Notas iniciais
Aaaaaaeeee Nyah voltou! Enfim o cap!

– Acho que estamos perdidas!

Essa frase fez Brittany gelar.

– Como assim San? (Brittany estava muito nervosa, começava a olhar para todos os lados)

– Não sei onde estamos e nem de onde viemos...

– Mas não tem como voltarmos lá para a praia? É só seguirmos aquele caminho ali... (a loira apontava meio desesperada)

– Não foi dali que voltamos Brittany... (Santana também olhava em volta) Se fosse apontar um lugar de que partimos seria ali... ( apontava para uma direção oposta)

– Estamos perdidas mesmo! (Brittany baixou o rosto vencida) O que faremos agora San?

Santana desligou o motor do pequeno barco. Deixando o barco ser levado conforme as ondas.

– Porque desligou?

– Britt, como o motor ligado só vamos nos distanciar mais rápido, assim pelo menos temos a chance de alguém que está vindo depois nos encontrar... isso é claro se esse for realmente o caminho para a tal ilha... (Santana puxou o celular do bolso e olhava na esperança de conseguir sinal ali) Porcaria... sem sinal... (a latina lamentava)

–E se não for o caminho e ficarmos paradas aqui? Tubarões podem nos pegar!

– Fica calma Britt... isso não vai acontecer, alguém vai aparecer e nós sairemos daqui... (Santana tentava acalmar Brittany sendo positiva) Apenas fique tranquila...

– Como posso ficar tranquila se até aquela musica do filme Tubarão tá na minha cabeça... só consigo ouvir... “ Taram... Taram... taram.. tam tam tam tam tam tam...” Quando assistir esse filme fiquei um tempão sem ir à praias... (Brittany confessava com medo nítido)

– Calma, meu amor... Santana se aproximou mais e segurou as mãos da esposa... tudo vai dar certo! Não fica nervosa, não é bom pra você lembra-se? Você está carregando nosso bebê... (Santana agora passava a mão na barriga da loira)

– Eu sei... eu sei... mas é inevitável...

As meninas então deixaram ser guiadas pelas ondas na esperança que isso daria tempo de serem resgatadas por algum barco maior que passasse por ali, não conseguiram saber quanto tempo ficaram assim. Brittany estava cansada, Santana a olhava e só conseguia se lamentar por ter sido tão apressada, colocou a vida delas em risco por não ter esperado. Sentia-se culpada. O calor era intenso e não tinham nenhuma proteção, nem para sol, chuva ou qualquer coisa que viesse, estavam a mercê do clima.

Não se sabe quanto tempo mais ficaram naquela maré. Brittany começou a ficar enjoada com o balanço do barco.

– San... estou me sentindo enjoada, será que já é um sintoma de gravidez?

Santana deu um sorriso fraco, quem dera se realmente fosse verdade, porém estaria muito cedo para isso acontecer e a latina também sentia-se enjoada.

– Infelizmente não Britt... eu também estou enjoada... é pelo balanço do barco... estamos assim a muito tempo... normal se sentir assim...

Brittany fez uma cara triste, mas logo seu semblante se modificou quando avistou algo.

– San... o que é aquilo ali? (apontou fazendo Santana virar-se automaticamente)

Santana abriu um sorriso radiante ao ver o que Brittany tinha mostrado.

– Britt! Acho que é a ilha do hotel! Estamos salvas! (Dizia com um sorriso que não cabia no rosto)

Brittany não aguentou e abraçou a esposa.

– Não disse que daria certo? (Santana perguntava Brittany novamente que concordava)

Santana fez de tudo para virar o barco em direção a ilha avistada e quando conseguiu, ligou o motor para apressar a chegada. Pouco mais de três minutos e as garotas chegaram em terra. Santana desceu primeiro do barco para ajudar Brittany. Fora dele olhavam ao redor a procura do hotel.

– Deveria ter uma placa indicando as coisas por aqui... (Santana reclamava)

– Talvez tenha mais a frente San... (Brittany a acalmava)

– Britt, eu acho que não deve andar tanto, porque não fica aqui até eu encontrar o hotel, afinal, não seria bom ficar dando voltas...

