Impact Magazine Season 2
35 Capítulo 35
Notas iniciais
Segue cap!
Santana tentava acalmar Brittany que chorava pelo lagarto, a loira temia que a ameaça que a vizinha havia feito fosse cumprida.
– Calma Britt, ela não vai fazer nada com Lery, não viu que eu a disse que se fizesse alguma coisa com ele, eu iria acabar com ela? (Santana passava a mão nas costas de Brittany)
– San, com você desse jeito, não vai ter condições de acabar com ninguém e além disso, não iria adiantar, não traria o Lery de volta...
Brittany se afastou e Santana não entendeu até ver a esposa escalando o muro.
– Brittany, onde pensa que vai? (Santana perguntava assustada)
– Vou salvar o Lery! (disse decidida)
– Desce daí! (Santana foi até a esposa tentando impedi-la, mas Brittany subiu em uma velocidade incrível)
Ela sentou no alto do muro e olhava se tinha algum sinal do lagarto no lado vizinho, nada, nem mesmo de dona Gertrudes.
– San... vou descer e procurar o Lery, você fica aí e me avisa quando a barra estiver suja... (Dito isso a loira desceu ao quintal vizinho)
– WTF! Britt como é que diabos eu vou te avisar?! (Santana balançava a cabeça desacreditando no que a esposa havia pedido)
Do outro lado, Brittany ia rastejando pelo quintal procurando o animal, nos arbustos próximos do muro, mas ali, Lery não se encontrava, rastejava até próximo da janela da vizinha, levantou um pouco para olhar dentro do imóvel encontrando dona Gertrudes assistindo um programa de conflitos familiares, a mulher se levantou e Brittany teve que abaixar rapidamente para não ser pega.
– Será que ela está vindo para cá? (Brittany tinha os olhos arregalados e o coração batendo acelerado)
Levantou novamente bem devagar para espiar e viu Dona Gertrudes voltando com uma xícara de chá e alguns biscoitos, sentou-se novamente em frente a TV para acompanhar seu programa. Brittany respirou aliviada e voltou a sua procura precisava sair rápido com Lery dali.
Pensando que a vizinha estava entretida na programação, Brittany continuou a vasculhar as moitas do local próximo a janela e dona Gertrudes que havia desligado a TV, pois o tal programa tinha terminado, estranhou o barulho dos arbustos.
– Rudolph, é você? (Ela gritava olhando para o lado da janela)
Brittany sentiu seu corpo gelar. A mulher chamava por seu gato, bem típico, velha, lá pelo seus sessenta anos, morando sozinha, se não tivesse um gato alguma coisa estaria errada. Brittany não sabia o que fazer, fez o que achou mais adequado na situação.
– Miaaaaauuuuu.... (imitou o gato com uma voz um tanto estranha)
Dona Gertrudes arqueou a sobrancelha e coçava a cabeça, Brittany colocava a mão no peito sentindo como se o coração fosse sair pela boca, a mulher podia ser velha, mas a cara da senhora já metia medo em Brittany. A senhora balançou a cabeça e disse a si mesmo.
– Coitado desse gato, a voz está até fanha... também, não para de comer! (a velha concluiu e seguiu para a cozinha levando a xícara de café suja)
Brittany levantou novamente espiando que a barra estava limpa, foi procurar na parte dos jardins das flores, pois parecia que era ali que Lery ia sempre ao invadir o quintal vizinho.
Santana estava apreensiva do ouro lado, andava de um lado para o outro esperando que a esposa voltasse.
– Se aquela mulher fizer alguma coisa com Brittany ou com Lery ela vai se ver comigo, posso estar machucada, mas a deixo em pedaços... (a latina resmungava ameaças)
Santana já estava quase pensando em bater no portão vizinho, pois Brittany demorava demais, mas desistiu quando viu Lery saindo da casa com uma bota da latina na boca.
– Lery seu filho de uma... (Santana xingava puxando a bota da boca do animal e vendo todas as mordidas deixadas sobre o couro)
Com raiva Santana arremessou a bota alto e longe, caindo depois da piscina.
Brittany procurava e procurava, não ia desistir, pois poderia custar a vida do animal. A loira olhou para o muro que dividia seu quintal e o da senhora e viu uma bota sendo arremessada ao alto, caindo ainda em seu quintal.
– Será que é o sinal que pedi que San me desse quando a barra estivesse suja? (A loira olhava para os lados, mas não tinha sinal da vizinha, mas se Santana estava avisando, ela tinha que sair dali).
Apalpava novamente por entre alguns arbustos como uma ultima tentativa e sorriu ao sentir algo, pegou a toalha de seu corpo e jogou sobre o que se mexia na moita, enrolado, correu até o muro e começou a escalar com alguma dificuldade.
