez de continuar pela estrada, entrou numa densa mata, que ele conhecia muito bem, pois desde pequeno ia até lá, primeiro para se esconder do pai, depois, quando mais velho, ia caçar ou apenas ter um tempo longe de todo mundo. Isso deu a vantagem que precisava para despistar os soldados. Mesmo depois de não haver ninguém atrás deles, continuaram adentrando a mata, apenas por segurança. Só que o rapaz não estava se sentindo muito bem, sua visão estava turva, ele estava se sentindo tonto. Ele tinha perdido muito sangue decorrente do ferimento que havia ganhado durante as lutas daquele dia.

–Você está bem? Elena indagou. Percebeu que havia algo de errado.

–Sim. Mentiu.

–Eu acho que nós devíamos parar de fugir... -Sugeriu. -... pelo menos um pouco. Completou. Nós podíamos passar a noite aqui.

–Não, é perigoso. Damon discordou, a mata fechada era muito perigosa e, além disso, os soldados podiam achá-lo.

–Eu não acho que seja tão perigoso. Argumentou. Ninguém vai nos achar aqui, no meio da mata. E é só uma noite, amanhã, nós podemos continuar até a cidade.

O que a garota dizia fazia sentido, por isso Damon acabou concordando. Cavalgaram só mais um pouco, para um local que ele conhecia bem e que não era tão perigoso quanto os demais. O rapaz quase perdeu o equilíbrio duas vezes enquanto fazia uma fogueira para eles.

–Você precisa descansar... -Elena falou em seu tom costumeiramente doce.

–Eu estou bem. Damon argumentou. Não podia demonstrar fraqueza, ele não era do tipo que fazia isso.

–Você está machucado. A garota contestou. Você salvou a minha vida hoje... -Continuou. Agora, eu tenho que cuidar de você. E nem adianta você ficar falando que está bem.

O rapaz acabou cedendo. Deitou-se na cama improvisada pela garota. Ela abriu a camisa dele, expondo o ferimento na barriga. Pegou um pouco de água e lavou a região. Ele mordeu o lábio para conter uma reclamação de dor. Rasgou um pedaço de roupa para fazer um tipo de curativo.

–Você está tão séria... -Ele observou, sua voz soou bem mais fraca do que de costume.

–Eu estou terminando o seu curativo. A garota respondeu docemente.

–Você fica bonita assim. Elogiou. Ou melhor, você é linda de qualquer jeito.

Elena sorriu. Quando terminou o curativo, ela beijou os lábios dele apaixonadamente. Damon segurou a mão dela e ficou acariciando até que acabou pegando no sono. A garota deitou-se ao lado dele e os dois dormiram juntos. Finalmente, podiam estar juntos.

Elena acordou cedo, o sol ainda estava surgindo no horizonte. A menina abriu um sorriso ao ver que ela ainda estava deitada ao lado de Damon. A garota se aninhou ao lado dele, gostava de sentir o calor do corpo dele fluindo para o seu. Em fim, podia ficar com ele sem nenhuma preocupação, sem ninguém que quisesse impedir o amor dos dois.

Acariciou o rosto do rapaz que ainda dormia profundamente. Verificou o ferimento dele, parecia melhor. Isso era muito bom.

A garota se levantou, reparou que haviam algumas árvores com frutos ao redor. Decidiu colher alguns. Já havia pegado alguns quando Damon surgiu.

–Elena? Ele a chamou em um tom ansioso. Eu fiquei preocupado, quando eu acordei, você não estava do meu lado... -Damon a abraçou. -Achei que tinha acontecido alguma coisa com você.

–Eu só vim pegar algumas frutas. Respondeu, abrindo um sorriso.

–Aqui é perigoso, você não pode sair sem me avisar, você entendeu?

–Desculpa. A morena baixou o olhar. Eu me esqueci do perigo, aqui é tão bonito. Argumentou.

–Tem alguns lugares bonitos aqui. Ele concordou. Você quer que eu te leve?

–Claro. A garota sorriu e deu a mão para ele.

Os dois andaram por alguns minutos até chegarem a uma cachoeira. A água caía com força em uma paisagem magnífica.

–É lindo! Elena exclamou. Caminhou até a margem, encantou-se com a água cristalina. Será que é quentinha? Perguntou, fazendo referencia a temperatura da água.

–Nós podemos descobrir. Damon respondeu, exibindo um sorriso malicioso.

