Notas iniciais
Oiiii minhas lindas, tudo bem com vocês? Espero que sim!
Hoje fui no dentista e quase morri antes de entrar naquela sala de tortura! Ok, eu sou muito exagerada e fico imaginando tudo que pode me acontecer. Sério, eu achei que iria morrer lá dentro ou ele iria pegar aqueles instrumentos e me torturar até eu implorar para sair de lá UEJRUEH. Nada disso aconteceu, por sorte! Na verdade nem doeu, eu é que criei uma fantasia na minha cabeça e achei que não poderia mais falar depois HERUH exagerada? Imagina!
Mas então, eu acho que contar histórias nas notas iniciais não é uma boa ideia né? Eu duvido que alguém lê isso aqui, porque nas notas iniciais tu quer ler logo o capítulo e não o que a autora chata tá falando UHWRUHEURHU
Enfimmm, espero que gostem porque fiz especialmente para vocês.
Ahhhhh, antes eu quero agradecer AS LINDASSS que recomendaram a fanfic!
Mariana Rodrigues
Cath Liverstone
Sonhos de inverno
Bia Villar
Sério, eu tô mais do que feliz, porque cara, tenho 4 recomendações e isso é épico! UHERUEHRUHEU eu amo vocês, de verdade. O motivo pelo qual eu escrevo são vocês que comentam, favoritam, acompanham e recomendam, vocês são a minha fonte de inspiração!
Falei bonito, né? UHRUEHRUHER
Ok, essas notas estão quase do tamanho do capítulo EUHRU
Volto a falar nas finais, se não vocês não vão conseguir ler tudo UEHRUEHRU

POV Elena

Assim que me arrumei com a ajuda de Madeleine, pois eu nunca conseguia vestir aqueles vestidos sozinhas, tampouco os espartilhos que deixavam meu corpo perfeito, porém eu sentia como se a qualquer momento o ar de meus pulmões fossem evaporar ou eu simplesmente não conseguiria mais respirar, fomos para a casa de Caroline.

Não soube se ela estava esperando por nossa visita, mas Damon garantiu que Klaus estava nos esperando, o que me acalmou, pois chegar sem ser convidado não é uma das minhas atividades preferidas.

Damon me levaria e ficaria lá comigo, o que significou que ele tirou o resto do dia de folga.

Pensei em levar Madeleine conosco, porém eu queria ficar a sós com a minha amiga e com Damon junto já era difícil, agora com Madeleine era impossível. Sem contar que teria de fingir e Madeleine sabia muito bem de como eu e Damon vivíamos brigando e eu não queria ter de mentir para ela também.

Eu a amava, mas ela ainda era a governanta de Damon, o que significava que talvez ela contasse muita coisa a ele.

Eu confia nela, mas as vezes tinha muitas duvidas, afinal, ela o conhecia desde que ele se entendia por gente e sempre esteve ao lado dele. Tudo bem que nós éramos muito próximas, mas mesmo assim...

Deixei que meus pensamentos a respeito da confiança em Madeleine não atrapalhassem meu dia, eu precisava me concentrar em apenas ser perfeita e ter um casamento ainda mais perfeito.

Queria que Caroline achasse que eu estava realmente feliz, queria que ela soubesse o quanto eu me dei “bem” por ter casado com o homem mais cobiçado de Mystic Falls, queria que, por mais que fosse mentira, acreditar nisso também.

Não que eu fosse mentir para minha melhor amiga, mas o fato dela ou de alguém saber que meu casamento era uma catástrofe, não me deixava muito alegre.

E eu conhecia muito bem a Caroline, ela iria fingir estar triste e me consolar dizendo que a vida dela era incrível e tentar me fazer ficar melhor falando bem de si mesma. Era sempre assim. Desde quando éramos crianças, adolescentes e até na fase adulta. Os consolos dela eram basicamente sobre a vida dela.

“Ai amiga que pena que seu gato de estimação morreu, mas e aí, você viu meu novo penteado?” “Nossa é uma pena você não poder ir ao baile, mas eu fico tão perfeita nesse vestido, não fico?” “Uau, seu casamento é uma droga? Ai não fique assim, pelo menos a sua melhor amiga é casada com um duque supergato que a ama e vai ter um lindo bebê com ele!”.

