I'm Hopeless, Help Me?
26 Capítulo 26
Notas iniciais
Parece que tem um século que eu não posto aqui e eu digo para vocês que estou me sentindo mal.
Só que sempre tem aquele professor abençoado para passar aquele trabalho monstro pra ferrar com a gente.
Bom ta aí o cap. Beijo
Capítulo 26
Depois do ataque de Sebastian, nós fomos para a sala de aula. Era aula de inglês, Santana, no momento em que entramos na sala fora puxada por um grupinho de três meninas. Provavelmente para fofocar, segurei na mão de Finn e sentei na última carteira com ele, apareceu um homem na sala e começou a escrever no quadro. Ele era o professor substituto de Inglês, a sala já estava um tumulto, pois praticamente todos se colocaram em volta de Santana e começaram a escutar as histórias loucas dela.
-Silêncio Classe! – A sala toda parou por um minuto, e logo após voltou ao tumulto. Eu estava quieta no meu canto, lá na última carteira, com a cabeça encostada no ombro de Finn, e apenas observando. O professor tentou se apresentar a fazer a sala ficar quieta novamente, mas não deu muito certo. Ele apenas distribuiu os testes que valiam cinco pontos, mas só tinha importância pra quem estava precisando de nota, pois era nota extra. Finn tinha as notas impecáveis, assim como Santana. Eu tinha notas boas, eu não estava focando muito nos estudos esse ano ainda.
Finn passou seu braço pela minha cintura e levantou a blusa passando levemente os dedos na lateral da minha barriga. Naquele mesmo lugar que ele era sensível. Involuntariamente senti o meu corpo arrepiar. Abaixei a cabeça corando, Finn riu da minha reação. A mão dele desceu e apertou fortemente a minha nádega direita. Eu praticamente pulei da cadeira. Dei um tapa na perna dele.
-Para Finn! – Eu sussurrei corando mais uma vez. E se alguém visse? Dificilmente, a sala estava uma bagunça, mas não tinha praticamente ninguém perto da gente.
-Não tem ninguém olhando, fica quietinha Rach – Ele sussurrou. Senti um aperto em minha coxa. E o dedão dele apertou propositalmente perto da minha virilha. Dessa vez eu não pulei porque ele me segurou. Mordi o lábio, eu estava ficando excitada, que merda! Finn novamente riu, e eu olhei de cara feia pra ele.
-Cara feia pra mim é fome Rach – Ele abaixou o rosto e sussurrou no meu ouvido – Eu estou com muita fome. E você? – Ele disse sugestivo. Fechei meus olhos e respirei fundo. Minha mão que até esse momento estava segurando o braço de Finn, o impedindo de me fazer passar vergonha. Foi rapidamente para o membro dele. Apertei com força e foi a vez dele de pular da cadeira.
-Hmm.. Acho que não sou a única excitada aqui – Eu disse baixinho e olhando para a mesa. Como se estivesse lendo o teste.
-Rach.. – Finn disse daquele jeitinho que ele geme quando está prestes a gozar. Aquilo foi música para os meus ouvidos.
-Isso tudo só para mim Finn ? – Perguntei sorrindo para ele, apalpando o membro dele que já tinha um volume considerável. Quando a minha mão foi para o botão do calção dele, a mão dele me parou.
-Chega. Isso não vai dar certo e você sabe disso – Ele disse respirando fundo. Eu fiz biquinho.
-Só você que pode se divertir é ? – Disse manhosa abrindo o botão
-Rach, sério! Mais tarde a gente.. brinca – Ele deu um sorriso malicioso e eu o acompanhei. Voltei as minhas mãos para cima da mesa e Finn fez o mesmo. Ele começou a ler o teste e fazê-lo, o deixei quieto. Eu sabia que neste momento ele precisava de uma coisa aleatória à mim para que ele pudesse sair da sala sem sofrer nenhum tipo de constrangimento.
Por mais que a ideia fosse sair da aula e correr para o quarto e terminar o que nós começamos na sala de aula repetidas vezes na minha cama, isso não foi exatamente o que aconteceu. Eu estava até assustada comigo mesmo, eu estava viciada em sexo, Santana tinha razão, eu sabia, só que nunca admitiria isso para ela. Fomos jantar primeiro, e admito que eu fiquei um pouco inquieta, depois tivemos que escutar Santana falar sobre as fofocas que ela fez durante a aula. E enfim, nós fomos para o meu quarto. Nós mal entramos e Finn já estava atacando meu pescoço por trás.
