I'm Back
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Cap. 3
–Anda logo mini projeto de homem! Tire essa cueca e venha aqui. Isso é uma ordem. — Disse Winry em um tom autoritário. Ed sorriu maliciosamente e, obedecendo à ordem da loira, retirou sua cueca. Ele abriu delicadamente as pernas dela, que olhou para o lado envergonhada. Edward segurou seu queixo, a fez olhar para ele e sorriu para tranquilizá-la. Iria começar a falar mas ela o interrompeu:
– Se você perguntar de novo se eu tenho certeza de que quero mesmo fazer isso com você, eu juro que acerto uma chave inglesa com tanta força na sua cabeça que você vai entrar em coma, Edward. — Ed engoliu em seco.
– Não tenho certeza de quem é mais assustadora, você ou a sua avó. — Brincou e voltou a beijá-la antes que ela respondesse. Winry se remexia inquieta debaixo dele. Sentia seu corpo pegando fogo e queria muito senti-lo dentro de si. Já não conseguia mais aguentar.
Ele a penetrou com um dedo, fazendo-a soltar um gemido alto, isso causou um efeito poderoso em Ed, que logo introduziu o segundo e em seguida o terceiro dedo na intimidade da loira, que rebolava em seus dedos enquanto gemia. Edward já não estava mais aguentando, seu membro pulsava dolorosamente, pedindo por alívio.
Winry envolveu o pênis do loiro com uma das mãos e começou a masturbá-lo lentamente. Edward gemeu e aumentou a velocidade dos movimentos que fazia com os dedos. O garoto estava com os olhos fechados e a cabeça tombada para trás.
– Win... Anh...- Ele murmurava coisas sem sentido. Winry deu um sorriso sacana ao ver o garoto quase indefeso.
Ela enlaçou as pernas ao redor dos quadris dele, fazendo suas intimidades rocarem. Ed abafou um gemido, cerrou ainda mais os olhos e quando os abriu eles estavam com um brilho determinado.
– Winry, vou fazê-la minha. — Ela abriu a boca para responder, mas Ed continuou, com uma voz que parecia quase desesperada. — Eu te amo. Te amo muito. Então quero que você me prometa uma coisa. — Disse a última frase no pé do ouvido da garota, que se arrepiou mais uma vez.
–Ed... — Sussurrou de volta. — Não importa o que seja, eu prometo. Agora, por favor, me fode logo. — Ed se assustou um pouco com a reação da Winry, mas logo deu risada e ela bufou em resposta. Ele tirou os dedos de dentro dela, e sorriu quando a mesma soltou um muxoxo de desaprovação.
– Eu quero que me prometa de se doer você vai me avisar, ok? — Seus olhos eram uma mistura de desejo, preocupação e ansiedade. Winry olhou para aqueles olhos e quase não conseguiu responder, pois se perdia naquela imensidão dourada.
– E-eu prometo. — Winry então enlaçou seu braços ao redor de Ed e assentiu para que ele continuasse.
Ainda beijando-a, Ed encaixou seu membro na intimidade de Winry e a penetrou. A loira arqueou as costas e arranhou as costas do garoto enquanto soltava um urro de dor.
–Ed, Está doendo! — Exclamou com lágrimas começando a escapar pelo canto de seus olhos, mesmo que estivesse lutando para não deixá-las sair. Tinha a sensação de estar sendo partida ao meio.
– Desculpe. — Disse Ed desesperado. — Desculpe Win... — começou a beijá-la com calma e amor. — Daqui a pouco a dor passa, eu prometo. Me desculpe Win. — Ele continuou parado durante algum tempo, não queria machucá-la e quando a ouviu urrar de dor sentiu como se algo dentro dele tivesse quebrado e os fragmentos o dilaceravam por dentro. Ficaria assim o tempo que ela precisasse, mesmo que isso demandasse um esforço gigantesco.
– Ed, pode se movimentar. — Disse Winry, no que não passava de um sussurro. Mas que deixou-o ainda mais excitado, se possível. Sentiu seu membro pulsar. Sua testa estava encharcada de suor e o seu cabelo grudava na pele.