O problema nisso tudo era que Damon não sabia do meu plano de parecer ter um casamento perfeito. Eu poderia pedir para ele fingir, mas isso seria humilhante.

Porque conhecendo Damon, ele iria querer “agir como casado”, o que não era nem de perto uma hipótese. E também, ele iria ficar questionando o fato de não sermos como marido e mulher e também ficaria com piadinhas a respeito da nossa mentira.

Então, eu teria que ser uma ótima atriz em dobro. Pois não iria ter que enganar somente minha melhor amiga, mas também meu marido de que éramos um casal muito feliz.

Era mais ou menos umas três horas e meia de viagem para chegar à casa de Caroline, pois a pequena mansão de Klaus ficava a três munícipios dali. Damon e eu quase não nos falamos durante o caminho.

Vez ou outra, eu ficava tentada a conversar com ele sobre o que faria a seguir, mas desistia assim que as palavras se formavam.

Notei que ele estava tão quieto e pensativo que não tive coragem de interrompê-lo.

Ele não estava em seus piores dias, o que significava que eu não iria fazer nada que o deixasse voltar a origem.

Deus me livre, já era horrível ter que aturá-lo por três horas dentro de um carro, agora imagina aturá-lo com grosserias e toda a ladainha Damon Insuportável de ser. Ainda mais que eu precisava dele assim, menos chato, menos arrogante. Pois assim seria mais fácil de levar aquela mentira adiante.

Poucas vezes nossos olhares se cruzavam, então ele voltava sua atenção para os próprios pensamentos e eu para os meus.

— Por que quer ver ela? — perguntou Damon após o que pareceu uma eternidade silenciosa.

— É minha amiga, estou com saudades.

Não era totalmente verdade, certo que Caroline era minha amiga, mas eu não estava com saudades, não muitas saudades.

O fato era que eu queria ver a vida dela, ver como ela estava feliz e ver como estava se sentindo em relação a tudo que estava lhe acontecendo e tentar me imaginar assim, pelo menos imaginar eu ainda podia.

Parecia inveja, mas eu precisava, mesmo sabendo que não me sentiria bem depois e que talvez eu acabasse estragando a única amizade que me restava.

A casa de Caroline era maravilhosa.

Nada comparada a mansão sombria que eu morava, mas um lugar vivo, com cores claras e flores espalhadas pelos jardins.

Também era repleta de janelas, permitindo a passagem do sol e com cortinas elegantes que ficavam na maior parte do tempo abertas, muito diferente da mansão Salvatore que vivia com cortinas fechadas impedindo a passagem do sol.

A estrada que dava caminho até a porta era com pedras de mármore e no restante estava um gramado verde e com algumas árvores bem distribuídas que faziam uma sombra agradável, um perfeito lugar para sentar e ler um livro no fim de tarde.

Fiquei impressionada pela beleza daquele lugar. Devia ser tão bom morar ali.

Me vi várias vezes daquele dia, comparando a minha vida medíocre com a maravilhosa dela, como se tivesse alguma comparação.

Caroline nos esperava na porta de casa, estava usando um vestido folgado, mas dava para ver de longe sua barriga já grandinha.

Klaus a abraçava e os dois sorriam, Klaus com um sorriso elegante e Caroline com seu jeito elétrico e animado.

Sem saber qual seria sua reação, segurei na mão de Damon para que causássemos uma boa impressão. Ele deu uma rápida olhada para nossas mãos e no momento seguinte entrelaçou nossos dedos. “Ainda bem que ele está colaborando, mesmo sem saber”.

— Klaus! — cumprimentou Damon assim que o viu, soltando-me. — Falei que não viria, mas a Elena aqui queria muito ver a...

Ele se interrompeu, deduzi que seria por não lembrar o nome de Caroline e chama-la de loirinha na frente do marido não era muito apropriado.

Klaus sorriu, apertaram as mãos.

Caroline tinha um sorriso alegre no rosto, sorri de volta.

— Você está linda! — Comentou Caroline me abraçando daquele jeito que só ela tinha.

Sorri novamente e a abracei forte.

