Notas iniciais
É minha primeira fanfic, então não esperem muito se forem ler, não liguem para o título podre demais e pooor favor comentem mesmo se acharem uma porcaria, por que é muito angustiante ver que estão lendo mas não saber o que estão achando.
beixos ;**

Após um longo dia a única coisa que Sieghart procurava era um pouco de sossego, a brisa leve da primavera e a sombra de uma árvore lhe pareciam um ótimo modo de descansar. Sieghart abriu a porta da casa, um tipo de república em que ele estava passando o verão com um grupo de amigos, e seguiu para o jardim, aonde se encontrava a tal árvore. Ele se deitou na grama e fechou os olhos, o tempo foi passando e Sieghart adormeceu.

O barulho de leves passos na grama o despertou algum tempo depois, ele levantou o tronco preguiçosamente, se apoiou nos ombros e procurou quem havia o acordado, á uma curta distancia viu Mari, ela tinha cabelos azuis que agora se encontravam presos em um coque, e olhos heterocromáticos que a deixavam ainda mais misteriosa. Sieg continuou a observando por alguns minutos enquanto ela caminhava no jardim se distanciando cada vez mais, neste momento ela parecia tão... linda.

A tranquilidade da tarde continuava, mas Sieg sabia que esta não duraria muito. E ele tinha razão. Arme e Lire saíram da casa e vieram em direção a ele, ao chegarem na sombra da árvore perceberam que o imortal fitava Mari, que havia sentado em certo ponto do jardim.

- Mari, hein? – disse Lire

- O que? – perguntou Sieg que parecia ter saído de um transe

- Está interessado nela? – questionou Arme, sorrindo.

- Interessado?

- É, não vá dizer que não, me pareceu bem óbvio que está. – disse Arme

- Não estou interessado em ninguém, só estava observando, ela é...interessante. – disse Sieg

- E para você, pelo jeito, interessante até demais. – provocou Lire, que começou a rir e foi acompanhada por Arme.

As duas saíram e voltaram para dentro ainda rindo.

Sieghart continuou a observar Mari. Aos poucos foi perdendo as forças nos braços que o sustentavam. Ele então se deitou e se deixou levar pelos pensamentos, assim adormecendo novamente.

- Ei, você não vai entrar? Já está escurecendo. – murmurou uma voz feminina, doce e ao mesmo tempo profunda.

Sieg abriu os olhos lentamente e ainda com a visão embaçada pode perceber dois olhos com cores distintas mas igualmente intensas. Demoraram alguns segundos, mas o garoto de cabelos negros finalmente percebeu quem estava lá, o observando.

- Mari! Ah, sim, eu...é, já ia...entrar – disse Sieg, as palavras se esvaindo de sua mente

A garota deu um sorriso tímido mas também encantador.

- Tudo bem.

Mari se virou e começou a caminhar para a casa enquanto Sieg se levantava rapidamente e corria para alcançá-la.

De um modo estranho, parecia que apenas a presença dela ao seu lado já o deixava mais feliz. Será que derrepente o que Lire e Arme tinham insinuado mais cedo era verdade? Não podia ser, ele nunca tinha sentido nada por Mari, eles não tinham nada a ver, nem sequer combinavam. Ou será que sim? Não, é claro que não, que tipo de ideia era essa?

Sieg agora andava ao lado de Mari, sem se dar conta do que estava fazendo, ele observava-a enquanto caminhava. A garota percebeu rapidamente e começou a corar. Sieghart disfarçou o olhar e se concentrou na luz forte que vinha da casa.

Ao entrarem, perceberam olhares em sua direção, Jin, Lass, Arme, Lire, Elesis, Ronan e Amy encontravam-se sentados á mesa.

- Ei, o que vocês dois estavam fazendo lá fora até essa hora? – indagou Amy com um tom de desconfiança em sua voz.

- Você não consegue ficar nem alguns minutos sem se meter na vida de alguém não é mesmo? – comentou Elesis, de um modo despreocupado e desafiador enquanto mastigava seu pão.

- Ronan, por favor, controle sua garota. Era só uma pergunta comum, achei estranho os dois estarem sozinhos lá fora.

- Tudo para você tem algo por trás, Amy? – perguntou Mari, revirando os olhos – De qualquer modo, fique sabendo que não estávamos juntos, só entramos aqui juntos. Não é mesmo? – disse ela, olhando imediatamente para Sieg.

- É...exato. – disse ele.

- Ah, então tudo bem, vamos fingir que eu acredito. – disse Amy, dando uma risadinha.

- Nossa, amo esse clima confortável que você nos proporciona todos os dias Amy. – ironizou Lire – Achou que agora já deu, não é mesmo?

Quase todos se mexeram em suas cadeiras, se sentindo desconfortáveis. Amy realmente tinha esse poder, talvez incontrolável.