-Você foi muito malvada comigo hoje Rach – Ele disse no meu ouvido e mordendo meu pescoço. Finn me virou de frente para ele e começou a desabotoar a minha calça, ele abaixou um pouco a minha calça, fazendo a minha calcinha aparecer, e retirou a minha blusa. Nos beijamos em seguida, e eu terminei de tirar a calça sozinha. Finn já estava tirando o calção dele e eu levei minhas mãos até a blusa dele, a levantando. Isso tudo enquanto nós nos beijávamos ferozmente. Com as nossas roupas finalmente no chão, Finn me empurrou contra a parede e me ergueu, roçando nossas intimidades. Finn guiou o seu membro até a minha entrada e eu literalmente vi estrelas, foi entrando vagarosamente e eu liberei um longo gemido.
-Finn! – Eu dei um gritinho e recuei com o quadril o fazendo sair de dentro de mim – A camisinha.. – Eu o lembrei ofegante. Finn me colocou no chão rapidamente e deu um soco na parede, depois ele pegou a calça dele, procurando o preservativo no bolso de trás. – Agora Finn! – Eu praticamente implorei.
-Você que manda – Ele disse colocando a camisinha, depois me ergueu do chão e em um movimento só ele estava dentro de mim. Doeu um pouco, mas eu nem me importei. Dessa vez foi diferente, Finn sempre procurava se movimentar lentamente no começo, como se fosse uma tortura, mas dessa vez ele já começou com movimentos rápidos e intensos. Não pude conter os vários gemidos que insistiam em sair de minha boca. Finn me beijou e acelerou os movimentos, senti que eu estava perto, fechei meus olhos fortemente e cravei minhas unhas no ombro dele. Escutei Finn grunhir e enterrar o rosto na curva do meu pescoço. Joguei minha cabeça para cima e soltei um gemido sufocado quando cheguei ao orgasmo. Finn gemeu alto e depois de um minuto ele também chegou lá.
Finn continuou me pressionando contra a parede, depois de um tempo ele me carregou até a cama, que não estava muito longe. Finn me colocou lá e depois jogou a camisinha fora, não demorou muito pra eu sentir ele se deitando ao meu lado. Meu corpo e minha mente ainda estavam naquele torpor pós-orgasmo. Dessa vez tudo foi tão rápido e tão intenso. Percebi que Finn fechou os olhos, olhei para o relógio e vi que ainda eram nove e pouco. Não me importei, fechei os olhos e me deixei levar pelo cansaço.
Acordei com meu celular vibrando, olhei para o relógio e vi que faltavam cinco minutos para as dez ainda. Eu não tinha dormido mais do que meia hora. Peguei meu celular e o atendi.
-Alô – Eu disse
-Srta. Berry?
-Sim, boa noite Srta. Sylvester.
-Boa noite – Ela disse. Eu cutuquei Finn e coloquei a chamada no viva-voz. – Eu tenho novas informações e boas notícias.
-Estou escutando
-Andei investigando, e seu pai Hiram viajou para o Brasil, em um avião internacional, e ele e sua mulher fizeram check-in nesse vôo, ou seja, sua mãe. Seu pai não cobriu os rastros dele, acho que ele confiou muito no fato de que você não ia denunciá-lo. Eu descobri que o destino dele era São Paulo. Ele se hospedou em um hotel no centro, mas ao que tudo indica ele estava sozinho. Tudo o que eu sei é que sua mãe está em São Paulo, o estado mais populoso daquele país.
-E agora?
-Agora tudo se complica, eu não posso investigar muito a fundo arquivos de outro país sem ter uma autorização. Talvez eu tenha que viajar para lá, seria um problema para você?
-Claro que não, eu pago o que for para descobrir aonde minha mãe está.
-Eu imaginei que a senhorita fosse dizer isso, eu não faço isso por todos os clientes, mas eu percebi que é muito importante pra você encontrar sua mãe. Devo comprar minha passagem para o fim de semana. Eu entro em contato.
-Ok, boa noite Sue
-Boa noite Rachel.
-Minha mãe está em São Paulo! – Eu disse sorrindo – Está dando certo Finn – Eu o abracei feliz.
-Eu te disse que tudo ia ficar bem – Ele deu um beijo em meus cabelos – Agora é só esperar uma resposta da Sue, e entregar o seu pai para a polícia. Tudo vai dar certo Rach – Finn disse sorrindo e em seguida me beijou.
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