Fazia tempos que não dava um abraço em alguém, mas não iria comentar isso com ela.

Lembrei-me de parecer tão feliz quanto ela.

— Você está linda também — falei olhando-a. — E essa barriga! Ah, Caroline, que felicidade!

Fui apresentada a Klaus e então eles nos convidaram para entrar.

Sentamos nos sofás bem arrumados, em um canto da sala estava uma elegante lareira apagada e nas paredes quadros caríssimos.

— Foram bem de viagem? — perguntou Klaus servindo whisky em dois copos. — Whisky, Elena?

— Ela não bebe — respondeu Damon que estava sentado ao meu lado. Segurei novamente sua mão e ele meio confuso, retribuiu o gesto pousando nossa mão na perna dele. — Mas a viagem foi boa, Max é um bom motorista e a estrada está melhor desde a última visita, estiveram trabalhando nisso, não é?

— Ah claro! — Klaus sentou-se ao lado de Caroline e passou os braços pelo ombro dela. — Como um bom representante é minha obrigação melhorar o local por onde andamos, até porque, isso facilita o caminho até aqui.

Somente Damon e Klaus conversavam, os dois falavam de trabalho, jogos e política. Percebi os olhos de Caroline em nossas mãos entrelaças e sorri para ela. Seus dentes brancos sorriram de volta.

— Meu querido — disse ela levantando. — Quero conversar com minha amiga a sós, tudo bem? Vamos lá para cima, com licença, Damon.

Conversamos mais um pouco e então Caroline me chamou para que ficássemos a sós, o que foi uma alívio, pois eu estava vendo a hora que Damon iria colocar aquele sorriso zombeteiro no canto do lábio e perguntar:

— O que deu em você? Está me dando a mão, sentando ao meu lado, fingindo que gosta de mim... Não estou reconhecendo suas atitudes — e para finalizar com chave de ouro, ele diria. — Essa não é você, querida esposa.

Subimos para seu quarto, era realmente lindo.

Assim como por fora, por dentro a casa era ainda mais bonita. Cores que combinavam, decoração perfeita e tudo bem organizado.

Caroline fechou a porta atrás de si e jogou-se na cama. Fiquei imaginando se aquilo não afetaria o bebe. Mas como eu poderia saber? Jamais teria a sensação de um serzinho movendo-se dentro de mim. Não enquanto estivesse casada com um ogro em forma de homem.

“E que homem...”, sacudi a cabeça várias vezes para espantar esses pensamentos ruins.

— Então — ela sorriu presunçosa. — Me conta! Como ele é? É carinhoso? Romântico? Bom de cama? Me perdoe amiga, mas ele tem cara de que é mais do que bom na cama! E romântico! Ah, ele não soltou um segundo a sua mão!

“Na verdade eu sou quem não soltou a mão dele”.

Sorri um pouco nervosa. Eu conhecia Caroline há anos e sabia que essas perguntas eram típicas dela, mas o problema é que eu teria de mentir, afinal, eu e Damon não tínhamos ido para a cama juntos, tampouco ele era alguém carinhoso e romântico.

Mas eu não duvidava nada que ele seria sim, muito bom de cama muito embora eu não tivesse experiência alguma nesse quesito.

— Aham, ele é ótimo — menti. — E muito romântico, claro.

Por sorte Caroline não desconfiou, ou se desconfiou não disse nada. Mas continuou a me olhar, como se quisesse mais detalhes, como não disse mais nada, ela foi obrigada a perguntar.

— Ótimo Elena? Por favor! — disse ela revirando os olhos em desaprovação. — Quero detalhes!

Sentei na beirada de sua cama, suspirei fundo e comecei.

— Bom, ele é um pouco insensível às vezes, é meio estressado e se irrita fácil. Mas ele tem um fogo incrível, na verdade, eu fico até surpresa... Damon é maravilhoso, lindo, charmoso, tem um ar arrogante, mas ele sabe como tratar uma mulher.

Ela sorria deixando a mostra todos seus dentes, realmente estava gostando do que eu dizia, ou melhor, mentia.

— Ai amiga! Isso é tão perfeito!

— Mas e você? — quis saber. — E o bebê?

