Notas iniciais
Olá amei os Reviews, espero que gostem desse capitulo. E eu queria fazer uma enquete.
QUEM VOCÊS QUEREM QUE SEJA O PAR DA NOSSA RAIO?
a) Draco Malfoy ( Como vocês vão ver nesse capitulo, no começo eles não vão se dar bem, mas depois as coisas entre eles melhoram, sendo eles um casal ou não.)
b)Harry Potter ( Eu sei que eles são primos, mas como vocês sabem no mundo bruxo há muitos casais que são primos.)
c) Severo Snape ( Eles já se conhecem e eu sei que ele é padrinho dela, mas tanto faz. Eles são amigos e ela o conhece e confia muito nele.)
d) Lucio Malfoy? Voldemort? Sozinha? Algum X-men? Qual? Um personagem orignal? Sugira um. Ou outro personagem da história?
Please respondam ok? Eu não sei com quem colocá-la.
Boa leitura.

No capitulo anterior:

Uma batida na porta soou me tirando dos meus pensamentos, e em seguida a mesma se abriu revelando três adolescentes, dois garotos e uma garota.

– Er... Será que podemos nos sentar aqui? – Ela perguntou.

Bella/Raio POV:

– Claro. – Eu respondi. Eles se sentaram no banco a minha frente em silêncio e ficaram olhando para mim. Tirei os fones de ouvido e arqueei uma sobrancelha em sua direção. Eles se entreolharam, então a garota limpou a garganta dizendo.

– Ah... Você é nova na escola? – Ela olhava um pouco desconcertada e um pouco desconfiada. Eu já sabia quem eles eram, Severo havia me falado deles, e a cicatriz na testa do garoto moreno não deixava duvida de que eles eram Harry Potter, Hermione Granger e Ronald Weasley.

– Sim. – Respondi simplesmente, ainda olhando para Harry, era fascinante nossas cicatrizes eram exatamente iguais, mudando apenas o local.

– Você veio de qual escola? – Ela perguntou.

– Instituto Xavier. – Sorri de lado. Ela franziu a testa confusa enquanto Harry dizia.

– Eu não sabia que tinha uma escola bruxa com esse nome... – Antes que eu dissesse algo Hermione disse.

– É porque não tem. Instituto Xavier é um colégio interno para adolescentes da alta sociedade que fica em Nova York. Eles escolhem seus alunos por todo o país. – Então ela me olhou confusa e corou um pouco dizendo. – Desculpe eu...

– Não se preocupe quase tudo do que você disse é verdade. Sou Isabella Howlett, mas pode me chamar de Bella ou Raio se preferir. – Respondi estendendo a mão enluvada para o cumprimento. Eu sempre andava de luva quando não estava na academia, eu tinha um dom muito inconveniente que me fazia ver o passado de tudo eu toco, foi assim que eu soube exatamente o que houv e no dia da morte dos Potter, eu fui na antiga casa onde ocorreu o ataque há dois anos e acabei vendo o que aconteceu, além de ter uma parte do poder da vampira, eu posso sugar a energia vital da pessoa a deixando em coma. Eu posso desligar esses poderes, mas só faço isso quando estou no Instituto, quando eu estou fora deixo todos os meus poderes ativos caso tenha alguma emergência ou um ataque surpresa, se eu deixá-los desligados demora muito para ativar todos eles. Minhas luvas eram adaptadas para deixar minhas garras saírem e eram facilmente manuseáveis para que eu pudesse tirar rapidamente.

Hermione aceitou minha mão olhando estranhamente para minha luva, mas não perguntou nada apenas disse.

– Eu sou Hermione Granger, mas pode me chamar de Hermione ou Mione. – Sorri para ela que retribuiu hesitantemente e soltou minha mão.

– Ah... Eu sou Ronald Wealey, mas pode me chamar de Rony. – Ele disse sorrindo bobamente. Olhei para ele confusa, mas lhe estendi a mão em cumprimento. Ele aceitou e logo em seguida Harry falou.