–Será que nós podemos entrar? Indagou.

–Não tem ninguém nos proibindo. Piscou fazendo com que ela sorrisse.

O rapaz já estava sem camisa, então abriu os botões da calça que vestia, com o intuito de se livrar do tecido.

–Sem roupas? A jovem sentiu a pele de seu rosto queimar de vergonha.

–É muito melhor assim, não acha?

–Tem razão. -Concordou, quando foi tirar o vestido, ele a interrompeu.

–Deixa que eu tiro para você. A voz rouca soou em um tom sedutor.

Ela meneou a cabeça, concordando. Damon sorriu e a puxou pela cintura, trazendo-a mais para perto de si. Os corpos colaram. Elena arfou. Os lábios dele reclamaram os dela, iniciando um beijo ardente. Ela correspondeu na mesma intensidade, as línguas entrelaçaram, movimentava-se juntas em uma dança ritmada e doce. Finalmente, Damon a livrou do tecido, que lhe cobria o corpo, deixando-a completamente nua, se não fosse pela fina calcinha que cobria a intimidade.

As mãos dele passeavam sem nenhum pudor pelo corpo feminino, explorando cada uma de suas belas curvas. Fazia tempo que ele não a tinha daquela forma, estava com tanto desejo. Como ele a queria, queria cada centímetro. Apertou as coxas volumosas, as nádegas da garota, subiu pelas costas, os dedos se entrelaçaram nos longos cabelos castanhos. Um novo beijo, ainda mais quente. A boca dela possuía um sabor único, era docemente viciante. Mais um beijo e em fim, ele a conduziu até uma rocha, úmida devido as quedas dágua, fazendo-a quase deitar o corpo ali.

Elena acariciou o rosto dele e tomou a iniciativa de um novo beijo, mas logo os lábios dele escaparam dos dela, buscando o pescoço da garota e beijando a pele tão sensível. Damon sorriu de um jeito safado ao ouvir o gemidinho dela.

Ele continuou descendo no corpo dela. Apertou os seios volumosos e beijo o vão que havia entre eles. A garota levou a mão ao rosto dele, como se esse gesto demonstrasse que ela queria mais e foi isso que ele fez. Passou a língua no mamilo de direito, fazendo movimentos circulares, uma leve massagem. Elena gemeu alto. Era como se correntes elétricas passassem pelo corpo dela, atiçando-a. A sensação era tão boa. Ele chupou o seio da garota na intensidade correta, enquanto apertava o outro e depois, alternou. Ela arfou, sua respiração estava ofegante, todo o seu corpo pulsava por ele.

Damon trilhou um caminho quente e provocante pelo corpo dela com seus beijos até chega na parte que ele mais desejava. Afastou as pernas dela, deixando-a numa posição mais convidativa. Ele ficou de joelhos, distribuiu beijos pelas coxas da garota. Só faltava tirar a calcinha dela e foi isso que ele fez. Ela estava completamente nua. Estimou-a com a mão, friccionou o clitóris. Ela estava tão úmida, sentia tanto prazer. Delirou quando a boca quente tocou-lhe o sexo, deixando a língua o explorar em movimentos deliciosos, chupando até que ela atingisse o ápice.

Ele se livrou do restante das roupas enquanto ela aproveitava o orgasmo. Damon a pegou no colo e a levou até a água, que estava tão quentinha.

Os dois se beijaram, um beijo doce e quente. Havia tanta luxuria quanto amor entre eles. Ela passou a mão no corpo dele, nos braços musculosos, nas costas, entrelaçou os dedos nos cabelos negros. Um novo beijo, ainda mais profundo e ela já estava com desejo de novo. Os corpos estavam colados, Elena soltou um gritinho de prazer ao sentir o membro quente e rígido a penetrar. Ele começou com movimentos lentos, adorava aquela sensação, ela que tão apertada, tão deliciosa. Os dois gemiam juntos, era uma sensação extrema, os dois se conectavam perfeitamente. Os movimentos se intensificaram até que ela sentiu o orgasmo dele jorrar dentro dela e ela chegou lá novamente. Os dois ficaram abraçadinhos, trocando beijos. Em fim, estavam juntos.

Notas finais
E aí o que acharam? Eu vou fazer segunda temporada da fic. Quando tiver pronta, vou postar aqui o link para vcs acompanharem. :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.