Impact Magazine Season 2
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Obrigada Loree pela recomendação! amei!
As garotas se aproximavam da porta da sua suíte, quando viram um homem vestido de terno preto, óculos escuros e crachá do hotel parar na frente delas.
– Senhoras... poderiam me acompanhar por gentileza?
– Desculpe não entendemos o que disse... (Brittany disse ao funcionário que ainda não tinha identificado que se tratavam de estrangeiras)
– Oooh sim, desculpem-me, senhoras... Eu sou funcionário do hotel, poderiam me acompanhar por gentileza? (Repetiu em inglês para que Santana e Brittany entendessem)
As meninas se entreolharam, imaginando se tinham descoberto que eram elas a estarem no oitavo andar, resposta possivelmente positiva, afinal, porque aquele funcionário do hotel estaria pedindo que elas o acompanhassem?
– Posso saber o por que querem falar conosco? (Santana olha para o segurança com olhar firme e braços cruzados)
– Estamos com um objeto pessoal que estava obstruindo uma de nossas câmeras e acreditamos que seja de uma de vocês... (Disse olhando para Brittany que estava sem a blusa)
– Por que seria nosso? Ops... (Brittany olha para onde o segurança olhava e logo lembrou que estava sem a blusa, suas bochechas ficaram vermelhas na hora)
– Ok, mas podemos pelo menos trocar de roupa? (Santana perguntava ao funcionário)
– Claro...
As garotas foram até a suíte para trocar de roupa enquanto o segurança esperava do lado de fora.
– Nos pegaram San... (Brittany mostrava-se preocupada)
– Não... não é possível....
– E se for?
– A culpa é sua Britt, quem mandou levar a gente para as escada?
– Aaaaaah agora eu sou culpada não é... como se você não tivesse gostado (Cruzava os braços) e além do mais eu queria sair e você não deixou...
– Muito bonito da sua parte querer sair quando eu estava naquela situação! (As garotas ouviram batidas na porta) Olha, agora não adianta mais, vamos acompanhar o cara lá fora e ver o que eles querem, talvez não seja nada demais...
– Tomara San...
Santana e Brittany acompanharam o segurança. Adentraram em uma sala e se assentaram nas duas cadeiras a frente de uma mesa onde o administrador da segurança do hotel se assentava. Lá também se encontrava o rapaz responsável pelas câmeras e o segurança Silva que tinha ido verificar o oitavo andar após a solicitação do setor de vigilância.
A blusa de Brittany estava sobre a mesa do administrador da segurança do hotel.
– Tem a necessidade disso mesmo? Eu não to entendendo porque tudo isso por causa de uma blusa. (Santana dizia com chateação nítida na voz)
– Desculpe senhoras... (o administrador fala) são procedimentos, além da blusa que estava obstruindo a câmera do andar, nosso segurança Silva encontrou um impedimento para abrir a porta de acesso as escadas de lá...
– E o que faz acharem que temos algo a ver com isso? (Santana rebatia tentando se manter firme em sua postura)
– Apenas estamos aqui para saber de vocês o motivo de estarem nesse andar no momento do acontecimento, nossas câmeras do andar verificaram a saída de vocês pela porta que anteriormente estava obstruída... apenas estamos checando... (o homem explicava com calma)
– Aaaaaaah viram a gente pela câmera é? (Santana perguntou um pouco sem jeito)
– Sim... aconteceu algo para a blusa ter parado na nossa câmera?
Santana não sabia o que pensar. Como sairia dessa? Olhou para Brittany ao seu lado que não tinha pronunciado nada até o momento.
– Foi tudo culpa da borboleta... (Britt finalmente disse algo)
– Hã? (todos na sala olharam para Brittany sem entender, até mesmo Santana)
– Sim dá borboleta, não se lembra San? (A loira perguntou para a esposa)
Santana não sabia muito onde Brittany queria chegar, mas o jeito era aderir a história.
