Illbleed
4 O massacre da natureza.
Notas iniciais
ILLBLEED — Capítulo 4. — O massacre da natureza.
– Muito bem, o que devemos fazer agora? — Pergunta Michel olhando para os lados.
– Vamos para o super mercado, comprar algumas coisas para levar na nossa próxima aventura. — Responde Kevin fazendo um sinal positivo.
– Sim, o próximo cinema já está aberto. — Eriko decide.
Os três companheiros vão até a loja e compram: Uma salada, um X — Tudo, uma sopa de miojo lámen, dois calmantes e um CD para relaxar, quatro Band-Aids, dois papéis higiênicos e uma mochila para levar os itens. Após isso, os três companheiros seguem em direção ao próximo cinema. O nome do filme é: O massacre da natureza. Vamos ver a história do lançamento.
"George Macloughlin, um lenhador famoso, dono de uma fábrica que faziam bonecos de madeira. Ele era um verdadeiro assassino da natureza, não se importava com o meio ambiente, apenas com a fama que ganhava fazendo diferentes objetos de madeira com sua fábrica. Ele estava marcado pela natureza, e um dia, foi cortar uma árvore amaldiçoada chamada Trent, de mais de 800 anos de idade, e esta se vingou. Comeu-o vivo! Contudo ele não morreu, seu corpo se fundiu à grande e velha árvore. No mesmo dia, cerca de cem trabalhadores desapareceram misteriosamente. A fábrica foi fechada, todavia dizem que é possível ouvi-la funcionando algumas noites. A polícia já tentou investigar o caso, mas todos que entraram na fábrica, nunca mais voltaram. E nunca mais souberam de alguma notícia tanto do dono da fábrica quanto dos outros lenhadores."
Sua missão é fazer com que essa fábrica de bonecos de madeira pare de funcionar e salvar o enigma dos bonecos de madeira. Além disso, descubra o que aconteceu com o desaparecimento de Macloughlin.
Prêmio:
$ 120.000
Você só ganhará o prêmio se completar a sua missão. Resgate o sobrevivente, destrua os inimigos e saiam são e salvos dessa fábrica mal assombrada.
Boa sorte!
Os três companheiros se encontram na entrada para a fábrica. É um museu, cheio de materiais de construção, bonecos, animais empalhados, motosserras, machados e cortadores de lenha. Ou seja, um lugar cheio de armadilhas! O rapaz é o mais medroso ali, seu coração já começa a bater rapidamente e este já fica ofegante.
– Controle-se Kevin! — A menor chamou a atenção do outro. – Você é o homem aqui, coragem!
– Mas eu não posso evitar! — O rapaz se esconde atrás da menor.
– Cuidado com esses motosserras nessa estante de vidro, pode ser uma armadilha. — A jovenzinha avisa, ela é a mais inteligente dos três.
Ao passarem perto das estantes de vidro, elas se arrebentaram e saíram três motosserras ameaçando cortá-los! Contudo, como eles foram avisados antes pela Michel, que isso poderia acontecer, já ficaram espertos e conseguiram desviar das armadilhas.
Agora há quadros nas paredes, onde mostram fotografias de lenhadores e árvores antigas. Tem até uma foto, onde mostra uma vasta e imensa floresta e uma flecha a seguir, mostrando o que aconteceu depois, um desmatamento intenso, que não sobrou mais nenhuma única árvore. Outro quadro havia um lenhador, e seus olhos fitavam os jovens.
– Eu já vi isso antes... — Lembrou a mais velha.
Nesse instante, o lenhador colocou metade do corpo para fora e ameaçou cortá-los com o machado! Porém, rapidamente os jovens conseguiram escapar da armadilha, apenas o loiro que ficou ainda mais assustado.
– Deveríamos ter comprado um monte de calmantes! — A mais velha fuzilou o rapaz com o olhar.
