I'm Hopeless, Help Me?
22 Hi papi !
Notas iniciais
Capítulo 22
Acordei sentindo a pele de Finn próxima a minha, a mão dele acariciava sutilmente a minha cintura.
-Hmmm – Murmurei sonolenta – Bom dia. – Eu disse sorrindo
-Bom dia linda – Ele sorriu e me deu um selinho.
-Que horas são? – Eu perguntou esfregando os meus olhos, eu ainda estava com sono, mas não queria dormir mais.
-São exatamente 06:17 da manhã – Finn disse se aproximando mais. Seu rosto esta rente ao meu, eu podia sentir sua respiração na minha face.
-Credo, ta muito cedo – Eu disse me afastando e me sentando.
-Hey! – Ele protestou – Aonde você vai?
-Vou escovar os dentes. Me acompanha?
-Pode ir, eu já fiz isso.
-Caiu da cama foi? – Eu perguntei andando até o banheiro.
-Vai entender.. – Escutei ele falar enquanto eu já começava a escovar os dentes.
-Vai entender o que? – Perguntei voltando ao quarto enxugando a boca.
-Essa nossa falta de sono — Ele deu uma leve risada e me chamou com o indicador. Voltei para a cama já imaginando o que ele pretendia.
Mal sentei na cama e Finn já me atacou com seus braços musculosos. Fiquei presa entre eles, e Finn começou a chupar fortemente a área livre do meu pescoço. Soltei uma risada sapeca o incentivando a continuar. A mão dele desceu até a barra da minha camisola a levantando até o umbigo. Depois a mão dele passeou pelos lacinhos da minha calcinha, tremores passaram pelo meu corpo. Minhas mãos trabalharam em acariciar o abdômen livre dele, e arranhei a lateral do corpo dele sabendo que ele ia tremer e arrepiar, Finn era sensível ali, e eu ia me aproveitar disso. Desvencilhei meu corpo dele e viramos na cama invertendo as posições. Finn aproveitou para tirar a camisola por completo, revelando meus seios e me deixando apenas de calcinha e meias. A mão dele fez menção de subir da cintura para o meu seio, mas eu não deixei. Me abaixei, colando nossos corpos e o beijei fortemente, comecei a arranhá-lo repetidas vezes na lateral do corpo dele, escutei um gemido abafado dele dentro o beijo e senti logo em seguida a ereção dele que já era bem perceptível. Finn começou a morder delicadamente os meus lábios e as mãos dele desceram até a minha bunda, acariciando por baixo da calcinha. Por instinto, abri minhas pernas, colocando os joelhos ao lado da cintura dele e rebolei pressionando minha intimidade contra a dele. Gemi baixinho. Ele começou e puxar a minha calcinha para baixo e eu sentei no colo dele facilitando a retirada, não perdi tempo em puxar o calção dele junto com a cueca. Finn se ergueu um pouco na cama e tirar o resto das roupas dele foi fácil. Quando ia voltar a posição que eu estava antes, Finn se sentou na cama atacando meus seios com a boca, só que não por muito tempo, pois eu logo o empurrei com as duas mãos o fazendo deitar novamente. Me inclinei um pouco para o lado para abrir a gaveta e pegar a camisinha. Olhei diretamente para o membro de Finn e por um momento fiquei curiosa. Eu nunca tinha o tocado diretamente, sempre tinha um impedimento, resolvi tirar a curiosidade e o toquei delicadamente, apenas o envolvi com a mão e observei Finn revirar os olhos mais acima. Soltei um sorrisinho ao perceber o estado dele, ele era quente, disso eu já sabia, mas tocá-lo diretamente e sem camisinha, a sensação era mais quente.. Apertei um pouco mais e comecei a fazer movimentos lentos de cima para baixo. Finn levantou o pescoço e cerrou os olhos, eu mordi o lábio pois subitamente senti uma necessidade de senti-lo dentro de mim. Parei os movimentos e percebi que Finn soltou a respiração, ri um pouquinho e abri o pacote da camisinha. Outra coisa que eu não sabia fazer, colocar a camisinha nele.
-Finn.. ? – Eu disse com a expressão confusa, ele deve ter sacado e pegou a camisinha da minha mão fazendo o trabalho ele mesmo. Observei bem, mas não consegui processar muito bem, talvez outro dia eu aprenda.
Voltei a me abaixar para beijá-lo e fui me posicionando no colo dele. Voltei a ficar sentada e Finn guiou o membro dele até a minha entrada. Me abaixei gemendo baixinho pela sensação de estar sendo preenchida. Era a primeira vez que eu ficava por cima, Finn depositou as mãos dele no meu quadril apertando e me puxando para cima, como se estivesse me ensinando. Comecei com movimentos lentos, do jeito que Finn gostava, apenas apreciando o momento. Deixando aquela tortura gostosa tomar conta dos nossos corpos. Ficamos assim até eu não ter mais controle do meu corpo, e a busca pelo prazer fosse mais importante. Finn nos rolou na cama ficando por cima e começou movimentos rápidos e fortes contra mim. Eu gemia o nome dele baixo e puxava os cabelos dele desesperadamente. Senti que estava cada vez mais próxima, e gemi pedindo que ele fosse mais rápido.