– Bem... Eu sou Harry Potter, mas pode me chamar de Harry. – Dei um meio sorriso para ele e o cumprimentei com a mão.

– Então, você disse que quase tudo que eu disse sobre a sua escola era verdade, mas o que é mentira? – Hermione perguntou.

– O Instituto é um colégio interno e ele escolhe seus alunos, mas ao contrário do que você disse ele não é para adolescentes da alta sociedade. As pessoas que estudam lá ou não têm outro lugar para morar ou suas famílias os acham aberrações. – Eu respondi.

– Oh, me desculpe eu não... – Ela corou envergonhada e eu disse.

– Não se preocupe você não me ofendeu.

– Porque as famílias deles acham que eles são aberrações? – Rony perguntou, recebendo um tapa de Hermione.

– Porque os estudantes do Instituto Xavier são jovens super- dotados, nós temos poderes extras e os trouxas acham que isso nos torna monstros. – Eles olhavam cada vez mais desconfortáveis, mas também curiosos. Eu realmente não me importava de responder as perguntas, já passei por vários interrogatórios e alguns não chegavam nem perto do quão agradável eles estavam sendo. Além do mais, eles saberiam de qualquer forma mesmo.

– Super-Dotados? – Harry perguntou. – Que tipo de poderes?

– Nossa genética foi modificada e isso nos dá poderes, cada um tem um poder diferente, por exemplo, meu pai tem garras de adamantium nos punhos, regeneração rápida, a vampira pode absorver poderes, toda ou parte da energia vital de quem tocar. A Lince Negra pode se desmaterializar e passar através de objetos sólidos,Tempestade pode controlar o clima, em fim, cada um tem um poder diferente. – Dei de ombros como se não fosse nada de mais.

– Que tipo de nomes são esses? Vampira, Lince Negra, Tempestade... Nunca ouvi falar de nomes assim. – Hermione perguntou.

– Não são os nomes verdadeiros deles, são os apelidos deles, cada um é de acordo com o seu poder. Cada X-men tem um apelido próprio, como eu disse antes o meu é Raio. – Eu expliquei.

– Ah... Entendi, mas porque seu apelido é Raio? Qual o seu poder. – Harry perguntou.

– Bom o meu apelido não é por causa do meu poder, até porque seria difícil escolher um. Eu tenho esse apelido pelo mesmo motivo que você é chamado de ‘O-Garoto-Que-Sobreviveu’ – Eu disse. Ele engasgou enquanto Hermione arregalava os olhos e Rony olhou pra eles confuso perguntando.

– O que foi? Porque estão assim?

– Você... Como... A cicatriz...? – Harry gaguejou me olhando incrédulo.

– Você realmente tem a cicatriz? – Hermione perguntou. Assenti, ela não parecia acreditar, então eu comecei a desabotoar minha luva esquerda que ia até um pouco acima do pulso. Eles empalideceram quando minha cicatriz em forma de raio ficou amostra.

– O QUE? COMO...? – Rony gritou, mas Hermione tapou sua boca. Um segundo depois a porta da cabine se abriu revelando um garoto loiro seguido de outros dois que precisavam seriamente perder peso. Discretamente escorreguei minha luva de volta ao seu lugar, sem chamar atenção deles para mim. Eu estava sentada perto da porta e ele estava quase de costas para mim, virado para o trio.

– Ora, Ora, Ora, se não é o Cicatriz, o pobretão e a sangue ruim. – O loiro zombou.

– Malfoy. – Harry cuspiu com raiva.

– Não chame ela assim seu furão idiota. – Rony rosnou.

– O que foi pobretão defendendo a namoradinha sangue-ruim? – O loiro, Malfoy, continuou a provocar e os dois capachos atrás dele deram risadinhas.

– Cala boca Malfoy, dá o fora daqui! – Harry disse entre dentes.

– Ta irritadinho cicatriz? Brigou com a mamãe? Ah esqueci sua mãezinha de sangue ruim morreu. Ou será que brigou com seu pai? Oh desculpe ele também está morto... – Ele disse em um tom irônico e debochado. Em um milésimo de segundo eu estava prensando-o na parede da cabine, com as mãos em punhos segurando a gola de sua camisa.

