Im Gonna Make This Place Our Home
11 Where my love life’s waiting – Quinn Fabray
Notas iniciais
ACHO QUE VOU SER FELIZ PELO RESTO DA VIDA HUAUHAHUAUHA sqn
Enfim, tá ai mais um capítulo que eu ameeeei escrever.
Where my love life’s waiting
Silently for me
Santana praticamente babava na poltrona ao meu lado, enquanto eu assitia a um filme em coreano. Que merda de companhia aérea passa filmes em coreano nos Estados Unidos? Ainda mais num vôo que está vindo da Europa?
_ Lopez, acorda. – resmunguei e ela abriu os olhos com dificuldade.
_ Já chegamos? – perguntou ela sonolenta, e eu ri.
_ Não bobinha, é que você está babando em mim. – retruquei e ela bufou.
_ Vou babar na sua periquita e ver se você reclama. – uma senhora na fila ao lado olhou abismada – Que foi? Não posso nem falar com minha mulher? – perguntou erguendo nossos dedos com aliança dourada, e me fazendo rir, enquanto a mulher se virava para frente.
_ Você não presta Sant. – eu disse enquanto ela ria, e logo veio o aviso para afivelarmos os cintos. Enquanto o avião descia, senti Santana ficando mais ansiosa ao meu lado. Afinal estávamos chegando em casa após quase dois meses fora.
“Atenção passageiros do vôo 365, de Milão a Nova York, acabamos de pousar. A LLL agradece a preferência e deseja a todos boas festas.”
Assim que o comandante acabou de falar, Santana já tirou seu cinto, apanhando nossas malas no bagageiro. Nem bem tinha soltado o meu, ela já me puxava pela mão para a saída, me fazendo rir.
_ Sant, calma senão cairemos das escadas. – disse segurando-a pela mão – Devagar ok?
Ela concordou e descemos as escadas calmamente, caminhando para dentro do aeroporto. Assim que passamos a porta, Santana já esticou o pescoço e sorriu ao ver uma loirinha correndo em nossa direção.
_ Mamãe. – a pequena se jogou nos braços de Santana, que a apertou bem forte, quase chorando – Senti sua falta.
_ También mi hija. – respondeu a latina, erguendo a menina do chão – E sua mãe?
_ Tá ali atrás com o tio Puck. – retrucou a pequena – Oi tia Quinn.
_ Oi meu anjo. – cumprimentei, enquanto punha as malas minhas e de Santana em um carrinho – Quer vir no carrinho?
Como toda criança, é claro que ela quis. Santana a sentou sobre as malas, mantendo-se ao lado para que nada acontecesse. Pouco além do amontoado de pessoas, pudemos distinguir nossa carona.
_ Mãe. – dessa vez era a mim que a loirinha de dez anos se dirigia. Beth me abraçou, enquanto eu beijava o topo de sua cabeça – Adivinha, eu vou passar a semana com vocês. A mamãe deixou.
_ Que ótimo querida. – comemorei, enquanto via Santana beijando Britt e pegando o menininho em seu colo. Procurei com os olhos e vi que Puck estava encostado em uma pilastra, com Daniel em seu colo.
_ Achei que esses dois meses não fossem acabar. – reclamou meu marido com um bico fofo, enquanto eu apanhava Daniel que riu – Sentimos sua falta.
_ Também senti a de vocês. – afirmei, dando-lhe um selinho.
_ Hei Q. – chamou Sant e eu me virei, dando com a senhora do avião nos encarando abismada. Santana arqueou a sobrancelha e a mulher saiu correndo, deixando nós duas as gargalhadas.
_ O que vocês aprontaram? – perguntou Britt e nós duas rimos.
_ Mais tarde. – disse Sant.
_ Agora eu quero muito ir para casa. – pedi e Puck sorriu, enquanto apanhava minhas malas no carrinho – Mais tarde nos falamos.