Mais adiante duas serras saíram de uma lenha e voaram em direção dos adolescentes! As duas mulheres conseguiram desviar do ataque, porém Kevin ficou paralisado de medo e foi atingido pelo ataque! – Aaaah!
– Tome mais cuidado Kevin! — A menor chamou a atenção do maior.
– Desculpe! — Disse usando um Band-Aid, tomando um calmante e uma salada, recuperando-se então. – Como eu sou um inútil... — Pensou desanimado.
Ao virarem o corredor do museu, chegam a outro local. Cheio de bonecos de lenhadores e um monte de pilhas de lenha.
– Cuidado! — Violentamente o rapaz parou as duas jovens, atirou uma pedra em frente e observou atentamente.
– Ah! — A japonesa ficou com as mãos sobre a boca. – O que foi Kevin?! Você percebeu alguma coisa?
– Eu também não vi nada! — Disse a outra mulher assustada.
– Hum... — O loiro sorriu. – Era um rato?
– Pare de tentar se achar! — Michel empurrou o rapaz.
O rapaz gargalhou. – Ah, então vocês sacaram não é? — Sem perceber, a pedra que este atirou, atingiu um rapaz fundido com uma árvore, que agora estava atrás do loiro, furioso. As duas jovens apontaram para trás do jovem, mas este pensou que elas estavam tentando retribuir a brincadeira com ele. – Ah parem com isso! — Sorriu largo. – Vocês acham que iriam me pegar nessa?
– Kevin, cuidado! — Respondeu Eriko se afastando.
– O que... Ah! — O loiro caiu no chão ao ver o monstro atrás de si.
O homem-árvore bateu no rapaz com os galhos de árvore que ficavam no lugar de suas mãos. Michel correu procurar algum machado na mão dos bonecos do local, enquanto a mais velha tentava segurar a criatura.
– Aaah! — O rapaz rastejava-se no chão e perambulava para levantar. Então recebeu agora uma pisada do inimigo. – Me ajudem!
– Eriko! — Gritou à menor jogando-lhe um machado que encontrara.
– Ah! Toma essa! — Ao receber o machado, a moça atacou o monstro cortando-lhe seus galhos.
– Kevin! — Novamente, Michel jogou outro machado em direção a este, que nem sabia o que fazer. Ficou tremendo tanto que quase foi atingido pelo machado. – Burro!
– Ah, agora sim! — Se sentindo corajoso por ter uma arma, o rapaz finalizou dando uma machadada na nuca do inimigo que foi assim, derrotado!
Eriko e Kevin estão com suas armas agora, dois machados. Apenas Michel que ficou sem nada, pois só havia dois machados naqueles bonecos. A seguir, os nossos heróis chegam à outra área, um pequeno quintal depois do museu, e mais adiante, leva a outra parte da fábrica, onde estão as máquinas. O local é aberto, tem árvores dos lados, caminhões que transportavam lenhas, cera de madeira por todos os lados.
– Ah! Um refrigerante! — A menor correu pegar o item que estava na frente de um caminhão.
– Michel, não! — Gritou a mais velha, porém tarde demais. O veículo foi para cima da japonesa, jogando-a longe!
– Aaaah! — O loiro foi tentar acudir a sua amiga, mas sem perceber também estava sobre um monte de cera de madeira. Esta cera formou um tufão e atacou o rapaz fazendo-lhe vários cortes! – Aaaah!
– Kevin! Michel! — O maior tomou uma sopa de lámen e usou outro Band-Aid. Quanto a Michel, esta se recuperou tomando a salada e enfaixando o local machucado com um papel higiênico.
Ao distrair-se com os seus amigos, Eriko quase foi ferida por três enormes lenhas que voaram em sua direção, todavia, a moça conseguiu desviar da primeira! Depois se abaixou evitando levar a outra na cabeça! E por fim, pulou a terceira lenha, saindo ilesa do ataque. – Legal!
– Que lugar assustador! — A japonesa disse pasma.
– Sim, vamos continuar. — Respondeu à maior, e então os três continuaram até entrar na fábrica. Mas antes, a japonesa parou Eriko e Kevin.
