I'm Hopeless, Help Me?
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Dedico o cap especialmente para a Nat que recomendou a fic (eu sei que não apareceu nada, mas valeu a intenção e eu fiquei muito feliz).
Pra você Nat ♥
Capítulo 18
Santana cumpriu a sua promessa e tivemos o resto do café da manhã pacificamente. Estávamos novamente nos corredores do WMHS apenas vagando, não tínhamos nada para fazer e provavelmente íamos acabar no salão de jogos novamente.
–Ih.. Will ta me chamando – Finn disse ao olhar o celular dele e fez menção de dar meia volta. Segurei no braço de Finn e me abracei a ele.
–Não faz isso! – Eu disse desesperada – Não me deixe aqui sozinha com ela
–Hey! Eu consigo te escutar Hobbit! – Santana disse ofendida. Finn gargalhou e retirou meus braços dele.
–Sinto muito linda, eu tenho que ir. E antes você a passar por isso do que eu – Ele disse gargalhando ainda mais alto. Mostrei o dedo do meio para ele mandando ele para a PQP. Ele ergueu uma sobrancelha, mas riu mais ainda e me roubou um beijo.
–Você deveria ser mais romântica comigo Berry! – Ele disse irônico, depois me deu um selinho e saiu andando. Girei os calcanhares e encarei Santana que estava com aquele sorrisinho. Eu conhecia Santana como a palma da minha mão, e eu sabia que aquele sorrisinho era quando ela estava pensando besteira.
–Acho que se você continuar imaginando, vai perder a graça se eu contar – Eu disse continuando a andar para o meu quarto.
–É estranho imaginar você e o Finn, mas é mais fácil, por que eu já vi os dois pelados – Ela colocou a mão no queixo como se estivesse pensativa.
–Santana! – Eu exclamei revoltada. Não demoramos muito para chegar no meu quarto, eu logo me sentei na poltrona e Santana se jogou na cama.
–Eu preciso falar? – Santana perguntou maliciosamente – Quero saber de tudo.
–Aff.. – Revirei os olhos
–Eu te contei da minha primeira vez – Santana acusou
–Claro que contou, mas é diferente.. Eu não sei o que falar. – Confessei envergonhada.
–Vamos por partes então, foi bom? – Santana perguntou e se sentou na cama. Depois deu uns tapinhas no colchão me chamando. Me levantei sentando ao lado dela, mas ela logo me puxou e me fez deitar nas pernas dela. – Ein?
–Foi.. – Eu disse e me sentia corando e ela me olhou com a cara de insatisfeita – Foi muito bom, eu não tenho com o que comparar, nunca tinha sentido nada parecido, nem em um dos meus amassos mais quentes com o Brad. – Santana sorriu satisfeita.
–O que vocês fizeram depois?
–Hã.. A gente transou de novo. No banheiro. – Eu disse tapando meu rosto com as minhas mãos. Santana começou a rir e forçou as minhas mãos até elas cederem.
–Sério? – Ela perguntou sorrindo – EEEEEE Hobbit! Mas e depois?
–Ficamos conversando, mexendo no notebook dele, coisas normais.
–Hm, isso não é interessante. – Ela disse com descaso. – Voltando ao assunto, doeu? – Ela perguntou com uma careta.
–Doeu um pouco sim, no começo foi estranho, sei lá.. – Nem eu sabia descrever o que senti exatamente na primeira penetração.
–A minha primeira vez nem doeu.
–Você é sortuda, quando eu fiz 16 anos e minha mãe teve ‘A conversa’ comigo, ela disse que a primeira vez dela doeu horrores, ela chegou a chorar. Com o Finn, eu já estava esperando pela dor, mas no final das contas nem doeu tanto, foi suportável.
–Eu li em alguma revista que a dor varia de mulher para mulher, e o homem tem que ser cuidadoso.
–É, mas pelo menos ninguém tem que passar por isso mais de uma vez.
–Depois é só alegria não é Hobbit? – Santana perguntou com um sorriso malicioso.
–ARGH Santana! Cale a boca. – Eu disse dando um tapinha nela.
. . .
Depois da conversa constrangedora com Santana, tá, nem foi tão ruim assim, ela foi embora. Eu fiquei deitada na minha cama pensando na vida, no Finn, na minha mãe..
Eu tinha que tomar uma providencia, peguei meu celular e mandei uma mensagem para um detetive marcando um encontro na cafeteria amanhã de manhã. Eu realmente espero que isso dê certo. Peguei meu notebook e fiz alguns exercícios que eu teria que fazer pela semana, depois de mais de uma hora sem dar notícia, Finn mandou uma mensagem perguntando onde eu estava. Mandei a resposta para ele dizendo que estava no meu quarto. Não demorou muito para ele bater na porta, fechei o notebook, coloquei na mesinha e levantei andando até a porta. Recebi Finn com um beijo caloroso, fui puxando ele para dentro ainda o beijando, fechei a porta com os pés e Finn enlaçou a minha cintura aproximando nossos corpos. Como a resposta de Finn ao meu pequeno ataque fora positiva, tomei impulso e joguei as minhas pernas para cima enlaçando a cintura dele. As mãos de Finn rapidamente se movimentaram para me apoiar.
