Notas iniciais
Oláaaa minhas amoras lindas!!
Desculpem a demora, sorry mesmo, então eu coloquei um post novo no meu blog falando sobre I'm Raio e Love and Revenge, é um pouquinho longo, mas não se acanhem, leiam lá é muito importante para as fic, principalmente para essa ok?
http://paulinhaeyvafanfic.blogspot.com.br/
Beijos, boa leitura.
P.E.

No Capitulo Anterior:

...Ouvi a baixinha dizer um “Edward não!” em seguida a voz dele soou no salão, chamando atenção dos alunos.

Agora:

Raio POV:

–VOCÊ NÃO É NADA! – Edward gritou finalmente sua raiva. Ele estava furioso, porque ele me via como a simples humana sem sal e sem poderes Isabella Swan, ele queria que eu fosse fraca e inútil para ele poder se vangloriar de ser a coisa mais perigosa que existe, ele me disse isso quando começamos a namorar. (N/A: Cena de crepúsculo, na floresta que o Edward faz a exibição dele e fala sobre a ovelha e o leão... Blá, Blá, Blá... Vocês sabem...) — VOCÊ NÃO É NEM METADE DO QUE DIZ SER, É UMA MENTIROSA, VOCÊ NÃO TEM PODER ALGUM! NÃO PODE SE SEGURAR EM UMA BIGA COM NENHUM DE NÓS. É UMA HUMANA FRACA, COMO ACHA QUE PODE NOS TREINAR? — Ele continuou berrando. Eu parei na metade do caminho fazendo minhas mãos em punhos, eu apesar de ser bem controlada em algumas situações, tinha um temperamento terrível, principalmente quando ofendiam meu ego ou tratavam de mexer com meus amigos. Eu me tornava violenta e sanguinária, eu estava tentando a todo custo me controlar, não era um bom momento para isso. Eu já acumulava muita raiva dentro de mim desde que ele me abandonou naquela floresta, suas implicâncias agora só aumentavam esse sentimento, mas estávamos em pleno salão principal, na frente de todos os alunos e professores, alguém poderia acabar se machucando se eu não me controlar.

Toda a atenção se voltou para mim, esperando pela minha reação. Meus olhos estavam novamente âmbar, meus caninos a mostra, minhas unhas um pouco mais afiadas, eu podia sentir a transformação querendo tomar conta de mim, querendo rasgar os membros daquele sanguessuga maldito, mas eu estava com muita raiva para uma mudança, se eu me transmutasse eu não posso garantir que não machucarei mais alguém, meus instintos protetores eram maiores, e por todo o controle da besta que eu tenho, a raiva era maior, ela segava e nos controlava sem se preocupar com quem machucava, ou matava, no caminho. Ouvi alguns ofegarem ao olhar para mim, mas ignorei, eu não queria uma luta, mas o sanguessuga tinha uma idéia bem diferente da minha.

– ISSO MESMO FIQUE CALADA, PORQUE VOCÊ SABE QUE É VERDADE. VOCÊ É FRACA, UMA MENTIROSA! ESSA HISTÓRINHA DE MUTANTES, HIBRIDOS E EXPERIÊNCIAS É SÓ FINGIMENTO, QUER MAIS ATENÇÃO DO QUE MERECE VOCÊ QUER QUE TE ACHEMOS A FODONA, PODEROSA, MAS ISSO É SÓ UMA HISTÓRIA QUE VOCÊ INVENTOU PARA SE FAZER DCE VÍTIMA. – Ele berrou novamente. Alice estava choramingando com Jasper agarrado a ela, suas visões não funcionariam mais, meus poderes interferiam, mesmo que somente uma faísca dele estivesse livre, isso era o bastante.

– Eu não vou atacar você. – Eu disse em uma voz alta e clara que ressoou pelo silencio do salão, todos os ouvidos e olhos em nós dois.

– ISSO PORQUE VOCÊ NÃO PODE! VOCÊ É UMA INÚTIL ISABELLA, UMA COVARDE. – Com essa ultima parte foi como se uma pressão esmagadora tomasse conta do local.

– O. Que. Você. Disse? – Eu perguntei predatoriamente me virando lentamente em sua direção, só por precaução colocando um escudo bem forte protegendo os alunos e os professores, porque meu controle estava totalmente extinto. Uma vez já me foi dito que quando eu estava assim minha mente trabalhava semelhante à de um sociopata, não havia nada além de mim, minha vítima e meu desejo por sangue derramado. Ou nesse caso veneno derramado e membros destroçados. Eu também gostava de ‘brincar’ com minhas presas antes de matá-las, isso se deve ao fato de que minhas bestas interiores adoravam uma boa caçada, assim como uma bela briga, jogar com a ocasionalmente comida era... Divertido. Meu controle sobre a besta era ótimo, eu ainda pensava e poderia tomar decisões por mim mesma, mas eu aceitei há muito tempo minhas bestas, eu as entendia, nós éramos um só, e eu apreciava igualmente a selvageria animalesca delas. Nesse momento tudo que eu percebia, era eu, Edward e minha vontade de ‘brincar’.