– Olhem lá! — Apontou para uma árvore imensa que estava na frente da porta.
– O que é que tem... É só uma árvore... — O loiro respondeu já indo em direção a entrada.
Exatamente, apenas uma árvore caindo em sua direção. Ela estava meio cortada, mas não completamente. Quando esta caiu com tudo em cima do rapaz, o jovem conseguiu desviar-se para trás bem a tempo, e quase foi esmagado pela árvore. Assustado com o coração a mil, tomou um calmante para se acalmar.
Após esse acontecimento, os nossos heróis entram na fábrica. A primeira sala está toda escura, tem janelas do lado, onde mostram um caminho para onde os bonecos de madeira são levados. Todos estão parados em pé, sendo levados automaticamente até outra passagem, e assim eles são fabricados. Não se sabe se na outra passagem eles vão direto para as caixas, ou o que acontece... Não conseguem ver. Todavia tem um boneco diferente, ele está correndo furando a "fila" dos outros bonecos de madeira. E a máquina está dando alguns choques neste.
– Que engraçado, olha ali! — Kevin tirou sarro, apontando com o dedo para o boneco. – Ele deve estar apertado ou apressado! — Gargalhou novamente.
– Pare com isso! — A mais velha o empurrou de leve e riu.
Mas este boneco era diferente dos outros, ele era maior e mais definido. E parecia estar tentando gritando alguma coisa, enquanto corria.
"– Erryco! Québin! Niqkel! Anijos!" *- As palavras não saiam corretamente, mas dava para entender pouca coisa.
– O que será que ele está tentando dizer? — Pergunta Michel observando-o com muita curiosidade.
De repente, houve uma falha no gerador de luz, que apagou toda a fábrica por alguns instantes. Só podia ver a claridade dos raios que dava no boneco de madeira. Quando deu novamente o choque, apareceu uma rápida visão de Randy! Dentro do boneco de madeira! Não demorou muito, as luzes voltaram a ser acesas.
– Vocês viram o que eu vi?! — Gritou à japonesa.
– Wow! Era o Randy! O que ele fazia andando em círculos? Ele não nos viu aqui na janela? — Perguntou o maior com as mãos sobre o queixo. – Nós poderíamos quebrar essa janela.
– É inútil, ela é muito resistente. — A menor desanimou, dando alguns socos na janela que não fazia nem mesmo rachaduras.
– Temos que ajudá-lo, agora! — Eriko correu na frente, indo à outra sala da fábrica. Mas ao passar por uma das janelas, apareceu um rosto todo podre, cheio de musgos e galhos de árvore gigante, gritando como nunca.
– Aaah! — A mais velha caiu para trás com o susto, e escutou um CD para relaxar e continuar seu caminho.
Chegando ao outro local, mostrava uma máquina enorme, onde as pessoas eram levadas por uma escada rolante até a máquina, depois esta as transformava em bonecos de madeira, que as deixava em outro lugar. Há uma escada que leva até em cima da máquina. No caminho tem algumas câmeras onde mostram os lugares onde os bonecos são encaminhados, algumas caixas e prateleiras nas paredes.
– Procure nessa prateleira, para ver se tem alguma coisa, Kevin. — Disse a japonesa apontando para as prateleiras no alto. – Nós duas somos menor que você, e não podemos alcançar.
O loiro abriu a primeira gaveta e encontrou uma chave. A guardou sem saber onde levaria, na segunda gaveta tinha um calmante, e ao abrir a terceira gaveta, caiu para trás assustado com um defunto dentro dela. – Que susto!
Michel subiu as escadas e chegou até em cima da máquina, enquanto Eriko e Kevin esperavam lá embaixo. A jovem viu que tem um lugar para colocar uma chave na máquina, para ligá-la.
– Já sei! Essa chave Kevin, me passe ela! — Disse sem desviar o olhar da fechadura. – Acho que vai abrir a porta que está em cima dessa máquina!
