Immortal Love

50 Forty- First Act: For Those Lost Hearts(filler)


Notas iniciais
Aí se liga é filler, mas é foda então leiam u.u

C. Taylor

Mais um dia “tranquilo” como sempre e eu estava um tanto desanimado. Meu último parente vivo havia falecido, mas por outro lado eu pelo menos pude ficar duas semanas com ele e graças a ele minha velocidade e força eram estrondosas! Eu estava num estado que nem eu mesmo posso descrever.

— Então Kree treinou com seu avô? – perguntou Mishu tentando achar algo para chamar minha atenção. Eu realmente estava em outro mundo –

— Sim, mas o treino foi bem básico então duvido minhas habilidades melhorarem muito. – eu tinha melhorado bastante, mas os inimigos têm muitas habilidades de espionagem era melhor prevenir –

— Queria fazer algo com você... – ela induziu, eu sabia bem o que ela queria fazer –

— Gata adoraria, mas vamos dar um tempo pelo menos até passar o luto do velho Gregory. Ele merece respeito! Ele pode não ter conseguido realizar o sonho do Vincent, mas fez o melhor que pode e é essa a habilidade dos Taylor! – exclamei feliz. Feliz por ser um Taylor e feliz por ter sido aceito como tal –

— Tudo bem eu entendo. Mas quando puder me avisa ok?

— Claro...

Eu estava feliz que ela havia entendido no fim das contas ela não era tão tarada quanto eu achava apesar de ter me traído com a minha “melhor amiga” pelo menos eu considerava Lorraine assim, mas nunca soube o que ela acha de mim...

V. Phillips

Apesar de um tanto chateado Kree conseguia sorrir. Ele era mesmo interessante ele sofreu bastante, não tanto quanto eu, mas bastante e mesmo assim ele consegue ter o mesmo sorriso sincero não importa a ocasião. Era uma coisa que eu invejava nele, até o conhecer meus sorrisos sempre eram psicopatas, frios e falsos, mas a energia quente e alegre dele é... Contagiante! Mishu era tarada e muito esquisita eu realmente não gostava muito dela ainda mais pelo fato dela ter me colocado um par de chifres, mas eu não a culpava a culpa era toda de Lorraine. Ela parecia tentar ser minha amiga, mas eu não era muito fã dela será que ela gostava de mim? Bem não me importo com isso o preocupante mesmo é como vou fazer para libertar Jessy? Eu tinha voltado à estaca zero então o único jeito era continuar a aumentar meu poder com as almas de ceifeiros... Eu ia sair achei melhor levar uma companhia melhor chamar o Kree ele não era a melhor companhia do mundo, mas lutar ao lado dele era legal.

C. Taylor

Vincent tinha me convidado pra caçar ceifeiros com ele estava animado afinal não tinha muito que fazer ali e matar ceifeiros era uma coisa que distraia e muito a cabeça. Ver um bando de ceifeiros assustados correndo em círculos sem saber pra onde ir por saberem bem o apelido do Vincent... Soul Eater (Comedor de almas)! Acho que me reconheceram também antes mesmo que Vincent entrasse no bar cercado por ceifeiros eles já estavam correndo. E olha que eu estava bem disfarçado por lá afinal também sou ceifeiro apesar de ter sangue imortal correndo em minhas veias...

— Nameless Warrior na área! — eu gritei –

Todos corriam e Vincent entra no bar. Era o fim deles, mas eu apenas tinha começado! Concentrei minha energia ceifeira num copo e joguei contra os barris de bebida e fazendo metade do bar começar a explodir num efeito domino.

— Deixa um pouco pra mim! – eu exclamei para Vincent que apenas sorriu –

— Como queira... – ele disse estalando os dedos –

Ele me prendeu junto com mais ou menos uns cem ceifeiros num anel de fogo roxo do chão até o teto e eu estava completamente cercado.

— Pra que tanto ódio cara? – eu falei rindo –

— Se reclama coloco mais cem! – ele retrucou –

No final eu consegui derrotar todos os cem e ainda fugi do fogo por baixo da terra e ainda derrotei mais alguns ceifeiros que tentavam fugir de Vincent que simplesmente tinha dizimado o bar numa carnificina assustadora.

— Demoro ein! – disse ele limpando o sangue na boca –

— Você sabe que eu gosto de brincar...

— Eu também...

— Pra um cavalheiro você nunca ouviu a expressão: “Não brinque com a comida é falta de educação!” – debochei –

Ele riu e deu um tapa na minha nuca e fomos para fora do bar eu ainda estava muito entediado, mas acho que algo me chamou muito a atenção.