– Aaaaah sim... a borboleta... (voltou seu olhar ao administrador) Foi por causa da borboleta...
– Podem nos contar? (o administrador pediu olhando para Santana)
– Claro... c...claro que podemos... Podemos não é Brittany? (A latina olhou para a esposa e recebeu uma confirmação)
Todos aguardavam que Brittany começasse a explicação, depois de alguns segundos em silêncio, a loira iniciou.
– Saímos do elevador no oitavo andar, decidimos subir as escadas até a nossa suíte...
– Até a cobertura? Porque vocês moram na cobertura não é? (o rapaz da câmera perguntava confuso)
– Sim... por que não? É um ótimo exercício, seria muito bom para você perder essa barriga... (Santana dizia apontando para a barriga um pouco avantajada do rapaz da câmera que ficou sem graça e decidiu não rebater)
– Continue Sra. Piece-Lopez... (solicitou o administrador)
– Tá bom... decidimos então ir pelas escadas e foi então que encontramos uma borboleta voando por lá...
Santana desviava seu olhar, não queria olhar para Brittany e correr o risco de rir da história que ela estava inventando, só queria ver no que aquilo ia dar, afinal a loira era uma mentirosa terrível.
– A San tem fobia de borboletas... então eu tive que dar um jeito na borboleta da San... ops quero dizer dar um jeito na borboleta para a San... (Brittany corrigia)
A latina levou as mãos ao rosto, e os outros da sala continuaram atentos a Britt.
– Não tinha nada para acertar a borboleta, não queria matá-la afinal amo os animais, então quando a borboleta pousou na câmera, eu agi rapidamente, tirei minha blusa e joguei sobre ela, mas ela foi mais rápida que eu e voou para bem longe antes que eu conseguisse cobri-la...
Os homens da sala estavam meio confusos com toda aquela história, era um tanto questionável. Santana não ousava tirar as mãos do rosto pois iria denunciar o sorriso que escondia.
– É uma história e tanto... mas e a porta? Por que estava fechada? (O administrador tentava ligar os acontecimentos)
– A porta? (Brittany olhava para todos na sala ainda tentando pensar no que dizer)
– Sim... a porta...
– Bem... é.... (a loira tentava continuar)
– Eu estava paralisada por causa da tal borboleta, não queria que ninguém me visse chorando, pedi a Brittany trancasse a porta para que eu pudesse me acalmar... seria vergonhoso para mim que alguém me visse... é um trauma de infância sabe? (Santana fala de repente tirando todo seu talento para a mentira, fazendo uma cara de tristeza)
Santana começa a respirar bem rápido e chorar, deixando todos da sala sem reação. A latina abraçou Brittany com força dando mais ênfase ao seu teatro.
– Por que temos que ficar falando disso? (estava aos soluços e até Brittany estava começando a acreditar naquela historia) Por favor Brittany, faça eles pararem de falar disso, não quero passar por essas lembranças de novo... não me faça lembrar delas... borboletas não...
– Ooooooou... Desculpem, eu não sabia que causaria esse trauma a conversa, eu sinto muito pelo que ela está passando... (O administrador fica de pé sentindo-se sem graça com aquilo tudo)
Os outros funcionários da sala começam a se entreolhar sentidos. Observavam Brittany abraçar forte Santana e passar a mão por entre os cabelos da latina. Sentiam-se mal por ver uma garota tão linda chorar.
– Vamos esquecer isso tá bom? (O administrador sorria sem jeito)
As meninas começaram a soltar o abraço, e Santana mostrava-se um pouco trêmula.
– Sinto pelo transtorno...
– Tudo bem você não sabia... (Brittany mostrava um sorriso fraco)
As garotas se dirigiam até a porta, só pararam quando o administrador as chama.
– Esperem...
As garotas se viraram e logo o homem com um sorriso sem jeito.