– VOCÊ É UMA COVARDE, COVARDE E MENTIROSA! – Ainda dizem que vampiros têm instinto do perigo, ou isso era mentira ou esse aqui na minha frente era algum tipo de anormal, estúpido e impulsivo, o que o levaria para a morte. Se continuar a me provocar, mais rápido do que ele pensa. Trovões soaram lá fora, assim como no céu enfeitiçado do salão, o tempo estava se fechando porque eu não tinha mais controle. Num milésimo de segundo a pressão no salão se dissipou como um estrondo enorme de um trovão soou e tudo ficou escuro, nem mesmo um vampiro poderia ver naquela escuridão, ninguém teve ao menos tempo para gritar ou ficar assustado, pois tão rápido como escureceu a luz voltou novamente só que eu já não estava parada no meio do salão, eu estava descendo de um salto que havia dado bem em cima do sanguessuga, comecei a dar socos extremamente fortes nele, que tentava proteger seu rosto com os braços, que tinham rachaduras, pela força dos golpes, eu estava reduzindo a força um pouco, se eu juntasse toda a super força que eu tinha ele morreria de vez com um só golpe e isso transformaria o local acertado em migalhas de sanguessuga. Eu queria ‘brincar’ queria deixá-lo perceber que eu não o mataria de cara, oh não, eu o machucaria primeiro, só o mataria quando eu decidisse que não queria mais brincar.

O deixaria pensar que podia se manter em uma briga comigo, para no final acabar com toda a sua ‘arrogância’ .

Ele me empurrou fortemente fazendo-me ficar no ar por alguns milésimos de segundo e cair em cima da mesa da Lufa Lufa fazendo alguns alunos gritarem e se afastarem da mesa, minha velocidade era muito superior a de um vampiro, assemelhava-se da forma em que um humano via os vampiros em sua maior velocidade, somente um borrão sobre seus olhos, usando essa super agilidade voltei a meus pés com um sorriso frio e cruel no rosto. Com um aceno de mão fiz os alimentos das quatro mesas sumirem e esperei o idiota se levantar lentamente, olhando para minha unhas como se estivesse entediada. Senti-lo vindo em minha direção cinco segundos depois, tempo o suficiente para que eu pudesse matá-lo dez vezes todas elas de uma forma diferente. Ele se jogou em mim e eu recebi o impacto nos fazendo saltar pela mesa e parar ao lado da mesa Grifinória, onde novamente alguns se assustaram e se afastaram com medo de se machucar. Ele tentou me golpear e eu o deixei, ouviu-se o som de algo quebrando e eu sorri quando ele pulou metros longe, com sua mão totalmente quebrada.

– Adamantium, docinho, nem mesmo vampiros podem destruir. – Eu debochei já encostada na mesa Grifinória na metade do seu salto. Minha uma contusão e vários cortes e meu rosto pelo golpe, ele ainda podia machucar minha pele, mas não passaria por meu esqueleto. Enquanto ele ainda esperava sua mão se juntar a seu corpo novamente, meu rosto se curava na mesma velocidade que eu corria. Ouvi muitos prenderem a respiração assustados, eles piscaram os olhos e no segundo seguinte meu rosto estava novo em folha enquanto o sanguessuga ainda estava na metade do processo de recuperação. – Eu poderia ter te matado 74 vezes de maneiras diferentes somente nos segundos que você deixa passar, tão descuidado... Tão... Fraco... – Sorri ironicamente. Ele rosnou e se jogou em mim novamente fiz um giro de 360 graus e dei um chute forte em seu peito o fazendo voar pelo salão despedaçando a mesa da Corvinal e parando na mesa da Sonserina, que se partiu onde houve o impacto de sua queda. A maioria das garotas estavam histéricas e assustadas, alguns garotos, (Principalmente primeiranistas e Lufanos) estavam da mesma forma, alguns estavam preocupados (Corvinais e Grifinórios) e outros apreciavam o show (Sonserinos). O sanguessuga se levantou com dificuldade e n’outro milésimo de segundo eu estava a alguns metros dele parada em cima da mesa.

