Notas iniciais
Oiii gatinhas lindas do meu coração, tudo bem com vocês? Bom, acordei muito animada hoje, milagre, e então resolvi escrever um capítulo bem legalzinho para vocês! E quando eu digo legalzinho é um clima bem daora entre nossa pequena Elena e nosso gostosão Damon! (meu gostosão)
Enfim, quero avisar que só vou poder postar novamente na segunda, verdade. Eu trabalho finais de semana, aí não tenho como escrever né? É.
Chega de enrolar!
Boa leitura!!

POV. Damon



O dia estava realmente chato.

Todas aquelas pessoas me infernizando o tempo inteiro era bastante cansativo.

Como se não bastassem os puxas-sacos, ainda tinha o pai de Elena.

Prometi a ele que o tornaria meu sócio por ter me concebido a mão de sua filha, mas já estava começando a me arrepender da troca.

— Sr. Salvatore — chamou Katherine entrando em minha sala. — O Sr. Harmon está esperando pelo senhor.

Suspirei fundo.

Será que aquele velho não me daria paz?

Analisei Katherine por alguns segundos e fiz sinal para que fechasse a porta.

Katherine era uma mulher incrivelmente bonita.

Tinha longos cabelos pretos, olhos escuros e um corpo muito bem cuidado.

Trabalhava para mim fazia algum tempo e era bem educada.

Ela obedeceu.

Sempre obedecia, afinal, quem não me obedecia?

Sorri malicioso para Katherine analisando seu pelo par de pernas enquanto percebia um sorriso se formar em seus lábios carnudos.

Fiz outro sinal para ela, dessa vez para que viesse até mim.

Novamente, ela obedeceu.

Aproximou-se e sentou-se em meu colo, abrindo as pernas deixando sua calcinha vermelha à mostra.

— O senhor precisa alguma coisa? — sussurrou ela sedutora mordendo o lóbulo de minha orelha.

Apertei suas coxas contra o meu corpo a trazendo para mais perto.

Katherine começou a avançar com beijos por meu pescoço quando a parei.

Retirei-a de meu colo.

Katherine pareceu indignada.

— Na verdade quero que você avise o Sr. Harmon e o peça para entrar, estou esperando-o.

Katherine afirmou, porém saiu irritada de minha sala.

Dei risada sozinho.

Logo após ela sair, Harmon entrou rapidamente.

— Boa tarde Sr. Harmon — cumprimentei apertando sua mão com formalidade. — Sente-se.

Harmon e eu discutimos por algumas horas, o coloquei como chefe administrativo em um dos setores de minha empresa na cidade vizinha.

Também o garanti que as dividas estariam quitadas, o que de fato já estavam.

Quando estava prestes a ir embora, o Sr. Harmon resolveu dar uma de pai prestativo. — Elena, ela, hm, está... bem? — gaguejou o velho.

É claro que está bem, seu idiota. Ela está comigo, por que não estaria bem?

— Está ótima.

— Certo, estou indo. Manda lembranças a ela, por favor. Tenha uma boa noite.

Assim que o velho se fora, pensei em chamar Katherine novamente e terminar o que havíamos começado.

Mas pretendi adiar.


Cheguei em casa basicamente uma hora depois de deixar o escritório. Era um caminho longo até lá, mas não fazia diferença.

Sempre gostei de ficar isolado, e a região onde morava não havia mais moradores além de mim.

Até porque comprei todas as terras daquela região.

Sempre fui um homem de negócios e desde a morte de meu pai, assumi todas as suas empresas e propriedades.

Assim que cheguei procurei por Elena.

— Onde está Elena?

— Deve estar em seu quarto, Sr. Damon — respondeu Madeleine arrumando a mesa para o jantar.

— Vá chama-la — ordenei.

Madeleine subiu rapidamente as escadas, o que era intrigante considerando que ela estava tão velha que mal conseguia se mexer.

Alguns minutos depois, Madeleine desceu.

Elena não a acompanhava.

— Ela não está se sentindo bem — dizia Madeleine nervosa. — Pediu desculpas, mas não descera Sr. Damon.

Quem ela pensa que é?

— Eu não perguntei se ela está bem. Quero ela aqui, agora.

Madeleine engoliu em seco e subiu novamente.

Quando desceu, Elena estava junto dela.

— Quer alguma coisa Damon? — perguntou cínica Elena, sentando-se no espaçoso sofá.