Uma flecha feita de pura energia e vento atravessou meu ombro esquerdo com uma pequena mensagem no fim caindo assim que a flecha se desfez:

“Oi Cris! Vamos brincar?”

Depois que eu li ouvi uma risada de garota vinda do alto de um prédio e quando olhei para lá vi uma silhueta sumindo correndo e a risada sumindo. Mas afinal que é essa garota e porque me chamou de Cris? E principal... Pra que tanto ódio?

— Ela é minha! Nem me segue! – afirmei olhando para Vincent –

— Não pretendia mesmo...

— Então fui! – eu disse saltando para cima do prédio –

Eu a seguia de longe e a única coisa que me chamou a atenção foi seus longos cabelos ruivos e lisos que me lembravam o sangue. Ela estava longe e era realmente rápida, mas aparentemente sua velocidade era devido ao seu poder de vento. Uma imortal de vento poderosa e inteligente com uma mira excelente! Mas ainda não sabia de onde ela me conhecia e principalmente porque me chamava daquele jeito.

— Ei pare! Eu só quero conversar! – eu gritava –

Ela deu um mortal para atacar com mais uma flecha, mas dessa vez foi em vão ela nem passou perto de me acertar, mas consegui perdê-la de vista e o pior consegui cair num beco sem saída! Seria tudo aquilo apenas uma armadilha?

— Legal! Cai direitinho na sua teia né?

— Você sempre cai! – ela disse rindo, mas eu não a via ela estava muito bem escondida –

— Eu nem te conheço! – respondi calando a risada dela –

— Ah então não se lembra de mim? É bom saber que você me esqueceu tão rápido! – ela disse me deixando mais confuso ainda –

— Do que está falando! – eu tentei buscar resposta sem esperança –

— Vai dizer que você realmente não se lembra disso! – ela disse saindo das sombras e mostrando seu rosto por completo –

— Sinto muito, mas não.

— Essa garota que você vê na sua frente simplesmente a garota na qual você partiu o coração! Você jurou seu amor! Me disse que estaria comigo para sempre! Disse que nunca me olharia torto e mesmo que morresse antes de mim nunca iria me esquecer! – ela dizia aos prantos – Quando eu mais precisei você se foi! Você me abandonou e nunca mais voltou! Eu fiquei te procurando por dois séculos e quando eu te encontro a única coisa que você tem a dizer é que nem ao mesmo se lembra dos nossos dez anos juntos!

— Eu não me lembro nada entre meus nove anos e meus quatrocentos e nove anos. Algo ou alguém arrancou minha memória...

— Mentira! Você sempre mente! Você nunca me falou a verdade! Eu vou te matar e assim vou matar esse amor! – ela gritava armando mais uma flecha dessa vez muito maior –

— Então sinto muito por isso. – eu disse sumindo no ar –

Eu tinha aumentado muito a minha velocidade e antes que ela pudesse lançar a flecha eu a soquei na boca do estômago. A flecha sumiu e ela se ajoelhou de dor. Minha força havia aumentado muito também e o conjunto das duas tornava meus golpes estrondosamente mais fortes.

— Você é um canalha eu simplesmente te odeio! Você vai morrer! Eu te juro! – ela disse se levantando –

Ela era realmente bem rápida eu precisei usar os “olhos que tudo vêem” para desviar de seus golpes, mas como sempre eles só durariam quinze minutos e essa luta estava longe do fim!

— Os “olhos que tudo vêem” você ficou bem famoso Nameless Warrior... Mas também soube que você está namorando com uma ex-Blackmen. – ela exclamava com uma pontada enorme de ciúmes –

— Olha eu não sei o que rolou entra a gente, mas eu juro que se você parar um pouco pra pensar vai ver que... – ela realmente não queria conversa –

— Cala-se só vi saírem mentira da sua boca! Antes você dizia que queria trazer a paz definitiva para os imortais e ceifeiros e agora vira a resistência que está lutando contra tudo e contra todos que jurou proteger!? – ela exclamava –

— Eu não sei quem é esse Cris que você conheceu, mas com certeza eu não sou ele e se sou essa parte ingênua e idiota minha morreu faz tempo! – exclamei com raiva. — Ela se calou –

— Como sempre perdendo seu tempo em inventar mentiras. Eu vou ter que te matar logo para calar essa sua maldita boca!