– Mas Lery, você tá mais macio... mas tá bem mais pesado... (Brittany resmungava escalando dificilmente)
Quando estava próximo do topo a loira já não segurava o sorriso.
– Está salvo San! Eu consegui salvar o Lery!
A latina olhava para o lagarto que ela havia pendurado de cabeça para baixo por uma corda de castigo e para Brittany que descia o muro com algo remexendo na toalha enrolada. “Se Lery está ali, o que foi que Brittany salvou?” Se perguntava intrigada.
Já embaixo Brittany sorria abraçando a toalha que se mexia e olhava para Santana, a esposa estava com olhos grandes olhando para a toalha e para um outro lugar, quando Brittany direcionou seu olhar seguindo o de Santana, encontrou Lery pendurado. Foi então que desembrulhou a toalha e viu o que estava lá.
– Britt sua louca! Você roubou o gato da velha! (Santana colocava a mão sobre a boca)
– N...não, eu não roubei, eu fui salvar o Lery...
– Aquele destruidor de sapatos está ali Britt! (disse apontando para o lagarto que se remexia todo tentando se soltar)
O gato começou a miar passando a cabeça carinhosamente no braço de Brittany.
– Aaawn San... ele parece o Lord T... será que a gente tem que devolver ele mesmo? (Brittany abraçava o gato olhando pra Santana)
– Nem adianta olhar para mim assim Britt, esse gato é da megera ai do lado... (a latina sinalizava com a cabeça)
– Mas olha, San... Ele é bonzinho... (Brittany fazia carinho no gato que ficava todo folgado)
– Brittany, o gato não é nosso, devolva ele... Tá bom? (A latina disse calma e entrou para dentro de casa)
Brittany continuou acariciando o gato que ficou a olhando com olhos grandes e brilhantes, Britt tinha um fraco por gatos, aliás por diversos animais, por isso foi até Lery retirando o animal do castigo.
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No dia seguinte Santana voltou a Impact Magazine, estava melhor, não andava mais com tanta dificuldade, Brittany liberou que ela viesse a empresa, mas de taxi, não permitiu que dirigisse ainda tomando medicação. Santana entrou na empresa cumprimentando todos os funcionários que encontrava pelo caminho, muitos perguntavam se estava melhor e ganhavam a confirmação. Entrou em sua sala já pronta para ver tudo que precisava ser feito, estava animada havia dois dias que não sentia as tais tonturas e os tremores, parece que os remédios receitados pelo médico surtiram efeito.
Quinn chegou meia hora depois e surpreendeu-se com a presença da amiga.
– Pensei que voltaria só semana que vem...
– Já estou muito melhor... (deu de ombros)
– Ótimo! Quero te mostrar algo... (Quinn se aproximou da mesa da amiga e retirou uma caixinha aveludada de seu bolso, abriu revelando duas alianças de noivado, ambas com diamante em formato retangular central)
– Olha Fabray, eu fico lisonjeada, mas eu já sou casada... (brincou mostrando sua aliança)
– Hahaha Santana... muito engraçado... (disse fechando a caixinha e guardando novamente)
– Eu sei, eu sei... eu sou hilária... Então, quer dizer que finalmente vai pedir a mão da Berry em casamento?
– Sim... estou pensando em fazer isso hoje a noite, vamos a um restaurante e...
– Mas que clichê Fabray! (Santana disse interrompendo) Seja mais criativa...
– Não ouvi nada criativo sobre seu pedido...
– Meu pedido foi top, pode não ter sido o mais criativo do mundo, mas foi em um lugar que representava muito para Brittany e eu, não qualquer restaurante aleatório...
Quinn ficou pensativa, até que a amiga tinha um ponto. Era um restaurante fino, conhecidíssimo, mas mesmo assim, não era um lugar que significasse algo para as duas.
– O importante é a intenção Santana...Além do mais estamos falando do Steakhouse é um dos restaurantes mais disputados de NY (Quinn disse em sua defesa)
– É... você que sabe... mas acho que até o Del Posto, onde fomos nós 4 e fizemos toda aquela bagunça tem muito mais a ver...
– Aaaaah tá... justamente aquele restaurante que você falou aquelas coisas sobre meus assistentes da Bad Style e acabou com minha noite com a Rachel...
– Você pediu por aquilo... (deu de ombros) mas faça o que quiser, tanto faz para mim onde irá pedir a Berry em casamento a anã vai adorar quando você se ajoelhar e ficar do tamanho dela...
– Como pode existir uma pessoa tão imbecil? (Quinn resmungava olhando para Santana)
– Aaaaah eu também tenho uma novidade! (o sorriso de Santana brotou nesse momento)
Quinn já sabia do que se tratava, mas não iria deixar a amiga perceber que já tinha ciência do que era.
– Serio? Qual? (a loira perguntava voltando para sua mesa)
– Prepare-se, porque é uma bomba... (Santana aguardou que a amiga se sentasse e depois revelou) Brittany e eu vamos ter um bebê...
