Impossible Dunat
1 Um
Notas iniciais
Oi pessoal!
É a primeira vez que escrevo uma fic Dunat, então me desculpem se ficar sem graça, prometo que melhora!
Me amolem lá no twitter @majulionanaju e espero que gostem da fic!
É a primeira vez que escrevo uma fic Dunat, então me desculpem se ficar sem graça, prometo que melhora!
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P.O.V Narradora
Nat chutava o saco de areia com força. Imaginou que Lobão estava ali na sua frente e chutou mais forte. Heideguer veio a sua mente e ela repetiu o movimento. Chutava cada vez mais forte, sua raiva se dissipava aos poucos. Acordou com nojo de si mesma depois de lembrar dos lábios de Lobão nos seus na noite anterior. Aquilo era tudo culpa dela. Talvez estivesse feliz longe dali. Talvez não seria rotulada como bandida. — Tá com raiva hoje, hein? — escutou Cobra caçoar dela. Revirou os olhos e encarou — o. — Tu não tem nada melhor pra fazer do que atormentar os outros, não? — chutou outra vez, mais alto. — Eu tava olhando e acho que esse teu chute aí tá meio baixo, viu. Nat riu ao ver a careta de Cobra. — E desde quando a gatinha anda me observando? — ele sorriu amarelo e ela o olhou com uma cara de tédio. — Tá interessada? — Deixa só o mestre saber que você anda cantando a namorada dele... — Nat falou mais alto dessa vez na intenção de que Lobão a escutasse. E assim foi. Lobão saiu de seu escritório, andando até os dois. — Como é que é? — encarou Cobra, que fuzilou Nat com os olhos. — Nada não, mestre. — coçou a nuca tentando disfarçar. — Foi isso que você ouviu. O lutadorzinho aí não para de me encher. — Nat desmentiu e Lobão voltou o olhar para ela. — Vai pra casa meu anjo. Tá precisando descansar. — acariciou o rosto de Nat que se controlou para não arrancar a mão dele dali. — E você, Cobreloa, melhora esse chute. Vai me ajudar a fechar a academia hoje. Nat se distanciou e arrumou suas coisas, indo embora dali. Subiu na moto e ia colocar o capacete quando ouviu alguém. — Olha lá, essa bandida de novo. Não presta mesmo. — Bianca sussurou para si mesma. Nat se virou e olhou para a menina. — Desculpa, foi comigo? — disse. — Tá vendo outra bandida aqui? — Bianca colocou as mãos na cintura e deu um passo a frente. Nat suspirou. — Qual é o teu problema comigo garota? — perguntou. — Vê se me deixa em paz. — Eu não falei pra ficar longe de quem eu amo? — escutou e um arrepio percorreu sua espinha quando reconheceu a voz. Ele estava atrás das duas, e parecia irritado. Era mais que óbvio. Ela era uma "bandida". — Duca, eu juro que não... — Nat tentou se explicar mas ele a interrompeu. — Some daqui, Nat. — disse friamente e passou o braço em volta da cintura de Bianca. Fazia tanto tempo que não ouvia o apelido na voz dele. Fazia tanto tempo que não ouvia a voz dele. Ela olhou para ele. Péssima ideia. Seus olhos encontraram os dele e memórias atacaram sua mente. Droga, pensou. — Eu ainda vou provar que você tá errado. — disse e colocou o capacete. Ligou a moto e saiu dali com mais raiva do que antes. Eu vou provar que não sou uma bandida, pensou.
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