Santana e Brittany pegaram as crianças e foram para uma das saídas e nós fomos para outra, onde estava nosso carro. No caminho, Daniel se aninhou em mim com sono e Beth ia tagarelando sobre tudo que havia me dito ao longo desses dois meses em que estive na Europa, rodando mais um filme.
Chegando ao prédio onde morávamos, Daniel acordou e nós subimos, com os dois fazendo o maior aue.
_ Meu Deus, passou um furacão aqui? – perguntei espantada e os três sorriram amarelo.
_ Te amo mamãe. – disse Daniel, com sua melhor carinha de ‘criança-de-três-anos-fofinha”, e eu suspirei.
_ Então todos mãos a obras, porque senão sem presentes. – disse e as duas crianças saíram correndo recolher seus brinquedos – O mesmo para você mocinho.
_ Não ligo para presentes. – riu meu marido.
_ Mas liga para sexo... – dito e feito, ele já estava arrumando tudo.
Duas horas mais tarde, estávamos os quatro na sala, desfazendo minhas malas e abrindo os presentes. Beth estava maravilhada com as roupas que eu havia trazido, enquanto Daniel se entretinha com os brinquedos.
_ E o meu? – perguntou Puck e eu apenas pisquei – Deixa quieeeeto.
_ Ah, e eu trouxe mais um coisa. – lembrei, indo até uma das malas – Eu mandei fazer alguns enfeites de Natal para colocarmos na arvore e... Cadê a arvore?
_ Não montamos. – admitiu Noah e eu o encarei.
_ Mas o Natal é em três dias. – lembrei e ele sorriu.
_ Mas a família não estava aqui para montar. – lembrou ele e eu quase chorei – Mas agora você está aqui, Beth está aqui, Daniel está aqui e eu estou aqui. Então... Vamos montar a arvore?
Horas mais tarde, com nosso apartamento recém-decorado e as crianças já dormindo, meu marido veio pedir seu presente.
_ Acho que é um pouco diferente do que você imagina. – admiti e ele sorriu travesso – Lembra daquele final de semana que você foi me ver?
_ Claro que sim... Transamos no seu camarim. – lembrou ele com um sorriso sacana, e eu assenti.
_ Então... Eu não estava tomando as pílulas. E você se esqueceu de usar camisinha. – recordei e ele arregalou os olhos – Deveríamos ser estudados pela ciência, tamanha nossa fertilidade.
_ Você ta falando sério Q? – perguntou se aproximando de mim e tocando minha barriga – Mais um?
_ Ou dois, quem vai saber. – brinquei e ele riu – Sei que não estava nos planos, com a sua turnê e tal...
_ As favas com os planos, eu vou ter mais um filho com o amor da minha vida. Isso sim é um plano... Nossa família. – disse ele, segurando meu rosto e me beijando.
_ Te garanto que o amor da sua vida estará aqui te esperando enquanto você estiver na turnê... – garanti com os olhos marejados – Digo, os amores da sua vida.
_ Obrigada Quinn... – disse ele, me puxando para si – Por tudo que nós temos.
_ Não fiz nada sozinha. – garanti e ele riu, me pegando no colo e me fazendo gargalhar.
_ Então que tal relembrar os bons momentos do processo? – pediu ele e eu fiz bico.
_ Antes que eu fique gorda e feia? – perguntei e ele revirou os olhos.
_ Já falei que você nunca fica gorda, nem feia. – garantiu ele, enquanto nos aproximávamos de nossa cama – Você fica gostosa e peituda.
_ Noah, cala a boca e faz seu trabalho vai. – pedi e ele riu, enquanto me beijava.
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Enquanto eu encarava Puck, me lembrava do meu professor. Eles dois são tão parecidos, no jeito, no físico. E enquanto não era a hora de estar ao lado do meu badboy, vamos nas imitações né?
Quem sabe quando a hora chegar, nossa coisinha perfeita possa finalmente estar junto de nós.
Notas finais
Comentem sempre ;P
Beeeijos ;@
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