Immortal Love

5 Fim das férias


Notas iniciais
Daee galerinha do barulho? Tah, não.
Então, sumi né? Desculpa mesmo pra quem estava acompanhando, mas é que fiquei bem desanimada, sei lá, e me envolvi com outras coisas também, e acabei deixando isso aqui de lado.
Não sei se vou voltar, e só resolvi postar esse capítulo por que estava praticamente pronto ali no word.
Mas pretendo sim continuar escrevendo, não fiquem trixxxtes (ninguém vai ficar mesmo Natália, acorda).
Enfiiim, aproveitem aí, porque não sei quando vou escrever o próximo :(.

Então era isso mesmo, alguns dias depois já estavam todos se preocupando em arrumar suas malas e organizar tudo para voltarem para suas casas.

- Por quê? Por quê a minha mala não fecha? Argh. – resmungava Lire enquanto tentava com todas as forças fechar o zíper de sua mala amarela.

- Parece que tem coisa demais aí, por que não tenta tirar algumas e levá-las na mão? – sugeriu Mari, esta segurava a tampa da mala numa tentativa de ajudar a amiga.

- Não tem coisa demais, não pode ter, não comprei nada, só tem as mesmas coisas de quando eu vim, e antes, ela fechava. – a loira suava.

- O que você tem naquele pacote ali? – perguntou Mari.

- Qual deles? – indagou Lire com o cabelo em seu rosto e respirando freneticamente.

- O marrom, maior de todos.

- Eu não...sei. – ela se curvou e pegou o pacote, o abriu e olhou dentro dele – Que negócio é esse? – dizia enquanto se sentava na cama e retirava do pacote algumas conchas coloridas.

- Talvez, talvez, e eu não estou dizendo que é, este seja o pacote das conchas que eu peguei um dia desses ali na praia. – disse Ryan adentrando o quarto devagar, seu rosto tinha uma expressão de culpa.

- Eu não acredito. Posso saber o que suas conchas estão fazendo na minha mala? – Lire questionou recolhendo as conchas da cama e entregando o pacote para Ryan.

- Ah, eu não tinha mais espaço na minha, sabe? Então pensei que talvez você não fosse se importar. – respondeu ele, um nervosismo aparente.

- Tá, tá, eu não me importaria, mas se esse troço continuar aqui minha mala não fecha, então leva e coloca na sua. – a loira aparentava irritação, sentou-se na cama, puxou a mala para si e finalmente fechou o zíper.

- Você...tem andado meio irritada, sabe? Pelo menos com o Ryan, aconteceu alguma coisa? – indagou Mari, que tinha assistido a tudo.

- Do que você está falando? É claro que não aconteceu nada, que é isso. Eu só tenho andado meio irritada com tudo estes dias. – disse Lire parecendo indiferente enquanto organizava uma bolsa.

- Se você diz... então... deixe para lá.

A garota de cabelos azuis deixou o quarto calmamente levando suas mãos as costas.

O ônibus semi-leito que o grupo havia alugado para a viagem de 4 horas de volta para a cidade tinha chegado há aproximadamente 6 minutos e a maioria deles já levará suas malas para dentro do ônibus.

Todos começavam a ir para dentro com seus travesseiros e a escolher aonde iriam sentar. Como já se esperava, Ryan sentou-se com Lire, Elesis com Ronan, Amy com Jin, Lass escolheu duas poltronas para ele e Arme, Mari se sentou em duas poltronas sozinha com o intuito de poder se deitar, assim como Sieghart.

- Tem alguém faltando? – gritou Elesis.

- Cadê a Amy? – perguntou Ronan rapidamente.

- Ei, eu estou aqui. – murmurou a rosada.

- Nossa, isso é novo. Normalmente é você quem não está pronta. – manifestou-se Sieg.

- É, mas dessa vez não foi, engulam essa agora. – respondeu ela calmamente olhando para as próprias unhas.

- Quem ainda não veio é a Arme. – disse Lass devagar. – Eu já volto – ele se levantou e saiu do ônibus.

Alguns minutos depois o casal chegou.

- Ae, finalmente, estava fazendo o que Armezinha? – brincou Ronan.

- Estava terminando de me arrumar, achei que estavam lá ainda. – a garota se sentou na poltrona que o namorado havia guardado para ela. Ao sentar-se Lass a puxou para seu colo e a prendeu em um abraço por trás.

Mari havia se sentado mais perto do fundo, de certa forma um pouco isolada dos outros. Ela dormia agora que já tinham se passado 2 horas de viagem. A garota se esparramava nas duas poltronas e tentava se arrumar para ficar mais à vontade, tendo então que colocar suas pernas por cima da lateral.

Sieg também estava deitado em suas poltronas um pouco mais à frente. Ele se levantou repentinamente e seguiu para a parte do fundo para pegar um copinho de água. Ao chegar mais perto do lugar aonde eram mantidos os copos de água, o ônibus virou bruscamente e o garoto foi lançado contra o lado aonde se encontrava Mari e acabou batendo-se nela.

- Ah nossa, me desculpe mesmo.

- N-não foi nada – resmungou a garota meio sonolenta.

- Já é a segunda vez que te acordo só nesta semana...mas desta vez juro que não pretendia. – disse Sieg sorrindo.

Mari corou um pouco, mas retribuiu o sorriso enquanto ajeitava-se em uma só poltrona.

- Erm, sabe, todos estão sentados com alguém, menos nós... eu estava pensando, será que eu podia me sentar aqui? – perguntou o moreno.

- É... sim, é claro.

Sieg foi até o assento onde estava antes e pegou seu travesseiro, voltou e posicionou-o estrategicamente atrás de onde ficariam suas costas, sentando-se depois.

O garoto permaneceu acordado observando Mari enquanto ela adormecia. Ela acabou dormindo rápido, mas logo acordou. Estava aparentemente desconfortável deitada em apenas uma poltrona já que havia se acostumado com dormir em duas. A garota se revirava de todos os modos possíveis tentando se arrumar no assento.

- Não precisa sofrer assim. Se quiser... — Sieg apontou com a cabeça para as pernas de Mari e depois para seu próprio colo.

- Eu acho que não é... – ela corava.

- Ah, deixa disso. Não é nada de mais. – o garoto se deu a liberdade para pegar as duas pernas da menina e as colocarem em seu colo de modo natural.

Não é nada de mais? É claro que é. Mari fitava as próprias pernas um pouco incrédula, ainda corada. Mas logo se conformou ao perceber que Sieg parecia achar aquilo muito normal. Ela virou o tronco para o lado e pegou seu travesseiro, colocando-o em seguida contra a janela para poder se deitar e ficar reta. A garota deitou-se e pressionou a lateral do rosto contra o travesseiro, tentando se concentrar em dormir enquanto Sieg mantinha as duas mãos em suas pernas e algumas vezes mexia os dedos como se estivesse escrevendo algo.

Notas finais
É isso repeizes.
Espero que tenham gostado, porque esse até eu gostei um pouco, apesar de ali no final ter ficado meio ~WAT?~, e meio conveniente demais, aeuhaehua.
Até o próximo e deixem reviewsss pra me animar um pouquito.
:****
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.