Imaginário

26 Carnaval de emoções.


Notas iniciais
SAIU! SAIU O COMEBACK DO IMAGINÁRIO!! CORRE NEGADA! kkkkk preciso me trata kkk corrijo os erros depois, o capitulo e todo narrado pelo Cody. Cody- por que sim u.u

–Nossa...- dissemos os três juntos assim que chegamos a concentração, tinha muita gente lá.

–Ei anda logo. – a mãe da Nanda a chamou já um pouco adiante e nós apressamos para alcançamos ela. Nanda parecia estranhamente muito fascinada e o Cloud familiarizado com o local.

–Nanda? – Ela desviou a atenção pra mim meio fora do ar.

–Você olha como se nunca tivesse ido a uma concentração.

–Mas eu nunca vim a uma.

–O que? – Como assim nunca veio a uma?

–Eu sempre vinha assistir e ficava na arquibancada, nunca vinha aqui antes de começa.

–Eu já, sempre vinha. – ta explicado o Cloud não parece tão impressionado. – Mas não era aqui.

–Então aonde era?- perguntamos os dois juntos e ele arqueou a sobrancelha.

–Na minha cidade natal, aonde mais seria?

–Perai Cloud, você é de onde?

–Do Sul, Rio grande. – Mas uma coisa que não sabíamos, na verdade agente nunca pergunta muito dele e também sabemos quase nada.

–Tu é do sul tchê, como veio para aqui e fala tão bem as gírias paraense ?

– Mana depois te conto.

–Ham ham.- boiei, você saberá tudo no episodio especial do Cloud, fiquem ligados.

Depois de “atravessarmos” as pessoas, bom...alguns de nós, chegamos ao local aonde Nanda pegaria a fantasia e se prepararia.Da entrada vimos os primos dela com a mãe discutido em uma mesa por que eles estavam em cima e podiam cair pelo que eu entendi, nos aproximamos, depois que desceram da mesa Nanda se sentou nela que balançou um pouco e ela sorriu do perigo de cair, a mãe dela de costa conversando parece que sentiu no radar de mãe-q e se virou já com a carranca, e a Nanda olhou ela inocente.

–Tua tia não acabou de fala que é perigoso fica ai? Desci dai menina! – Cloud cuspiu prendendo o riso e eu disfarcei que nem tava vendo pra não ri também.Ela desceu de mau grado em um pulo e saiu coçando a cabeça, isso me fez lembra que ela ainda é uma criança de certa forma.

–Ei Cody, kk não fingi não. –olhei pro Cloud serio depois olhei pra Nanda se abaixando ao lado dos primos que mexiam em algo no chão e voltei a olha pra ele não segurando mais o riso nos dois parecíamos malucos, Nanda fez cara de desagrado enquanto olhava rapidamente pra nós pelo ombro. – Ei menina, para de mexe no lixo.

–Não to mexendo em você. – UI! O sorriso dele sumiu na hora e mostrou o dedo do meio pra ela antes de sumir pelo mundo.

P — Que? – perguntou o primo menor.

–Nada não. – respondeu votando a mexer nos restos de fantasia no chão de forma concentrada.

–O que você ta fazendo? – ia me aproxima mais ela olhou feio.

–Esperai já vou te mostra.

P- Me mostra o que?

–Nada Paulo. – o coitado se levantou de lá incerto e foi pra mãe dele. – Cody fecha os olhos! – obedeci, só ouvi o barulho dela pisando nos resto e se aproximando, quase não ouvi com os barulhos que estava lá. – Agora abre. – abri rápido e gritei caindo no chão em seguida, mas que merda era aquilo!

–Que isso? – ela ria com gosto de mim enquanto afastava a faixa dos olhos para os cabelos. Do que eu me assustei? Bom, ela tinha pego uma faixa vermelha de pano e com os restos de E.V.A fez dois “olhos” e colou na faixa colocando sobre os próprios.Parecia nada de assusta realmente não? Mas eu esperava outra coisa, não isso quando abri os olhos.

–Olhe bem pros meus olhos Co, uuuuh – fazia barulhos de fantasma pra mim.

–Para com isso, ta me ofendendo. – e volta o Cloud arrependido.

