Imersa nas trevas
1 Deixando o rebanho
Notas iniciais
Boa noite espero que gostem da fic beijos.
Eu corri em direção a uma viela que eu sabia que dava para uma rua movimentada. Corri o máximo que pude. Porém logo na metade do caminho eu tropecei. Como em câmera lenta me vi caindo no chão. Eu ergui a cabeça enquanto levantava o resto do corpo olhei para trás. E vi aquele garoto saltando sobre mim. Nesta hora eu poderia dizer que grite o mais alto que pude. Mas não nenhuma palavra ou som saiu de minha boca eu só fechei os olhos dando adeus a minha vida. Quando ouvi um som de algo batendo em uma das paredes. E uma voz rouca dizendo:-Você está bem? -Eu abri os olhos e vi um outro homem ali na minha frente. O meu perseguidor já não estava mais ali. Deve ter fugido. Ele estendeu a mão para mim. E me ajudou a levantar. Ele era tinha os cabelos loiros escuros bem bagunçados , os olhos castanhos e usava um jaqueta de couro e um jeans meio surrado. E um rosto meio pálido mais com uma beleza que ainda sim era de chamar a atenção. Eu estava ali meio que encantada mas ainda assustada pois não sabia o que ele ia fazer comigo.-Tudo bem você se machucou? -Ele perguntou.-Um pouco. -Respondi olhando para um dos meus braços que estavam ralados.-Vem comigo. Eu tenho um amigo que tem um bar aqui perto. Você pode lavar isso lá. -Eu fiz uma cara de desconfiada não queria ser grosseira com ele afinal ele havia salvo a minha vida. Mas minha noite tinha já sido muito emocionante. Vai que depois de um quase assalto agora era um estuprador. -Ei eu não vou fazer nada com você. -Ele falou.-Desculpa eu só to um pouco assutada. Obrigada se não fosse você.-Tudo bem. -Ele disse com uma cara de quem não estava nem ligava. E saiu andando. Eu fiquei ali parada alguns segundos até ele olhar para trás. -É melhor você vir logo. Essa noite está bem perigosa. Eu fui seguindo com ele até umas duas ruas dali. Onde havia uma rua com vários bares logo entramos em um deles. Ele foi falar com um homem com uma cara mal encarada que estava atrás do balcão. Levou apenas um minuto e então ele retornou com algum coisa na mão.-Aqui. -Ele disse estendendo a mão com a chave do banheiro. Eu peguei.-Obrigada! Por tudo de verdade. -Sai e fui caminhando em direção ao banheiro. Entrei e me lavei. E olhei em um pequeno espelho que tinha ali. Com uma parte trincada. Eu estava com a cara horrível. Ainda bem que não morava mais com minha mãe. Sai dali e entreguei a chave para o homem no balcão e agradeci. Olhei e não vi o rapaz que me trouxe ali. Fui caminhando novamente em direção ao ponto de ônibus. Quando ouvi um.-Psiu! -Olhei para um lado da rua que estava meio escuro e pude ver um rosto familiar. Caminhei em sua direção.-Eu não sei o seu nome. O meu é Lívia e o seu? -Perguntei ao rapaz que tinha me ajudado até então. -Ele sorriu para mim. Com um ar meio cruel.-Está na hora de pagar sua divida. -Ele disse erguendo uma das sobrancelhas.-Do que você tá falando? -Eu perguntei assustada.-Corre! -Eu corri e muito mais logo ele me alcançou. Foi quando eu senti alguma coisa me perfurando o pescoço. Era um misto de dor com uma queimação. Que logo foi dando lugar a uma sensação prazerosa. Algo indescritível. E ao esmo tempo a cada gole de sangue que ele drenava de meu corpo. Sentia minha vida indo embora. Até simplesmente desmaiar. Algo descia queimando pela minha garganta. E tinha um gosto delicioso!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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