– Não quero ficar aqui sozinha... (Brittany cruzava os braços em protesto)

– Tá ok, mas vamos bem devagar e você me diz quando estiver cansada está bem?

– Tudo bem...

As meninas começaram a andar pelo local, saindo da praia e entrando dentro de uma mata, pensando que por de trás da vegetação poderiam encontrar o hotel, afinal em seu pensamento, Santana acreditava ter entrado na ilha do lado oposto da entrada do hotel e por isso não encontra-lo de imediato. Andavam, mas nada do hotel.

– San... acho que nos enganaram... (a loira dizia enquanto passava sobre um galho)

– Por que diz isso Britt?

– Disseram que a areia era rosa... e a praia não tinha areia rosa...

Santana parou, Brittany se virou para ver por que a esposa havia parado com um olhar confuso.

– Parou por que?

– Britt.. agora que você disse isso sobre areia, comecei a pensar... acho que não estamos na ilha do hotel...

– Então onde estamos? (Britt perguntava de olhos arregalado)

– Percebeu que no tempo que andamos, não encontramos nenhuma pessoa ou barulho além do vento batendo nas árvores?

– Sim... mas...

Santana não esperou que a esposa completasse interrompendo-a.

– Britt... acho que só temos nós nessa ilha!

– Hã... você acha que estamos numa ilha deserta?

– Infelizmente... (Santana concordava com um olhar cabisbaixo)

Santana viu os olhos de Brittany começarem a marejar e não sabia o que podia fazer para mudar isso. A única coisa que pensou no momento foi se aproximar da esposa e abraçá-la forte.

– Vai ficar tudo bem... eu estou com você e nada nos fará mal...

– E se ninguém nos achar? E se ficarmos aqui para sempre? Como vamos viver? ( Brittany disparava perguntas)

– Calma...calma... não pensa essas coisas... (Santana segurou os dois lados do rosto da esposa fazendo com que ela olhasse em seus olhos) Não vamos ficar aqui para sempre tá bom?

–Mas...

– Mas nada... Vamos voltar lá para a praia que chegamos, porque uma hora ou outra irão aparecer por aqui...

Ainda muito nervosa Brittany balançou a cabeça concordando com a orientação da esposa. As duas seguiram de mãos dadas até a praia e sentaram-se debaixo de uma arvore para proteger-se do sol enquanto esperavam. Santana uma hora e outra mandava sorrisos otimistas para a esposa segurando suas mãos. A latina fazia de tudo para ficar forte, precisava estar firme por Brittany, mandar energias positivas. Quanto mais o tempo passava mais suas esperanças iam desaparecendo de serem encontradas aquele dia, mas tinha que persistir na sua postura de que tudo daria certo, mesmo que por dentro estivesse com tanto medo e insegurança quanto a loira.

Já estavam a duas horas aguardando, Brittany olhava para a esposa que estava mais a frente escrevendo na areia com folhas, montando a palavra “SOS”, de modo que algum avião ou helicóptero que parasse por ali saberia que tinham pessoas precisando de ajuda. Brittany quis ajudar, mas foi impedida por Santana que a informou que não era para ela fazer esforços mesmo estando na situação em que estavam. Depois de terminar , Santana voltou a sentar ao lado da esposa.

– Eu sempre imaginei que ficar com alguém numa ilha deserta seria algo romântico... ( Brittany dizia com um sorriso fraco) sempre diziam isso... mas não vejo nada de romântico aqui...

– Não tem mesmo... (Santana concordava)

– Sabe o que me fez lembrar?

– O que Britt?

– Daquele filme... “ A lagoa azul” se lembra?

Santana não pode deixar de rir com o pensamento de Brittany.

– Amor, você está com muitos filmes na cabeça, primeiro Tubarão e agora Lagoa azul? (dizia sorrindo)

– Mas é verdade San... fico aqui imaginando que se eu estiver grávida, nosso neném pode nascer aqui, igual ao bebê do casal da lagoa azul...

– Não fala isso nem brincando! (Santana logo colocou a mão na barriga da esposa) Nosso bebê não nascerá aqui... será numa clínica, com você e nosso filho tendo todos os cuidados necessários...

– Eu sei San... eu só pensei...