Quinn fingiu estar surpresa.
– Te deixei de queixo caído não foi? (a latina sorria esperando que Quinn se pronunciasse)
– É uma notícia e tanto Santana, mas quer minha sincera opinião?
– Pode falar, não prometo é que eu vá levar em conta...
– Tanto faz... mas a minha opinião é que você e Brittany com um bebê agora é precipitado...
O sorriso de Santana se desfez.
– Por que tá dizendo isso?
Quinn não sabia se deveria falar sobre o álcool, só traria mais negação por parte da latina.
– Porque... porque Brittany é uma mulher ocupada, você também e vamos combinar que você não é uma pessoa muito responsável...
– Eu sou responsável! (A latina se defendia)
– O acidente de carro mostrou bem isso...
– O nome mesmo já diz... acidente!
– Provocado porque foi irresponsável, bebeu e dirigiu!
– Deixa de ser hipócrita Quinn, tantas vezes nós fizemos isso! Saíamos de boates bêbadas e dirigíamos... não venha me dar sermão...
– Éramos inconsequentes... mas não estávamos tentando formar uma família naquela época, se morrêssemos teriam mais pessoas para comemorar por isso do que chorar por nós... hoje é diferente.
Santana não entendia todo esse drama da amiga.
– Acho que está fazendo isso porque Brittany quer e não você...
– Eu quero... (disse sincera)
A loira balançava a cabeça discordando dessa escolha, ela já tinha passado sua posição sobre o assunto com Brittany, nem tinha o direito de se intrometer, mas sentia a necessidade de falar essas coisas com Santana. Brittany queria fazer isso como uma tentativa de afastar Santana do álcool, não lhe parecia uma solução viável, visto que, ter uma criança teria que vir de um desejo real de ter uma família e não como uma possível solução para um vício.
– O que é Quinn? Acha que não estou preparada para ter uma família?
Quinn olhava a latina, sentia que Santana estava levando a sério essa história, ela acreditava que Santana poderia ser uma boa mãe, apesar do seu gênio, mas não agora.
– Não... sinto muito Santana... mas sinceramente acho que não está preparada.
Santana ficou algum tempo em silêncio encarando a amiga, queria dar uma má resposta, mandar ela ir para o inferno com a opinião dela, mas a resposta de Quinn a atingiu mais do que ela pensou que poderia.
– Obrigada pelas palavras de incentivo Quinn... (disse irônica deixando de encarar a loira e voltando a fazer suas coisas)
Santana evitou conversa com Quinn durante todo o horário de trabalho, Quinn tentou algumas vezes puxar conversa sobre diversos assuntos, mas sem sucesso.
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Santana voltava de taxi para casa e o trânsito estava horrível, ela começou a reparar a paisagem mais do que gostaria, em suas observações viu que praticamente em todos os postes da região tinham fotos de um gato gordo. Santana arqueava a sobrancelha, desconfiando. Começou a ficar mais atenta, quando passou pelos outros portes viu o nome para contato, Gertrudes.
– Aaaaah não... não pode ser, será que Brittany ficou com esse gato?
A latina pediu para o taxista parar um pouco, não ia dar trabalho porque o trânsito já estava a passos de tartaruga. A morena saiu e arrancou um dos panfletos, entrou novamente do taxi . Lia tudo o que estava escrito.
“Procura-se gato desaparecido, raça siamês, quatro anos de idade, cores cinza e branco, Seu nome é Rudoph, ele é considerado um membro da família, ganha-se recompensa. Contato Sra Gertrudes 555- 0100
Santana balançava a cabeça com um meio sorriso no rosto, Brittany poderia ser bem teimosa também, ela com certeza ainda estava com o gato, Santana se lembrava da cara que a esposa fez quando o animal fez charme para ela, estava caída por ele, aliás, Brittany sempre tinha uma queda quando o assunto são bichos. A lembrança a levou quando foram ao zoológico, até os animais mais ferozes ou feios aos olhos da maioria eram perfeitos para ela. Santana sorriu pensando que se Brittany não amasse tanto a dança, com certeza abriria um zoológico ou um abrigo de animais.
Quando chegou em casa finalmente, retirou seu casaco e jogou no sofá, gritando o nome de Brittany, para avisar que já tinha chegado, Brittany demorou para encontrá-la na sala, olhos grandes, como se fosse culpada de algo.
Ela se aproximou e beijou os lábios da esposa.
– Ooooi San... demorou...
– O transito estava horrível...
Brittany se aliviou com o fato de Santana estar falando a verdade, qualquer demora de Santana poderia implicar que ela estava no bar ou algo assim. A loira sentiu seu coração se tranquilizar quando beijou os lábios da esposa e não encontrou o gosto de uma gota de álcool sequer. Seu sorriso se abriu radiante e ela abraçou forte a esposa.