– Será que antes de ir, vocês poderiam... nos dar um autógrafo? (O homem dizia e os outros dois homens da sala sorriam confirmando o pedido)
As meninas se entreolharam e deram de ombros, se aproximaram novamente para dar os autógrafos.
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No dia seguinte as meninas acordaram cedo, tinham o combinado de encontrar o guia turística bem cedo para que pudessem aproveitar o dia conhecendo todos os pontos turísticos do Rio. Tomaram café e depois desceram para encontrar o guia no hall do hotel.
Ao chegarem lá, se tratava de uma mulher que logo abriu um sorriso quando a recepcionista apresentou as meninas que ela iria orientar no passeio.
– Prazer garotas, meu nome é Vanessa Sousa e eu serei a guia no passeio de vocês... (se apresentou no idioma das meninas, demonstrando um pouco de sotaque)
Vanessa era mulata, cabelos ondulados, sorriso incrivelmente branco, estatura média, curvas bem distribuídas, uma linda mulher que exalava simpatia.
As meninas cumprimentaram a guia e logo a acompanharam para seguir o passeio.
Primeiro as meninas foram até o Corcovado. O local possuía uma linda vista apreciada pelas meninas que ficaram abraçadas admirando a paisagem. Tiraram um monte de fotos e Vanessa contou um pouco sobre a história do local. Aproveitaram também para conhecer uma das novas sete maravilhas do mundo, o Cristo Redentor, viram muitas fotografias desse monumento nos catálogos de viagem, mas era muito mais interessante vê-lo de perto, o local estava bem movimentado, turistas de vários países inclusive de outros estados brasileiros. As meninas pediram Vanessa que tirassem fotos delas em frente ao monumento em diversas posições, inclusive imitando a pose da grande estátua. Várias pessoas paravam as meninas pedindo autógrafos e fotos, Santana era mais resistente, mas Brittany aceitava com um sorriso no rosto. Antes de sair de lá, compraram uma lembrança, uma pequena estátua do Cristo para levarem como memória da viagem.
O passeio também aconteceu no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, considerado um dos mais importantes do mundo. Uma grande diversidade de flora brasileira e estrangeira. As garotas caminhavam de mãos dadas e trocavam beijos rápidos durante o passeio.
Visitaram vários museus, deram uma parada para almoçar e depois continuaram o trajeto. O ultimo local a visitar naquele dia foi o Pão de açúcar, outro cartão postal da cidade. Quando Santana viu que teriam que pegar um bondinho da Praia Vermelha até o Morro da Urca, suas pernas já começaram a tremer.
– Britt... é melhor a gente ir em outro lugar... não acho uma boa ideia...
A loira logo entendeu que era o medo de altura da esposa falando alto, Santana estava nitidamente nervosa com a possibilidade de subir no teleférico e atravessar.
– Oooh San... (Brittany abraçou Santana fazendo carinho em seus cabelos) é o medo de altura não é?
Santana não respondeu, apenas apertou o abraço como se aquilo confirmasse a pergunta da esposa.
– Você sabe o que aconteceu da ultima vez que fui em um lugar alto... minha memória foi para o espaço...
Vanessa olhou para as garotas e percebeu a resistência da latina.
– Caso preferirem, podemos visitar outro lugar... não perecem confortáveis... (disse calma)
– Um minuto... (Brittany pedia para a guia que concordou com um pequeno aceno de cabeça e se afastando um pouco das garotas para que se decidissem)
Santana se afastou do abraço e Brittany a olhava os olhos fazendo carinho em seu rosto.
– San... eu sei que você tem medo de altura eu quero muito te ajudar a superá-lo...
– Não funciona assim tão rápido Britt...
– Eu sei... mas se lembra da roda gigante?
Santana deu um fraco sorriso.
– Sim...
– Então... só me abraça San... e eu vou te proteger... e como sempre, nunca vou te soltar... (Brittany oferecia um sorriso que logo foi correspondido por Santana)
–Tudo bem...