Ela sorriu passando a mão levemente pela região elevada na barriga, não era tão grande, mas ainda assim, era grande. Sorri por ela e também por não ter notado a minha mudança de assunto. Isso era bom na Caroline, ela se preocupava tanto consigo mesma que nunca notava algumas coisas tão básicas.

— Ah, o bebê — sonhou alto. — Não vejo a hora de ver o rostinho dele, de tocar nele, de trocar, dar banho, ensinar a falar, andar...

Enquanto Caroline ia descrevendo seus desejos de mãe, imaginei-me em seu lugar, porém não casada com Klaus ou morando em sua casa florida, mas sim ao lado de Damon na nossa mansão sombria com Madeleine nos ajudando a cuidar do recém-chegado.

Ela seria uma babá mais do que boa e eu provavelmente uma ótima mãe. Até Damon com todo o seu rancor e ódio seria um bom pai...

Ele amaria aquela criança como jamais amaria qualquer outra coisa na vida, daria amor a ela, cuidaria para que nunca se machucasse ou colocaria os futuros pretendentes dela para correr quando tivesse idade para namorar.

Após viajar em pensamentos, ouvi Caroline me chamando algumas vezes.

— Pensamentos no maridão? — riu ela.

Revirei os olhos em negação, embora fosse verdade e então voltamos a falar do quesito “Damon é bom de cama e eu sou apaixonada por ele”.

Eu mentia na maior cara de pau e Caroline sorria esperançosa, como se aquilo fosse perfeito.

O que era, pelo menos como eu lhe contava era realmente perfeito. Se ela soubesse a verdade, me olharia horrorizada e ficaria com pena de mim. Mas eu não queria que ninguém sentisse pena por minha vida ter se tornado o inferno que é.

Ao fim de nossa conversa, lembro de ouvi-la comentar:

— Perfeito, não é? As duas melhores amigas bem casadas!

Forcei um sorriso e concordei mesmo sabendo que diferente dela, eu não estava bem casada.

POV Damon

Klaus e eu conversávamos sobre negócios e mulheres, afinal, não se tem assunto melhor do que esse.

As meninas haviam subido já fazia algum tempo e estava ficando tarde e o sol já se punha ao longe. Precisávamos ir embora.

Mesmo estranhando as atitudes de Elena, não comentei nada, pois quando se tratava dela eu já nem falava nada.

Avisei Klaus que iria procurar por Elena, ele assentiu então eu subi a procura dela.

No corredor, ouvi algumas risadinhas vindo de um dos quartos, me aproximei, porém não bati, tampouco entrei.

É errado, eu sei. Mas fiquei escutando o que elas falavam, ainda mais que eu precisava saber se o assunto seria o tal do Isaac.

— Mas você não estava tão confiante assim quando se casaram! — falou a loirinha toda sorridente. — Eu lembro que você estava tão irritada por ter que se casar com ele! Jamais imaginei que passaria a ama-lo.

As palavras dela deram um choque em mim.

Elena me amava? Era isso?

Então deveria ser por isso que ela estava tão diferente, porque estava gostando de mim.

“Ou talvez porque o encontro com o velho amigo Isaac a deixaram mais alegrinha...”.

Sacudi a cabeça. Ela não poderia estar assim por causa daquele inútil. Não mesmo.

Isso era completamente estranho, há poucas semanas ela estava pedindo para que eu a matasse e agora confessava para a melhor amiga que me amava.

— Eu sei, eu sei — concordou Elena. — Mas a gente não manda no coração, não é? Eu achei que ele fosse um monstro, mas eu me enganei. Damon é tudo o que eu sempre quis. Ele é diferente de todos os homens que já me falaram, ele consegue ser bom, só sendo ele mesmo. É fascinante.

Eu não acreditava no que ouvia. Elena deveria estar enganada, ela não estava falando aquilo, não, não.

Era um engano. Um completo engano.

Quer dizer, como? Por que ela me amaria? Eu só a maltratava. Não fazia sentido.

Desisti de chama-la, eu não queria que ela soubesse que eu havia escutado.

Como ficaria o nosso clima depois disso?

Fui encontrar Klaus novamente que bebia um copo de whisky, ele serviu um copo para mim, tomei em um gole e repeti a dose.