– Socorro! — A japonesa foi ver o porquê do grito do amigo. E viu dois bonecos de madeira atacando Eriko e Kevin.
O boneco que perseguia o loiro atacava girando seu corpo como se fosse um ventilador. Já o outro que enfrentava a mais velha, tentava derrubar-lhe, dando-lhe chutes, porém ela desviava com facilidade e cortava o inimigo com o machado.
– Aaah! — Kevin conseguiu se levantar, mas logo foi direto para o chão, ao receber outro ataque do inimigo. A menor chegou dando uma voadora na criatura e então o loiro derrotou-a atacando com seu machado.
– Da hora! — O jovem fez um sinal positivo.
– Nossa! De onde eles surgiram? — Pergunta Michel com um olhar interrogativo.
– Saíram daquelas caixas... — A mais velha apontou para elas e então se assustou. – Olhe! O que é aquilo?!
Os três amigos correram em direção as caixas. Há um motosserra dourado, dentro de uma caixa de vidro perto dos objetos. – Que demais! — Disse a menor abrindo a caixa e pegando a motosserra. No papel que vinha junto com ela, estava escrito.
"Esse é o motosserra usado pelo George Macloughlin, o dono desta fábrica."
– Vou guardá-lo na mochila, provavelmente não vamos usar agora. — A jovem disse já colocando a arma dentro da mochila que Kevin carregava.
– Ué, por que não vamos usar agora? — Estranhou a mais velha. – Pode ter mais inimigos pela frente!
– Sim, com certeza. — Balançou positivamente a cabeça. – Mas acho que não poderemos usar. — Disse já subindo em cima da máquina novamente.
– Por que não? — O loiro coçou a cabeça.
A japonesa colocou a chave que pegara de Kevin sem este perceber, na fechadura, abrindo uma tampa em cima da máquina. Então um dos televisores ligou. O mesmo homem deformado que assustou Eriko àquela hora, o que tem musgos e caspas de árvore no rosto apareceu na imagem e disse:
– Ora, ora! Sejam bem vindos, visitantes da fábrica de Macloughlin! Se você está vendo essa filmagem, provavelmente deve ter aberto a máquina que transforma seres humanos em bonecos de madeira! Isso mesmo! A partir de agora, você se transformará em um boneco de madeira e terá o privilégio de testar suas habilidades em um novo corpo! Você terá uma longa aventura pela frente! Bem, eu desejo-lhe uma boa sorte e bom divertimento! — A imagem foi apagada.
– Como assim ser transformados em bonecos de madeira? — Perguntou Kevin assustado.
– É o único jeito de salvar Randy... — Disse a mais corajosa olhando para dentro da máquina.
– Então, o que estamos esperando? — A japonesa empurrou os dois amigos e estes caíram dentro da máquina.
– Aaaaaah! — Eriko e Kevin gritaram juntos.
Tcharam! Depois de alguns segundos, os três adolescentes saíram da máquina, dentro de seus "novos corpos". Três bonecos de madeira! Os três são encaminhados até aquela área escura cheio de máquinas que davam choques, onde eles viram seu amigo Randy passar.
– Wow! Isso é incrível! — O loiro se sentiu arrepiado ao ver que seu corpo tinha virado de madeira.
– Poderemos voltar ao normal? — Preocupou-se a mais velha.
– Não sei... Vamos! — Disse Michel tomando a frente.
O chão do local é uma escada rolante que leva os bonecos de madeira lentamente até a outra passagem. Os três companheiros furaram a "fila" daqueles outros bonecos que estavam sendo encaminhados até a porta. Passando por ela, chegam a uma área assustadora. Há dois caminhos, uma placa escrita: Lenhadores apontam para a esquerda. E a outra placa escrita: Bonecos de madeira, para a direita. E do lado esquerdo, há uma grande fila de lenhadores, eles conversam com o recepcionista, um homem árvore e este deixa eles passarem pela porta. E na parede do lugar está escrito bem grande de sangue: "Caça aos bonecos de madeira!"