– É só isso que você pode fazer? – Ele provocou novamente, vi alguns Sonserinos rolarem os olhos e alguém dizer, ‘Ele só pode ser idiota para provocá-la, se ela quisesse, ele já estaria morto há tempos’ Edward bufou os ignorando e continuando a ser tolo. – Isso não é nada, eu posso me curar. Isso aí é só algum feitiço que você fez alguém colocar em você, para parecer poderosa. – Desta vez eu rolei os olhos e flexionei os punhos libertando minhas garras de adamantium. Seus olhos se alargaram um pouco, mas ele não recuou.

– Você está certo. – Eu falei, seus olhos se ampliaram um pouco mais e eu quase podia tocar sua confusão. Então eu sorri de um jeito que era, provavelmente, tão maligno e psicótico como a minha voz ao dizer. – Isso não é nada. Nada comparado ao que eu posso fazer. Nada comparado ao que eu vou fazer com você. Porque, meu querido... – Agachei-me em uma posição de ataque, muito felina e muito desossada para um humano, era como se eu tivesse músculos e articulações onde não deveria ter. Não na forma humana, mas eu sou uma alfa e uma alfa sempre pode mudar seu corpo de acordo com sua vontade. Meu sorriso aumentou bem como a sede de sangue dentro de mim. – A brincadeira só está começando. – Terminei de falar e antes que qualquer um pudesse piscar os olhos tomei impulso em minhas pernas e saltei em sua direção com as garras estendidas. Eu era apenas um borrão de movimento para o público, mas com um feitiço de visão câmera lenta eles poderiam me ver mover em uma velocidade semelhante à de um carro de corrida.

Golpeei-o repetidamente com minhas garras, não utilizando toda a minha força nos golpes, pois como eu disse antes isso o mataria no primeiro golpe, e eu ainda não estava lutando, não de verdade, eu estava apenas brincando. Ele desviava usando toda a sua velocidade, pois não tinha vantagem para ataque.

– É o máximo que você faz? Desviar? – Eu rosnei. – Você é um frouxo Edward Cullen! Você fala de mais, mas na hora de fazer... – Dei um golpe com minhas garras que partiu suas vestes deixando seu peito magro e horrível à mostra. Ele se afastou a tempo de que minhas garras passaram a milímetros de sua pele. – Você. Não. É. Bom. O. Suficiente. – Pontuei cada palavra com um golpe, o primeiro pegou em seu braço esquerdo, cortando-o profundamente como uma faca corta um queijo um pouco duro de mais, o segundo golpe foi em sua perna direita, rasgando o tecido de sua roupa como se não tivesse nada lá, minhas garras atravessaram sua perna saindo o outro lado, fiz questão de movimentar minha mão de um modo brusco quase como se não soubesse puxar as garras para fora, mas eu queria fazer tanto dano quanto possível por que isso o causava dor. O terceiro golpe foi em sua perna esquerda onde eu fiz tanto dano quanto na direita. O quarto golpe foi em seu braço direito, o impulso foi tão forte que rachaduras apareceram em sua pele quase o desmembrando. O quinto golpe foi em seu peito, o qual eu deixei frágil o suficiente para ficar cicatriz, eu aprendi que se feita com mágica o suficiente a cicatriz em um vampiro pode ser permanente, ou no meu caso tão permanente quanto eu quiser. As três marcas das minhas garras começavam em seu ombro direito descendo por todo o seu tórax até a cintura, seria uma bela de uma lembrança para nunca mais me encher o saco. Meus olhos brilhavam tão brancos quanto o brilho de uma cruz frente a uma entidade das trevas, isso geralmente só acontecia quando eu estava furiosa. O quinto e ultimo golpe foi um soco extremamente forte em sua garganta. Ele caiu em cima da mesa comigo em cima de seu corpo, minhas duas garras laterais estavam cravadas até a metade na madeira grossa e lisa da mesa da Sonserina, e a garra do meio estava a meio milímetro de perfurar o pescoço dele e acabar com sua vida miserável de uma vez por todas, eu tinha retraído a garra no ultimo segundo, apesar de tudo eu ainda sabia que seria uma má idéia cometer assassinato em público.

– Um movimento... – Meu sussurro frio e letal ecoou como um grito pelo silencio ensurdecedor que havia se formado no salão com meu ultimo golpe. A tensão no ar era quase palpável. – Um único movimento... E será o fim de sua existência patética... Um movimento e eu cravo minhas garras em sua garganta arrancando sua cabeça e você estará acabado... Terei o prazer de colocar sua cabeça em minha sala de troféus... – Meus olhos continuavam a brilhar intensamente com toda a minha fúria reprimida. Não era ouvida nenhuma respiração em todo o salão todos prendiam a respiração em expectativa pelos próximos acontecimentos, esforçando-se para escutar tudo atentamente.

