Immortal Love

4 Third Act: Fall in Love


Notas iniciais
romance básico

L. Crysin

Eu o vi deitado, seus ombros largos ficavam quase para fora, ele não era do tipo forte, mas era alto e realmente sedutor, seus lábios me chamavam quase que irresistivelmente e seu rosto belo e pálido me faziam estremecer, seus cabelos eram lisos e brancos como neve, ele era tão belo que me fazia perder o ar de tanto suspirar, mas ele era o meu escravo, ele era um traidor do meu povo, ele era proibido, um pecado proibido, um belo pecado proibido. Controlei-me e o acordei.

— O quê? Eu morri e estou no céu? Como é possível? – disse ele não sendo nem um pouco delicado –

— Isso era para ter graça? – eu disse seca –

— Não era apenas uma cantada. – ele respondeu indiferente –

— Não me importo com isso, mas agradeceria muito de você se juntasse ao seu amigo nas tarefas daqui, ele já começou agora falta você! – eu fui rude, mas não via outro jeito de ser, para não parecer apaixonada –

— Vá lá ao galinheiro e me pegue meia dúzia de ovos! – ordenei a ele –

— Já tenho dois aqui, fica mais fácil não é? – ele debochou, não ia deixar por isso mesmo –

— Ótimo, me dê aqui para eu quebrá-los e depois fritá-los. – ele estremeceu, mas eu só estava brincando –

— Estraga prazer, ok. Já vou. – ele disse e se foi realmente se foi...

V. Phillips

E lá estava eu, deixando ao longe a garota mais linda que vi em toda minha vida, acordei com a visão se seu rosto angelical e parti com a visão de seu... Melhor parar de pensar nisso, sem chances, assim como os outros ela me odeia. Ela era tão encantadora, um rosto desenhado, bochechas rosadas, pálida, bela, seus cabelos azuis combinavam com seus olhos e seu belo vestido o corpo era tentador ainda mais aqueles seios fartos, eu me perdia ao olhar para ela, isso é o que chamavam de paixão, mas era uma paixão proibida, uma bela paixão proibida!

Avistei o Kree fazendo as suas tarefas:

— “Escravos de Jô...” – zombei dele, apesar de não poder falar muita coisa –

— Olha quem fala, qual a sua tarefa? – ele zombou de volta, não o culpo –

— Pegar nos ovos! (risos) **

— Hum, prefiro não comentar. – imagino o que ele iria dizer o mesmo comentário infeliz que fiz a pouco –

A bela garota surge na janela, repentinamente, seus seios ficam ainda mais chamativos com ela debruçada sobre a janela e apesar de seu decote não ser tão grande era impossível não notar que seus seios pareciam quase saltar para fora de seu vestido, ela percebeu que eu a olhava e corou, mas disse firmemente:

— Voltem já para o trabalho! – disse ela da janela –

— Me obrigue! – respondi –

— Tudo bem, vai se arrepender do pedido. – disse ela sumindo da janela –

Kree some rapidamente, mas não compreendo o porquê de tanto medo. Eis que surge bem na minha frente ela com as mãos na cintura, o corpo um pouco curvado me fazendo olhar pros seios dela novamente, ela era encantadora, mas com aquele olhar se tornava intimidadora! Ela abre seu símbolo Imortal, ele toma a fazenda toda, eu engulo seco, acho que agora compreendia a intenção do Kree.

— Vai me obedecer ou eu vou ter de te bater? – perguntou ela –

— Melhor eu ir, porque se você me bater eu apaixono! – como se já não estivesse completamente apaixonado –

— Você é muito irritante! – ela gritava –

— Me ame menos garota! – eu dizia enquanto saia andando –

— Não há como amar menos que zero! – ela respondeu, eu fingi que não ouvi, mas era como uma facada em mim!

L. Crysin

Eu estava só novamente, ele se foi mais uma vez, será que eu terei de mandá-lo partir assim toda vez que eu o quiser por perto? Era insuportável essa idéia, porém ver as costas largas e desenhadas dele naquela camisa branca que parecia se misturar em seu cabelo era perfeito, será que havia algo em seu corpo que não fosse assim? Até o modo de andar era sublime, mas foi então avistei o outro garoto vindo em minha direção, eles eram incomparáveis, um era esbelto o outro musculoso, um tinha belos cabelos lisos, o outro tinha aquilo. Eles eram incomparáveis mesmo, em tudo, mas eu não podia fazer diferença entre eles!

— Vá já colher o café!

— Mas eu acabei de... Ah to indo!

Vincent gostava de provocá-lo, mas apesar de irritante ele era sedutor, aquele sorriso me fazia suspirar.

— “Escravos de Jô...” – Ele provocava o garoto mestiço novamente –

— Vai logo buscar os ovos Vincent! – Eu gritei, um deslize, me descontrolei, ele me deixava assim –

— Ta bom, ta bom, calma aí, já to indo! – ele disse emburrado –

— Seu idiota isso é seu almoço! – Eu não agüentava mais suas reclamações, lindo ou não ele era o escravo e não o patrão –

— Como assim? Eu só como alma... – Ele reclamou mais uma vez, não podia perder a calma novamente, me acalmei.