–Cloud aonde foi? – amarou melhor o faixa como se fosse um acessório de cabelo.

– Fui ali fora da uma volta mais no meio do caminho vi alguém bêbado vomitando e voltei. – Fizemos cara de nojo, imaginado a cena, tira isso da minha cabeça, pensa em outra coisa, pensa em...em...*corando* . -Ta ficando vermelho por que em Cody? Tem tesão em vomito hahaha – Olhei pra ele ofendido e Nanda me olhou aterrorizada e foi pra mãe dela.

–Seu nojento! – falei ainda sem acredita na fala doida dele.

– Acabei com o clima de vocês, tava pensando o que pra cora em Cody?

–E-Em nada! – Droga!

–Gaguejo. É algo a vê com alguém em especial?

–N-Não – De novo! Qual é o meu problema? Cody se controla!

–Ah...é sim hihi – ele tava se divertindo com minha cara, obvio que ele já deve sabe ou tem ideia do que pensei.FDM.

–Hey vocês! – Nanda nos chamou se os outros perceberem, me salvando, fomos atrás dela por que o tio a havia chamado pra pegar a fantasia dela, chegando lá tinha algumas mini torres vermelhas enfileiradas com algumas roupas do lado, nós olhamos suspeitando e Nanda parecia com medo do que estava por vim, o Tio dela pegou uma roupa do tamanho dela e uma mini torre e mandou vesti.

–Junior pra que é essa torre?- a mãe da Nanda fez a pergunta que todos nos fazíamos.

–Pra coloca na cabeça, é um chapéu. – um chapéu? ... MUAHAHAHAHAHAHA não era só eu mais o Cloud e os primos dela também riam. Ela com as roupas na mão ainda meio que sem acredita segui pra um banheiro escondido aonde as pessoas estavam se trocando, ficamos na porta esperando ela sair, a porta se abriu e eu tive que conter o riso , Nanda não expressava nada apenas saiu pra outro ir se trocar e caminhou até a mãe. A roupa parecia um kimono samurai colorido com cores de verão, a calça preta boca de sino de tactel, deu as roupas que estava usando pra sua mãe coloca na mochila que havia trazido e sentou em um banco de madeira que estava perto, ainda segurando o riso me encostei-me a pilastra ficando de frente pra ela que colocou a torrezinha no chão ao seu lado.

L- kkk ta muito feia! – ela olhou pra ele e riu duas vezes de forma psicopata, passou a mão pelos cabelos se sentando de forma mais confortável.

–Não sei se você lembra Leandro – parou pra limpa a garganta – Você também toca na bateria da escola – o sorriso dele sumiu – Tio? –olhou para tio que estava conversando com a madrinha de bateria.

– Hum? O que foi?

–Cadê a fantasia do Leandro? – o Leandro a olhou desesperado como se tive-se alguma forma de escapa dessa. O tio dela logo procurou e deu a ela que se levantou pegou a mãe do primo e colocou a roupa na mão dele enquanto sorria. – Se apresse a se vesti, a roupa é confortável – naquele momento eu vi o brilho do mau passar pelos olhos dela, eu e Cloud engolimos os risos presos, ela se virou nos encarando como se tive-se ganhado o dia e voltou a se senta.

.

2h30min depois...

Lá estávamos nós com cara de cu olhando pro céu esperando um milagre ou só o tempo passar logo, o desfile já tinha começado a pouco mais de 20min e éramos os próximos, enquanto muitos estavam bebendo lá, outros já bêbados tentavam se manter em pé e os que estavam sóbrios nesse caso os mais jovens, estavam bocejando sentados em cima dos próprios instrumentos ou em pé mesmo. A vi boceja de novo e cobri a boca no processo, uma lagrima caiu de puro sono, acho que eram quase meia noite e ainda estávamos acordados, ah essa hora era pra estamos dormindo ou quase, e isso lembra escola e por algum motivo me senti extremamente triste, não sei bem por que mais olhei pra Nanda e ela sorriu cansada, e eu senti um frio na espinha, isso me lembrou quando ela disse na arquibancada da nossa antiga escola, que calafrios são sinais de mau pressagio, ou só frio mesmo, mas esse parecia mau mesmo.