– Não é bom nem pensar... logo darão falta da gente.. estamos na lista de pessoas daquele hotel para fazer check –in na data de hoje, nossas malas já foram encaminhadas para o hotel, quando não nos localizarem irão até a praia e o homem responsável pelos barcos irá contar que pegamos um sozinhas... irão fazer buscas e nos encontrarão...

– Eu sei... mas se só derem falta da gente amanhã?

– Vão lembrar da gente sim Britt... fica tranquila... (Santana pedia tranquilidade a esposa, mas ela mesma estava uma pilha de nervos) De qualquer forma deveríamos ter um lugar para nos abrigarmos à noite, afinal eles podem chegar aqui depois do por do sol... até mesmo para proteção de chuva... (Santana dava de ombros)

–Você sabe fazer barraca San? (Brittany olhava para Santana com uma sobrancelha arqueada)

– Não deve ser difícil... (a latina dava de ombros) Eu quero que fique aqui enquanto eu vou montar nossa barraca ok? Não quero você se esforçando e caso apareça alguém ou você aviste algo, você me grita, combinado?

Brittany não estava muito bem em sempre ficar ali sem fazer nada, mesmo nas condições em que estava, privando-se de maiores esforços, Santana precisava de ajuda naquele momento, mas a latina era teimosa e não aceitava ser ajudada.

– Acho que ali é um bom lugar... (apontava para um ponto) Tem árvores grandes ali, acho que é mais fácil montar alguma coisa por lá, os galhos ali parecem ser melhores para fazer barracas...

– Tudo bem San...

Santana mandou um sorriso para Britt e seguiu para o caminho, mal chegou e já começou a pegar tudo que julgava necessário para montar a barraca. Galhos, folhas, cipós A latina tinha na cabeça que não seria nada demais, pelo menos era o que sentia. Ao contrário do imaginou, a latina mal conseguia sair do lugar com a construção da pequena barraca. Santana aproveitou de folhas grandes que estavam caídas na praia e alguns galhos, mas nada parecia adiantar para conseguir fazer a barraca subir. Brittany se levantou para ver se já era possível ver como a barraca estava ficando, quando Santana virou-se e viu Brittany ao longe lhe observando ficou ainda mais nervosa, deu um sorriso sem graça e acenou dando um “joinha” afirmando que tudo estava ok, mas sabia que não sairia dali por um bom tempo.

Brittany percebeu na hora que Santana estava com problemas para montar a barraca e orgulhosa que só, não falaria que estava com dificuldades. Brittany voltou para seu lugar e Santana soltou um suspiro de alivio porque tentaria agora a montagem sem que Brittany a observasse. O por do sol já estava quase próximo e Santana olhava seu novo feito, ela não saberia definir direito se aquilo era uma barraca, pelo menos era um projeto de barraca, um pouco mais torta, mais estranha, sem resistência, torcia baixo para que não ventasse muito a noite ou não chovesse, resumindo, era a pior barraca do mundo, mas pelo menos tinha conseguido fazer alguma coisa. Santana sentiu seu estomago roncar indicando a fome, mas sua preocupação maior foi que Brittany poderia estar sentindo fome também e isso era ruim, a loira no estado que estava precisava se alimentar regularmente. A latina respirou fundo e entrou na mata em busca de algo para comer. Dentro do lugar olhava para o alto, haviam coqueiros e frutas tropicais em algumas arvores.

– Agora como é que eu vou pegar essas frutas? (Santana olhava já para as árvores amedrontada)

Lembrou-se de quando caiu da árvore na infância quando havia feito uma aposta com Quinn e foi ali que o trauma de altura se iniciou. Ela olhava e sentia o seu coração acelerar, seu medo era grande, mas sua preocupação e amor por Brittany e pelo bebê que ela poderia estar carregando era maior. Respirou fundo e começou a subir no coqueiro, era importante afinal a água de coco as deixaria hidratada, subia,mas escorregava quando estava quase chegando a metade, ficava morrendo de raiva, sua roupa estava toda suja com as tentativas, o suor descia pelo seu rosto, o cansaço era imenso.