– Que irado! — O maior arregalou os olhos. – Que lugar é esse?
– Uma caça aos bonecos de madeira... — A mais velha lê a frase e raciocina.
Eles decidem esperar todos os lenhadores entrarem na porta e então eles vão para o caminho dos bonecos de madeira, chegando até uma recepção, onde um homem árvore os atende.
– Oh! Vocês devem ser Eriko, Kevin e Michel! — A criatura exclamou entusiasmada. – A partir desta porta, vocês irão para a área de caçadores. Os lenhadores estão travando uma imensa guerra contra os bonecos de madeira! Se vocês quiserem sair dessa vivos, vocês tem que voltar a serem humanos novamente! — O monstro apertou um botão e a porta se abriu. – Muito bem, o que vocês estão esperando? A guerra já começou!
– Nós vamos ir a uma guerra?! — Perguntou a menor trêmula.
– Nós vamos conseguir amigos! Não se preocupem! Temos que resgatar Randy! — Eriko encorajou os demais.
Os três jovens entram na porta e descem as escadas mais adiante, levando a um local enorme, cheio de caixas e máquinas que transportavam madeira. Os bonecos de madeira e os lenhadores lutavam incessantemente para conquistar o território que estava sendo dominado por musgos e plantas.
– Como é que iremos encontrar a saída deste lugar? — Perguntou o loiro aflito.
– As plantas! — Afirmou à japonesa. – Temos que ver onde elas originaram!
– Como você sabe disso, Michel? — Perguntou a mais velha.
– Lembra na história do filme, que contou que há uma árvore velha, que comeu o dono da fábrica... E tal? Então, quanto mais plantas tiverem e mais pancada entre lenhadores e bonecos de madeira, significa que estaremos próximos!
– Puxa! Que bom que você prestou atenção nesses detalhes, Michel! — O maior deu um cafuné na cabeça da menor que gargalhou.
– Socorro! Ajudem-me! — Os três ouviram uma voz familiar não muito longe dali.
– Randy! — Gritou a mais inteligente.
Quando os três foram ajudar seu amigo, dois lenhadores apareceram e deram de cara com os bonecos de madeira! O primeiro lenhador empurrou o maior contra a parede e em seguida dando-lhe machadadas! Eriko foi acudir o rapaz, enquanto Michel enfrentava o outro lenhador.
– Aaaah! — Kevin tentava chutar o inimigo, seu pé girava feito uma furadeira e derrubou o homem! Então, a mais velha por sua vez, foi pra cima do inimigo girando os seus braços como uma hélice nocauteando-o.
Quanto a Michel, esta corria desesperadamente do lenhador, mas o assassino conseguia alcançá-la e dava-lhe machadadas! A japonesa desviou do segundo ataque do monstro e correu para trás deste, então esticou os seus braços para frente e girou o corpo como se fosse um ventilador, derrubando o lenhador. – Muito bom! — Bradou à menor.
– Meu coração... — O maior fez uma expressão de dor colocando as mãos sobre o peito. – Eu... Não vou conseguir... — Gaguejava ofegante o loiro.
– Acalme-se Kevin! — Disse a mais velha. Desse jeito, você acabará tendo um ataque cardíaco!
– Mas também não temos mais nada para recuperar. — A menor afirmou fazendo com que o desespero do rapaz aumente.
– Vamos ignorar os lenhadores! Fujamos! — Eriko tomou à dianteira.
– Sim, o mais importante é salvar Randy! — O jovem respondeu.
Os três amigos ignoraram os lenhadores e os bonecos de madeira lutando entre si. Correndo e desviando das armadilhas, eles chegam a uma sala coberta de musgos e troncos de árvores por todos os lados. Tem algumas macas de hospital e caixas pelo local, e tem dois homens árvores batendo em um boneco de madeira que estava desmaiado no chão. O boneco que estava nocauteado era o nosso amigo, Randy! Percebia-se pelo tamanho do boneco que era quase uns dois metros de altura, o tamanho do moreno. Kevin não agüentou esta cena e acabou desmaiando, o que fez os dois homens árvores perceber os jovens que observavam.