–Co ? Tudo bem? – parecia preocupada. Enquanto mexia na torrezinha do seu lado no chão.

–Sim... – saiu bem arrastada minha voz quase rouca.

–Vou fingi que não ouvi a mentira na sua voz. – falou com a voz arrastada também pelo cansaço.

–Hum. – sorri fraco e sentei no chão do outro lado dela que passou a mão perto da minha cabeça como se acaricia-se meus cabelos.

–ACABOU O DESFILE DA COLINAS! — um louco gritou despertando todo mundo que levantaram assustados. O tio da Nanda brotou no meio dos instrumentos que estavam enfileirados próximos a nós.

–Pros seus lugares todos, vamos fazer um esquenta aqui! – Ele falou ativo e todos gritaram indo pega seus instrumentos, pareciam guerreiros da idade media indo pra batalha, ela pareceu despertar pra situação e já se aprontou e se colocou no fim da fila ao lado do primo. Ambos preferiram não coloca a mini torre até que seja preciso, eles fizeram um teste e segundo eles era pesada e desconfortável, na verdade eles estavam... Comicamente ridículos na minha visão, parece um vilão japonês estilo Power ranger, por fala em Power ranger eu nunca mais vi mimimi tiraram da TV globinho.

– You ready Nanda? I’m ready! – ela falava sozinha às vezes, não comigo, mas sozinha mesmo.

–EI FAZ A CHAMADINHA! – Disse alegre o mestre Junior e logo um dos repiques começou a batida chamado toda a bateria pra começa seu show, que atraiu a atenção das pessoas da nossa e das outras escolas para samba e se divertir, eu gostei dessa vibe sabe, a alegria e entusiasmo das pessoas, era contagiante. Nanda sorria tocando como se fosse apenas um ensaio normal uma brincadeira dela e o primo que tocavam um de frente ao outro esboçando um dos sorrisos mais lindos que já vi dela. Aquela magia durou 15min até que informaram a frente que deveríamos nós por em posição que de lá há alguns segundos estaríamos entrando na avenida.

–Oh! – ela exclamou olhando o seu braço, dei uma revisada rápida e estava rasgado no antebraço da roupa – O que eu faço? – Me perguntou assustada – Deve ter acontecido enquanto eu tocava.

–Claro parecia que ia quebra o instrumento. – falei e ela fez bico de quem ia chora. Começou a chuvisca e o bico aumento.

–tava demorando – A mãe dela chegou comentando. Bom àquilo era verdade, mais cedo havia chovido um pouco e a previsão era de muita chuva durante o dia todo. – O que houve com seu braço?

–Rasgo...

–Sua tia trouxe agulha e linha, vou fala pra ela conserta isso ai, segura isso aqui – deu o chapéu torre que segurava pra Nanda e saiu atrás da tia da mesma. Eu olhei aquele chapéu por alguns segundos e ela entendeu minha intenção então tirou a faixa de olhos da cabeça e mandou eu me vira, fiz o que me mandou e sou ouvia ela reclamando do peso e por que era desconfortável.

– Co? – eu movi a cabeça pro lado pra ela sabe que eu ouvi, tava bem barulhento lá — Já pode olha. — Eu me virei já rindo daquela “coisa” e fiquei meio envergonhado a chuva fina caia e ela sorria fazendo uma posse besta de modelo com aquela cara fofa toda molhada da chuva.

– Sex Nana ! – O Cloud disse por que não conseguia fala nada só sorri. Ele simulou que era um paparazzi com uma câmera imaginária. — Senhorita Nana, por favor sorria mais, isso isso, agora outra posse! – e fingia bate as fotos e ela fazia o que ele dizia, pareciam dois bestas se divertido com a própria imaginação fértil, e eram.