Ouvi um baixo rosnado que ecoou no silencio do salão e um movimento de algo vindo em alta velocidade em minha direção. Em uma velocidade exímia retraí minhas garras e usei o próprio impulso do meu atacante para rolar para trás ao mesmo tempo em que chutava a pessoa para o outro lado do salão. Pousei em meus pés a centímetros do local onde Pansy, Draco, Lilith, Theo e Blaise estavam. Criei um escudo em volta de todos os alunos e professores, pois ao que parece a luta ainda não estava terminada, nenhum inocente precisava sair machucado porque alguns sanguessugas resolveram brincar de luta.

Tânia Denali é quem havia me atacado, ela agora ajudava o frouxo Cullen se levantar e incrivelmente, depois da surra que havia levado o maldito ainda rosnava para mim sendo acompanhado pela vadia ao seu lado.

– Você não vai tocar nele! – Ela rosnou novamente em minha direção. Olhei impassível para os dois levantando uma sobrancelha perfeitamente arqueada em sarcasmo arrogante e presunção.

– No final das contas você vacilou. Você não pode me matar porque você me ama. – O Cullen Frouxo vangloriou. Minhas mãos se formaram em punhos enquanto eu tentava agarrar qualquer resquício de autocontrole restante, mas tal como meu pai eu não possuía autocontrole restante.

– Você nunca irá tê-lo. Nunca será boa o suficiente. Eu sou boa pra ele não você! – A Denali zombou.

Eu gargalhei alto e ironicamente antes de responder.

– Eu concordo. – Ela olhou confusa por um instante até que eu completei. – Cadela com vira-lata... – Ela rosnou. – Isso meu bem, prove sua raça, rosne como uma boa cadela, será que ele tem uma coleira para por em seu pescoço? – Eu ri novamente, o babaca colocou uma mão em seu ombro a impedindo de avançar em mim, ela o olhou em seguida disse.

– Você só está com inveja porque eu sou melhor que você, e eu tenho o que você nunca vai ter. – Eu apenas arqueei uma sobrancelha olhando zombeteiramente, pouco a pouco minha calma estava voltando se fosse para discutir eu poderia fazer isso o dia todo tranquilamente.

(Musica: Army of Me – Björk http://www.youtube.com/watch?v=uGWBCLahS5E)

– Vamos Tânia, não perca tempo com vadias insignificantes. – O Cullen zombou puxando a Vagabunda consigo e virando as costas para mim.

Eu vi tudo em vermelho, em seguida tudo desacelerou ficando em câmera lenta, meu controle recém adquirido foi diretamente pro espaço, eu não me importava com mais nada, exceto acabar com Edward Cullen. Como ele ousa? Eu poderia tê-lo matado várias vezes agora a pouco esse inútil não aprendeu a lição?

Senti uma familiar queimação correndo por meu corpo, trovões e relâmpagos soaram tanto lá fora como aqui dentro no céu enfeitiçado do salão. Meus olhos se dilataram queimando em chama branca da energia vinda das tempestades, meu uniforme se desfez como os raios e relâmpagos dançavam por meu corpo. Eles queriam saber por que eu me chamava Raio? Ótimo, eu teria o prazer de mostrar.

Manipulei a eletricidade cobrindo meu corpo em uma versão feita de energia da luz do meu uniforme dos X-mens, meus pés estavam a alguns metros do chão, meus cabelos agora brancos como a neve esvoaçavam ao meu redor com pequenas ondas de energia reluzindo entre os fios. Estendi a mão para o céu do salão e um raio de mais ou menos um metro voou em minha direção caindo perfeitamente em minha palma direita ainda estendida.

(N/A: Tipo o raio de Zeus em Percy Jackson e os olimpianos)

Segurei-o como uma espada apontando para o alvo de minha fúria.

– Repita. – Minha voz soou amplificada pelos trovões e relâmpagos como se minhas cordas vocais fossem feitas disso. Ouvi alguns gemidos e estremecimentos pelo salão, mas não desviei o olhar dos dois sanguessugas.

Ele se virou novamente em minha direção com uma expressão irritada e desdenhosa, mas no momento em que seus olhos pousaram em mim ele paralisou em choque, os olhos arregalados e a boca escancarada. A Denali olhou em seu rosto, confusa antes de virar para mim e também paralisar assustada.

– Eu mandei você repetir. – Eu rugi, fazendo o tempo se agitar novamente, o céu lá fora e aqui dentro estava completamente negro, a única luz em todas essas trevas eram meus raios.