A encarei por alguns instantes.

Quanta ousadia.

— Sim — respondi em mesmo tom. — Quero muitas coisas.

Elena desviou o olhar.

Ficou em silêncio por algum tempo.

Sentei ao seu lado, segurei seu rosto e a fiz me olhar.

— Solta — bravejou.

— Algumas coisas vão começar a mudar por aqui Elena. A primeira delas é o seu desrespeito. Você como minha esposa, tem que me respeitar. Quando eu falar, você escuta. Quando eu mandar, você obedece. Está entendendo?

Elena continuava a desviar o olhar.

Soltei seu rosto.

— Está entendendo? — repeti.

Ela assentiu.

— Eu estou falando com você, Elena.

Mais silêncio.

Elena se ajeitou desconfortável ao meu lado.

— Você não manda em mim — sussurrou olhando os próprios pés. — Você não tem esse direito.

Comecei a rir sem humor.

— Eu não tenho esse direito? Bom, sendo seu marido, eu tenho esse direito sim. Tenho muitos outros direitos, esses que eu ainda não estou cobrando de você. Mas se continuar com essas atitudes, tratarei de exercer todos meus direitos como seu marido.

Enfim, ela me encarou com desdém.

— Vai me violentar Damon? — indagou sarcástica.

— É uma hipótese.

Elena se levantou, ficou de frente para mim, me encarando de forma desafiadora.

— Você me dá nojo.

— Dou é? Tenho certeza que você mudará de ideia rapidinho, assim que eu lhe ensinar algumas coisas.

Ela revirou os olhos.

— Vem cá Elena — sorri malicioso, apontando para meu colo. — Senta aqui.

Ela continuou a me encarar, um sorriso irônico formou-se em seus lábios.

— Nunca — ponderou ela firme. — Se não se importa, vou me retirar.

A observei enquanto ela subia graciosamente as escadas.

— Eu me importo sim — falei alto o suficiente para que ela parasse na metade. — Quero você aqui para o jantar.

Ouvi ela bufar e descer as escadas novamente.

— O jantar ainda não está pronto — resmungou Elena cruzando os braços.

Continuei a observá-la.

— Perdeu alguma coisa? — perguntou após perceber meu olhar nela.

Me aproximei lentamente dela.

Elena recuava à medida que eu me aproximava.

Continuei, a parede atrás dela logo a impediria de continuar e ela seria obrigada a me olhar.

Dito e feito.

Elena viu-se sem saída ao bater na parede, me encarou brava.

— Pretende ir a algum lugar? — zombei.

— Na verdade, eu pretendia. Mas infelizmente, você consegue ser incrivelmente astuto que chega a me assustar.

Uma gargalhada soou pelo cômodo.

— Está começando a enxergar minhas qualidades? — sorri malicioso para ela. — Parece que alguém está se rendendo.

Elena me fuzilou, prendi seus braços contra a parede gelada.

— Me render? — ela riu irônica. — Jamais. Ainda mais para você.

— Você não tem escapatória. Ou se rende por bem ou por mal.

— Veremos.

Nos encaramos por longos minutos.

Elena mantinha os olhos fixos nos meus, seus lábios entreabertos estavam tão atraentes, senti uma vontade inexplicável em beijá-los, devorá-los ali mesmo, arrancar-lhe o vestido que lhe cobria o corpo e explorar cada detalhe dele.

Não havia percebido o quanto aqueles lábios me atraiam até ficar de frente com eles.

Elena me despertava um desejo fora do comum.

Eu estava ali, diante dela, desejando-a como jamais havia desejado outra mulher.

Meus lábios, enfim, tocaram os seus.



Notas finais
E aí, palpites para o próximo capítulo? O que acharam da Katherine? Sempre uma vadia, né? Será que nossa Elena está se rendendo mesmo? Enfim, o que acharam do capítulo?
Sexta-feira no globo repórter! UEHEH brincs.
Bom gente, eu estava sendo uma pessoa muito chata sem conversar com vocês, verdade!! Então, a partir de agora, vou ser uma Fernanda mais comunicativa! (viva!)
É isso, como eu já disse, só vou postar novamente segunda-feira.
Fiquem na duvida sobre o que ocorrerá depois EHUEHEUH sou muito má, eu sei.
Até o próximo capítulo Deleninhas ♥