Impossível

1 Capítulo 1 - A bruxa boa e sua família má.


Notas iniciais
Começo vai ser uma base para entenderem a história . conta sobre historia de seus pais e seu nascimento em 2 cap apenas. No 3 sera contada a historia de agora . com novos personagens e os primeiros confrontos.

Ela corria como se não houvesse amanhã. E se ele a pegasse realmente não haveria um amanhã para ela.
— esta me irritando bruxa! Vou acabar com você !
— vai ter que me pegar primeiro caçador !! — corria ela com sorriso no rosto.
— maldita seja!
Ela era rápida e esperta sabia se esconder em qualquer lugar. E ele seria o primeiro que conseguiria pegar a bruxa astuta como ela era chamada. Ate ela escorregar a margem do lago cai. Ele aproveitou aumentou sua velocidade, enquanto ela tentava se recompor a queda. Ele se jogou sobre ela enquanto ela tentava escapar.
— me solta!!
— e agora hein? Peguei você bruxa astuta.
— pegou por sorte caçador, espere só eu escapar.
Eles se olharam nos olhos. O caçador sentiu uma ligação entre eles e ela também não podia negar tal sentimento novo q sentia pelo caçador
— Me diga onde estão as crianças.
— se acha que vou soltar algo, esta enganado. Torture-me, e mesmo assim da minha boca não ira sair nada!
Ele sabia que não seria fácil então. Nocauteou e a levou a sua cabana na floresta, amarrou ela a cadeira e jogou água para a mesma acordar.
— ahhh! Isso é jeito de acorda uma dama caçador, onde estão seus modos?
— deixei na floresta quando me chutou quando queria apenas respostas.
— ah.. Isso?! Estava me defendendo.
— nem toquei em você , se defendia de quê?
— oras, é um caçador e eu uma bruxa. Me mataria sem pensar. Estava esperando eu entregar minha família para poder me matar.
— isso não deixa de ser verdade. — ele deu de ombros e ela ficou irritada.
— e ainda pergunta de que me defendi? Maldito! — ela se debatia na cadeira.
— acalme-se. Me entregue sua família e quem sabe libero você.
— acha que sou tola? Não posso entrega-los.
— ah você vai! Ou.. Eles virão atrás da doce irmã deles.
— não. Eles não vem. Eu sou dispensável para eles. Por que acha que me irmão fez aquilo? — ela sorrio tristemente. Lembrando do que ele fez.
*Flash back*
— Corram lavem o caçador
— do que esta falando Ivy?
— Salon tem Um caçador aqui, está atrás de nós.
— atrase-o Ivy!
— o quê?
— você precisa atrasar ele.
— mais eu ..
Ele jogou a irmã barranco abaixo.
— sinto muito Ivy, mais não vou morrer hoje!
— irmão! Por favor !
Ele viu o caçador e sorriu. Ela se levantou correndo para o outro lado.
* off *
— olha pode fazer o que quiser comigo. A morte será um favor que me faz.
— e por que diz isso?
— não quero me torna ainda mais um monstro. — ela sorrio.. — será um alívio a mim morrer sem ter que matar crianças para uma lua me dar força total.
vai me dizer que é uma bruxa boa? Não existem bruxas boas! Sabe o que bruxas fizeram aos meus pais? Elas o queimaram de dentro para fora. Você acha que vou acreditar na sua farsa de bruxinha que quer o bem? Me poupe de tais palavras mentirosas! — ele lhe acertou um tapa. — me diz onde estão as crianças!!
— se eu disser.. Me mate!
— garanto que não exitarei em mata-la!
— estão num casebre a margem do rio. Agora me mate!
Ele sorrio.
— quando voltar faço isso. Não recebo ordens de bruxas.
— não Você não entende. Eles vão vim atrás de mim.
— você mesma disse que não vão vir.
— se pegar as crianças , eles saberão que fui eu.
— não vão encontrar você
— ah você não entende. por favor..
— não demoro!
Ele pegou suas armas e saiu correndo.
— nãããoo!! — ele se encheu de lágrimas. — eles.. Vão querer que eu volte com eles — ela sussurrava. — por favor..
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Ele demorou um tempo para encontrar o barraco na margem. E quando encontrou ouviu o grito das crianças.
— ah malditos! — cerrava os dentes.
Se abaixou e foi andando devagar para perto do barraco com sua arma.
— não chorem crianças, vamos mata-las rápido.
— enquanto a Ivy, Salon?
— ah Ivy teve o que merecia. Por culpa dela o ritual não foi feito a lua da semana passada. Ela "sem querer" soltou 4 crianças e não podíamos usar apenas aquelas que estavam lá, precisamos deste tanto de almas pequenas e puras — sorrio.
— ela é nossa irmã Salon!
— não posso correr riscos Charles. Ivy sabe se virar. Vai conseguir se salvar como sempre faz.
— não desse caçador Salon, ele é a lenda que matou o clã de Mississipi.
— por isso mesmo, não temos chance!
— sabe o que papai fara se algo acontecer a ela.
— diremos que ela se sacrificou para nos ajudar. Ele sabe que ela faria isso.
— é ela faria. E vamos abandoná-la por medo?
— ela já deve estar morta Charles acredite em mim irmão.
— não vou desistir. Ela é minha irmã.
— você sempre foi estupido como ela Charles. Vá sozinho atrás dela e morra.
Ele suspirou. E sentou-se a beira da cama de sua irmã.
— perdoe-me Ivy, sozinho não poderia deter o caçador.
O caçador ao lado de fora planejava um modo seguro de entrar. Ate sentir alguém se aproximar e se escondeu. Era uma mulher. Outra bruxa, ele suspirou.
— o que farei agora?
Ela entrou na casa.
— Salon, Charles.. -cumprimentou.
— Elisa. — eles cumprimentaram a irmã mais velha.
— onde está Ivy?
— O caçador a matou! — Salon logo se prenunciou.
— Ivy está morta? — sorriu ela. — que ótima notícia Salon!
— como? — Charles se revoltou. — Você ta feliz com a morte de nossa irma caçula??
— ela sempre foi um peso morto Charles. Boazinha de mais. Não vai dizer que vai chorar.
— Não. Eu vou contar ao nosso pai, e esse sorrisinho dos rostos de vocês vai sumir ! — ele saiu do casebre, deixando os dois irmãos gargalhando —
— acha mesmo que ele conta?
— Salon? Charles é como ela, faremos um draminha e logo ele esquece isso. Tem certeza que ela está morta?
— Sonny é o caçador sabe como ele age.
— ahhh, é um belo e forte caçador. Realmente ela deve estar morta! Falta só Charles encontrar a morte também.
— ele é burro, com certeza vai atrás dela e Sonny matará os dois !! — ria.
O caçador estava desacreditando do que ouvia. Eles eram família e todos os monstros que matou defendiam seus familiares, poupou bebês monstros e crianças que podiam seguir caminhos diferentes, não era um caçador que primeiro atirava depois perguntava, era um caçador que defendia apenas a bondade do mundo. Mesmo as criaturas podem ser boas. Esse era o pensamento dele. Se odiou por ter batido na bruxa que dizia a verdade, ele devia ter olhado nos olhos dela e acreditado. No fundo ele sabia que ela era boa assim que a olhou. Precisava de ajuda agora para salvar aquelas crianças e se tivesse acreditado ela o teria ajudado.