– Fernanda aonde rasgou? — A tia chegou (se invocou) perguntando e Nanda já mostrou o braço logo sendo reparado pela tia dela que era rápida com aquela agulha. Do mesmo jeito que chegou ela saiu sem percebemos e logo começamos a caminha mais a frente para o começo do desfile, o barulho de conversas e gritou era enorme e a chuva começava a aumenta um pouco. Eles andavam fazendo barulho da agitação dos metais misturada a respiração pesada, estava começando ... Os puxadores faziam as preces pra que tudo desse certo enquanto em meio aquilo os componentes sentiam e transpiravam a ansiedade de sua entrada a avenida. Começaram a puxa o Enredo que era cantado não só por eles mais por todos ali presentes, o Show começou, a felicidade não cabia dentro deles que transbordava contagiando qualquer um que por ali passava, logo após o enredo está preste a se repetir se ouviu o apito do mestre Junior e todos entraram em atenção total e como um baque, uma pulsação forte no coração que nos atingiu de repente ao ouvimos o som da primeira batida vinda de forma poderosa, como descreve o sentimento que senti ao vê-la toca como se sua vida depende-se daquilo, eu não saberia interpreta pra te conta mais o próprio instrumento em si expressava de forma impactante, não só o dela mais o de todos ali e está naquele meio é sem palavras. Começamos a entra para o recuo e assim que nos estabelecemos e que o som da bateria aumentou, tocavam rindo, dançando, se divertindo, mesmo com a chuva que ainda caia ao dando indícios que iria para, as Alá iam passando na mesma alegria, e todos cantavam forte o enredo, Hora de sair do recuo para finaliza o desfile, passavam saudando os simpatizantes da sua escola e todos presente com um grande sorriso e então veio mais uma vez o pulsação no momento da “paradinha” em que por breves segundos a uma só voz cantavam o enredo e tocavam o como de fosse um solo , incrível. Quando saímos totalmente e apito soou vindo junto da sinalização do fim total do desfile , quando ele fechou e abaixou suas mãos o som parou o show acabou, gritaram e batiam nos seus instrumentos com o sentimento de deve cumprido e muito bem cumprido. Ela estava lá sorrindo enquanto tirava sua torre da cabeça, lá não havia sentido o peso dela, não mesmo, cambaleou um pouco pra frente me assustando, ainda sem tira o sorriso da cara me olhou e fez um V com os dedos, e neles pude vê um pouco de sangue escore misturado à água da chuva.

–Nanda sua mão. – falei e ela olhou cansada pra mão e riu sem graça.

–Não é nada demais, na verdade bati meus dedos algumas vezes sem quere nos parafusos, só agora fui senti kkk – ela colocou a mão na cabeça parecia senti um pouco de dor.

–Você precisa senta!

–Sim...mas eu tenho que acha a mamãe primeiro. – ela ajeitou o instrumento o colocando na costa e foi atrás da mãe , eu a segui preocupado que ela acaba-se por desmaia ali, achamos a mãe dela junto do primo e a tia perto de um dos carros alegórico .

–Fernanda aonde tu tava menina – a Nanda balançou a mão como se disse-se “por ai” e fez uma careta de dor em seguida. – ta com fome? – ela afirmou cansada sorrindo. – vamos ali comer um cachorrão – apontou pra uma barraca próxima e ela seguiu pra lá mancando um pouco, assim que chegou sentou em uma cadeira próxima e suspirou.

–Como se sente? – perguntei preocupado e ela olhou pro céu sentido alguns chuviscos caírem em si, fechou os olhos soltando um longo suspiro antes de me responde.

–Me sinto realizada, e quebrada. Meu corpo ta mole e acho que meu pé deve ta com bolha , minha mão está sangrando um pouquinho por causa dos aranhões nos meus dedos , meu ouvido esta zunido e minha cabeça doendo e pesada. Não sei se consigo anda mais hoje. – a mãe dela se aproximou da gente tirando uma foto.

–A mulher do carinho disse que vai demora pra nos atender então vamos na casa do avó do Leandro troca de roupa e depois a sorveteria?

–Retiro o que eu disse Cody, vai dá pra anda sim. – Sussurrou e se levantou rápido já rumando para a sorveteria.Chegou já fazendo seu combo especial. Como é esse combo? Ela que vai conta pra vocês.

AULAS DE COMO ECONOMIZA E FAZER UM OTIMO COMBO COM A NANDA.

–Oi Hoje vou lê ensina a fazer um combo de sorvete O.K? . Primeiro de tudo você vai precisa de:

–um copo da sorveteria (DãÃ)

–uma colher de coleta sorvete.