Ela girou a corda do arco para fazer a flecha de vento girar se tornando uma broca de ar super potente que fez todas as minhas chances de escapar serem nulas... Eu fui arremessado na parede com um enorme rombo em minha barriga. A broca não chegou a me atravessar, mas penetrou fundo em minha pele. Eu estava prestes a me levantar quando vejo um sai encostar se ao meu pescoço.

— Não se mexa senão eu arranco sua cabeça e você sabe que imortais podem matar ceifeiros assim então repito: Não se mexa! Quero que você viva mais um pouco para sofrer pelo menos um décimo do que me fez sofrer antes de morrer! – ela disse sorrindo –

. V. Phillips

Eu andei lentamente para Kree poder me alcançar assim que acabasse com aquela imortal de vento esquisita, mas ele estava demorando e eu estava começando a suspeitar que ela estivesse dando um pouco de trabalho para ele ou ele estaria brincando com ela... Não! Ele não gosta de brincar com garotas. Eu estava a dois quarteirões de casa e ainda nem sinal do Kree estava começando a ficar preocupado será que aquele idiota caiu em outra armadilha? Seria muita burrice seguir livremente se fosse realmente uma armadilha então deixei um clone meu ir na frente e o segui pelas sombras... Eu tinha que ir junto afinal não dá pra controlar um clone a distância.

— Maldito! – eu ouvi um grito –

Um imortal pulou no chão quebrando ele e levantando duas pedras. Uma ele lançou em cima do meu clone que foi instantaneamente esmagado e a outra veio pra cima de mim. Ele era rápido e forte, ma seu consegui destruir a pedra com o fogo. A poeira não me permitiu ver nada e então ele me acertou com um chute no queixo que me jogou para fora da neblina de poeira. Eu usei minhas asas de luz para fugir e me esconder no prédio em cima dele. Era um garoto imortal de pedra de mesma idade que eu, mas eu não sabia o porque dele me atacar... Talvez por eu ser o mais procurado do reino imortal... Não! O jeito dele era de algo pessoal, mas eu realmente não me lembrava dele. Ele era alto, magro, porem forte e muito rápido. Ele viu através do meu clone e me encontrou nas sombras! Ele provavelmente usava alguma habilidade sensorial então era uma questão de tempo até ele me achar e atacar aqui em cima. Eu precisava fugir e rápido daqui, mas como atacá-lo? Eu não sabia nada dele e ele sabia dos meus poderes de fogo e minha habilidade de clone de puro fogo... Era hora de usar o efeito surpresa. Armei minha tempestade.

— Isso não vai funcionar comigo Vincent! Vim te vigiando a um bom tempo e sei muito bem suas habilidades de tempestade e fogo e clones de tal... Além da sua força oculta... O ódio! Que você chama de Shadows. Eu vejo que não se lembra de mim não é? É normal esquecer alguém que você não vê a mais de quatrocentos anos não é? Deixe que eu refresque a sua memória! Eu era seu amigo de infância! Treinávamos juntos, mas você sempre fora o melhor! O garoto prodígio! O perfeito... Fomos atacados por gente poderosa e nem sei porque, mas o fato é. Eu estava prestes a morrer e pedi sua ajuda... Você não ajudou! Você foi embora! Você me deixou para morrer e fugiu como um covarde. Você me traiu! Você me enganou! E eu quase morri, mas prometi pra mim mesmo que não podia morrer ali porque eu não merecia morrer quem merecia morrer ali era você e pra isso estou aqui! Eu sou a sua morte Ed!

O ódio dele sobre mim fazia Shadows gemer... Reclamar... Tentar se libertar! Esse ódio era tão grande que fazia Shadows crescer. Era ódio contra ódio. Mas eu não ia deixar Shadows se libertar só para destruir esse imortal de pedra que diz coisas estranhas. Eu teria de derrotá-lo sozinho! Eu precisava fazer isso.

— Eu não sei quem você é e muito menos porque diz coisas tão absurdas, mas de uma coisa eu sei: Milhares tentaram me matar e todos morreram tentando a única coisa que você conseguirá é se juntar a eles! – exclamei mexendo as mãos para controlar os raios –

— Eu já disse! Estudei você bem! Não pode me vencer! – ele gritou enquanto desviava facilmente de todos os raios –

Ele sabia como eu agia, que movimentos eu faria. Ele simplesmente sabia todas as minhas táticas e estratégias de luta antes mesmo de esmagar meu clone. Ele sabia que eu ia parar a pedra e sabia que ela ia virar poeira, mas ele não sabia das minhas asas de luz! Eu só tinha usado ela na ilha e para viajar no mundo espelho. Um poder que eu nem posso usar para o ataque como poderia ganhar dele com isso? Eu não podia pensar como eu mesmo ele leria minha tática em poucos segundos... Eu tinha que pensar de um jeito diferente ou simplesmente não pensar. Mas é realmente possível atacar alguém sem pensar direito e ganhar? É claro! Kree! Se eu usar as estratégicas básicas e agressivas sem muito planejamento do Kree eu posso surpreendê-lo e conseguir derrotá-lo. É a primeira vez que não pensar foi à melhor ideia que eu já tive.