Brittany avisou Vanessa que estava tudo bem e tomaram o teleférico. Bastou entrar para Santana se agarrar a Brittany e fechar os olhos. Brittany não podia deixar de achar Santana fofa, afinal, para a maioria das situações a latina se mostrava forte e agora parecia tão frágil. Ela se aconchegava na curva do pescoço de Britt sentindo o cheiro do perfume suave misturado a pele da esposa. Era reconfortante e a fazia esquecer que estava a muitos metros acima do chão.
Vanessa explicava as paisagens para Brittany, era uma bela vista da enseada de Botafogo e da Baía de Guanabara.
– San... abre os olhos um pouquinho... olha que lindo...
Santana estava um pouco receosa. Mas afirmou para si mesma que se apenas abrisse os olhos e continuasse abraçando Britt, tudo estaria bem. Então o fez, abriu os olhos e apertou o abraço, a altura era enorme, muito maior que a roda gigante ou o “Maxtobogã”, a vista era realmente linda, mas o medo não a deixava apreciar como queria, não só suas pernas voltaram a tremer como o corpo todo.
Brittany podia sentir como estavam acelerados os batimentos cardíacos de Santana
– Calma San... Eu to aqui com você... (Brittany passava as mãos para cima e para baixo nas costas de Santana no intuito de acalma-la)
Aos poucos Santana foi se acalmando e conseguindo curtir o passeio melhor, claro, sem se desgrudar um minuto do abraço da esposa.
Vanessa observava a interação das meninas e achava muito bonito, sua irmã mais nova era lésbica e sofreu uma barra quando se assumiu diante da família, se afastou indo morar em uma outra cidade, desde então, não tem muitas notícias dela. Vanessa sabia sobre a irmã antes mesmo da confissão e mesmo tentando ajudá-la, a mesma preferiu partir. Talvez por isso olhava para Santana e Brittany com certo carinho.
Era hora de pegar o segundo trecho que ia do Morro da Urca até o Pão de Açúcar. Ao chegarem no local apreciaram novamente uma vista linda, onde puderam ver além da Enseada de Botafogo e Baía de Guanabara, observaram também a Praia de Copacabana, que tinham visitado no dia anterior, a pedra da Gávea, o Cristo Redentor e a Floresta da Tijuca. Mais fotos, mais beijos e mais carinhos.
Voltavam para o hotel trocando conversa com Vanessa, o sol estava se pondo e as meninas falaram para Vanessa o quanto estavam cansadas. A mulata contou para elas que estava tão acostumada com esses passeios que não se cansava mais, disse ainda que ainda teria muito o que fazer a noite já que tinha uma festa de comemoração de aniversário da sua escola de samba. Brittany logo ficou animadíssima com o que Vanessa havia acabado de contar.
– O que? Escola de samba? (Brittany perguntava entusiasmada)
– Sim... teremos festa hoje com muito samba, animação, vai ser incrível..
– Brittany é uma das melhores dançarinas do mundo... (Santana falava para Vanessa)
– San... não exagera...
– É sim Britt...
– Acho que a Sra. Santana tem razão... (Vanessa dizia educadamente)
– Oooooou por favor, Santana... estamos a horas passeando com você pode chamar a gente pelo primeiro nome... Santana e Brittany... (a latina pediu com um sorriso que logo foi repetido por Brittany)
– Ok, Santana e Brittany... Olha, Brittany eu acho que Santana tem razão, eu admiro muito o seu trabalho e quando me disseram que eu seria a guia de vocês eu fiquei tão animada... sobre a festa, se vocês quiserem...
– Eu quero! (Brittany gritou mais alto do que previa) Quero dizer nós queremos...
– Britt... você nem deixou a Vanessa terminar de falar, você nem sabe se era um convite...
O sorriso de Britt estava se desfazendo, mas logo Vanessa confirmou.