Depois da décima tentativa Santana decidiu ir para a árvore de mangas que estava ao lado, as frutas possivelmente estavam já maduras, mas não haviam ainda nenhuma no chão, isso teria facilitado sua vida. Mais uma vez ser preparou, olhou para o alto da arvore e reuniu todas as forças e pensamentos que levavam ao motivo de estar fazendo aquilo. Só então tentou novamente. Tecnicamente a mangueira seria mais fácil, mas a dificuldade estava sendo praticamente a mesma. Como o pé de manga era mais baixo que o coqueiro, conseguiu chegar próximo de um fruto. Segurava-se com uma mão na arvore e esticava a outra para pegar a manga mais próxima. A fisionomia de Santana estava um tanto engraçada, fazia uma careta enquanto fazia o esforço para pegar o fruto, língua pra fora no canto da boca, olhos apertados focados na manga escolhida, se esforçou mais, seus dedos chegaram a tocar e balançar a fruta, mas numa tentativa de pegar mais uma vez, acabou se desequilibrando, caiu de onde estava, e se não tivesse segurado num galho mais a baixo teria sido um tombo feio. De qualquer forma não tinha se segurado direito no novo galho e caiu de bunda no chão de uma altura de certa forma pequena.

– Aaaaaaaaaai... (Santana tampou a boca rapidamente, afinal Brittany a ouvindo gritar poderia vir ao seu encontro e não gostaria disso, ela devia mostrar segurança nesse momento e não que estava atrapalhada)

Levantou-se batendo a sujeira do bumbum, ainda sentindo um pouco de dor pela queda.

– Merda... o que vou fazer agora? (Santana andava para trás olhando a dimensão da mangueira de que havia caído) Nem para cair uma fruta junto comigo! (Reclamava)

Suas costas bateram em algo e ela ouviu o barulho de algo cair próximo. Virou-se rapidamente e viu que havia batido numa bananeira e um cacho da fruta havia caído. O sorriso de Santana cresceu instantaneamente. Pegou o cacho e saiu correndo ao encontro de Britt para avisar que já tinha casa e comida. Estava naquela luta de montar a barraca e procurar o que comer umas três horas. No meio do caminho começou a sentir um cheiro diferente e o sorriso que havia em seu rosto começou a murchar e se transformar num semblante de preocupação.

– Cheiro de fumaça?! (Santana arregalou os olhos e saiu correndo com toda a velocidade)

Jogou o cacho de bananas na areia quando chegou a praia, avistou a fumaça vindo de onde havia pedido para Brittany esperar.

– Britt! (Gritava alto) Briiiiiiiiiiiitt! (Estava desesperada, esqueceu até a dor que tinha a pouco devido a queda)

Quando Santana chegou ao local mal conseguia respirar, o coração estava acelerado, mas a surpresa que teve ao chegar no local foi imensa.

– Oi San... (Brittany sorria cumprimentando a esposa, sentada em volta de uma fogueira)

Brittany parecia bem tranquila, depositou algumas pedras sobre o fogo e sobre as pedras havia um peixe enrolado em folha de bananeira.

– Britt, eu pensei que... (Santana estava sem palavras)

– San... eu vi a dificuldade que estava com a montagem da barraca e olhei de novo para lá e não estava mais, logo pensei que tinha ido procurar algo para comer, desculpe, não consegui ficar quieta vendo você se esforçar sozinha... Então depois de construir uma barraca, eu improvisei uma lança e a usei para pescar... (deu de ombros como se fosse a coisa mais normal do mundo)

Só agora, Santana depois de todo aquele susto, reparou na barraca feita próximo da árvore que havia pedido para Brittany ficar. Era o dobro do tamanho da barraca estranha que havia feito, estava reta, bem tampada, Santana boquiaberta se aproximou para sentir a estrutura. A amarração era firme, nós bem feitos e muito resistentes.

– Entra San! (Brittany pedia com um sorriso)

Santana ainda resistente, sem acreditar se estava vendo aquilo de verdade em sua frente, entrou devagar, o espaço era grande cabiam perfeitamente ali, enquanto na sua, teriam que ficar espremidas. No canto da barraca, avistou folhas ao chão e sobre elas, diversas frutas, mangas, bananas, coco e mamão. A latina virou-se para Britt a olhando de forma surpresa.