— Olha a única alma que tem aqui é a minha e você não vai me comer. – não tinha muito sentido, mas não importava –

— Tem a alma do mestiço, se bem que comer você não seria má idéia! – ele disse me fez se descontrolar novamente, eu desferi um tapa nele, não queria fazê-lo, mas ele foi muito rude comigo, não poderia deixar assim –

Eu estava muito vermelha, ele perceberá isso.

— Eu sou sua chefe e só isso, agora volte para lá, pegue os ovos e me encontre na cozinho e que seja logo! – eu dei a ultima palavra, mesmo não sendo a mais feliz –

Ele se foi e mais uma vez o vi partir tudo só porque não consigo ficar cinco minutos com uma pessoa sem mandá-la embora.

V. Phillips

Eu entrei na cozinha, estava com uma sacola cheia de ovos, eu fiz o trabalho, mas senti a dor, não por fora... Por dentro.

— Alguém pode pegar o sal para mim? – disse ela, mas estava tão distraído que não me movi então Kree foi até o armário e pegou o sal para ela –

Eu estava chateado, mas estava na hora de fazer o que eu sei de melhor, ser indiferente!

— Quer que eu cozinhe? – perguntei gentilmente –

— Eu cozinho desde os 9 anos, se quiser faço pratos bons... – intrometeu se Kree –

— Eu absorvi milhares de ceifeiros, ditos ótimos cozinheiros, certeza que faço um prato bem melhor que você! – fui rude, não me importo –

— Parem de ser criança vocês dois! Eu me viro muito bem sozinha, ok? E quando você se tornou tão prestativo Vincent?

— Só quero fazer algo, estou com muito tédio! – disse eu debruçando sobre a mesa –

— Ok, faça o que quiser, enquanto a você garoto... Venha comigo. – ela chamou Kree e se foi, eu fiquei para me divertir um pouco –

L. Crysin

— Ta bom garoto, me explica o porquê de tenta melação comigo?

— Nada, só quero evitar uns tapas. – pelo menos ele foi sincero –

— Então é só medo?

— Claro, além do mais quem está afim de você é o Vincent, está na cara! – ele disse como se eu soubesse –

— Mas você sempre me trata bem, ele ou é rude ou é indiferente, mas nunca gentil.

— Essa é a diferença entra a minha falsidade e ele ser quem ele é. – ele disse isso e piscou para mim, eu apenas me levantei e fui em direção a cozinha, a mesa estava farta e a comida parecia ótima –

— Muito bem agora eu vou tomar um banho! – Vincent saiu andando em direção das escadas –

— Não vai comer? – perguntou o garoto mestiço –

— Não depois do que eu ouvi. – então ele subiu –

— Por que está se apaixonando por esse cara Lorraine, ele é mal sinal! –eu repetia isso tantas vezes que perdi a conta –

— Você acha mesmo isso do Vincent? – perguntou o mestiço, corei, claro que não achava, mas não era conta dele! –

— Tem cinco minutos para comer, depois volte ao trabalho! – Dizendo isso eu subi as escadas –

Ele riu e eu o deixei parar trás, estava zonza decedi lavar o rosto, entrei no banheiro sem olhar para nada, mas ouvi o barulho do chuveiro, arregalei meus olhos e olhei para lá foi quando eu o vi... Ele estava nu, completamente nu. Eu o olhei por um tempo, mas depois o desespero e a vergonha tomaram conta de mim e quando cai em si... Gritei! Ele gritou de volta e colocou uma toalha para cobrir sua parte intima isso me acalmou, mas na hora do susto bati a porta com a energia da magia imortal e agora estava distraída demais para abrir a porta.

— Não vai sair!? – ele perguntou –

— Não posso. – respondi toda nervosa –

— Como assim? – ele insistia –

— Bateu com magia, só abre com magia. –respondi mais nervosa que antes –

— Então use! – disse ele secamente –

— Não dá! – estava começando a entrar em desespero –

— Por quê? – ele parecia também –

— Porque eu... Porque eu não consigo me concentrar – minha face estava tão vermelha que ardia –

— Ora, só finge que eu não estou aqui! – disse ele calmamente se virando e ligando o chuveiro novamente –

Eu estava pasma com a atitude dele, mas não tinha muitas alternativas apenas tentava me concentrar – Como se fosse fácil depois do que eu vi! – falei alto demais, mas ele parecia não ter ouvido, mas sorri lá sozinho.

— Vamos Lorraine você consegue! – eu repetia pra mim mesma –

— Lorraine, bonito, é inglês? – ele me perguntou repentinamente –

— Sim, por quê? – respondi secamente, não queria, mas o nervoso me deixava assim –

— Eu também sou. – ele parecia tranqüilo –

— Quantos anos você tem, ao todo? – eu nem sabia por que aquela conversa estava rolando –

— Não sei, perdi a conta depois dos 400. – ele ria como se fosse normal, bem para nos era normal – E você?

— Eu tenho 108 aninhos. – eu ri também mesmo sem motivo algum –

Ele acabou o banho me pediu para fechar os olhos e quando vi ele estava do lado de fora, a porta estava no chão com as dobradiças quebradas e ele estava... De roupa.

— Ótimo agora concerte a porta e depois chame o outro garoto, tenho uma conversa seria que vai mudar o rumo de nossas vidas, mas só depois que concertar a porta. – dizendo isso sai –

“Não importa a quantidade ou intensidade do erro, você tem que estar preparado pra ser punido por ele”

Notas finais
espero que gostem ^^