Imaginário

23 "Little girl"


Notas iniciais
oiiii meu deus , obrigado a todos que comentaram , eu fiquei muito feliz pelos comentários. Cody-sim ,sim tivemos uma overdose de alegria. -MUITO OBRIGADA MESMO. os cometários me dão mais vontade de escreve e ficamos muito felizes em responde-los. aahh agradeço a todos que lê-em também , amo vocês. Cody-eu Também! Vamos a leitura. ah ia esquecendo, queríamos ter postado antes mais chamaram a Nanda pra desenha umas paradas da copa na rua pra eles pintarem e tomou todo o tempo livre, mais está ai.

Chegamos e fizemos como ela disse, deixamos as coisas na casa, buscamos os meninos e agora estamos deitados na nossa “luxuosa” cama na sala. Ela deitou de lado e eu estava sentado a olhando esperando. Bufei pra chama atenção dela que olhou a hora no celular, eram mais ou menos 12:10a.m, sentou devagar e me sorriu cansada.

–curioso.

–sou mesmo, vai mostra o bagulho cupadi?

–vou malandragem checa ai minha caixola que vou te mostra o motivo da parada, falou? – rimos baixo pra não acorda ninguém.

–vamos lá- estiquei a mão e pousei-a na cabeça dela que ri baixinho acho que foi por causa do frio, fechou os olhos e respirou fundo. Eu me concentrei em vê as memorias que ela relembrava. 1 Dia depois que descobrimos que posso lê mente dela começamos a treina isso para que eu pode-se controla o impulso involuntário de lê sem sua permissão, o treinamento levou 3 dias eram sempre feitos nesse horário depois que todos dormiam, sem quere no ultimo dia descobri que posso não só lê como vê memorias que ela fica relembrando.

–Concentre-se.- ordenou como se soube-se que eu estava distraído, respirei fundo e esvaziei a mente.

Memoria ON

–mãe nós vamos mesmo? –perguntou uma garotinha de olhos e cabelos castanhos escuros, perfeitamente vestida com um vestidinho simplório rosa e uma tiara branca combinando com a sandalinha também branca.

“- que garotinha mais fofa meu deus vou morde ela, perai um estante...é a Nanda!”

–Vamos eu já disse, agora vá avisa a jani que já estou quase pronta para ela se apressar em se arrumar. – a garotinha acedeu e saiu apresada de casa pra uma casa próxima, entrou sem cerimonia como se já se teve feito isso milhares de vezes, se encaminhou para uma porta aberta no fim de um corredor e entrou dando de cara com uma mulher magra de cabelos castanhos médio retocando a maquiagem em frente a um espelho no armário.

–jani a mamãe disse pra mim dizer pra você que ela já está quase pronta pra você se apressar!

–já estamos prontos, quase, a mãe fica ai na frente do espelho- reclamou um menino sentado na cama do quarto vestindo uma bermuda jeans e uma camisa verde com um desenho.

–seu tênis ta desamarrado Hiroshi- nanda falou se sentando ao lado dele. Ele levantou a perna a fim de olha o tênis que estava desamarrado.

–eu não sei...

–o que?

–amarra! –disse com raiva cruzando os braços fazendo não só Nanda mais a mãe dele sorri.

–eu já sei amarra! Aprendi mês passado.

–Nandinha, quantos anos você tem mesmo? – perguntou a Jani se aproximando para amarra o cadarço do filho.

–eu tenho 5 – falou mostrando 5 dedos.

“-oh deus! kawai desu”

–um ano mais nova que o Hiroshi.

–já estão prontos? – a mãe de Nanda apareceu pronta.

–já sim- confirmou jani terminando de amarra o cadarço e se levantando junto com as crianças para saírem rumo a algum lugar.

–milagre sua mãe está pronta assim tão rápido.- a pequena comentou baixinho com o Hiroshi que sorriu.

–né — Caminharam até um grande portão aberto da onde vinha um grande barulho de batidas de vários tipos de tambores, entraram e se sentaram em uma mesa vazia em meio a varias já lotadas de pessoas bebendo e conversando vendo as pessoas lá naquele pátio amplo tocando os instrumentos. A pequena Nanda sentou de lado na cadeira para que pode-se vê melhor , depois de um tempo deram pausa no ensaio e os integrantes deixaram os instrumento no chão do pátio, o tio de Nanda era um deles que logo veio de encontro a eles.

–ta tão bonitinha assim. – o tio beliscou a bochechinha gordinha dela e ela fez uma careta de dor.

–Mãe posso ir?- perguntou olhando algumas crianças indo até os instrumentos e batendo com restos de baquetas quebradas, gravetos e canudos.

–Não. Fiquei ai quieta.- Nanda abaixou a cabeça triste e do nada surgiu um brilho em seu olhar. O tio dela começou a conversar com a mãe dela e a amiga, Nanda aproveitou a distração e junto de Hiroshi que a mãe também tinha proibido de ir se levantaram rápido e correram para junto dos instrumentos, a pequena pegou uma baqueta quebrada no chão e começou a tenta fazer a mesma batida que estava ouvindo mais cedo e conseguiu...1 vez, o resto das vezes saiu errado e isso a deixou frustrada mais não a desanimou.

–POR FAVOR, PEÇO AOS PAIS DAS CRIANÇAS QUE NÃO DEIXEM MEXE NOS INSTRUMENTOS, CRIANÇAS POR FAVOR, SAIAM DAI.- um homem falou no microfone e isso chamou atenção das mães dos dois que olharam pro pátio no mesmo instante e se levantaram os chamando, os pequenos correram até lá recebendo uma bronca por desobedecerem.