– E-e-eeuu... E-u... – Ele gaguejou sem tirar os olhos do raio em sua direção. Num milésimo de segundo eu praticamente me materializei a sua frente com o raio pressionado em sua garganta lançando choques em seu corpo, eu sabia que se aumentasse a intensidade dos choques poderia decapitá-lo facilmente, mas não... Ele não morreria tão facilmente...

– Nunca mais me chame de Vadia Fraca ou Insignificante. Ou meu raio será a ultima coisa que você verá antes de ter uma morte extremamente dolorosa e eu te mandar para apodrecer nas profundezas do inferno. – Rosnei agitando os raios e trovões novamente. Meu tom de voz era frio e letal, mas deixando-o ver em meus olhos e ouvir em minha voz que eu gostaria de vê-lo morto, que eu teria prazer em ver sua existência se extinguir. Mesmo assustada a Denali fez um movimento para me atacar, mas eu fui mais rápida e sem desviar o olhar do rosto cheio de pavor do Cullen estendi a mão em direção à ela e toquei seu rosto, com minha mão livre, paralisando-a no lugar e lentamente passei a sugar sua energia. Ela foi caindo aos poucos em seus joelhos cada vez mais fraca, mantive-a assim até que a inconsciência a levou e ela caiu no chão, desacordada.

– Será que agora você entendeu? – Eu perguntei friamente ao Cullen. – Ele assentiu freneticamente e eu podia sentir o medo emanando dele. Covarde. Por um segundo considerei acabar com sua vida. Eu podia fazer isso, tinha o raio em sua garganta, ele era um ser insignificante e desprezível merecia morrer, eu podia e queria fazer isso...

– Raio... Bella... – Ouvi a voz de Sevy em algum ponto à minha esquerda. – Não precisa matá-lo... Tenho certeza que ele aprendeu a lição... Você irá se arrepender se o fizer na frente de todas essas pessoas... Veja eu também quero matá-lo... Mas ele não merece nem mesmo esse esforço de nenhum de nós... Você é melhor... Já provou isso... Largue o Raio... Deixe-o ir... – Sua voz calma e profundo lentamente foi me acalmando, ele era meu mentor e sua voz era como a voz da minha consciência, ele me conhecia e sabia quando me acalmar. Muito devagar, facilitei o Raio da garganta do Cullen, que suspirou aliviado e instantaneamente correu na velocidade vampiresca para o mais longe de mim sem sair da sala. – Isso... Já está mais calma agora... Deixe o poder ir... Não precisa mais dele... Sem mais inimigos... – Sevy continuou falando tranquilamente enquanto se aproximava passo por passo de mim, sem movimentos bruscos. Fiz como ele pediu e dispersei o poder voltando a minha aparência original, eu me sentia cansada, usar esse tanto de energia não é algo fácil, portanto eu não tinha forças para mais nada, assim que o poder me deixou foi como se minha energia fosse com ele e eu precisava recarregar agora. Cai do local onde eu levitava sem conseguir me equilibrar ou mesmo conjurar alguma roupa, Sevy pegou-me em seus braços antes que eu chegasse ao chão passando sua capa ao redor de mim cobrindo minha nudez.

– Obrigado... – Sussurrei me aninhando em seu peito, sonolenta.

– Sempre que precisar. – Ele saudou. – Você está bem? – Perguntou em uma voz preocupada.

– Sim... Mas a vampgirl ali não, eu não tenho forças para devolver a energia dela agora... – Minha voz não passava de um sussurro. O Escudo ao redor dos alunos também foi dispersado junto com os raios, então as pessoas já podiam se aproximar sem serem barradas por ele.

– Shhh... Não se preocupe com ela, descanse, ela merece ficar assim por um tempo... – Sevy falou com uma pontada de ironia em sua voz preocupada, não ouvi mais nada, pois meus olhos foram se fechando até que a escuridão me subjugou.

Fim do Capitulo.


Notas finais
E aí o que acharam? Eu não sou boa em trilhas sonoras então eu coloquei a musica que eu estava ouvindo quando escrevi, espero que tenham gostado.
Olhem o blog ok, é realmente importante.
GENTE PLEASE, OLHEM LÁ NO BLOG E DIGAM O QUE VOCÊS PENSAM, É MUITO IMPORTANTE PARA O FUTURO DA FIC, VEJAM LÁ A MINHA IDEIA SOBRE ADICIONAR OS VINGADORES EM i'M RAIO, EU PRECISO SABER O QUE VOCÊS PENSAM PARA PODER ESCREVER OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS.
Bjs
P.E.