-Rach.. Eu.. – Finn disse com dificuldade e percebi que ele também não duraria muito. Abri mais as pernas e o senti ir mais fundo, e finalmente aconteceu. Meus olhos reviraram de prazer, o grito de prazer que não saia e ficou sufocado na minha garganta. Era como se meu corpo se rejeitasse a fazer qualquer tipo de esforço, apenas para aproveitar sensação. Senti que Finn ainda continuava com seus movimentos um tanto brutos, e senti o prazer se prolongar, não era tão gostoso quanto um orgasmo, mas era bom. Finn disse meu nome com dificuldade e apertou mais o meu quadril, percebi que ele também tinha chegado lá. Ele desabou de lado cama e eu o abracei respirando pesadamente. Eu não podia dizer com certeza, mas essa podia ter sido a melhor transa da minha vida, talvez seja a ilusão de ter ficado no controle. Nunca poderei dizer ao certo, só sei que foi ótimo.
-Rach, eu vou.. Preciso sair – Finn disse depois de uns minutos se desvencilhando de mim. Afrouxei o meu abraço e o senti mais distante. Meus olhos ainda estavam fechados, de repente me senti sonolenta de novo. – Não pode dormir! – Finn disse voltando e dando um beijo na minha bochecha – Já está quase na hora do café da manhã. – Ele me sacudiu um pouco – Vamos tomar um banho juntos – Finn me segurou entre seus braços e me carregou até o banheiro. – Vamos tomar um banho frio – Ele disse e eu me debati no colo dele
-Não! Você não faria... – Mal terminei de falar e ele abriu o chuveiro jogando aquela água hiper gelada sobre nós. Respirei fundo e tremi, meu corpo ainda estava quente, isso era crueldade. – FINN! – Exclamei dando uns tapas nele. Ele segurou meus pulsos e me deu um beijo rápido.
Não fizemos nada demais no banho, eu fiquei meio emburrada e Finn não levou camisinha. Então apenas tomamos banho e trocamos alguns carinhos. Na verdade ele que roubava alguns beijos de mim, eu tinha que me fazer de difícil.
. . .
TOC TOC TOC !
Alguém bateu na porta e eu fui abrir imaginando que era Santana.
-Rachel Berry? – Uma voz feminina não conhecida me chamou. Gelei na hora, ninguém podia saber que Finn estava dormindo comigo. Eu poderia levar suspensão por isso, e a última coisa que eu quero neste momento é ter que ir para casa.
-S-Sim! – Gaguejei um pouco ao responder e me afastei da porta olhando para trás e encarando Finn.
-Vou me esconder debaixo da cama – Ele sussurrou e se enfiou lá em baixo, tadinho.
-Rachel Berry! – A voz me chamou de novo.
-Já vai! – Eu respondi verificando o quarto para ver se não tinha roupa de Finn ou camisinhas a vista. Com tudo checado, eu abri a porta. – Sim – Eu disse sorrindo.
Reconheci a secretária do Will de cara, ela era até bastante simpática, mas não era uma mulher de muitas palavras. Ela sempre tinha o olhar solidário para quem acabava na sala do diretor por encrenca.
-Você tem visita – Sorri radiante, poderia ser a Sue querendo me falar de pistas sobre o paradeiro da minha mãe.
-Claro, claro. Já estou indo – Abri mais a porta e ela se escorou no batente, procurei minha mochila e meu celular para poder acompanhá-la. Quando saí, fingi trancar a porta para que Finn pudesse sair depois. Nós duas andamos silenciosamente até a ante-sala de Will. Fiquei observando alguns cartazes no caminho.
-Vamos Senhorita Berry, seu pai está te esperando. E ele não parece ser um homem muito paciente.
Estanquei no lugar quando processei a informação de que era o meu pai a minha espera. Eu não podia vê-lo, minha expressão foi da calma ao desespero em um segundo. Ela olhou para trás e me olhou confusa, talvez com raiva. Ela voltou, puxou meu braço e me fez entrar na salinha.
-Olá Rachel – Hiram disse frio e sereno. Eu tentei balbuciar alguma coisa, mas se eu o chamasse de Hiram, ele não gostaria pois daria bandeira de que nós não nos damos bem, e meu organismo se recusava a chamar ele de pai.
-Oi – Eu disse finalmente. Will entrou na sala e me olhou piedosamente, depois um menino que estava de terno também entrou e deu um sorriso debochado ao olhar para mim.
Eu não estava entendendo nada, mas eu sabia que eu não ia gostar.
Notas finais
Beeeijo pra vocês *-*
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