– Britt, mas como você conseguiu isso tudo?! Em tão pouco tempo?

– Você não queria a minha ajuda e não consegui ver você se esforçando sozinha... bem, eu vivi em fazenda boa parte da minha infância, você sabe... (deu de ombros) pescava peixes no rio que tinha na fazenda, vivia em cima das árvores comendo frutas no pé... aaaah e a barraca? Costumávamos brincar de acampamento fazendo barracas só com coisas que tínhamos disponíveis na fazenda, fogueiras eu tiro de letra... além disso joguei muito the sims casteway então...

– Bom... (Santana começou) não posso dizer que aprovo ter feito tanto esforço, afinal estava proibida, mas é incrível o que fez... Eu também havia pegado várias frutas, estava carregando uma cesta improvisada que criei enorme cheia delas, mas quando vi a fumaça, não pensei em mais nada a não ser em você, então deixei onde estavam... não saberia mais nem onde as deixei... (olhava para o lado e coçava a cabeça)

Brittany viu que Santana estava mentindo, mas apenas deu um sorriso.

– Eu sei San... não queria ter te assustado...

– Agora em relação a barraca, acho que podemos ficar na sua... a minha está ótima também, mas acho que a localização dessa é mais favorável se...se... (se enrolava nas palavras) se passarem próximo daqui... é mais próxima do mar e tal...

– Gostei muito da sua barraca também San, eu dei uma olhadinha nela agora a pouco...

– Olha... a arquitetura da minha barraca foi uma coisa mais abstrata, um estilo único... (tentava sair por cima) a sua é simples, não tem muitos detalhes ou formas como a minha, mas eu amei... e pelo seu esforço eu voto em ficar na sua! (Dizia com um sorriso)

Brittany só conseguiu aproximar da esposa e beijar seus lábios, Santana até sendo orgulhosa tinha um charme. Voltaram para fora com algumas frutas em mãos. Comeram bastante. Usaram a fogueira para se aquecer e ficavam abraçadas olhando o mar, ainda mantinham acesas a esperanças de serem encontradas, mas não era de todo ruim poder admirar aquela paisagem ao lado da pessoa que ama, o sol pousava sobre o mar e por do sol era lindo.

A loira olhava para Santana admirando a paisagem, estava feliz de ter uma esposa que se preocupava com ela e que mesmo com seus medos, era capaz de escalar uma árvore por ela, enfrentando seus traumas, sabia bem que Santana havia tentado, sua roupa estava suja e tinha pequenos arranhões nos braços. Colocou sua cabeça sobre o ombro da latina, que beijou sua cabeça antes de encostar a sua também.

– Até que esse momento nessa ilha com você e admirando o por do sol San é bem romântico...

– Sim... é sim... (Santana concordava)

– Eu sei que vão nos achar San... mas... eu não me importaria de viver numa ilha, se eu soubesse que você estaria ao meu lado...

– Eu também viveria... por uns dias... acho que sentiria falta da internet! (Santana brincava enquanto segurava o rosto da esposa para beijar brevemente seus lábios) Não consigo me ver tendo que vestir roupas feitas de folhas e ficar pescando...

O momento estava calmo e as meninas um pouco mais tranquilas, aproveitavam para se abraçar e mesmo inseguras, tinham uma a outra e isso melhorava tudo. Só que o momento tranquilo foi interrompido por um barulho enorme, as meninas levantaram-se depressa se abraçando, viram um vulto passar por entre a vegetação.

– San... o que foi aquilo?! (Brittany perguntava com medo)

– Não sei Britt... (Santana respondia agarrada a esposa) Acho que não estamos sós...

Notas finais
Música do filme tubarão que Brittany citou : http://www.youtube.com/watch?v=BWm7cpHv1ZU Barraca da San: http://4.bp.blogspot.com/-gbj0hALPFxc/TX0inHBAWUI/AAAAAAAABWI/7mKUZlOFJKA/s1600/110225CharlesRodriguesFOTOCASA.JPG Barraca da Britt: http://thumbs.sapo.pt/?pic=http%3A%2F%2Fimgs%2Esapo%2Ept%2Fgfx%2F528440%2Egif&W=555&H=390