– Hm... que abraço bom Britt... (Santana disse correspondendo o abraço passando suas mãos em volta do corpo da loira) Tudo isso é saudades?
– Sim... muita... (aplicava beijos em todos os lados do rosto da esposa e um mais lento em seus lábios)
– O que estava fazendo? (A morena pergunta curiosa e Brittany gagueja)
– Eu? E...eu tava no quarto... (ela continuava recebendo o olhar de Santana, um tanto questionador) ia dormir um pouco... é isso...
– Dormir a essa hora Britt? (olhava em seu relógio de pulso) São apenas sete da noite...
– Era só... só até você chegar... (dava de ombros)
Santana sabia que a esposa estava nervosa e estava escondendo algo, se afastou dela para pegar algo em sua bolsa.
– Britt... você não vai acreditar no que eu encontrei grudado em um dos postes da redondeza...
– O que San?
– Isso aqui... (entregou para Brittany com um sorriso no rosto)
Brittany arregalou os olhos “ A Sr. Gentalha já colocou anúncio!” Dizia em mente.
– A dona Gentalha perdeu outro gato? (Brittany se fez de confusa, mas Santana não caiu)
– Britt... (Ela encarou a esposa que não conseguiu esconder)
Brittany baixou o rosto envergonhada.
– Brittany porque não devolveu? (Santana soube muito bem o que o gesto de Brittany significou, ela tinha acabado de se entregar)
– Ele é tão fofo San... e ele gosta de mim...
– Gato gosta de todo mundo que dá o que comer para ele... (A latina tirava suas conclusões de braços cruzados)
– Mas esse é diferente... (Ela começou a olhar Santana da mesma forma que possivelmente o gato olhou para ela, aquele olhar que fazia Santana amolecer)
A latina suspirou, ela teria que tratar aquilo com Brittany como uma criança que ficou com o brinquedo do amigo e não quer devolvê-lo. Pegou sua mão e a guiou, fazendo a loira a acompanhar até o sofá.
– Britt, meu bem... você deve sentir muita falta do Lord Tubbington não é? (Perguntou fazendo carinho no rosto de Brittany que acenava que sim) Por que não trás ele para NY? (Santana sugeriu com um sorriso, mas Brittany não se animou)
– Mamãe me disse a um tempinho atrás que ele tá muito velhinho, eu tinha pensado em trazê-lo para cá, mas... ele não aguentaria a viagem, ele fica no cantinho da casa, a comida dele é só a base de patê...
– Eu sinto muito Britt... por que não me contou isso?
– Estávamos brigadas... (deu de ombros)
– Desculpe por isso... (Santana passava a mão nas costas de Brittany com carinho)
– Você não tem culpa do Lord estar velhinho... acontece...
– Acho que é por isso que ficou tão ligada a esse gato, mesmo sendo da megera ai do lado... (Santana sorriu fazendo um sorriso fraco brotar dos lábios de Brittany)
– Acho que sim...
– Britt... você gostaria que alguém pegasse o Lord Tubbington e não te devolvesse mais? ( a morena perguntou segurando as mãos da esposa)
– Não de forma alguma San... (Britt disse balançando a cabeça rapidamente em negativa) Eu ficaria muito mal...
– Então... imagina como a velha está? Tudo bem que ela parece não ter coração, é rabugenta, antipática, chata... (Santana distribuía adjetivos ruins) mas parece que esse gato é a única companhia que ela tem, ela não tem amigos, nem marido, nem filhos... ela tem apenas Rudolph...
Brittany começou a pensar em como a senhora podia estar se sentindo, com certeza desesperada e triste, ela já tinha até espalhado cartazes.
– San... eu fui péssima então... ( a loira suspirou triste)
– Você não agiu de má fé Britt, então não fique assim, mas sabe qual é a coisa a se fazer agora não é? (Santana a olha com um sorriso e uma sobrancelha arqueada)
– Sim eu sei... (deu um fraco sorriso)
As meninas levantaram do sofá e seguiram para onde Brittany havia escondido o gato, se é que se pode chamar de esconder, afinal a loira havia deixado o gato no quarto de hóspedes.
Brittany abria a porta e começou a chamar pelo animal.
– Rudoooolph... (chamava cantarolando o nome do gato e estalando os dedos)
Não ouviram o miado do Rudolph, deram a volta na cama para olhar do outro lado, quando finalmente localizaram o gato não receberam apenas um miado em resposta e sim vários ao mesmo tempo.
Santana estava de boca aberta e olhos arregalados, Brittany tinha um sorriso que não cabia nela. Ela olhou Santana admirada.
– San... Acho que o que você disse sobre instrumentos iguais pode dar certo... Rudolph teve bebês! (A loira dizia admirada)
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