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Ela havia conseguido se soltar e iria fugir para bem longe onde não usaria magia e seria uma moça normal. Seus irmãos e seu pai achariam que ela estava morta então ela conseguiria viver em paz. Mais assim que olhou para floresta pensou no caçador. Pobre caçador que encontraria seu fim tentando ajudar a pegar as crianças que ela ajudou a pegar.
— droga!
Entrou na floresta e correu como sempre o mais rápido que podia e quando estava perto esbarrou em Charles.
— irmã!! — ele a abraçou
— irmão! — ela apertava ele.
— achei.. Eu achei que tivesse perdido você. Eu tava a procurando agora. Onde esta o caçador?
— ah, ele? Eu.. Eu.. Não sei.. Ele saiu e eu consegui me soltar.
— quanta sorte — ele sorrio. — Salon e Elisa estão..
— rindo da minha "morte" — ela sorrio. — imaginava.
Os dois foram para o casebre e ela viu o caçador entre as árvores. Sorrio por ele ainda estar vivo. Ela entrou na casa e Elisa se engasgou com o vinho.
— ola irmã. Tomando vinho? Só não tomamos quando estamos comemorando algo? O que comemora? — ela sorrio de canto e piscou para Charles.
— ah.. Irmã que bom que esta bem! O vinho? Ah, eu só tava tomando por que a tristeza me corrompia e sabe como esqueço tudo quando bebo.
— ah sim.. Entendo.
— como esta viva? — Salon estava assustado.
— garanto que não graças a Você irmão. Papai vai adorar saber que me deixaram a mercê de um caçador.
— onde está o caçador?
— ora, o que caçadores fazem? Eles caçam. E no momento nos somos as presas dele.
— como esta viva?
— ele me amarrou, queria que entregasse vocês.
— e..e..e.. Você nos entregou?
— e por que não faria isso? Vocês me deixaram para morrer.
— achávamos que já estava morta irmã.
— Me poupe de tanta falsidade.
Ela olhou para janela e o caçador estava encolhido ao lado. Ela o olhou sorriu disfarçadamente.
— ah, ele esta trazendo mais caçadores. Vão nos matar se não sairmos logo daqui!
— mais e a lua?
— prefere morrer Salon?
— droga!
— e as crianças?
— eu as soltarei e apagarei a memoria delas, se não nos seremos caçados. Seus irmãos foram na frente e ela ficou para soltar as crianças. Olhou pela janela e o caçador ficou de pé.
— ainda bem que não matei você. — sorriu se canto.
— é, ainda bem.
Ela apagou a memoria das crianças com um feitiço da memória.
— elas não vão lembrar de nós. Apenas que se perderam na floresta tentando encontrar os amigos sumidos.
— obrigado! Ivy não é?
— é, e você é?
— Sonny!
— okay Sonny, obrigada por não me matar mesmo eu pedindo.
— com a família que tem eu também iria querer a morte. — riu.
— é .. — ela suspirou. — tenho que ir.
— ah..
Ela olhou as crianças dormindo.
— deixando bem claro, eu nunca quis isto. Prometo salvar sempre que puder elas. — ela deu as costas colocando capuz-
— você tem mesmo que ir? Você poderia me ajudar.
— eu?
— você não é má Ivy.
— mais minha família.. Eles..
— não deixarei eles a fazerem mal.
— Sonny..
— Vamos Ivy.
Ela olhou para porta.
— não posso.
— por quê?
— eles matariam crianças.
— vamos dar um jeito Ivy, por favor não vá.
— desculpe Sonny..
Ela o olhou.
— nos vemos logo talvez.
Ela se foi deixando ele sem palavras.