–Sim... é um convite... Faço parte da escola desde a minha infância, sou uma das passistas. É uma escola muito conhecida por aqui Estação Primeira de Mangueira. A festa vai ser na quadra da escola.
– Vamos San... vamos San... (Britt implorava para Santana dando pulinhos ao seu lado)
– É que ela tem muita vontade de aprender samba... (Santana explicava a Vanessa o motivo de tanto entusiasmo da loira)
– Então combinado... (Vanessa sorria)
Brittany abraçou forte Santana, distribuindo beijos pelo rosto da morena. Chegaram até o hotel, no dia seguinte sairiam novamente com Vanessa, porém agora para visitar as praias. Em relação festa, informou que teria que passar em casa e ir direto para o local, pois também ajudaria na organização, mas deixou o endereço com as meninas para que fossem a festa.
A dançarina estava radiante, uma das coisas que mais queria nessa viagem era conhecer o samba, aprender a dança. A loira estava toda saltitante e entrou na suíte já procurando o que vestiria na festa. Santana por outro lado desabou na cama, estava cansada de todo o passeio. Dormiu rápido. Brittany ia pedir a opinião de Santana sobre qual blusa usaria, porém ao ver a esposa dormindo, decidiu deixá-la descansar.
Três horas depois, Brittany já estava de banho tomado e arrumada, era a hora de acordar Santana para que ela também fizesse o mesmo. A morena estava deitada de costas para os lençóis, respiração tranquila. Brittany subiu na cama e sentou sobre as coxas da esposa. Começou a subir as mãos, iniciando pela cintura, depois barriga indo em direção aos seios, inclinou-se para beijar os lábios de Santana que acordava devagar. Santana sorriu entre o beijo e começou a passar as mãos nas costas da loira.
– San... levanta, você tem que se arrumar para a festa...
– Hmmm Britt, to cansada...
– Mas San... você disse que nós iríamos a festa... (cruzou os braços e fez bico)
Santana sorriu da cara emburrada que a esposa fazia.
– Eu ganho o que em troca? (Perguntou de forma maliciosa apertando as coxas de Britt)
Britt desfez o bico voltou a beijar Santana.
– Que interesseira você amor...
– Nada é de graça nessa vida... (subia as mãos para o bumbum de Britt)
Brittany pegou uma das mãos de Santana direcionando para abaixo da saia para tocar sua intimidade por cima da calcinha.
– Se você me levar nessa festa San, eu te dou ela toda molhadinha para você...
Santana passava os dedos sobre a calcinha e já sentia-se ficar ligada.
– Mas essa delícia eu já tenho todo dia...
Brittany se aproximou do ouvido de Santana mordendo sua orelha.
– E se eu te dissesse que você a teria depois de um strip tease bem sensual para você San?
– Nossa! Aí sim... acho que estamos nos entendendo... (Santana iria aprofundar seus toques quando Brittany saiu de seu colo)
– Ótimo! Agora vai se aprontar...
Santana apesar do cansaço, ficou animada com recompensa que teria na volta, beijou os lábios de Brittany antes de ir para o banho. Não parava de pensar na dança sensual e isso a levou a pensar no que tinham feito no dia anterior. Sexo na escada. Apesar do perigo que passaram de ser descobertas, lembrar daquilo fazia seu sangue ferver. Como adorava quando Brittany a dominava daquela forma e isso tudo graças a uma provocação na praia, provocação que nem havia sido intencional, apenas por causa de um biquine. Santana armou um sorriso no rosto após ter uma ideia. “Se apenas por um biquine Brittany se aborreceu e me possuiu daquela forma, imagina se eu a provocasse ainda mais” logo pensou em algo. “Ciúmes, é isso! Acho que tenho a pessoa certa para provocar ciúmes na Britt... Vanessa!” Exibia um sorrisinho sacana, em sua mente teria o melhor sexo do mundo naquela noite.
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