— Viu uma assombração? — perguntou ele rindo.

O encarei em silêncio, na verdade, eu mal ouvi o que ele dissera, meus pensamentos estavam em Elena e no que eu ouvira há poucos minutos.

— Não ia chamar a Elena?

Klaus pigarreou, me fazendo olha-lo.

— Ahn, desculpe — falei meio confuso. — Eu não a encontrei, será que poderia pedir para alguém chama-la?

Klaus fez que sim e logo um de seus empregados sumia de vista e voltava segundos depois com Elena e a loirinha em seu encalço.

Olhei rapidamente para Elena que desviou o olhar para a amiga que por incrível que pareça, deu uma risadinha.

— Bom, temos que ir.

Falei, levantando do sofá confortável, caminhei lentamente até a porta, sem esperar pela despedida.

Klaus e Caroline insistiram para que ficássemos para o jantar, mas eu não estava muito a vontade depois do que acabara de ouvir, precisava ir para casa e esquecer isso.

Assim que todos se despediram, fomos para o carro.

Elena chorou baixinho por ter que deixar a loirinha, mas depois de alguns minutos de estrada, ela já estava em seu estado normal.

Não pude deixar de observa-la, por mais que eu não quisesse, era como se meus olhos não pudessem ficar sem olha-la.

Estavam conectados a ela. Ou talvez às palavras dela mais cedo.

Elena percebeu que eu a estava encarando, porque me olhou cínica e com um sorriso de deboche.

— O que foi?

Revirei os olhos e sorri ainda mais debochado do que ela. Pensei em perguntar o porquê de ter me dado a mão ou um beijo na bochecha, mas deduzi que seria um pouco infantil demais. “Então Elena, por que você beijou minha bochecha?”, “por que está segurando a minha mão?” não faria sentido considerando que éramos casados.

— Não posso olhar mais?

— Pode.

— Então?

— O que?

— O que, o quê?

Ela riu, não uma risada cínica, nem debochada, nem irônica como era de costume, mas uma risada verdadeira, gostosa de se ouvir.

Sem saber o porquê, ri também. E ficamos uns bons minutos ali, rindo sem ter nenhuma graça.

Passados alguns minutos, ela me olhou séria.

— Por que estamos rindo? — perguntou ela inocente, como se eu soubesse.

Antes que eu respondesse, Elena deitou a cabeça em meu ombro, remexendo-se a procura de uma posição confortável. Até que parou e fechou os olhos.

Todo homem sensato nessa hora, faria alguma coisa. Uma passada de mão no cabelo, um carinho ou até mesmo uma apertadinha aqui e ali.

Mas eu não falei nada, não fiz nada, tampouco retirei sua cabeça dali.

Fechei meus olhos também e a conversa que ouvira mais cedo ficou nítida em minha mente novamente.

Notas finais
Não sei se a foto vai abrir, nunca coloquei fotos aqui UEHRUREHUH mas se abrir, cada capítulo vai ter uma foto...
Enfim, o que acharam? Ficou grandinho, né? EUHRUHE
Então gente, eu sei que vocês esperavam que eles fingissem serem casados, mas assim vai ser melhor, porque agora o Damon está achando que a Elena gosta mesmo dele... UEHREUHREUHR enfim, eu sou má, eu sei.
Mas então, volto a postar na sexta ou talvez amanhã, ainda não sei, depende muito do meu humor UEUHUR
Beeeeeijos e eu queria agradecer de novo a quem está acompanhando e comentando, vocês são lindas, sério.
Ah, o próximo capítulo é pequeno, eu acho. Porque eu nunca sei exatamente, esse por exemplo, era para ter exatamente 2.000 palavras, mas TODA vez que eu reviso eu escrevo mais, então se eu mostrar um rascunho hoje de um capítulo, amanhã provavelmente vai estar diferente UHERUEHUH sério, eu acrescento muita coisa, só paro de revisar depois que posto mesmo, porque antes... Mas enfim, voltando a falar do próximo capítulo, provavelmente vai ser pequeno, mas eu tenho certeza que vocês vão gostar... Imagineeeem.
Enfim, é isso. Beijos meus amores, até sexta ou amanhã ♥ ♥