— Você acha que sabe tudo sobre mim? Então você sabia que eu tenho isso! – eu disse voando com as asas de luz –

— Luz? Desde quando você... Ah não importa! Fazer asas de luz não quer dizer que você pode me derrotar!

É agora ou nunca...

C. Taylor

Eu estava enrascado. Ela tinha tudo sobre controle. Uma lamina no meu pescoço, uma habilidade rápida e poderosa demais pra eu escapar e uma inteligente bem superior a minha o que não era muito difícil...

— Você quer dizer suas últimas palavras? – ela disse apontando o sai no meu peito –

— Quando o vento bate nos teus cabelos eu tenho uma visão tão bela que eu nem merecia ver! – eu disse sem pensar, mas estranhamente ela parou –

Ela paralisou e começou a chorar eu usei a tatuagem de leopardo para aumentar minha velocidade e sumir da frente dela. Eu tinha que sair daquele beco sem saída e armar um plano. Ela chorava e sumiu no ar. Eu estava numa fria novamente e nem havia saído do labirinto em que ela havia me metido.

— Você disse que não se lembrava então porque disse a primeira frase que eu ouvi da sua boca? – ela disse surgindo perto de mim e lançando três flechas seguidas em minha direção –

— Eu sempre falo ou faço a primeira coisa que vem a minha cabeça quando estou em frente a uma garota bonita... Eu não sei. Minha mente para eu já sou idiota se a minha mente para nem imagina como eu fico. Acho que é por isso que você foi à primeira namorada que eu tive e só fui ter outra agora depois de dois séculos...

— Você realmente perdeu a memória né?

— Sim senão porque atacaria uma garota que eu amei?

— Eu prometi matar você, mas sempre soube que nunca ia conseguir...

— Eu prometi te amar para sempre, mas no fim das contas também não consegui... Acho que não fui feito pra você e você não foi feita para me matar... – eu dizia sorrindo –

Ela chegava cada vez mais perto, mas eu ainda não estava certo de estar seguro por isso fiz uma pequena bola de sombras e controlei ela até encostar nas costas da garota bem perto do coração.

— Então qual o seu nome moça? – eu a perguntei –

— Giovanna... E o seu?

— Cristian...

— Posso te chamar de Cris?

Era isso? Eu havia lembrado! O nosso primeiro encontro! Foi tão de repente e intenso...

“- Oi! – ela dizia –

Eu não conseguia responder apenas admirava seus cabelos ao vento.

— Ei não sabe falar?

Agora suas mão na cintura e aquela pose me faziam sorrir

— Está rindo da minha cara? Você não tem perdão! – gritava ela me fazendo olhar pros seus olhos brilhando por começar a lacrimejar –

— Quando o vento bate nos teus cabelos eu tenho uma visão tão bela que eu nem merecia ver! – eu disse sem pensar, mas estranhamente ela parou – Qual o seu nome moça?

— Giovanna e o seu?

— Cristian...

— Posso te chamar de Cris?

— Posso te chamar de minha?

— Pode! – ela disse abrindo um largo sorriso”

E o beijo mais doce e intenso que eu tive passou pela minha cabeça milhares de vezes me fazendo sorrir por um instante.

— Eu me lembro dessa conversa agora, mas... Eu não posso perguntar aquilo novamente... – eu falei começando a lacrimejar –

— Eu sei, mas esse amor tem que morrer de algum modo... Então!

Ela me atacou e no reflexo eu acabei ativando a esfera de sombras nas costas dela a fazendo atravessar o coração dela numa estaca.

— E pela segunda vez eu te apunhalei pelas costas... – eu dizia chorando –

— É assim que se mata o amor... – ela dizia sorrindo, mas chorando também –

Ela tinha feito de propósito! Ela tinha visto a esfera desde que a coloquei ela não tentou me atacar ela deixou que eu a matasse porque não tinha coragem de me matar... E mais uma pessoa morreu em meus braços. A única coisa que eu conseguia fazer era chorar.