–Uau! – Finn exclamou quando paramos de nos beijar – Você é sempre tão receptiva assim ? – Finn perguntou brincalhão e começou a distribuir beijos molhados no meu pescoço.
–Eu tava com saudade – Eu disse com dificuldade – E também estava pensando em estrear a minha cama – Eu disse maliciosamente, descendo do colo dele e começando a levantar a blusa dele. Finn riu roucamente levantando os braços para me ajudar.
–Ótima ideia – Ele disse ao subir as mãos pela lateral das minhas coxas e me puxar pela barra da calcinha, voltamos a nos beijar apressadamente e eu arranhei a lateral do abdômen dele, senti Finn tremer de excitação, sorri maliciosamente ao arranhá-lo no mesmo lugar e perceber a mesma reação, só que mais intensa. Desci as mãos e comecei a desabotoar a bermuda dele ao mesmo tempo em que eu tentava abaixá-la. O desespero e a pressa eram evidentes, Finn retirou meu vestido rapidamente enquanto se sacudia para a bermuda cair. Quando ambos estávamos quase desprovidos de roupa, Finn me ergueu do chão e me jogou na cama. Deitou por cima de mim e começou a me deixar louca com aquela boca e aqueles beijos. Soltei um gemido quando Finn beijou meu seio, arqueei as costas de prazer quando o senti sugar brutalmente. Finn dava apertos por todo o meu corpo, em resposta eu passei as minhas pernas em volta dele o puxando para mais perto, e criando um roçar de nossas intimidades. Finn voltou a me beijar na boca se movimentando simulando os movimentos do sexo e pressionando mais nossas intimidades uma contra a outra. Gememos juntos. Quando desci minhas mãos para tirar a cueca dele, Finn se afastou rapidamente e respirando pesadamente. Me assustei de imediato.
–O que foi? – Eu perguntei ofegante – Eu fiz alguma coisa? – Eu perguntei totalmente insegura.
–Não – Ele disse rapidamente.
–Então volta pra cá – Eu disse me sentando e o puxando pelos ombros para voltar a deitar em cima de mim.
–Não Rach, eu.. Eu não tenho camisinha – Finn disse bufando frustrado. Arregalei os olhos e abri a boca em surpresa. Por essa eu não esperava. Me joguei na cama frustrada, eu me sentia excitada, muito excitada, até pensei em fazer sem camisinha, mas não quero correr riscos agora.
–Ah me lembrei – Eu disse me sentando e sorrindo.
–O que Rach?
–Eu assisti aulas de educação sexual no final do ano passado – Me levantei da cama indo até o meu guarda roupa.
–Sério? – Finn perguntou confuso. Comecei a vasculhar as minhas bolsas.
–Ahaam, ela ta aqui que eu sei, eu não joguei fora – Eu dizia para mim mesma enquanto procurava nos bolsos da minha bolsa. De repente eu sinto o pacote em um dos bolsos. Gemi de alívio quando retirei e vi que era o pacote de camisinha que eles distribuíram para os alunos. Balancei no ar mostrando para Finn e voltei para a cama correndo, Finn abriu um sorriso enorme, mas logo depois nós nos beijamos calorosamente, o que nos atiçou novamente.
–Agora Finn – Eu pedi necessitada. Finn não perdeu tempo de tirar a minha calcinha e a cueca dele, pegou o pacote que estava perto e tratou de colocar a camisinha rapidamente. E logo em seguida me penetrou vagarosamente.
–Oh – Nós dois gememos juntos com o contato. Não sei como Finn conseguiu, mas ele manteve o ritmo devagar por um bom tempo. Me deixando louca e ao mesmo tempo satisfeita, ele queria prolongar a sensação, e isso era muito bom. Ele continuou naquele ritmo lento e começou a se empenhar a me marcar no pescoço, virei um pouco o rosto dando mais acesso para ele e fechando os olhos fortemente apreciando as sensações. Quando eu comecei a sentir uma pontada de dor por causa do chupão, Finn acelerou o ritmo fazendo meu corpo tremer de tesão. Agora eu mordia ombro dele e puxava o cabelo dele quando o orgasmo sacudiu o meu corpo de prazer. Finn gemeu enquanto continuava os movimentos, e logo depois ele chegou ao ápice.
Depois ele saiu de dentro de mim, desabando ao meu lado na cama. Eu sorri abertamente de olhos fechados, aquela sensação de relaxamento era boa. Depois me espreguicei e deitei de lado encarando Finn que ainda estava de olhos fechados. Passei a minha mão na testa dele arrumando um pouco o cabelo, depois eu me sentei em cima do peitoral dele, o beijei lentamente. Depois puxei um pouquinho o cabelo dele.
–Vamos fazer de novo – Eu disse descendo as minhas mãos pelo corpo dele.
Notas finais
Comentem ou serei cruel KKKKKKK
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