O monstro agarrou a jovem e começou a apertar-la com as suas garras. Enquanto isso, Eriko enfrentava o outro inimigo, desviando de seus ataques e chutando-o. – Não! — Exclamou a japonesa com dificuldade de respirar.
– Agüenta ai Michel! — A outra finalizava atacando como um ventilador no outro inimigo.
– Ah, o que aconteceu... — Disse o loiro se levantando e viu suas amigas lutando contra as criaturas. Eriko enfrentava o homem árvore lá atrás, quanto a Michel, esta nem conseguia reagir, por que estava sendo presa pelo outro inimigo.
O jovem criou coragem e atacou o monstro que segurava sua amiga. A criatura soltou a menor e então Kevin e Michel atacaram juntos sem dó e sem piedade o homem árvore e então, este faleceu. Após a mais velha derrotar o outro inimigo, os três correram ajudar o seu amigo.
– Randy... Você está bem? — Perguntou à japonesa apoiando a cabeça do moreno em seu colo.
– Ele está muito ferido! — Kevin observava as feridas do amigo.
– Oh... — O moreno acordou assustado e falou. – Nossa! Que horror! Eu estava perdido, lutando contra um monte de lenhadores, junto com um monte de bonecos de madeira!
– Acalme-se Randy, vai ficar tudo bem, você vai ver. — Sorriu Eriko.
– Uau! Vocês são os meus amigos?! — O maior se levantou. – Vocês chegaram na hora certa! Esses monstros iriam me matar! Vamos sair daqui!
A ficha de Randy:
Nome: Randy Fairbanks.
Idade: 16 anos.
Sexo: Masculino.
Tipo sangüíneo: RH-O.
Cor dos olhos: Castanhos escuros.
Ocupação: Estudante.
Nacionalidade: Brasileiro.
RESGATADO.
Kevin encontrou dois calmantes, um papel higiênico e uma sopa de miojo lámen nas caixas, que serviu para ajudá-los a se recuperar. Randy estava muito machucado e não tinha como recuperá-lo, pelo menos por enquanto, então resolveram que este não lutaria. Michel ajudou o maior a se mover, e então os quatro amigos encontraram uma máquina estranha, parecia um caixão. Tinha vários pedaços de paus nela e quando a ligaram, ela se fechou, as luzes apagaram-se e raios começaram a sair da máquina.
– Isto é um curto circuito?! — Gritou o mais forte assustado.
As luzes voltaram a se acender, e a visão ficou clara para todos. A máquina estava aberta e os pedaços de paus estavam todos despedaçados.
– Pensaram o mesmo que eu? — A menor estendeu um leve sorriso. – Nós vamos voltar a ser humanos! — A japonesa entrou na máquina e a ligou.
– Espere! Não sabemos o que poderá nos acontecer se... — Randy nem terminou de falar e foi puxado para dentro da máquina com os seus amigos.
A mesma cena ocorreu, e quando a máquina abriu... Tcharam! Eriko, Kevin, Randy e Michel voltaram ao normal!
– Uhuul! Eu pensei que não iria mais voltar ao normal! — Bradou o maior pulando alegremente.
– É... Não é muito confortável ficar como um boneco de madeira. — Kevin respondeu.
– Pelo menos, nós conseguíamos girar a cabeça para trás e o corpo, com a maior facilidade e sem nos causar danos! — Lembrou à japonesa.
– Vamos amigos, temos que sair daqui. — Eriko tomou a frente e os seus amigos a seguiram.
O próximo local é a sala onde está o motor principal que faz com que a fábrica inteira funcione. Há uma enorme plataforma coberta de musgos e plantas, e dos lados direito e esquerdo, há engrenagens de todos os tamanhos. A área está toda escura, então a japonesa sobe na plataforma para pegar a chave de fenda que encontra ali caída.