“-hum, estou começando a entender”

A pequena Nanda se aproximou da beira do palanque em que estavam olhando os homens tocando animados os instrumentos. A memoria começou a mostram Nanda naquele mesmo lugar mais como se envelhece-se a cada troca de roupa.

Memoria OFF

–Co... entende agora?

–mais ou menos. – ela suspirou de modo cansado e voltou a deita de lado, eu deitei também mais a abrasei. – Vamos me explica. – bocejou e acomodou melhor a cabeça no travesseiro.

–Cody eu sempre fui aos ensaios da escola de samba do meu bairro, sempre fiquei fascinada de vê e tocar nos intervalos, prometi a mim mesma que quando teve-se idade tocaria em uma escola de samba. Eu queria a do meu bairro, mais houve um problema lá, meus tios foram ajuda e trabalha na escola do bairro vizinho e é lá que vou tocar. – apertei um pouco o abraço já imaginando que deve ser meio frustrante ela não tocar no lugar que sempre foi e admirou. Ela deu um bocejo longo e ficou com uma cara fofa de sono depois.

–Nanda...- sussurrei no seu ouvido.

–oi?

–Vamos dormi? – levantei a cabeça pra vê-la melhor e ela sorriu pra mim e fechou os olhos.

–Vamos Co.

.

–Credo você demora mais que uma menina pra se vestir – ela reclamava com o Leandro que sentou emburrado ao lado dela no sofá. – cadê o tio?

–To aqui, vamos. – nos levantamos e fomos pra parada. No caminho eu sentei em cima do ônibus por que o Leandro sentou ao lado dela e ficou puxando conversa e eu não queria atrapalha até por que não tem lugar pra mim lá. Quando chegamos eu pulei do ônibus e me puis ao lado dela que me olhou de canto e depois voltou a visão pra as pessoas que carregavam seu instrumentos para a rua, perai rua?

–Nanda?

–tio eu vou bem aqui rapidinho fala com um amigo. – ela disse e o tio que conversava com um cara só moveu a mão como se disse-se “vai” .

L- aonde tu vai?

–vou bem aqui rapidinho.

L-ah eu vou junto-

–NÃO! – gritou no desespero e depois olhou para os lados certificando que ninguém ouviu ela, de fato não ouviram até por que lá estava bem barulhento. – fica aqui com seu pai, eu vou rapidinho fala com um amigo aqui.

–amigo...sei...- ele sorriu malicioso e Nanda deu língua e saiu de lá rapidamente se afastando de todos e se encostando em uma arvore na calçada.

–o que foi Cody, sabe que é perigoso conversamos no meio de tanta gente. – conversávamos o tempo todo perto das pessoas mais de modo discreto, o problema e que quando está perto dos familiares ou de muita gente mesmo ela prefere que não falemos, ela diz “Eu já só estranha normalmente imagine se me virem falando com o nada” se me ofendi com o “Nada”, não na verdade entendi o que ela quis dizer.

–por que estão trazendo os instrumentos pra rua? Pensei que ensaiavam em pátios – arquei a sobrancelha esquerda e ela rolou os olhos.

– Aqui eles não têm pátio então ensaiam na rua, os moradores não se importam, na verdade gostam assim que podem senta na porta das suas casas e vê os ensaios. Vê? – apontou para as casas onde varias pessoas sentavam em cadeira ou qualquer lugar na frentes delas.

–ah... legal. Vai ensaia?

–não eu apenas vou vê hoje, sabe...nem tenho baqueta ou cinto e eu to com pena de usa as da fanfarra.

–por que? – ela apontou pra um menino que batia freneticamente no repique( ela me deu uma aula dos nomes dos instrumentos antes de irmos busca os meninos) do nada a baqueta do menino quebrou ao meio. – entendi.

–sabe que sou pão dura, e não to afim de gasta 7 reais a cada 3 dias em baquetas novas. O tio disse que ia arruma pra mim e pro Leandro baquetas, as que ele vai da pra nós é mais resistente que as que eu uso também, assim talvez por eu não bater forte deve dura até acaba o desfile.

–agora tudo faz sentido. Sua mão de vaca. –ela fez cara de quem ficou ofendida e eu ri dela. – você mesmo disse que é pão dura.

–mais eu falar de mim é uma coisa, você dizer é outra totalmente diferente.

–é não.

–é sim!

–é não!

–É SIM ! – saiu pisando duro de lá rumo o local aonde o tio estava, e eu apenas ri a vendo ir.

–crianças...- corri pra junto deles e sentamos perto em algumas cadeiras na calçada, na verdade eu não sentei apenas fiquei ao lado dela a observando, logo o ensaio começou e eu vi um brilho diferente no seu olhar e um sorriso que nunca vi, era um sorriso pequeno quase imperceptível , as bochechas pareciam um pouco rosadas, era como na memoria, era como vê aquela menininha ali de novo, admirada vendo tudo com os olhos atentos e sonhadores. Não pude evitar cora quando ela me olhou e alargou o sorriso fechando os olhos, eu coloquei a mão no nariz como uma forma de cobri meu rosto, e ela virou novamente o olha para as pessoas que tocavam alegres sorrindo. Eu sorri bobo e olhei para o céu estrelado, são esses momentos que fazem vale a pena.

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Notas finais
Erros concerto depois. até mais.