– Tem cer... — Ele não terminou a frase. Lembrou-se da ameaça de Winry e não estava com vontade de levar uma chave inglesa na cabeça. Começou a se movimentar, primeiro com estocadas lentas, só para se certificar de que ela não sentia mais dor, mas ao ouvir um gemido de prazer escapar pelos lábios da garota ele perdeu a sanidade mais uma vez e começou a acelerar o ritmo das investidas.
Em pouco tempo já estavam em um ritmo rápido, forte e sincronizado. Nenhum dos dois conseguia, ou queria, abafar seus gemidos de prazer.
– Ed... Mais rápido... Aah... Ed... — Winry gemia e pedia por mais. Ed selou seu lábios mais uma vez, aumentando a velocidade das estocadas, levou uma das mãos aos seios dela e começou a massageá-los. Ele sentia que poderia morrer ali, naquele momento. Sentia-se completo. Não se importava com mais nada, não via ou ouvia mais nada além deles dois.
E foi pensando em como ele tinha sorte de ter alguém como a Winry ao seu lado que ele chegou ao sei ápice de prazer, desmanchando-se dentro dela. A garota alcançou seu ponto máximo de prazer poucos segundos depois.
Ele se deitou ao lado dela, cansado, mas extremamente feliz.
– Nee, Ed... Agora eu sou sua... — Disse isso e se deitou no peito do Elric mais velho, que deixou um largo sorriso tomar conta de seu rosto.
–Nada poderia me deixar mais feliz que isso, Win. Ter você comigo é um sonho do qual eu não quero acordar nunca.
–Nossa Ed... Você sendo romântico? O que houve? — Winry sorriu e Ed ficou tentado a beijá-la novamente, jogá-la de volta na cama e agarrá-la. Ao invés disso, ele fechou a cara, fingindo estar aborrecido
– Não se acostume Winry. — Ela riu e voltou a deitar sua cabeça no peito do loiro. Ficaram assim por algum tempo, não saberiam dizer se muito tempo ou pouco. Ed mexia nos cabelos loiros da garota, que sorria, aninhada nele.
Estavam tão concentrados um no outro que mal ouviram a porta da frente se abrir até a Pinako gritar do andar de baixo:
– Edward e Winry, desçam aqui agora mesmo!
O casal se levantou na mesma hora, os olhos arregalados e os corações acelerados.
– A Obaa-san já voltou? — Winry praguejou e começou a recolher suas roupas do chão, jogando as do Ed para o garoto, que se vestia às pressas. — Ed, você desce na frente, eu vou depois...
Ela lhe deu um beijo rápido e correu para o banheiro.
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Pinako e Al estavam rindo enquanto ela começava a preparar o jantar. Logo Ouviram o som de passos na escada e Ed apareceu na porta.
– Olá, nanico. Ajude Al a guardar as compras. — Pinako disse enquanto colocava algumas coisas na panela e ligava o fogo. — E onde está a minha neta?
Ed não tinha certeza, mas a velha parecia estar com uma expressão maliciosa. Ele corou e tentou disfarçar, pegando algumas coisas e virando de costas, para colocá-las em um armário.
– E-ela deve estar lá em cima, velh... Baa-chan.
– A Winry-chan está bem? Por que ela não desceu? — Perguntou Al em um tom inocente.
– Ela deve estar terminando de tomar banho.
– A Winry tomando banho e você com a blusa do avesso. Ed, o que vocês aprontaram enquanto eu estava fora? — Perguntou a Rockbell. Ed praguejou internamente e olhou desesperado para a blusa, mas para a sua surpresa, ela estava do lado certo. Ficou confuso, até olhar para a senhora, que sorria de forma maligna. — Por que o desespero? Não prestou atenção quando colocou a roupa?
Alphense olhava de um para o outro, sem entender direito o que estava acontecendo. Ed ficou vermelho como um tomate e perdeu momentaneamente a habilidade de falar. Nesse momento Winry desceu as escadas e ficou confusa com a cena.
– Baa-chan, me chamou? — Ela tentou não olhar muito para Ed, que ainda estava mexendo a boca, tentando falar alguma coisa.
– Winry, o que você e o Edward fizeram na minha ausência? — Disse Pinako em um tom tão descontraído que Winry quase disse a verdade por impulso.