– Nunca. Mais. Fale. Deles. Assim. – Eu rosnei furiosamente. Pude sentir minhas garras querendo sair e meus dentes se afiando como os de um felino. O idiota que até agora estava com uma cara surpresa não percebendo o perigo sorriu debochado e disse.

– Oh! O Potter tem uma defensora! É sua nova namoradinha Potter? Ela é... – Assobiei de raiva exatamente como um felino quando está furioso, pude sentir meus olhos mudando para âmbar, e aproximei minhas presas de sua jugular, eu não precisava de sangue, eu era metade transforma por causa das experiências de Stryker, mas eu não precisava beber sangue, ainda bem.

Os dois ‘amigos’ do loiro já tinham sumido a tempos, o deixando pra me enfrentar sozinho. Covardes.

– Vamos deixar uma coisa bem clara, Malfoy, este é seu nome não é? – Continuei não dando chance dele falar. – Eu não gosto quando falam mal de Tiago e Lilian Potter, e você não vai gostar de me ter como inimiga, portanto você não vai mais abrir essa sua boquinha para falar deles dois, assim como não vai mexer com o trio aqui ok? Se eu ouvir a palavra sangue-ruim saindo da sua boca, você vai lamentar o resto da sua vida não poder mais ter filhos. Seus pais querem que você os dê herdeiros, não é? Então eu sugiro que você não me fique contra mim porque não será nada bom pra você. – Minha voz tinha um tom letal, como um animal antes de um ataque. Esses dois últimos meses meu temperamento está cada vez pior, a raiva pelo que os Cullens fizeram ainda rondavam dentro de mim e eu não era muito boa em mantê-la na baia, por isso a cada oportunidade ela aflora cada vez maior. Desta vez eu tenho certeza que ele percebeu o perigo porque quando eu o soltei bruscamente ele passou por mim correndo e rapidamente sumiu pelo corredor do trem.

Pisquei fazendo meus olhos e presas voltarem ao normal e me joguei no banco novamente e guardando meu I-pod que ainda estava jogado em cima dele.

– Isso foi muito legal. – Rony falou. – Eu sou definitivamente seu mais novo fã.

– É. Você colocou o furão pra correr. – Harry concordou. Sorri para ele e olhei para Hermione quando ela perguntou.

– Como você fez aquilo? É o seu poder?

– Eu herdei o temperamento do meu pai. – Dei de ombros.

– Não o temperamento. Eu estou falando das presas e dos olhos. Eu vi quando você se virou. – Ela disse.

– Ah, aquilo. É um dos meus poderes. – Dei de ombros novamente.

– Você tem mais de um poder? – Eles perguntaram juntos animados e curiosos.

– Tenho.

– Isso é normal? Ter mais de um poder? – Harry pergunto.

– Não. Na verdade meu poder original são garras e um escudo mental. Mas quando eu tinha 14 anos fui seqüestrada por um cientista, que estava com meu pai no seu laboratório desde quando eu tinha um ano. Ele fez várias experiências conosco e isso acabou nos dando mais poderes. Por algum motivo todo poder que ele inseria no meu DNA se aderia a mim, e com o meu pai desaparecia rapidamente. Talvez seja minha parte bruxa, eu não sei. Mas no final quando fugimos de volta para o instituto novos poderes começaram a aparecer. Em meu pai foi somente o esqueleto revestido de adamantium, e a regeneração rápida. Em mim apareceu todos os poderes que o Styker testou em minha corrente sanguínea. – Expliquei.

– Adamantium? O que é isso?- Harry e Rony perguntaram juntos.

– É o único metal supostamente indestrutível que existe. – Hermione respondeu por mim. – O que aconteceu com o tal cientista? E como assim seu pai tem o esqueleto revestido de adamantium?

– Nós matamos Stryker um tempo depois, para ele parar com suas experiências grotescas. E revestido de adamantium quer dizer que o esqueleto dele não é mais feito de ossos e sim desse metal. O meu também é do mesmo jeito. – Expliquei.

