Ilógico

2 Parte 2


Notas iniciais
Apesar de ninguém está lendo, vou postar a parte final já que ela já estava feita... Pessoal, é uma fic dedicada a maiores de 18 anos mesmo, então nada de menores de idade. bjos

Ela estava completamente sobre seu domínio, Zoicite sorria com este fato. Se qualquer um dos generais Shitennous os vissem o repreenderiam, isso era proibido! Quase tão proibido quanto o amor do Príncipe com a Princesa, mas Zoicite não ligava. Fazia parte dele esta loucura, este desejo louco de transgredir regras e se satisfazer. Ela estava olhando para baixo, não tinha coragem de encará-lo, ele sabia. A única coisa que ele não sabia era quanto tempo ela resistiria...

Eles não tinham tempo, não naquele momento... O mais sensato seria esperar ela dar o primeiro passo, mas que se foda a sensatez! Ele a queria e isso era a única coisa que importava...

Delicadamente, ele tocou o queixo dela — ela estremeceu, bom sinal. Sua pele do rosto era suave, ele o movimentou para encará-lo e seus olhos possuíam algo novo, desejo.

O toque dele causou o que Mercury temia, aquele toque gentil e quente fez com que ela desejasse mais e mais... Isso não era bom. O que ela era? Um animal no cio? Ia gritar, não se importava com a ameaça dele, não se importava com a promessa que fez à Serenity...

Mas nada fez... Ficou lá, encarando os lábios finos e firmes dele.

A vontade de beijá-la era intensa, bem como o desejo de realizar coisas mais... Somente esta aproximação e o cheiro salgado doce que ela emanava já o fizera endurecer. A calça estava pequena para o tamanho do desejo que tomou conta de seu corpo.

Sua mão estava no delicado queixo dela, apressou-se a pôr a outra mão em sua cintura e eliminar toda e qualquer distância existente entre ele. Começou a beijá-la, primeiro delicadamente, selinhos que cobriam seus lábios e o queixo dominado pela mão. Depois apertou mais o corpo dela no dele e tentou aprofundar o beijo. Mercury apesar de quase completamente entregue, resistiu, mas não por muito tempo. Abriu os lábios para o hálito fresco daquele homem que nem o nome conhecia. A sensação era intensa, quente. Estava quase que completamente úmida.

Mercury deslizou as mãos por cima da jaqueta que ele usava, mas não era aquilo que ela desejava, queria a pele dele aquela pele quente e bem torneada escondida por aquele pedaço de tecido. Abriu-a e começou a explorar seu peitoral desnudo.

Ele gemeu entre o beijo e começou a tomar posse do pescoço dela mantendo uma trilha de saliva por onde a língua dele passava.

–- Seu gosto é bom... – ele falou com voz rouca em seu ouvido. Mercury somente gemeu, não poderia formular palavras, qualquer ação neste sentido levaria-na a afastar o corpo dele do dela...

Os dedos fortes dele deslizaram pelas cortas de Mercury ameaçando a abrir o vestido. Isso ela não poderia permitir... Estavam no meio do corredor do castelo. Com muito pesar afastou o corpo dele do dela.

Ambos estavam ofegantes, mas ele não desistiria tão fácil. Jogou a jaqueta que ela havia aberto para longe e investiu mais uma vez para ela. Uma mão passou pela sua nuca arrepiando seus cabelos azuis curtos, enquanto a outra voltou para a cintura, evitando que ela fugisse – Lady Mercury, sei que você quer isso tanto quanto eu...

A distância fez bem para Mercury, ela recuperou um pouco da sanidade que ele havia tomado com aquele beijo – Não... – o “não” dela fez somente se intensificar o desejo dele, que voltou a beijar o pescoço da guerreira. – Aqui... não...

Ela segurou o rosto bonito dele e implorou – Vamos para outro lugar, meu quarto... pode ser...

Apesar dele gostar da adrenalina de ficar nestas condições em um local tão público quanto o corredor do castelo proibido aos habitantes de Elysion, o convite dela foi mais atraente. Ele aproximou os lábios do lóbulo da orelha dela, mordeu-o delicadamente – Ia adorar... -- ele colocou os braços dela sobre o pescoço dele, sempre hipnotizando-a com seus olhos, deu impulso e elevou-a a seu colo. Passou o rosto por seu pescoço e sussurrou em seu ouvido – Me guie até ele...

Ir pelo corredor do castelo sendo levada por um guerreiro de um reino tabu era demais para Mercury, mas por que ela estava gostando? A adrenalina embebida no desejo que ela possuía por aquele homem fazia-a querer esta loucura. Quando ela ficou tão ousada?

Seu quarto era no mesmo andar das estufas, no térreo, ela queria esta proximidade com o solo, com a água. Algumas portas se passaram e enfim chegaram à porta de seu quarto.

Não fomos vistos...

Esta nota de alívio preencheu a mente de Mercury, já seu guerreiro inominado empurrava a porta com os pés.

O quarto da guerreira era na verdade um pequeno apartamento com sofás brancos confortáveis na parte inicial e uma mesa de centro de vidro bem organizada. Ao fundo havia um balcão de mármore branco e vidro que fazia divisa para uma limpa e pequena cozinha. Ao lado era possível ver um grande aquário com diversos peixes multicoloridos e uma estante abarrotada de livros. Logo atrás o que mais interessou o guerreiro: uma grande cama de plumas com edredom branco acolchoado.

Ele rumou para a cama, voltando a envolver a guerreira em seus beijos. Ele colocou-a em sua cama que cedeu pelo peso dos dois. A respiração quente dele a fez tremer por antecipação, ou foram as mãos másculas e o jeito que ele as movia por sua coxa e cintura, elas roçavam sua pele fria de maneira tão carinhosa e sensual que quase a fez gemer.

Ele montou sobre a cintura fina de Mercury, afastando a boca da dela, enlouquecida de desejo ela fez um muxoxo de reclamação – Nãooo..

Ele sorri com prazer – Então peça para eu continuar...

–- Continue – ela implorou...

–- Zoisite... – ele a beijou no pescoço enquanto abria o uniforme dela e expunha o soutie de cetim – Chame meu nome...

— Continue... Zoisite.

Ele sorriu e caiu faminto em seus seios rosados. Adorando a forma que o peito dela arfava e como ela, a garota arrogante e sabe-tudo, implorava para que ele não parasse.

Notas finais
alguém leu a fic? Se alguém leu, ao menos deixa um "odiei sua fic, vc é imoral"... ó.ò
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!