– N-nada de mais baa-san. Só... Conversamos, e... — Ela enrubesceu e começou a falar tão baixinho que ninguém era capaz de ouvir.
– Certo, vamos deixar esse assunto para mais tarde. Agora me ajude aqui com o jantar, Winry. E você, nanico, pare de ficar aí parado e ajude seu irmão.
Eles terminaram de fazer as coisas em silêncio. Ed e Winry estavam constrangidos demais até para manter a cabeça levantada. A sra. Rockbell estava rindo internamente com aquela cena, e planejava o que diria para eles mais tarde, quando Al não estivesse por perto.
Al era o único que não havia entendido direito o que tinha acontecido. Ele tinha uma vaga ideia do que poderia ser, mas pensava que os dois não poderiam ter feito "aquilo".
Já estavam comendo quando Winry resolveu quebrar o silêncio:
–Então, quanto tempo vocês pretendem ficar aqui?
– Acho que vamos passar cerca de três meses, né nii-san? — Disse Al, com um sorriso radiante. — Vou poder comer aquela sua torta de maçã.
– Claro, Al... Se quiser eu posso fazer amanhã mesmo. O que acha?
– Eba! — Comemorou o mais novo. Ed apenas observava. 3 meses parecia pouco tempo para ficar com Winry, ainda mais depois do que tinha acontecido, mas ele não comentou isso.
– Certo meninos, hoje o dia foi cansativo, então todos para a cama. Não quero ouvir nenhum barulho. E nada de ir para o quarto da minha neta, ouviu nanico?
– O-o que você disse mini projeto de velha? — retrucou o ex-alquimista.
– Olha quem fala, miniatura de pulga.
– Ed! Baa-san! — Winry os repreendeu. — Ed, pare de implicar com a Pinako-baa-san, e baa-san O Ed cresceu e... — Ela corou com o que poderia ter dito.
– Certo... Mas agora vão para a cama, todos os três! — concluiu Pinako.
Eles obedeceram e cada um foi para o seu quarto. Ed porém, não conseguia dormir, as imagens da Winry nua voltavam à sua mente e o faziam morder o lábio inferior. " E pensar que ela está tão perto" pensou encarando a porta.
No outro quarto, Winry encarava um problema semelhante. A cama bagunçada só contribuía para piorar a situação. Não tinha nenhuma possibilidade dela esquecer aquele dia. Por fim, acabou adormecendo, não sabendo exatamente quando.
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As próximas semanas passaram de forma tranquila, com exceção da conversa que a Pinako teve com o casal no dia seguinte da chegada dos irmãos. Ela adorava ver o quanto Edward ficava apavorado com as suas ameaças. Cerca de dois meses depois da chagada dos Elric, os quatro estavam almoçando do lado de fora da casa, já que o dia estava lindo.
Winry estava indo pegar um pedaço de torta quando sentiu uma tontura e quase caiu no chão.
–Win!! Você está bem? — Disse Ed, amparando-a nos braços para que não caísse.
– Estou bem, foi só uma tontura, nada de mais... Devo ter trabalhado demais outra vez. — Ela tentou dar um sorriso confiante, para acalmá-lo.
– Winry-san, tem certeza de que você está bem? — Perguntou o outro Elric, também preocupado.
– Já disse que sim. — Ao dizer isso ela se dobrou pra frente e colocou a mão na boca para não vomitar.
– Venha Winry, vamos levar você para dentro. — Disse Pinako, e as duas se encaminharam para dentro da casa.
Edward e Alphonse se entreolharam. Não tinham aceitado muito bem o papo de "eu estou bem" da garota. As duas haviam se trancado em um quarto e conversavam baixinho, de modo que os dois irmãos, que estavam na sala, não conseguiam ouvi-los. Ed ficava andando de um lado para o outro, não conseguia se acalmar.
– Calma nii-san. A Baa-chan está com ela, vai ficar tudo bem... — O mais novo tentava tranquilizá-lo, porém sem sucesso.
– Mas e se a Win não estiver bem? E se... — Ele continuou falando até a Pinako abrir a porta do quarto e entrar na sala, acompanhada de uma Winry muito vermelha.
– Edward Elric! — Disse a senhora, com um tom de voz estranhamente calmo. — Parabéns nanico, pelo visto você vai ser pai...
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