Notas iniciais
Volteeeeeeeeeei.. Desculpem a demora, o gigante acordou *-*
Nat Linda ♥

Capítulo 30

Finn estava rindo pelo menos durante os últimos minutos. Ele chegou bem depois que eu e Santana conversamos, e a Sant depois que foi embora, não demorou muito a voltar pois segundo ela, estava apertada para ir no banheiro. Nesse meio tempo, Finn chegou e eu contei para ele o transtorno que Santana estava vivendo. Pedi discrição para ele, mas foi como se nem tivesse pedindo. Quando Sant saiu do banheiro, ele explodiu em gargalhadas e está até agora assim. Santana a princípio o ameaçou, depois bateu, mas Finn parecia que nem estava ligando, ele estava chorando de tanto rir. Eu tive que me controlar ao extremo para não rir junto com ele. Santana soltava seu vocabulário chulo e espanhol para Finn.

-Ai minha barriga – Finn reclamou, colocou as mãos na barriga dele e tentou parar de rir. Provavelmente ele estava sentindo dores, ele fez uma careta, fechando a boca e franzindo a testa. Se fingindo de sério, quase deu certo, ele voltou a rir, mas com menos intensidade.

-No me gusta! – Santana gritou e por fim, Finn respirou fundo e parou de rir.

-Você e o Sebastian? – Ele deu uma risadinha e fez uma careta de dor. Me aproximei da cama, onde os dois estavam e sentei ao lado de Finn. Ele estava deitado tentando se controlar, e Santana estava sentada do outro lado com a cara emburrada. Comecei a passar a mão na barriga dele por cima da camisa, talvez aliviasse. – Ele realmente não parece o tipo do cara que dá conta de uma mulher como você. – Santana abaixou a cabeça e corou.

-Tá na cara que você gostou Sant! – Eu disse e ela me fuzilou com o olhar.

-Fica quieta.

-Para de negar para si mesma – Eu disse – Eu sei que aí dentro – Apontei o dedo para ela – Você sabe que eu tenho razão. Não tem nada demais admitir. – Eu dei de ombros e Finn concordou com a cabeça.

-Eu não sei. Preciso pensar. – Ela disse sacudindo a cabeça – Tchau pra vocês – Ela disse se levantando e saindo novamente, só que dessa vez, menos transtornada.

-Rach – Finn me puxou delicadamente para me deitar ao lado dele. Encaixei a minha cabeça no pescoço dele e comecei a passar a mão suavemente na lateral da barriga dele.

-Oi – Eu respondi

-O fim de semana está chegando novamente – Suspirei pesadamente – E dessa vez, provavelmente você terá que ir para casa. Sue vai para o Brasil, seu pai tem que ficar em casa sem desconfiar de nada, vai que ela acha a sua mãe e dá de cara com ele? Ela não parece ser uma mulher tolerante. Se ela der um ataque com ele, pode ser prejudicial a você.

-Eu não quero ir.

-Eu sei – Ele começou a fazer um carinho nos meus cabelos – Eu quero que você leve a Santana. Fale que tem trabalho em dupla, e eu falo com Will pra ele confirmar qualquer coisa.

-Tudo bem. – Eu concordei – Você tem que ir – Soltei um suspiro triste – Ta tarde e se você demorar muito podemos ser denunciados de novo.

-Vem – Ele me cutucou e se levantou. Segurou a minha mão e me incentivou a acompanhá-lo.

Saímos do quarto e Finn foi me guiando até aquele quartinho secreto. Quando cheguei lá, Finn fez questão de que eu entrasse primeiro. Observei bem, e estava diferente, ainda tinha o puff e o telescópio, mas estava mais vivo. Tinha uma geladeira, uma mesa com cadeiras também. Ele me olhou e riu da minha expressão confusa.

-Eu montei esse cantinho pra gente – Ele disse me abraçando por trás – Eu comprei uns quadros grandes, eu sei que você gosta de desenhar, então quando sentir vontade, é só vir aqui. Claro que eu pensei que aqui podemos ter privacidade – Ele disse e começou a distribuir beijos na minha nuca – Ninguém sabe daqui, então podemos vir para cá todos os dias de noite, e depois voltar para os nossos quartos, de manhã cedo. O que acha? – Ele perguntou me virando para ele e me beijando delicadamente nos lábios.

-Eu acho ótimo – Eu disse passando a minha pelo couro cabeludo dele e o puxando para um beijo descente. O beijo cresceu e virou um beijo faminto. Finn foi dando pequenos passos direcionados ao puff, as mãos deles já trabalhavam em tirar a minha blusa. A boca dele desgrudou da minha e começou a sugar a minha pele na região do pescoço. Senti meu corpo esquentar e comecei a arranhar Finn em todos os lugares que eu conseguia alcançar.

-Que saudade de você – Finn disse e eu soltei uma risada rouca. Que foi interrompida assim que senti as mãos de Finn nos meus seios. Soltei um suspiro de prazer e Finn riu.

-Finn.. – Eu disse em meio as sensações que ele me causava – Você trouxe camisinha? – Eu perguntei apreensiva, com medo de perder essa chance de matar as saudades.

-Trouxe, tem duas na minha carteira – Ele disse rapidamente e se afastou para tirar a blusa dele.

-Você estava planejando isso não é? – Acusei o empurrando, fazendo ele cair sentado no puff. Ele me ofereceu um sorriso safado.

-A gente não pode perder essas chances!

-Não, a gente não pode. – Me abaixei um pouco tirando a minha calça, ficando apenas de calcinha. Finn deitou e ergueu os quadris tirando a calça dele também.

-Agora vem cá! – Ele me puxou e eu me encaixei no colo dele. Voltamos a nos beijar e Finn desceu as mãos dele para a barra da minha calcinha, ele me impulsionou para frente e me fez ficar em pé novamente, logo após ele se levantou também tirando a cueca dele, e depois a minha calcinha, voltamos a posição anterior só que mais ansiosos. Gemi baixinho quando Finn passou o dedo pela minha intimidade. Ele passeou o dedo por ali, e aquela agonia gostosa só crescia dentro de mim. Brincou com o meu ponto mais sensível, e mantinha o contato visual, o que tornava tudo mais sexy. Claro que era muito difícil ficar com os olhos abertos quando espasmos de prazer cresciam no meu corpo, mas aquele olhar.. Aquele olhar me prendia.

-Você é só minha Rach – Ele disse afastando a sua mão e pegando a camisinha. Observei ele pegar a carteira e desci minha mão até o membro ereto dele. Apertei delicadamente e acariciei de cima para baixo, lentamente, passando meu dedão pela grande dele. O vi fechar os olhos por um segundo e se apressar para pegar a camisinha.

-Só sua – Sussurrei no ouvido dele e gemi em seguida apenas para provocá-lo. Ele abriu o pacote e eu afastei a minha mão, voltando a passear pelo corpo dele.

-Então fala pra mim – Ele pediu mordendo o meu ombro e colocando o preservativo.

-Me faz sua Finny – Eu disse manhosamente e escutei Finn grunhir.

No instante seguinte, senti Finn se escorregar para dentro de mim. E minha visão ficou preta, tomada pelo prazer.