Pegue a colher e escolha os sabores mistos, como napolitano, floresta negra, Pavê e Siciliano (Assim terá mais sabores no seu copo). Coloque uma bola de cada no seu Copo. Vá até as coberturas e escolha duas jujubas vermelhas ou roxas, aqueles de minhoquinha é melhor também por que vem dois sabores. Coloque um pouco de granulado de chocolate ou castanhas de sua preferência, jogue cauda de leite condensado, um brigadeiro e um canudo comestível.

Pronto seu combo esta pronto!

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EM ALGUM LUGAR NA ARQUIBANCADA...

–Bom... – saboreava seu sorvete, sentada. Havíamos deixado os instrumentos na casa do avó do Leandro que era próxima. Estava começando o desfile da escola do coração de Nanda, a do seu bairro, se não fosse por isso duvido que ela não tive-se dado um jeito de dormi na casa do avó do seu primo, por que quando ela sentou naquele sofá meu deus.

–É bom? – Perguntei querendo comer também.Poxa. Ela me olhou com pena.

–É uma pena que não possa comer, ta TÃO bom. – Sorriu sacana e colocou mais uma colherada na boca. Fiz cara feia pra ela.Tirou subitamente a colher da boca assustada e me encarou confusa – Cadê o Cloud?

–Cloud ? Sei lá desdo começo do desfile não o vi mais .

–Estranho...

–Não vai levanta dai não ?

–Eles já estão próximos daqui?- se referia a comissão de frente.

–Já. – Ela sorriu se levantando ainda comendo aquele delicioso sorvete ... cara ... eu quero um pouco ... oh deus por que?

–WOW! – Gritou vendo o primeiro carro de aproxima e começou a canta o enredo junto de todos na arquibanca, a Unidos da Jaqueira como é chama da escola de samba do bairro da Nanda é a com a maior torcida da cidade toda, também é a mais organizada a arquibanca logo foi se tornando cheia de balões e bandeirinhas verde e rosa, e todos cantavam sem para o enredo, e até a Nanda que eu não sabia que sabia o enredo tava cantando entre as colheras, as Alá iam passado uma mais bonita que a outra, arrancando risos e gritos dos simpatizantes. Os olhos dela brilhavam e eu sei eu ela queria está lá, ali tocando junto a eles.

–Cody? – me chamou olhando algo nas alas.

–Eu? O que foi? – tentei localiza o que ela tava olhando atentamente.

–Aquele ali Sambando com a madrinha de bateria não é o Cloud?

–O que ?! Aonde?! – ela apontou para a frente da bateria e eu olhei aquilo tentando segura o riso.

–Não é ele mesmo? Kkkk.

–pior que é. – começamos a gargalha principalmente quando ele nos avistou e começou a acenar alegre sem deixa de samba é claro. Todo mundo começou a estoura os seus balões com o fim do desfile da jaqueira e a se retira para irem embora.

–Não vamos vê o desfile da ultima escola? – perguntou o Cloud já junto a nós.

–Não. – ela respondeu simplesmente, e ele ainda sem entender me encarou.

–Aquela escola é tipo rival da jaqueira sabe então a gente não vê o desfile, até por que ta muito tarde pra perde tempo com eles. – bocejei de cansaço e ele pareceu entender tudo. E lá fomos nós pra casa.

Chegamos e depois de Nanda colocar seu pijama fomos dormi, Sério nós nessa Box de solteiro não dá!

–Se afasta Cody!

–Não. Merda Cloud para de invadir meu espaço.

–Vai te cata!

–Calem a boca! – Nanda sussurrou com raiva se virando pra nós — Cody dorme de costa pra mim como sempre na beira, Cloud fica meio de peito pra cima e eu de costa perto da parede, pronto acabo! Se vocês não caberem durmam no chão porra!- ela se virou novamente ficando de costas pra nós. — Nem precisam dormi e ainda tenho que fica dividindo minha cama vê se pode. – resmungava pra enfim dormi.Cabemos na cama? Cabe cabemos mais logo o Cloud com sono agitado caiu da cama e dormiu no chão, durante o sono acho que Nanda rolou e ficou deitada atravessada no meu peito abraçando seu travesseiro e eu dormi de peito pra cima, De manhã foi uma gritaria que você não tem ideia...

Notas finais
Corrijo os erros depois! até mais