– Com essa chave, nós poderemos travar essa fábrica destruindo o lugar de uma vez por todas! — Disse enquanto mirava o objeto nas engrenagens.
– Michel! Cuidado! — Gritou o moreno observando de longe.
– O que... Ah! — Ao olhar para trás, viu uma árvore enorme e toda podre, toda suja de sangue uivar como nunca!
A mais velha subiu na plataforma e empurrou à japonesa, fazendo assim, com que o ataque da criatura não pegue sua amiga.
– Puxa, obrigada Eriko!
– Esta deve ser a árvore Trent! — O loiro rangeu os dentes.
– Vamos acabar com ela e destruir a fábrica de uma vez por todas! — A mais velha foi para cima do monstro mutilando-o com o seu machado.
– Sim! E agora... É hora de usar isto! — Michel tirou o motosserra da mochila do rapaz e foi ajudar na bordoada.
A árvore gigante cuspiu um líquido verde de sua boca, na mais velha que ficou atordoada. A seguir, bateu os seus braços no chão e os arrastou até o outro lado.
– Pule Kevin! — A japonesa pulou e desviou do ataque.
Quanto a Kevin não teve o mesmo reflexo e caiu de bunda no chão. Logo em seguida, Trent pegou o rapaz e começou a apertá-lo.
– Aaaah! Socorro!
– Solta ele! — A moça começou a mutilar o braço do monstro que uivou furioso.
A árvore gigante soltou o rapaz e pegou Michel. O monstro abriu a sua boca e ameaçou devorar a menor viva!
– Michel! Droga, se eu pudesse me mover! — Gritou o moreno se sentindo um inútil.
– Meu nome é George Macloughlin! E irei devorá-la por me desafiar! — Gritou a árvore gigante.
– Devore isso! — A japonesa atirou a motosserra dentro da boca da criatura que se arrebentou toda!
O monstro soltou à jovem e murchou-se falecendo.
– Finalmente! — Os amigos bradaram alegremente.
Concluindo, a menor pegou a chave de fenda e atirou nas engrenagens, travando tudo, fazendo então, com que a fábrica pare de funcionar. Após isso, eles encontram uma poção em uma caixa que entrega para Randy, recuperando-o de suas feridas. Atrás da árvore gigante tem uma porta, a que leva a saída.
A saída da fábrica de bonecos de madeira leva a um caminho cheio de árvores enormes, que chegam até o céu. Grama, plantas e flores por todos os lados. Há alguns cartazes no meio da mata escritos: "Parabéns! Vocês conseguiram! Tudo certo!"
– Que lugar é esse? — Perguntou o loiro olhando para os lados.
– Que bonito! — Exclamou a menor pegando algumas flores.
– Olha o tamanho das árvores... Não consigo ver o fim! — Disse o moreno olhando para o alto.
– Eu já vi isso antes. — Disse Eriko se limpando e observando o local.
Ao chegarem ao fim do caminho, tem um homem de paletó segurando um cheque, esperando-os.
– É o prêmio! Legal! — A mais velha pulou erguendo os braços para cima.
– Demais! Manda brasa na botija que tudo aqui é massa na brisa! — O loiro até rimou uma frase nada haver.
– Podes crê mano! Uhuul! — O moreno estendeu um sorriso largo.
– Muito bom! Fenomenal! — A japonesa bradou alegremente.
E o seu prêmio é...
Você conseguiu destruir a fábrica de bonecos de madeira, acabou com Trent a árvore gigante e resgatou o sobrevivente! Você chegou são e salvo no final!
Parabéns! — $ 120.000 Mil klínios! — Parabéns!
Os quatro heróis voltam ao parque illbleed. Juntando os prêmios, agora eles têm 240.000 mil klínios! E estão novamente os quatro reunidos! O que farão agora? Tentarão escapar do parque? Ou irão enfrentá-lo até o final? Continua...
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