V. Phillips

Ele não podia me atacar eu desviava rapidamente de todos os seus golpes, mas isso não era o bastante eu tinha que atingi-lo com algum golpe e infelizmente golpes de luz não iriam funcionar... Eu tinha que pedir ajuda de alguém que eu não gostava.

“- Shadows!

— Ora ora quem veio...

— Não enche ok? Já é foda eu ter que vir pedir a sua ajuda você ainda fica me zoando não vai prestar!

— Calma garota me diga o que queres...

— O poder que você usou contra o Leonard! O que matou ele!

— SenshiDama do Cavaleiro Ceifador... É um golpe poderoso! Você quer que eu lhe dê ele de graça?

— É só por um momento!

— Ok, dez segundos, mas você fica me devendo uma!

— Tanto faz!”

Era isso eu tinha dez segundos para sumir com aquele desgraçado.

— Conheça o golpe mais poderoso do Soul Eater! – eu disse subindo aos céus tão rápido que ele nem me viu parar sobre a cabeça dele –

Eu comecei a sugá-lo e ele parecia muito assustado. Ele usava varias pedras do chão para tentar me parar. Uma maior que a outra provavelmente tentando tampar minha boca, mas nessa forma minha boca podia sugar qualquer coisa até mesmo a Terra. Seus esforços apenas aumentavam sua agonia e adiavam o inevitável. Meu plano parecia ter dado certo! O único modo de derrotá-lo era com golpes que eu tinha feito fora da visão dele, ou seja, na ilha.

— Eu não posso perder! Meu poder vem do ódio assim como o seu se é para morrer que você morra junto! – ele gritou – SUICIDESOULKNIFE!!!

A alma dele se transformou numa faca gigantesca saindo do peito dele e vindo totalmente em minha direção o meu golpe só ajudava isso. Ele ia se matar só para me matar.

“- Seu tempo acabou!”

Shadows tirou o poder de mim e desativou as asas me fazendo cair no chão. Eu vi o garoto cair na minha frente. E a alma dele voltar ao normal, mas seu peito tinha um buraco.

— Como? – eu questionei –

— Minha alma está dentro dos meus olhos! – disse ele mostrando seu símbolo imortal dentro de seus olhos – O meu coração você arrancou quando se foi! Não há mais nada dentro de mim...

Os olhos dele perdiam a cor aquele golpe usava a alma dele como arma, mas também a destruía.

— Tudo isso que eu fiz será em vão porque não consegui cumprir minha promessa! – ele disse chorando e me fazendo lembrar –

“- Vamos ser amigos pra sempre? – ele dizia com os olhos brilhando –

— Claro! Afinal somos imortais né? – eu disse sorrindo –

— Mas alguém pode tentar nós matar...

— Nunca vão conseguir te matar enquanto eu viver vou te proteger! Essa é uma promessa de Vincent Edward Phillips! – eu exclamei –

— Ok Ed! Ei também te prometo uma coisa!

— O quê?

— Eu vou ajudar a salvar a sua irmã! Uma promessa de Oliver Stuart!

...

Depois de apenas dois dias dessa conversa houve uma luta. Ele estava caído no chão muito ferido e eu um tanto machucado do lado, mas alguém me puxou eu não pude ver e ouvia muito mal, a voz parecia familiar, mas eu não reconhecia muito bem.

— Vamos!

— Não posso! – eu gritava tentando me soltar –

— Você tem que viver! – ele dizia me segurando –

— Prefiro morrer! – exclamei chorando –

— Porque? – ele questionou calmamente –

— Tudo isso que eu fiz será em vão porque não consegui cumprir minha promessa! – eu disse, mas ele provavelmente me desmaiou não lembro de nada além disso –”

— Agora eu me lembro! – eu disse, mas o que isso adiantaria no fim das contas: Ele estava morto –

— Fizemos promessas... Quebramos promessas, mas no fim das contas morrer está me trazendo mais paz do que tentar matar você! Eu dedico essa aqueles que perderam seus corações!

Eu encontrei Kree. Ele estava com vários machucados e um corpo no colo. Não estava muito diferente de mim. Nós caminhamos sorrindo não pela morte deles, mas por termos trazido a paz que eles buscaram por séculos mesmo que tenha sido desde modo

“Nem o mais poderoso selo pode selar amor puro”

Notas finais
Vlw por lerem e agora comentem please *w*