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4 meses depois eles trocaram cartas, pois ela entregava todo lugar que os irmãos queria devorar crianças e ele deixava caçadores de plantão atrapalhando os planos deles. E a cada carta os dois se encantavam um pelo outro. E resolveram se encontrar, num campo perto de Illinois.
— Ivy..
— Sonny..
Ela o abraçou e logo o soltou sorrindo sem graça.
— sentiu saudades ne? — ele riu.
— eu? Claro que não! — revirou os olhos.
Ele sorriu e a puxou dando lhe o primeiro beijo. Era o que ambos esperavam a muito tempo.
— perdoe-me eu..
— tudo bem Sonny.
— preciso te dizer algo Ivy.
— algo ruim?
— não.. Quer dizer.. Vai depender de você
— de mim?
— é.. Sim!
Ele olhou nos olhos dela.
— eu te amo..
— Sonny eu..
— tudo bem se não me amar, eu só precisava dizer. Não sei quando nos veremos de novo então eu não podia perde essa chance.
Ela sorriu e o beijou.
— eu também amo você Sonny.
Eles Resolveram fugir para viver seu amor longe da família dela e ele longe das caçadas. Eles queriam viver em paz. E depois de 1 ano casaram- se , 3 meses depois Ivy estava gravida de seu primeiro filho.
— que nome?
— ah não sei diz você um e eu confirmo ou nego. -ela riu.
— hum... Caio?
— não..
— Samuel?
— não também — ria
— ahhh .. Carlos?
— não amor meu Deus
— ah desisto.
— que tal David?
— David? Hum. É um nome perfeito — ele a beijou.
— David.. Nosso pequeno Davi.. — ela sorriu.
David nasceu perfeitamente saudável o que deixou os dois ainda mais felizes. Quando David inteirou 4 anos, sua mae engravidou mais uma vez.
— é Uma menina Sonny.
— nossa menininha Ivy. -sorriu.
— menina? Mais mamãe eu quero um irmãozinho. Menino!
— não quer ter uma irmãzinha? Ela vai precisar do maninho dela para brincar você não quer?
Ele suspirou
— E se ela não quiser brincar comigo?
— claro que vai querer, você vai ensinar muitas coisas a ela querido.
— e vai ter que proteger sua irmãzinha de tudo! Vai fazer isso? Não esqueça que é o homem da casa!
— Homem da casa? — sorriu
— Sim!
— ta papai vou proteger minha irma Sim! E Qual o nome dela?
— Lucianna.. -Ivy sorriu. — Lucy..
Meses depois ela deu a Luz a Lucy.
— ela não é linda? -sorriu.
— para de babar nela Sonny
Ivy e Davi riam.
— não to babando!
— ta sim! — eles riram.
4 anos se passaram e tudo continuava feliz e encantado. Eles Compraram uma casa no campo, em uma cidade pequena. E lá ficaram com seus dois filhos Lucy com 4 anos e Davi com 8 anos. E quando tudo não podia melhorar.
— está grávida?
— sim! — ela ria.
— não posso acreditar!! — ele estava feliz.
— mamãe vai ter outro bebe?
— sim Davi
— irmãzinha ou irmãozinho mamãe? — Lucy perguntava.
— hum.. Não sei muito bem — ela tocava em sua barriga. — eu não consigo saber — sorriu forçada e assustada.
Havia algo errado. E Sonny sabia.
— crianças vão se arrumar nos vamos dar uma volta na cidade hoje para comemorar a vinda de mais um integrante a família.
— ebaaa! — os dois correram.
— o que foi?
— minha magica, acabando. Faz muito tempo que não a uso. E sinto me fraca. Como se algo ou alguém tivesse sugando minha energia.
— acalme se deve ser apenas alguns hormônios querida. É a sua terceira gravidez. Apenas não se preocupe. Ele sabia que que havia algo errado.

Notas finais
Bom é isso por hoje. Postando as 3:45 kkk.. Primeiro cap segundo saíram logo. De dois em dois dias postarei. Maia para acabar logo cm esse início de base da história. Farei amanhã logo..
Bjs da autora. Espero que gostem se gostaram. Comentem e digam o q posso melhorar e até críticas (leves pfvr) .. Que esse início roube seus corações
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.