– O que? Como isso é possível? – Ela perguntou embasbacada.

– Eu realmente não sei.

– Porque você está nos contando isso tudo? Sobre os poderes, a cicatriz... – Harry perguntou desconfiado.

– Porque eventualmente vocês iriam saber disso, já que eu fui enviada para Hogwarts para ajudar vocês a derrotar Voldemort. – Rony e Hermione estremeceram ao ouvir o nome, mas Harry não deu sinal de hesitação.

– Porque você não veio antes? – Hermione perguntou. – Poderia ter nos ajudado bastante.

– Eu estava treinando e minha presença não era necessária até certo ponto. Não seria seguro colocar os dois escolhidos no mesmo lugar. Além do mais, até duas semanas atrás quase ninguém sabia da minha existência e quem sabia não tinha conhecimento de quem eu verdadeiramente era. Somente meu pai, o professor X, Voldemort e um bruxo de confiança sabiam da verdade. Para todos Harry era o único escolhido. – Eu expliquei.

– Quem é o bruxo que sabia sobre você? Dumbledore? – Rony perguntou.

– E se não é seguro colocar nós dois no mesmo lugar porque você está indo para Hogwarts, se vamos estar no mesmo lugar? Não é perigoso? – Harry perguntou.

– Não, Dumbledore também não sabia. Ele só descobriu duas semanas atrás quando o professor X ficou sabendo que os ataques pioraram e a guerra estava próxima por isso eu fui mandada pra Hogwarts. As circunstâncias agora são outras Harry o final disso está chegando e eu teria que aparecer uma hora. – Eles assentiram concordando e Hermione perguntou.

– Você é parente do Harry? Quer dizer você defendeu Tiago e Lilian do Malfoy, e vocês são bastante parecidos. Os olhos, os cabelos...

– Ah... Nós somos primos. Minha mãe era meia irmã de Tiago. E eu tenho os cabelos da minha mãe e os olhos do meu pai. – Respondi. Harry sorriu mais animado, ao descobrir que éramos parentes e Rony perguntou.

– O que houve com sua mãe? – Deixei meu rosto ficar frio e indiferente, não gostava de falar dela.

– Ela morreu na mesma noite em que Tiago e Lilian, foi assim que eu ganhei minha cicatriz. Estávamos todos na casa dos Potter aquela noite. – Hermione o fuzilou com o olhar por entrar em um assunto indelicado e Harry perguntou.

– E seu pai?

– Ele é um mutante, e vive comigo no Instituto. – Respondi mais relaxada.

– Você pode... Er... Nos mostrar algum dos seus poderes? – Rony perguntou ficando vermelho de vergonha quando nós olhamos para ele. Pensei um pouco e decidi por algo simples. Estávamos bem perto da escola então...

Estalei os dedos e nossas roupas mudaram para o uniforme da escola. O deles tinha o símbolo da Grifinória e o meu era um preto neutro, já que ainda não sabia em que casa ficaria.

– Legal. Eu queria poder fazer isso. – Rony praticamente pulava no lugar. Harry concordou com ele e Hermione perguntou.

– Em qual casa você acha que vai ficar?

–Grifinória ou Sonserina, provavelmente. – Respondi. Eles fizeram uma careta quando eu disse Sonserina.

– Porque você quer ir para a Sonserina? – Harry perguntou.

– Foi a casa da minha mãe, e além do mais os sonserinos não são tão ruim, é claro que tem alguns, como o Malfoy que não valem nada, mas se vocês dessem chance para os que merecem de verdade iriam se surpreender. – Eu respondi. Eles fizeram uma cara incrédula e Hermione perguntou.

– Qual o Sonserino que você conhece que não é um idiota?

– Logo, logo vocês descobrem, não acho que ele queira que alguém saiba sobre seu lado bonzinho. – Sorri lembrando de Severo. Eles bufaram, mas não disseram mais nada. Afinal o trem parou e os alunos começaram a desembarcar.

Fim do Capitulo.


Notas finais
Então o que acharam? Por favor respondam a Enquete ok?